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LAFIS NA MÍDIA

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Planos de Saúde e Hospitais Privados
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2022
  • Categoria
    Planos de Saúde e Hospitais Privados
  • Fonte
    Folha de São Paulo

A compra do terceiro maior plano de saúde do país pela maior rede privada de hospitais do Brasil movimentou o mercado de saúde suplementar. O anúncio da aquisição da SulAmérica pela Rede D'Or, feito nesta quarta-feira (23), aprofunda a tendência de verticalização no setor de saúde no Brasil: quando instituições passam a ser donas de todas as frentes de atendimento médico, como clínicas, laboratórios e hospitais. No caso da Rede D'Or, a empresa já tinha acumulado 16 aquisições só em 2021, com um investimento de quase R$ 3 bilhões, especialmente em hospitais. Mas agora, com a SulAmérica, ela desembarca de vez no mercado de planos de saúde e passa a ter acesso a mais de 7 milhões de clientes -justamente o público que usa seus hospitais e clínicas oncológicas. A Rede D'Or já é a principal acionista da Qualicorp, maior administradora de planos de saúde por adesão, que nos últimos anos construiu uma plataforma de planos que reúne mais de cem operadoras. Cerca de 230 mil planos de saúde da SulAmérica são na modalidade adesão (que atendem categorias profissionais e são contratados por meio de sindicatos ou associações, por exemplo). "Até agora, as movimentações da Rede D'Or estavam mais voltadas para a compra de pequenos hospitais para ampliar a sua rede de atendimento. Mas com a SulAmérica e a Qualicorp, a empresa passa a focar também na ampliação dos serviços e se torna mais competitiva frente a outras do setor, como a fusão entre Grupo Notre Dame Intermédica (GNDI) e a Hapvida", diz Fernanda Rodrigues, analista da Lafis Consultoria. Em um mercado como o brasileiro, que vai ficando cada vez mais velho, com alta na expectativa de vida da população, os custos dos planos de saúde aumentam: os usuários mais jovens, que em tese usam menos o plano e "pagam a conta" dos usuários idosos, vão diminuindo em proporção. Para equilibrar o orçamento, os planos precisam economizar em todas as frentes. Pagar menos por consultas e exames é uma delas. Em uma estrutura verticalizada, o plano pode controlar a 'canetada' do médico, no que se refere à quantidade de exames solicitados por clínicas e especialistas. O hospital, por sua vez, pode controlar o número de internações ou tratamentos solicitados pela rede credenciada. "A partir do compartilhamento de informações, com a integração da base de clientes, é possível oferecer serviços personalizados, o que é uma tendência no setor de saúde", diz Fernanda. "Ao prestar atendimento adequado às necessidades de cada usuário, o prestador pode atuar de forma preventiva e mais eficiente, o que gera redução de custos hospitalares, por exemplo." Embora os especialistas indiquem que a consolidação do setor, a partir de fusões e aquisições, e a verticalização dos serviços aumentem a competitividade das empresas, a prática precisa ser acompanhada de perto por órgãos reguladores, especialmente a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), como mostrou o episódio recente da Prevent Senior, porque há limites éticos neste compartilhamento de informação. Com foco no público idoso, a Prevent Senior protagonizou um dos maiores escândalos apontados pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no ano passado. A empresa ganhou espaço com a venda de planos a preços competitivos (mensalidades a R$ 800). Mas viu sua imagem desmoronar com as denúncias de administração do "kit Covid" (remédios sem eficácia comprovada para controle da doença) nos pacientes, sem consentimento das famílias, além de fraudes nos registros de óbitos. fachada de prédio espelhado onde se lê Prevent Senior em cinza Fachada de hospital da Prevent Senior, em São Paulo. - Amanda Perobelli/REUTERS Justamente por ter uma estrutura verticalizada, que controla todo o processo, a CPI entendeu que a transparência nesse tipo de operação é mais difícil: no caso da Prevent, a busca por reduzir custos a partir do menor tempo de internação, por exemplo, esteve à frente do bem-estar do usuário. Fernanda Rodrigues destaca que, pelo comunicado enviado ao mercado nesta quarta, Rede D'Or e SulAmérica seguem independentes. "Deve haver mais uma sinergia dos serviços, do que uma mudança estrutural nas empresas", afirma. "A Rede D'Or deve acessar a base de atendimento da SulAmérica, não só para ampliar sua receita, mas para conhecer o mercado de planos de saúde. Mas ela vai manter a relação comercial com as demais operadoras, que fazem uso da sua rede de hospitais." Para Denis Morante, sócio-diretor da Fortezza Partners, consultoria de investimentos especializada em fusões e aquisições, a transação praticamente anula a possibilidade de a Rede D'Or vir a comprar a carteira de planos empresariais da Amil, como estava sendo especulado pelo mercado. A carteira de planos individuais e familiares da Amil, por sua vez, estava sendo negociada para a Fiord Capital -mas a operação que foi suspensa pela ANS. "Fico curioso para saber qual será a avaliação do Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] a respeito da operação, porque o grupo terá um pedaço importante do mercado, além da maior rede hospitalar do país", diz ele. "Acredito que para os planos de saúde de menor parte será cada vez mais desafiador se manter no páreo", afirma o consultor, ressaltando que a operação deve gerar muito valor para os acionistas. No pregão desta quinta-feira (24), as ações da SulAmérica dispararam com a maior alta do dia, enquanto as da Rede D'Or registraram a segunda maior queda, depois de Qualicorp. SulAmérica encerrou a R$ 35,64, com alta de 15,19%, enquanto Qualicorp caiu 14,77%, para R$ 13,85, e Rede D'Or recuou 7,66%, para R$ 51,25. A queda nas ações da Qualicorp pode ser explicada a partir da resolução normativa da ANS, que determina que administradores de benefícios e operadoras de planos de saúde não podem fazer parte do mesmo grupo. Mas como a Rede D'Or é minoritária na Qualicorp (ainda que seja a maior acionista), não se sabe qual será a posição da agência a respeito. "Para a SulAmérica, o negócio com uma rede renomada como a Rede D'Or dá mais atratividade aos seus planos de saúde, além de potencialmente reduzir sua sinistralidade", diz o analista Leo Monteiro, da Ativa Investimentos. Já os analistas Rafael Barros e Larissa Pérez, da XP Investimentos, afirmam que a aquisição permitirá à Rede D'Or ampliar sua presença em toda a cadeia de valor da saúde, podendo atuar de forma mais integrada, oferecer novos produtos e aumentar o número de planos de saúde. "No entanto, vemos um alto risco de que esse negócio prejudique o relacionamento com as demais operadoras de planos de saúde responsáveis pela maior parte das receitas da Rede D'Or", afirmam. Em relatório, os analistas Eduardo Nishio, Guilherme Vianna e Bruno Bandiera, da Genial Investimentos, afirmam que, "para a SulAmérica, a transação acelera em muito sua estratégia de crescimento inorgânico que a seguradora havia ficado para trás na disputa da consolidação do setor". Segundo eles, com pequenas aquisições, a empresa iria demorar para ganhar corpo -em dezembro, a SulAmérica havia anunciado a compra da Sompo. Para eles, o conglomerado Rede D'Or-SulAmérica tem tamanho mais que suficiente para fazer frente ao novo grupo Hapvida-GNDI. "Resta ainda a Amil, que se concluída a venda dos deficitários planos individuais, pode ser a próxima joia da vez nesse processo de consolidação que vem transformando o setor se saúde no Brasil", afirmam.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2022
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    O Estado de São Paulo

De acordo com a divulgação feita pelo IBGE, o IPCA variou +0,54% no mês de janeiro. Apesar do índice ter demarcado desaceleração em relação ao IPCA de dezembro de 2021 (+0,73%), não foi o suficiente para reduzir a alta trajetória que o índice acumulado em 12 meses tomou no primeiro mês de 2021. Como referido, tal resultado fez com que o índice acumulado em doze meses permanecesse na casa dos dois dígitos, atingido a variação de 10,38% neste último mês de inflação divulgada (janeiro), mantendo uma distância considerável do teto da meta de inflação que, inclusive foi por mais um ano, reduzida de 3,75% em 2021 para 3,50% neste ano. Ao analisar os resultados específicos para o mês de janeiro, pode-se constatar que oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta no mês. A maior variação veio de Alimentação e bebidas (0.23 pontos percentuais). Neste, a alimentação no domicílio passou de alta de 0,79% em dezembro para 1,44% em janeiro. Os principais destaques foram as frutas (3,40%) e as carnes (1,32%), embora tenham registrado altas menos intensas em relação ao mês anterior (8,60% e 1,38%, respectivamente). Além disso, o preço do café moído (4,75%) subiu pelo 11º mês consecutivo, acumulando alta de 56,87% nos últimos 12 meses. Neste mês, o grupo Despesas Pessoais ganhou destaque, passando a ser o segundo grupo com mais influência no IPCA Geral, destacando que itens como mensalidades de recreação, pacotes turísticos e outros serviços oferecidos ao consumidor observaram um contexto de possibilidade de elevação de seus preços, na tentativa de recompor as margens perdidas pela trajetória crescente inflacionária de 2021. Projeção: Mesmo com uma aceleração do IPCA acumulado em 12 meses (que passou de 10,06% em dezembro para 10,38% neste mês de janeiro), a Lafis projeta que a trajetória inflacionária perca tração ao longo do ano de 2022, de forma que o índice apresente variação inferior à observada em 2021. No entanto, o cenário inflacionário projetado pela Lafis para 2022 (+5,02%) ainda contempla inflação acima do teto da meta (3,50%) em virtude da manutenção da crise hídrica e adoção da bandeira roxa e vermelha por quase todo ano, e retomada de elevação dos preços de serviços que até então estavam represados no período pandêmico. Economista Responsável: Felipe Souza. Economista Chefe. Mestre em Economia pela UNESP Araraquara. Iniciou as atividades na Lafis em 2010, onde é macroeconomista (ênfase em política monetária - inflação e juros), além de ser responsável pelo acompanhamento dos setores de transportes e indústria de base.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2022
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Folha de São Paulo

Enquanto parte dos lojistas planeja migração de algumas lojas dos shoppings para as ruas, alguns pretendem se manter nos centros de compras. A rede Biscoitê, por exemplo, de biscoitos artesanais, tem 30 das suas 32 lojas nos shoppings, mas reconhece os obstáculos da operação. "Tivemos uma dificuldade enorme de negociar o reajuste pelo IGP-M com os shoppings, tudo teve que ser caso a caso", diz Raul Matos, presidente da Biscoitê. Segundo ele, um terço das lojas paga o reajuste cheio pelo IGP-M. Nos demais, existe algum desconto. "Ainda acho shopping melhor do que rua, pela garantia de segurança e de fluxo de consumidores", diz Matos. Mesmo assim, a rede acaba de abrir a primeira loja de rua em Campinas (SP) e quer crescer no modelo loja dentro da loja de terceiros ("store in store"), onde já tem um ponto: a Biscoitê dentro da Salinas, na rua Oscar Freire, em São Paulo. "O contrato do lojista com os shoppings antes era por adesão: o lojista pertencia àquele empreendimento e de lá não saía tão cedo", diz o consultor especialista em varejo Eugênio Foganholo. "Também havia uma cultura de dono, ao se negociar diretamente com o responsável. Mas, depois que as grandes administradoras [brMalls, Multiplan, Iguatemi e Aliansce] foram para a bolsa, tudo se tornou muito mais impessoal", diz ele. Daí vem parte da "dureza" nas negociações vivenciadas pelos lojistas. Na opinião de Foganholo, os shoppings vão enfrentar este ano muitos testes de estresse: as dúvidas sobre o avanço da pandemia, o ano eleitoral e seus reflexos sobre a confiança do consumidor e especialmente as condições macroeconômicas desfavoráveis, com a massa salarial em queda e a pressão inflacionária. Fernanda Rodrigues, analista da Lafis Consultoria, concorda. "O contexto macroeconômico é ruim e existe um cenário de instabilidade política e econômica no horizonte", diz ela. Luís Augusto Ildefonso, diretor institucional da Alshop - Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, confirma que os tempos já foram melhores. "As vendas nominais de 2021 apresentaram uma queda de 3,65% sobre 2019", afirma. Ele acredita que os empreendimentos não precisarão mais fechar as portas como no passado, mas a pandemia continua sendo um fator que gera dúvidas sobre a operação. Outro ponto de conflito entre lojistas e administradoras está na cobrança sobre as vendas online. Na pandemia, com os shoppings fechados, muitos lojistas procuraram vender por marketplaces ou WhatsApp. Neste último caso, os shoppings não costumam ter participação sobre as vendas. Alguns empreendimentos procuraram criar os próprios marketplaces e gerenciar as vendas remotas. A Multiplan e a brMalls, por exemplo, criaram o Delivery Center em 2016. Em novembro do ano passado, a empresa de entregas fechou as portas, sem grandes explicações. Na opinião do presidente de uma rede de lojas satélite, essa conta era impossível de ser fechada: foram altos investimentos na Delivery Center que não justificavam uma demanda de vendas remotas que chegavam a, no máximo, 15% das vendas totais do lojista, sobre as quais o shopping tinha participação. Segundo ele, as franquias de uma mesma rede pertencem a lojistas diferentes e era preciso uma logística muito azeitada para diferenciar estoques de cada uma das centenas de lojas de cada um dos empreendimentos. "Neste contexto desafiador, uma das saídas pode ser a fusão ou aquisição", diz Fernanda Rodrigues, da Lafis, dando como exemplo o movimento de aproximação entre brMalls e Aliansce, anunciado no final de dezembro. Ainda não existe uma proposta formal de fusão, apenas a sinalização de interesse. "As grandes administradoras podem puxar um movimento de consolidação no setor, a fim de reduzir custos administrativos e ganhar escala, mas isso não é óbvio", diz Ygor Altero, analista da XP Investimentos. Segundo ele, as empresas listadas em bolsa querem crescer com bons ativos. E isso passa, inclusive, pela administração do seu portfólio de lojistas. "As administradoras podem ter interesse em se desfazer de lojas de menor produtividade".

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Planos de Saúde e Hospitais Privados
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Planos de Saúde e Hospitais Privados
  • Fonte
    Yahoo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O grupo segurador SulAmérica, que tem nos planos de saúde seu principal negócio, anunciou nesta quinta-feira (30) a compra da rival Sompo Saúde, por R$ 230 milhões. A empresa pertencia à Sompo Seguros, controlada pelo grupo japonês Sompo Holdings e, no Brasil, atendia cerca de 116 mil beneficiários, com maior presença no estado de São Paulo, especialmente na região metropolitana. O Sompo Holdings é um dos maiores grupos seguradores do Japão, fundado há cerca de 130 anos. Já a SulAmérica foi criada em 1895, no Rio. "A transação envolve, assim, duas marcas centenárias reconhecidas pela alta qualidade de seus produtos e permitirá à SulAmérica, na condição de uma das líderes do mercado de saúde suplementar no Brasil, agregar aos beneficiários, clientes, corretores e prestadores da Sompo Saúde no Brasil toda a sua estratégia de saúde integral e cuidado coordenado que vem sendo desenvolvida com sucesso nos últimos anos, ampliando qualidade, assistência e acolhimento", diz a SulAmérica, em fato relevante. O negócio ainda precisa ser aprovado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Quando concluído, deve adicionar cerca de R$ 650 milhões anuais em receitas à SulAmérica, segundo a companhia. A SulAmérica somou R$ 5,245 bilhões em receitas operacionais no terceiro trimestre deste ano, uma alta de 3,7% na comparação anual, com lucro líquido de R$ 280,3 milhões, recuo de 83,8% frente ao terceiro trimestre de 2020. FUSÕES E AQUISIÇÕES O grupo é o quinto maior plano de saúde do país, com 3,9% de participação, depois da líder Bradesco Saúde (7,2%), NotreDame Intermédica (6,8%), Amil (6,1%) e Hapvida (5,7%), segundo dados da Lafis Consultoria. O mercado de planos de saúde ainda é muito pulverizado no Brasil. Segundo a Lafis, em 2020, o setor faturou R$ 227,5 bilhões, um aumento de 5% na comparação anual. A maior parte dos planos de saúde no país são coletivos empresariais (68%), ou seja, são oferecidos como benefício para quem está empregado. Outros 13% são planos coletivos por adesão, contratados por meio de sindicatos e associações. Apenas 19% são individuais ou familiares --a maioria dos planos não se interessa por esta categoria porque nela o reajuste é ditado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Daí o fato de a Amil ter pago cerca de R$ 3 bilhões para a empresa de reestruturação financeira Fiord Capital, a fim de se desfazer da sua carteira deficitária de planos de saúde individuais. A operação anunciada nesta quinta-feira sinaliza uma estratégia crescente entre os planos de saúde, conforme apontou reportagem do jornal Folha de S.Paulo em outubro. Diante do envelhecimento da população, as empresas aumentam seus custos e decidem partir para fusões e aquisições, a fim promoverem mais sinergias e se manterem competitivas. Uma das principais operações no setor foi a compra da Hapvida pela NotreDame Intermédica, aprovada este mês pelo Cade. Ao mesmo tempo, as companhias do setor partem para a verticalização das operações: as instituições passam a ser donas de todas as frentes de atendimento médico, como clínicas, laboratórios e hospitais. Foi a estratégia usada pela Prevent Senior para ganhar espaço no mercado. Especializada no atendimento ao público idoso, a operadora protagonizou este ano um dos escândalos apontados pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid. A companhia foi alvo de denúncias de administração do "kit covid" (remédios sem eficácia comprovada para controle da doença) nos pacientes, sem consentimento das famílias, além de fraudes nos registros de óbitos.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    O Estado de São Paulo

A direção do Copom, em sua última reunião ocorrida nos dias 07 e 08 de dezembro, decidiu por unanimidade elevar a taxa Selic de 7,75% para 9,25% a.a. Este é o sétimo aumento consecutivo, no entanto, desta magnitude esta foi a segunda consecutiva, numa sequência rara só ocorrida em maior proporção entre o período de fins de 2002 e início de 2003, quando em poucos meses a taxa Selic fora elevada de 18,0% para 26,5% ao ano. Decerto, o IPCA acumulado em 12 meses de outubro atingiu a variação de 10,67%, distanciando-se ainda mais do teto da meta. É por tal motivo que o Comitê foi bem enfático ao descrever a conjuntura nacional da seguinte forma: "As diversas medidas de inflação subjacente apresentam-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação" no referido comunicado. Mais ainda, tal elevação além ser um impulso monetário contensionista, visa também recompor o prêmio dos títulos públicos (remuneração) ao nível do crescente risco institucional provocado pelas recentes flexibilizações das regras dos gastos públicos (conhecida como Lei do Teto de Gastos): Apesar do desempenho mais positivo das contas públicas, o Comitê avalia que questionamentos em relação ao arcabouço fiscal elevam o risco de desancoragem das expectativas de inflação, mantendo a assimetria altista no balanço de riscos. Isso implica maior probabilidade de trajetórias para inflação acima do projetado de acordo com o cenário básico. Comunicado à imprensa 08/12/2021 Desde o anúncio da flexibilização das regras de gasto, quase que a totalidade dos agentes e analistas econômicos (dentre os quais a Lafis se encontra) reagiu de maneira extremamente negativa, avaliando que a percepção de risco fiscal se elevara consideravelmente, além da probabilidade de aceleração inflacionária dado a expansão de gastos públicos acima do anteriormente previsto. Assim a elevação da Selic se dá como uma forma de atrair investidores aos papéis nacionais, buscando assim frear o ritmo de desvalorização cambial e seus efeitos perversos nos preços internos (hoje, grande parcela da inflação provém de efeitos cambiais nos preços de itens muito importantes) como gasolina, diversos produtos importados, bem como uma gama enorme de bens e serviços. Projeção: Tal alta de 1,50%, além do prévio anunciou de uma elevação de igual magnitude já na próxima reunião do Comitê dá indícios de que a Selic passo terminar o ano de 2022 em 12,25% demonstrando que o aperto monetário se acirrará mais ainda o ano que vem. Economista Responsável: Felipe Souza.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Jornal a Hora

SÃO PAULO, 28 de outubro de 2021 /PRNewswire/ -- A direção do Copom, em sua última reunião ocorrida nos dias 26 e 27 de outubro, decidiu por unanimidade elevar a taxa Selic de 6,25% para 7,75% a.a. Este é o sexto aumento consecutivo, no entanto, desta magnitude esse evento é raro, só ocorrido em igual proporção em junho de 2001, quando a Selic passara de 16,75% para 18,25%. Evolução da taxa SELIC (final do mês) As razões para tal elevação residem no alto patamar inflacionário que vem sendo observado há vários meses: A inflação ao consumidor continua elevada. A alta dos preços veio acima do esperado, liderada pelos componentes mais voláteis, mas observam-se também pressões adicionais nos itens associados à inflação subjacente; Comunicado à imprensa de 27 de outubro Decerto, o IPCA acumulado em 12 meses de setembro atingiu a variação de 10,25%, distanciando-se ainda mais do teto da meta, em uma amplitude que não era observada desde fevereiro de 2016, quando o índice oficial de inflação havia atingido a variação acumulada de doze meses de 10,36%. É por tal motivo que o Comitê foi bem enfático ao descrever a conjuntura nacional da seguinte forma: "As diversas medidas de inflação subjacente apresentam-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação" no referido comunicado. Evolução da inflação IPCA acumulado em 12 meses Neste contexto, a política de metas inflacionárias[1] adotada pelo Banco Central é clara: em nome do comprometimento institucional com a estabilidade de preços como objetivo primordial da política monetária, toda vez que a inflação medida pelo IPCA estiver situada acima do centro da meta no horizonte intertemporal de análise (que envolve cenário de curto prazo, mas também médio prazo, ou seja, num intervalo de 24 à 36 meses a frente), o Comitê de Política Monetária do banco central deve agir com seus instrumentos para trazê-la de volta ao centro estabelecido. E, comumente, o instrumento mais utilizado é a elevação da taxa de juros básica Selic. É por tal motivo que a Lafis, em acordo com o próprio entendimento do Banco Central, descreve o momento como de posicionamento da Selic acima da taxa de juros estrutural. Neste momento, o cenário básico e o balanço de riscos do Copom indicam ser apropriado que o ciclo de aperto monetário avance ainda mais no território expansionista. Comunicado à imprensa de 27 de outubro No entanto, a elevação de 1.5 ponto base, mesmo sendo no sentido previsto pela Lafis, se apresentou mais aguda do que o projetado (1 ponto base). Isto se deu em virtude da rápida deterioração do cenário político, sobretudo o fiscal, ocorrido nos últimos dias. Desde o anúncio da flexibilização das regras de gasto (conhecida como Lei do Teto de Gastos), quase que a totalidade dos agentes e analistas econômicos (dentre os quais a Lafis se encontra) reagiu de maneira extremamente negativa, avaliando que a percepção de risco fiscal se elevara consideravelmente, além da probabilidade de aceleração inflacionária dado a expansão de gastos públicos acima do anteriormente previsto. A maior crítica se dá pela criação de caixa extra, sobretudo para gastos adicionais materializados pelas emendas parlamentares prevista para 2022, não por coincidência ano eleitoral, em um claro movimento eleitoreiro de aumentar a ação pública, como forma de ampliar a popularidade dos parlamentares e executivo em momentos imediatamente prévio às eleições. Não é por menos que o Banco Central foi claro ao expressar sua preocupação diante esta manobra fiscal recém anunciada, que é mais política do que técnica: O Comitê avalia que recentes questionamentos em relação ao arcabouço fiscal elevaram o risco de desancoragem das expectativas de inflação, aumentando a assimetria altista no balanço de riscos. Isso implica maior probabilidade de trajetórias para inflação acima do projetado de acordo com o cenário básico. Comunicado à imprensa de 27 de outubro Assim, a elevação da Selic nesta magnitude objetiva recolocar o prêmio dos títulos públicos (remuneração) ao nível do crescente risco, como forma de atrair investidores aos papéis nacionais, buscando assim frear o ritmo de desvalorização cambial e seus efeitos perversos nos preços internos (hoje, grande parcela da inflação provém de efeitos cambiais nos preços de itens muito importantes) como gasolina, diversos produtos importados, bem como uma gama enorme de bens e serviços. Não por menos o cenário econômico vislumbrado pela Lafis abarca fundamentos macroeconômicos significativamente mais depauperados e taxa Selic mais elevada ao fim do ano. Projeção: Tal alta de 1,50% traz um novo cenário de juro, de forma a colocar a Selic em 9,25% possivelmente ao final de 2021, ante a previsão de 8,00% feita em edição anterior deste Contexto Econômico. Economista Responsável: Felipe Souza. Economista Chefe. Mestre em Economia pela UNESP Araraquara. Iniciou as atividades na Lafis em 2010, onde é macroeconomista (ênfase em política monetária - inflação e juros), além de ser responsável pelo acompanhamento dos setores de transportes e indústria de base.

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Cerveja
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Cerveja
  • Fonte
    Folha

A cervejaria Ambev, dona de marcas como Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Stella Artois, vai aumentar o preço das cervejas a partir deste sábado (2). Segundo apurou a Folha com donos de restaurantes em São Paulo, a partir de outubro, haverá aumento de 5% a 6% em cervejas e chope. A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) confirma o aumento de preços e afirma que o reajuste deve vir alinhado com a inflação acumulada nos último 12 meses, em torno de 10%. Procurada, a Ambev não respondeu até a publicação desta reportagem. Lata da Skol escrito Scol Concê Reprodução do post feito pela Skol para não ser cancelada como Karol Conká; marca é a mais vendida em volume no país - Reprodução No comunicado enviado a clientes e distribuidores, ao qual a Folha teve acesso, a cervejaria -que concentra 60% de participação de mercado no país- afirma que o reajuste vai seguir, "em linhas gerais, a variação da inflação, variação de custos, câmbio e carga tributária". De acordo com o comunicado, "os reajustes podem variar entre regiões, marcas, embalagens e segmentos". "Reforçamos o nosso compromisso com a competitividade das nossas marcas no mercado, visando sempre a boa performance do volume de vendas da indústria", diz a Ambev no comunicado. O mercado de cerveja está estagnado: segundo a consultoria Euromonitor, este ano a venda de cervejas no Brasil deve atingir R$ 197,97 bilhões, uma alta nominal de 7,3% sobre 2020, sem descontar a inflação. Na opinião de Marcelo Balloti Monteiro, analista do setor de bebidas da Lafis Consultoria, a pressão de custos está bastante elevada, em especial, de matéria-prima e energia. "Mas, em um primeiro momento, o impacto do aumento de preços deve ser menor na demanda, porque ocorre em um momento de retomada de diversos eventos e com a aproximação das festas de fim de ano", afirma.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Yahoo!Finanças

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A compra de uma fatia da Gol por parte da American Airlines anunciada nesta quarta-feira (15) sela o interesse de três das maiores companhias aéreas americanas pelo mercado brasileiro de aviação civil, que passa por um momento de ebulição após enfrentar a fase mais aguda da pandemia. A American Airlines ficou com uma fatia de 5,2% da Gol, após pagar US$ 200 milhões (R$ 1,05 bilhão). A Delta Airlines já é dona de 20% de participação na Latam, enquanto a United Airlines tem 8% das ações preferenciais da Azul. "Mas as compras de participações da Delta na Latam e da e da United na Azul aconteceram antes da pandemia", lembra André Castellini, sócio da consultoria Bain & Company. O negócio mais expressivo até então, a compra de um quinto da Latam pela Delta, foi anunciado em setembro de 2019, por US$ 1,9 bilhão (R$ cerca de 7,9 bilhões à época). "É surpreendente um negócio deste porte fora do mercado doméstico da American, neste momento em que a pandemia ainda não está sob controle", diz Castellini. "Mostra a confiança da companhia americana na Gol e na retomada do mercado brasileiro". Em comparação a julho de 2019, antes da pandemia, as companhias aéreas brasileiras transportaram em julho deste ano 70% do total de passageiros nos voos domésticos. Nos voos internacionais, a demanda ficou em 16%, informa a Bain -o que reflete ainda as restrições aéreas impostas ao Brasil, inclusive pelos Estados Unidos. Na opinião de Felipe Souza, economista-chefe da Lafis Consultoria, o negócio entre Gol e American Airlines reforça o movimento de integração do mercado latino-americano com o da América do Norte. "Em um momento em que se discute a consolidação das companhias aéreas para enfrentar os efeitos da crise da Covid-19, o aumento da presença das americanas no Brasil pode indicar um novo desenho do setor", afirma Souza, lembrando que, desde 2019, a legislação brasileira permite que companhias estrangeiras de aviação civil detenham o controle de aéreas brasileiras. Souza destaca que as companhias americanas estão à frente das brasileiras no que se refere à recuperação dos impactos da Covid-19. "No segundo trimestre deste ano, a American Airlines apresentou uma liquidez de US$ 21,3 bilhões. Enquanto isso, a Gol estimou para o fim do ano uma liquidez de R$ 5,2 bilhões", afirma. Gol e American Airlines já tinham um programa de compartilhamento de voos (codeshare), mas agora ele se torna exclusivo pelos próximos três anos. "Nossa rede de longa distância se casa perfeitamente com a forte rede doméstica da Gol no Brasil", disse à reportagem o diretor comercial da American Airlines para o Brasil, Alexandre Cavalcanti. "A American é, há muito tempo, a principal transportadora americana para a América do Sul e nossa parceria com a Gol solidifica essa posição de liderança". Questionada sobre o destino dos recursos, a Gol informou à reportagem que os R$ 1,05 bilhão serão usados para garantir a retomada do crescimento da companhia, o "que inclui a sustentação do capital de giro em uma operação mais robusta", e "a aceleração da transformação da frota para o 737 MAX". Com isso, diz a aérea, haverá o retorno dos voos internacionais para a Flórida. Na opinião do especialista da Lafis, é mais fácil vir um aporte de uma companhia estrangeira, americana, sobre uma brasileira, do que uma possível fusão entre duas aéreas locais. A Azul, por exemplo, já deixou expresso seu desejo de levar a Latam Brasil, que enfrenta um processo de recuperação judicial, com sua controladora. O movimento geraria concentração de quase 70% do mercado nacional de aviação civil, o que tenderia a ser rejeitado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). No último dia 10, o presidente da Latam Airlines, Roberto Alvo, disse que "a Azul quer se defender, mas não vamos vender nenhuma unidade do grupo".

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Cerveja
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Cerveja
  • Fonte
    Fpçha de São Paulo

Dona de marcas como Skol, Brahma e Antarctica, a Ambev, do grupo AB InBev, quer ir além das suas cervejas. A empresa vai criar uma nova unidade de negócios para desenvolver novas bebidas alcoólicas como vinho, gin e vodca. Esse é mais um movimento na diversificação de sua atuação. Há alguns anos a companhia investiu na área de sucos com a compra da marca carioca Do Bem. Atualmente, a área de cervejas tem peso importante para o faturamento da companhia no Brasil. Nos primeiros seis meses deste ano, as cervejas somaram cerca de 76% do volume vendido e 85% da receita líquida, que somou ao todo de R$ 15,7 bilhões. Em comunicado, a Ambev disse que a nova unidade de negócios, chamada Future Beverages and Beyond Beer ( Bebidas do futuro e além da cerveja, em tradução livre), vai se dedicar exclusivamente ao desenvolvimento de bebidas alcoólicas diferentes de cerveja.

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Mineração Geral
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Mineração Geral
  • Fonte
    ANBA

São Paulo - O Bahrein realizou 169% mais importações de produtos do Brasil no primeiro semestre de 2021. O protagonismo do crescimento no comércio foi do minério de ferro, que respondeu por 93% do que foi embarcado ao país do Golfo. O apetite do país árabe pelo produto brasileiro pode ser explicado, principalmente, pela corrida para retomar a economia entre os países que já saíram na frente na vacinação contra a covid-19. De janeiro a junho de 2021, o país árabe aumentou em 87% o volume de minério de ferro importado do Brasil, somando 6 milhões e 88 mil toneladas. Já a receita movimentou US$ 863,377 milhões nos primeiros seis meses deste ano. Aumento de 256% frente ao mesmo período de 2020. Para Marcos Henrique, economista especialista na área de mineração da Lafis Consultoria, há toda uma conjuntura que explica o bom momento vivido pelo setor mineral do Brasil. O real desvalorizado e os preços elevados do produto aqueceram o comércio do minério de ferro. Mas a vacinação contribuiu para a arrancada nas importações barenitas. "Em países como o Bahrein, houve restrição muito forte e exigência por comprovação de vacinação, além deles terem uma população muito pequena, de menos de dois milhões de habitantes. A vacinação deles ocorreu de maneira muito veloz, o que conseguiu produzir um retorno das atividades econômicas, em particular da industrial, que é a principal demandante de minério de ferro. Então, se eu fosse dar uma razão central pela qual o Bahrein está acelerado nas compras, é a mesma razão da China, da Arábia Saudita, que é conseguir colocar sua atividade econômica para funcionar antes de todo mundo", disse à ANBA Marcos Henrique. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até o dia 13 deste mês o Bahrein já contava com quase 70% de sua população totalmente imunizada contra o novo coronavírus. Preço e futuro Para o economista, a região do Oriente Médio como um todo se destaca pelos investimentos em obras e infraestrutura e a volta da demanda fez o preço do minério entrar também em ascensão. "Esse movimento se reflete no preço do minério, mas também no petróleo. Desde o final do ano passado, os preços voltaram a decolar", explicou o analista. Leia também: Bahrein lança passaporte digital para vacinados da covid O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) divulgou nesta semana que enquanto o dólar subiu de R$ 4,92 no 1º semestre de 2020 para R$ 5,38 no 1º semestre deste ano, a média de preços do minério de ferro mais que dobrou. O item foi o mais exportado pelo setor mineral e a sua cotação média esteve 101,5% maior do que no mesmo período do ano passado. A instituição apontou ainda que, somado ao preço, também houve aumento da produção mineral, que elevou em 135% o faturamento deste minério no País. Para os próximos meses, no entanto, Marcos Henrique lembrou que o mercado deve se manter mais cauteloso. A preocupação é com a nova variante do coronavírus, delta, que pode desacelerar as compras de países como o Bahrein. "Tem determinados locais que estão retomando o uso de máscara e falando de novo em lockdown. Commodity, para nós, vai muito bem. Mesmo que a intensidade seja menor, o mundo não para de comprar. Não temos um cenário de trancamento total, que derrubou a indústria em 2020", concluiu o economista.

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EBusiness
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    EBusiness
  • Fonte
    Folha de São Paulo

O Magalu anuncia a aquisição de 100% do KaBuM!, maior plataforma de e-commerce de tecnologia e games do país. "Com a compra do KaBuM!, nos consolidamos como um dos líderes do e-commerce formal brasileiro e reforçamos nossa atuação em um dos mercados que mais crescem no mundo -- o de produtos para geeks e gamers", diz Frederico Trajano, CEO do Magalu.

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Comércio Varejista Geral
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Comércio Varejista Geral
  • Fonte
    Folha de São Paulo

A tendencia de crescimento do online sobre receita dos tradicionais centros de compras é um caminho sem volta, dizem especialistas.

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Transporte Aéreo
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Transporte Aéreo
  • Fonte
    Folha de PE

O desastre econômico que se abateu sobre o setor aéreo na pandemia promete mudar a configuração do mercado brasileiro de aviação civil, gerando maior concentração -o que traz de volta o debate sobre os riscos da falta de competição para o preço final das passagens.

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Carnes (Bovinos, Aves, Suínos)
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Carnes (Bovinos, Aves, Suínos)
  • Fonte
    Folha de São Paulo

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/05/carne-deve-continuar-escassa-no-prato-brasileiro-ate-o-final-de-2022.shtml?origin=folha ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.

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Comércio Varejista Geral
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2021
  • Categoria
    Comércio Varejista Geral
  • Fonte
    AE Broadcast

Por Daniele Madureira, especial para o Broadcast São Paulo, 24/03/2021 - O topo do varejo alimentar brasileiro amanheceu mais concentrado nesta quarta-feira (24). O anúncio da compra do Grupo BIG, dono do antigo Walmart, pelo Carrefour mexeu no ranking dos maiores varejistas nacionais. O Carrefour continua na liderança, mas sua participação agora é de 15,3% do mercado total (vendas brutas de R$ 99,651 bilhões), segundo dados elaborados pela Varese Retail, com base em dados do IBGE e dos relatórios financeiros publicados pelas companhias. Os dados consideram faturamento de R$ 650 bilhões em 2020 para o varejo alimentar, nos mais diferentes formatos - supermercado, hipermercado, atacarejo e conveniência. O Assaí, que acaba de passar por uma operação de cisão do Grupo Pão de Açúcar (GPA), tem 6,1% (R$ 39,369 bilhões). A operação brasileira do GPA Multivarejo vem na sequência, com 4,8% (R$ 31,004 bilhões). Ou seja, mesmo reunindo os dois grupos, a participação de 10,9% é mais de quatro pontos porcentuais inferior à do Carrefour. Numa distante quarta posição está o chileno Cencosud, dono de redes como G. Barbosa, Bretas e Prezunic, com 1,5% (R$ 9,980 bilhões). "Mesmo após a aquisição, a concentração no setor no Brasil continua muito baixa", diz Alberto Serrentino, sócio da Varese Retail. Para Fernanda Rodrigues, analista de varejo da consultoria Lafis, ainda é cedo para falar em concentração no varejo alimentar, um setor altamente pulverizado. "Considerando os dados de 2019, o Carrefour e o BIG já tinham juntos uma participação de 12,75%, frente a 8,75% do GPA com o Assaí", diz a especialista. "Ou seja, são fatias expressivas perto de concorrentes menores, mas ainda diluídas no todo", afirma Fernanda, com base nos dados da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Segundo a analista da Lafis, a tendência é que novos movimentos de aquisição sejam observados pelos grandes grupos. "Mas mesmo varejistas regionais vêm se mexendo", diz ela, dando como exemplo o Grupo Mateus, com forte atuação no Nordeste, que fez sua estreia na B3 em outubro do ano passado, levantando cerca de R$ 4,6 bilhões. Fernanda concorda que a disputa pelo modelo de atacarejo deve se intensificar. "É o modelo que mais tem sido buscado pelas famílias brasileiras, mesmo antes da crise da pandemia, por conta dos preços mais competitivos", afirma a analista. Com isso, cada vez mais, o setor como um todo deve vir a converter as bandeiras de hiper e super em lojas de atacarejo.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

A taxa de câmbio em setembro de 2020 oscilou entre R$/US$ 5,25 a R$/US$ 5,65. A curva de casos e mortes pelo covid-19 no Brasil, que apresenta desaceleração mais lenta que a média mundial, as incertezas quanto ao déficit fiscal de curto e médio prazo e a manutenção da taxa de juros em uma baixo patamar são alguns dos fatores que colaboram para a manutenção da taxa de câmbio observada no mês.

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Veículos Leves e Mobilidade
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Veículos Leves e Mobilidade
  • Fonte
    Estadão

Nas últimas décadas, a palavra mobilidade, atributo utilizado para se referir à capacidade e possibilidades das pessoas se deslocarem, tem sido amplamente utilizada em um contexto de crescimento da urbanização e dos problemas decorrentes desse, sobretudo o trânsito e a degradação do meio ambiente. A maioria dos combustíveis utilizados até hoje é de origem fóssil, embora cada vez mais, a indústria venha atuando a fim de desenvolver veículos com tecnologias que reduzam as emissões de poluentes.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Sistema FAEP

Com grande representatividade no Paraná, produção de papel e celulose redireciona esforços para escapar das turbulências da pandemia e aproveitar as oportunidades.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com a divulgação feita pelo IBGE, o IPCA variou +0,24% no mês de agosto deste ano, fazendo com que o índice acumulado em doze meses passe dos 2,31% em julho, para 2,44% neste agosto.

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Papel e Celulose
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Papel e Celulose
  • Fonte
    Canal Rural

O segmento de papel e celulose tem se reinventado no período de pandemia. Com o aumento do trabalho remoto, o home office, as impressões e uso de papel diminuíram, fazendo com que o setor produtivo sentisse a queda na demanda.

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Papel e Celulose
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Papel e Celulose
  • Fonte
    Estadão

Recentemente entrou na pauta de discussão a proposta de reforma tributária do governo federal que prevê o fim da isenção de contribuição para livros. Na prática, o que está se intencionando é a retomada de taxação do papel imune. Mas o que é papel imune?

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) referente ao mês de junho de 2020 registrou um avanço de 5,0% no volume de serviços prestados no país em relação ao mês anterior na série com ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de quatro quedas consecutivas. Tal crescimento foi acompanhado por todas as 5 atividades avaliadas: "Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio" (6,9%), "Serviços de informação e comunicação" (3,3%), "Serviços profissionais, administrativos e complementares" (2,7%), "Serviços prestados às famílias" (14,2%) e "Outros serviços" (6,4%).

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

A direção do Copom, em sua última reunião ocorrida nos dias de 05 e 06 de agosto, decidiu por unanimidade reduzir a taxa Selic de 2,25% para 2,00% a.a. Esta decisão jogou ainda mais para baixo a taxa Selic, que já havia alcançado sua cotação histórica mínima na última reunião.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

O setor público consolidado registrou déficit primário de R$188,7 bilhões em junho, sendo que no Governo Central houve déficit de R$195,2 bilhões, e nos governos regionais e empresas estatais, superávits de R$5,8 bilhões e R$719 milhões, respectivamente. No primeiro semestre do ano, o déficit primário acumulado do setor público consolidado atingiu R$402,7 bilhões, ante déficit de R$5,7 bilhões no mesmo período do ano anterior, alta de quase 7.000%, e a o pior desempenho do setor público desde o início da série histórica, em 2001; resultado que reforça a peculiaridade do momento atual. Em doze meses o déficit primário atingiu R$458,8 bilhões (6,38% do PIB).

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Soja e Derivados
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Soja e Derivados
  • Fonte
    Estadão

Estudo publicado pela revista Science intitulado "As maças podres do agronegócio brasileiro", concluiu que "cerca de 20% da soja e 17% da carne do Brasil exportada para a Europa podem ter origem em áreas "contaminadas por desmatamento ilegal". A publicação foi divulgada exatamente quando empresários do mundo todo questionam o tratamento dispensado pelo país à Amazônia, particularmente no que se refere aos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que acabaram derrubando do cargo a coordenadora responsável pelo monitoramento na região.

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Transporte Aéreo
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Transporte Aéreo
  • Fonte
    Estadão

O ano de 2020 deverá ser marcado como o período onde a aviação comercial brasileira enfrentará a pior crise de sua história. Com a paralisação quase que total das atividades turísticas, a movimentação de passageiros em maio encolheu cerca de 90% em comparação ao mesmo mês do ano passado. Assim, pode-se inferir que a atividade do setor permanecerá em patamares mínimos nos próximos meses, necessitando de um longo período para recuperar os níveis pré-crise Covid-19.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

A Pesquisa Mensal de Serviços referente ao mês de abril de 2020, divulgada nesta semana (17/06) pelo IBGE, registrou recuo histórico de 11,7% no volume de serviços prestados no país em relação ao mês anterior na série com ajuste sazonal, terceiro resultado negativo e consecutivo observado, que levou à uma queda acumulada igual a 18,7% nestes últimos três meses. Em relação ao mesmo período do ano passado, o recuo foi igual a 17,2%, sendo esta, a segundo queda consecutiva e a mais intensa da série histórica iniciada em janeiro de 2011.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

A pandemia global de Coronavírus que completa três meses no Brasil e um semestre em alguns países do mundo, impôs uma séria mudança de paradigma entre os economistas, ao menos durante o período mais crítico. O ajuste fiscal, que vinha sendo a tônica desde o biênio recessivo (2015-16), o que contribuiu para aprovação da reforma da previdência e outras que ainda estão em processo de discussão, foi deixado de lado, dada urgência dos acontecimentos recentes. Em 2020, o governo federal foi liberado do cumprimento da meta de resultado fiscal, tendo em vista a necessidade de criação de mecanismos de proteção da renda das famílias, além da sustentação da folha de pagamento das empresas, com intuito de evitar desemprego em massa.

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Tecnologia da Informação
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Tecnologia da Informação
  • Fonte
    Estadão

Para o ano de 2020, considerando as restrições de mobilidades impostas diante do Covid-19, as perspectivas para o segmento de equipamentos de informática foram revistas. O cenário considera forte retração no segmento de informática, considerando uma menor demanda esperada por parte dos consumidores e das empresas, considerando ainda um aumento dos custos do setor diante da desvalorização do real, refletindo em aumento dos custos dos componentes importados e precificados em dólar.

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Veículos Pesados e Carroçarias
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Veículos Pesados e Carroçarias
  • Fonte
    Estadão

De acordo com a divulgação da produção de veículos em abril pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), diante da crise do Covid-19 e as paralisações das montadoras, a produção de caminhões no mercado brasileiro apresentou uma forte retração - uma queda de 92% ante março. Foram produzidos 403 caminhões.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

O setor produtivo aguarda a aprovação da reforma tributária pelo Congresso Nacional. Enquanto ela não acontece, as empresas seguem penalizadas pela burocracia na regularização de taxas e impostos. Para compreender o cenário atual e os principais desafios dos profissionais que atuam na área fiscal e tributária, a startup de soluções fiscais Dootax encomendou um estudo sobre processos fiscais e pagamentos de tributos, realizado pela LAFIS Consultoria.

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Shopping Centers
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Shopping Centers
  • Fonte
    Estadão

Após anos de importante crescimento, o setor de shopping centers no Brasil se vê diante de uma das maiores crises de sua história. Isto porque, com a chegada do novo coronavírus (Covid-19) ao País, governos estaduais e municipais em diversas regiões decretaram o fechamento destes empreendimentos como forma de impedir a aglomeração de pessoas e, consequentemente, barrar o contágio da população em uma velocidade superior à capacidade de atendimento dos sistemas de saúde público e privado.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Dootax

Para compreender o cenário atual e os principais desafios dos profissionais que atuam na área fiscal e tributária, a Dootax encomendou um estudo sobre processos fiscais e pagamentos de tributos, realizado pela LAFIS Consultoria.

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Comércio Varejista Geral
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Comércio Varejista Geral
  • Fonte
    SuperVarejo

A renovação do isolamento social pode fazer com que muitos consumidores retornem aos supermercados nos próximos dias, avalia a mestre em Economia Aplicada e especialista setorial em Serviços ao Consumidor da Lafis Consultoria, Fernanda Rodrigues de Oliveira (foto ao lado). "Acredito que haverá uma nova onda de consumo nos supermercados nos próximos dias, com o objetivo de repor o estoque de alimentos e itens de primeira necessidade das famílias."

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Produtos Limpeza Doméstica
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Produtos Limpeza Doméstica
  • Fonte
    Agência O Globo

Importante aliada no combate ao Covid-19, a indústria de produtos de limpeza doméstica viu suas vendas crescer significativamente nas últimas semanas. Além dos cuidados com a higiene pessoal, o Ministério da Saúde tem orientado as famílias e empresas a manter seus ambientes limpos e desinfetados como forma de evitar a contaminação pelo vírus.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    ESTADÃO

Após os primeiros efeitos sentidos do surto do Covid-19, o cenário econômico mudou e deverá continuar mudando constantemente. Muitas das previsões que eram críveis há uma semana, hoje já estão tão obsoletas quanto previsões feitas há mais de um ano.

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Seguros
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Seguros
  • Fonte
    ESTADÃO

De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o número de insurtechs saltou de 70 para 210 nos últimos três anos no País.

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Meios de Pagamento
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Meios de Pagamento
  • Fonte
    UOL

A crescente concorrência no setor de adquirência observada nos últimos anos tem levado as empresas do setor a adotar estratégias para conquistar novos clientes, como a diversificação de portfólio associada ao desenvolvimento de novas tecnologias.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (28/02), a taxa de desocupação no Brasil atingiu 11,2% no trimestre de novembro a janeiro/2020, somando um total de 11,9 milhões de desocupados.

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Tecnologia da Informação
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Tecnologia da Informação
  • Fonte
    Estadão

No acumulado de 12 meses até novembro de 2019, a produção dos equipamentos de informática, aprofundando uma tendência de desaceleração já observada desde o início de 2018, apresentou retração de 0,2%, com considerável oscilação ao longo do ano.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE, a taxa média anual de desocupação em 2019 atingiu o patamar de 11,9%.

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Siderurgia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Siderurgia
  • Fonte
    Exame

Ao longo de 2019, o setor siderúrgico apresentou, em todos os segmentos, redução do volume de produção em relação ao ano anterior. Considerando dados dos últimos 12 meses até novembro 2019, a produção de aço bruto recuou 8,5%, de aços longos 3,6% e aços planos 7,14%.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2020
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Exame

A Pesquisa Mensal de Serviços referente ao mês de novembro de 2019, divulgada pelo IBGE no dia 14/01, registrou recuo igual a 0,1% no volume de serviços prestados no país em relação ao mês anterior na série com ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de dois meses consecutivos de crescimento, o que representou uma alta de 2,2% entre setembro e outubro de 2019.

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Hotéis e Turismo
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Hotéis e Turismo
  • Fonte
    Exame

No final de novembro deste ano, o Governo Federal editou uma Medida Provisória para a criação da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, substituindo o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). A medida mantém a sigla usada anteriormente e passa a ser enquadrada como serviço social autônomo.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Exame

A Pesquisa Mensal de Serviços referente ao mês de outubro de 2019, divulgada pelo IBGE no dia 12/12, registrou avanço igual a 0,8% no volume de serviços prestados no país em relação ao mês anterior na série com ajuste sazonal, segundo crescimento consecutivo nesta base de comparação, acumulando alta de 2,2% nos últimos 2 meses.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Exame

Nesta terça-feira (03/12/2019) o IBGE divulgou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), evidenciando uma aceleração do ritmo de crescimento quando observada a evolução das taxas ao longo do ano: crescimento de 0,6% quando comparado ao resultado do segundo trimestre deste ano, já apuradas as sazonalidades. Em valores correntes, o PIB no terceiro trimestre de 2019 totalizou R$ 1,842 trilhão.

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Refrigerante e Água Mineral
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Refrigerante e Água Mineral
  • Fonte
    Agência O Globo

De acordo com o Estudo 'Winning food & drink occasions Out-of-Home', da Kantar, o Brasil durante a crise mostrou-se na contramão do movimento de crescimento do consumo fora de casa tanto de comida como bebidas no mundo, movimento que vem se consolidando e é reconhecido como food tech.

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Telecomunicações
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Telecomunicações
  • Fonte
    MyNews

Migração dos serviços de voz para os serviços de dados, como mais relevante mudança no setor de telecomunicações nos últimos anos, como consequência da mudança de hábitos das pessoas, com maior utilização de aplicativos de comunicação em detrimento da menor utilização dos aparelhos telefônicos para realização de ligações.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Exame

e acordo com dados divulgados pela consultoria Ebit/Nielsen, o faturamento do comércio eletrônico nacional cresceu 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando R$ 26,4 bilhões em vendas. Ainda que diante de uma base de comparação mais baixa, tendo em vista os efeitos negativos da greve dos caminhoneiros no primeiro semestre de 2018, tal resultado positivo foi influenciado pelo bom desempenho do setor em datas comemorativas, como Dia das Mães, que faturou R$ 2,2 bilhões (+5%/2018), e o Dia dos Namorados, que também apresentou um faturamento de R$ 2,2 bilhões, o que representa um avanço de quase 25% em relação ao mesmo período de 2018.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Veja

Com o objetivo de ajudar empresas de todos os setores a analisarem qualitativa e quantitativamente a exposição de suas marcas na mídia, a PR Newswire acaba de lançar no Brasil o Índice de Exposição e Reputação, desenvolvido em parceria com o Instituto Lafis, maior instituto de análises e estatística do país.

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Construção
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Construção
  • Fonte
    EXAME

SÃO PAULO, 28 de outubro de 2019 /PRNewswire/ - De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua -PNAD Contínua, realizada pelo IBGE, houve adição de 94 mil empregos na construção na comparação de agosto de 2019 com igual mês do ano anterior. Desta maneira o número de pessoas ocupadas no setor passou de 6,652 milhões para 6,746 milhões, o que representou crescimento de 1,4%.

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Bancos
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Bancos
  • Fonte
    EXAME

De acordo com as Estatísticas de Pagamento de Varejo e de Cartões divulgadas pelo Banco Central, o número de transações via smartphones chegou a 29 bilhões em 2018, o que representa um avanço de 18,5% em relação ao ano anterior. Essa foi a modalidade mais utilizada no Sistema Financeiro Nacional no período, seguida pelo internet banking, com 21,9 bilhões de transações em 2018, um avanço de 6,3% em relação ao ano anterior. Juntas, as modalidades via smartphones e internet banking representam cerca de 70% do total de transações do sistema financeiro no Brasil.

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Bancos
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Bancos
  • Fonte
    Nexo Jornal

Os quatro principais bancos comerciais do Brasil tiveram lucro combinado de R$ 20,4 bilhões no segundo trimestre de 2019, segundo estudo da empresa de informações financeiras Economatica. Foram considerados Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Santander.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Exame

Na principal alteração, as concessionárias de telefonia fixa podem optar por mudarem seus contratos de um regime de concessão para o de autorização. Com isso, ficam livres de determinadas obrigações legais, como a instalação e manutenção de orelhões ou a contribuição para fundos de universalização no caso das emissoras de televisão. Para converter os contratos, as empresas se comprometerão a fazer investimentos em internet banda larga em regiões sem interesse econômico, como pequenas cidades do interior do país.

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Linhas Branca Marrom e Port
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Linhas Branca Marrom e Port
  • Fonte
    Estadão

De acordo com os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (IBGE), o volume de vendas no varejo do segmento Eletrodomésticos apresentou uma queda de 1,5% nos primeiros sete meses de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi contra a tendência do varejo geral, que apresentou um crescimento de 1,2%.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    UOL

O resultado anunciado do PIB do segundo trimestre deste ano constatou que a trajetória deprimida da dinâmica econômica brasileira que estava ocorrendo até então foi interrompida: crescimento de 0,4% quando comparado ao resultado do primeiro trimestre deste ano, já apuradas as sazonalidades.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    ESTADÃO

No dia 28/08, o Banco Central do Brasil anunciou o saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional referente ao mês de julho, atingindo R$ 3,29 trilhões.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

No dia 28/08, o Banco Central do Brasil anunciou o saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional referente ao mês de julho, atingindo R$ 3,29 trilhões.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Jornal Nexo

Números desanimadores das economias da China e da Alemanha e inversão da curva de juros nos EUA deixaram os mercados em alerta. Temor é de uma nova crise mundial.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Associação de Imprensa Nacional

Em sua última reunião ocorrida nos dias de 30 e 31 de julho, a direção do Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic de 6,50% para 6,00% a.a.

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Cerveja
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Cerveja
  • Fonte
    ISTOÉ DINHEIRO

Depois de perder R$ 92 bilhões em valor de mercado em 2018, a maior cervejaria do Brasil investe no aumento do portfólio e em novas embalagens para elevar as receitas

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (31/07), a taxa de desocupação no Brasil atingiu 12,0% no resultado consolidado do segundo trimestre de 2019, somando um total de 12,8 milhões de pessoas desocupadas.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    UOL

De acordo com a divulgação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) elaborada pelo IBGE e divulgada hoje (01/08), a produção industrial apresentou uma variação negativa de 0,6% em junho em relação ao mês de maio, na série com ajuste sazonal.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    UOL

O setor público consolidado apresentou déficit primário, ou seja, excluído pagamento de juros, de R$12,7 bilhões em junho, comparativamente a déficit de R$13,5 bilhões no mesmo mês do ano anterior.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    ESTADÃO

No dia 26/07, o Banco Central do Brasil anunciou o saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional referente ao mês de junho, atingindo R$ 3,30 trilhões, o maior nível da série histórica.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na última sexta-feira (31/05), a taxa de desocupação no Brasil atingiu 12,5% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, somando um total de 13,1 milhões de desocupados.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

No dia 29/05, o Banco Central do Brasil anunciou o saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional referente ao mês de abril, atingindo R$ 3,27 trilhões.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Uol

O resultado anunciado do PIB do primeiro trimestre deste ano somente constatou a trajetória deprimida da dinâmica econômica brasileira: queda de 0,2% quando comparado ao resultado do quarto trimestre de 2018, já apuradas as sazonalidades.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    UOL

De acordo com a divulgação feita pelo IBGE, o IPCA variou 0,54% no mês de abril. Essa variação para o mês é a maior desde abril de 2016.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

No dia 26/04, o Banco Central do Brasil anunciou o saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional referente ao mês de março de 2019, atingindo R$ 3,27 trilhões.

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Shopping Centers
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Shopping Centers
  • Fonte
    Estadão

De acordo com os dados divulgados pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o faturamento nominal do setor de shopping centers no Brasil cresceu 6,5% em 2018 frente ao ano anterior, alcançando R$ 178,7 bilhões.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com os dados divulgados pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o faturamento nominal do setor de shopping centers no Brasil cresceu 6,5% em 2018 frente ao ano anterior, alcançando R$ 178,7 bilhões.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na última sexta-feira (29/02), a taxa de desocupação no Brasil atingiu 12,4% no trimestre de dezembro a fevereiro/2019, somando um total de 13,1 milhões de desocupados.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    PRNewswire

A Pesquisa Mensal de Serviços referente ao mês de janeiro de 2019, divulgada pelo IBGE, registrou recuo (-0,3%) em relação ao mês anterior na série com ajuste sazonal, devolvendo parte do ganho observado em dezembro de 2018 (1,0%).

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com a divulgação feita pelo IBGE, o IPCA variou 0,75% no mês de fevereiro, acirrando a inflação apresentada no mês anterior (0,32% em janeiro).

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

O Produto Interno Bruto cresceu 1,1% em 2018 em relação ao ano anterior. É o segundo ano consecutivo de taxas positivas, mas o caminho para recuperação plena é longo e tem se mostrado cada vez mais árduo frente ao tamanho da queda de 2015-16.

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Meios de Pagamento
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Meios de Pagamento
  • Fonte
    Estadão

No início de 2019, a PagSeguro anunciou a aquisição do Banco Brasileiro de Negócios (BBN) e passará a atuar também como instituição financeira na oferta de crédito aos seus clientes, bem como conta corrente, cheque especial e, futuramente, seguros.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    PR Newswire

A aguardada proposta de reforma da previdência elaborada pelo governo Bolsonaro, finalmente foi entregue ao Congresso Nacional.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    UOL

Em janeiro, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,192 bilhões, o que representa uma queda de 22,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

O setor público consolidado (Governo Central, estados, municípios e empresas estatais, com exceção da Petrobrás e Eletrobrás), encerrou 2018 com déficit primário de R$ 108,3 bilhões (1,57% do PIB), abaixo dos R$ 110,6 bilhões de 2017 (1,69% do PIB).

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

De acordo com a divulgação feita pelo IBGE nesta sexta-feira (11/01), o IPCA variou 0,15% no mês de dezembro, revertendo a deflação apresentada no mês anterior (-0,21% em novembro). Vale destacar que o índice deste último mês representou a menor variação para um mês de dezembro desde o início do Plano Real, em 1994, ficando 0,29 p.p abaixo da variação obtida no mesmo mês (dezembro) de 2017 (0,44%).

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2019
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    UOL

De acordo com a divulgação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) elaborada pelo IBGE e anunciada hoje, 08/01, a produção industrial apresentou uma ligeira variação de 0,1% entre outubro e novembro, assim a produção industrial acumulou um crescimento de 1,5% no acumulado do ano de 2018.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

Em sua última reunião ocorrida nos dias de 12 e 13 de dezembro, a direção do Copom decidiu, por unanimidade, manter inalterada a taxa de juros básica da economia Selic, permanecendo assim em 6,50% a.a. A taxa vem se mantendo neste percentual desde março deste ano.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    A Tarde

Em sua última reunião ocorrida nos dias de 12 e 13 de dezembro, a direção do Copom decidiu, por unanimidade, manter inalterada a taxa de juros básica da economia Selic, permanecendo assim em 6,50% a.a. A taxa vem se mantendo neste percentual desde março deste ano.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Jornal da Record - R7

O índice ficou em -0,21%, o segundo percentual negativo neste ano.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    UOL

De acordo com a divulgação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) elaborada pelo IBGE e anunciada hoje, 04/12, a produção industrial apresentou crescimento de 0,2% entre outubro e setembro, após três meses de queda consecutiva, que acumulou recuo de 2,7% na atividade industrial.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

SÃO PAULO, 30 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- O Produto Interno Bruto (PIB) avançou 0,8% no terceiro trimestre em comparação com o trimestre anterior, na série livre de influências sazonais.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

SÃO PAULO, 30 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- Os primeiros nomes escolhidos pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, vêm em linha com suas promessas, ao menos no que se refere à pauta dos costumes, que norteou a campanha presidencial.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    UOL

Os primeiros nomes escolhidos pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, vêm em linha com suas promessas, ao menos no que se refere à pauta dos costumes, que norteou a campanha presidencial.

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Cerveja
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Cerveja
  • Fonte
    IstoÉ Dinheiro

O resultado do último trimestre da Ambev, líder do mercado cervejeiro, preocupa o mercado. A queda de vendas da empresa-modelo do capitalismo brasileiro será momentânea ou prenuncia o fim de uma era?

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

SÃO PAULO, 1 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- Com 55,13% dos votos válidos, o deputado federal Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República. A conquista sobre o adversário, Fernando Haddad do PT, marca o fim de uma hegemonia de disputa bipartidária entre PT e o PSDB, que nesta eleição amargou a quarta colocação, além de expressiva redução em sua bancada no Congresso Nacional. Bolsonaro venceu em 16 estados do país e Haddad em 11, sendo que estes concentram-se todos na região Nordeste, com exceção do Pará; reduto petista, com forte vínculo com o ex-presidente Lula, a região se manteve como cinturão de influência do partido dos trabalhadores, fortalecida pela eleição de quatro governadores naquela região.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Estadão

A Pesquisa Mensal de Serviços de agosto, feita pelo IBGE, registrou crescimento igual a 1,2% em comparação com o mês anterior na série com ajuste sazonal, recuperando parte da perda observada em julho deste ano (-2,0%). Este resultado é o segundo maior alcançado em 2018, ficando atrás apenas da variação positiva e igual a 4,9% em junho, resposta à recuperação do setor em relação às perdas ocasionadas pela greve dos caminhoneiros.

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Seguros
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Seguros
  • Fonte
    PR Newswire

SÃO PAULO, 2 de abril de 2018 /PRNewswire/ -- O setor de seguros observou, ao final de 2017, crescimento no prêmio de seguros e redução da sinistralidade (+3,7% e -2,7 p.p., respectivamente), uma expansão mais forte que no ano anterior, e as perspectivas para 2018 continuam positivas. O cenário esperado de estabilidade econômica, com baixa taxa de juros, inflação controlada, e melhora no mercado de trabalho e da renda, contribuem para a retomada das contratações de serviços de seguros, tanto por parte das empresas quanto das famílias.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    O Globo

RIO - A Nestlé anunciou ontem a venda de seu negócio de água no Brasil para o grupo Edson Queiroz, dono das marcas Indaiá e Minalba. A operação envolve as águas São Lourenço e Petrópolis, além de fábricas da multinacional localizadas em São Paulo, Minas Gerais e Rio. O valor da transação não foi divulgado pelas duas empresas, que confirmaram o negócio por meio de comunicados. A operação ocorre em um ano para o qual analistas projetam crescimento no setor de água mineral.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Infinito Pensamento

SÃO PAULO, 19 de março de 2018 /PRNewswire/ -- A Pesquisa Mensal de Serviços desta sexta-feira (16,03), divulgou os dados referentes a janeiro de 2018 sobre o desempenho do setor de serviços, especialmente no que se refere ao volume de serviços movimentado na economia brasileira. O mês de dezembro registrou uma queda de 1,9% em comparação com o mês anterior na série com ajuste sazonal, após duas altas consecutivas em novembro e dezembro de 2017 (1,0% e 1,5%, respectivamente).

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    A tarde

SÃO PAULO, 6 de fevereiro de 2018 /PRNewswire/ -- A balança comercial brasileira iniciou o ano da mesma forma que encerrou 2017, com mais um recorde positivo. Em janeiro, o superávit comercial foi de US$ 2,768 bilhões, 2,1% superior ao observado no mesmo período do ano passado e o segundo melhor resultado para meses de janeiro desde 1989, algo que tem sido constante nos últimos anos. As exportações, por sua vez, foram de US$ 16,968 bilhões, alta de 13,8% frente ao mesmo período de 2017. Já as importações totalizaram US$ 14,199 bilhões, aumento de 16,4% frente aquele mês.

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Macroeconomia
  • Autor
    Lafis
  • Ano
    2018
  • Categoria
    Macroeconomia
  • Fonte
    Jornalismo 24 Horas

SÃO PAULO, 2 de fevereiro de 2018 /PRNewswire/ -- A Pesquisa Mensal de Serviços desta sexta-feira (12/01), divulgou os dados referentes a novembro de 2017 sobre o desempenho do setor de serviços, especialmente no que se refere ao volume de serviços movimentado na economia brasileira. O mês de novembro registrou um crescimento de 1,0% em comparação com o mês anterior (outubro). Isto mostra que a trajetória de desaceleração das taxas negativas de crescimento até outubro de 2017 se consolidou e reverteu tal crescimento para valores positivos, confirmando a expectativa de recuperação do setor ainda em 2017.

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