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Comentário Setorial

- 8 de de 2017



Combustíveis Distribuição: Após Cade barrar a compra da ALE pela Ipiranga, empresas deverão optar pelo crescimento via crescimento orgânico
Após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitar, por unanimidade, a compra da distribuidora de combustíveis Ale pela Ipiranga, estas deverão se voltar à estratégia de consolidação via crescimento orgânico, deixando de lado, a estratégia de crescimento baseado em grandes fusões e aquisições.

Esta análise se mostra, cada vez mais consensual entre os players do setor, uma vez que tal ação do Cade sinaliza que não serão aceitos mais projetos de expansão via aquisições, com exceção de pequenos grupos regionais que detém menor fatia de mercado.

O motivo para a recusa se deu, pois, caso fosse aprovada a transação sem restrições, elevaria a participação da Ipiranga dos atuais 21% para 25%, acima do limite legal de 20% para operações de fusões e aquisições.

Assim, com a perspectiva de inalteração de share das quatro grandes companhias do setor (Petrobras Distribuidora, Ipiranga, Raízen-Shell e ALE SAT) em um horizonte de tempo visível, o foco de atuação destas passa a ser o esforço em barrar o avanço das chamadas “distribuidoras regionais”. Apenas no último ano, a Ipiranga perdeu 9% do seu volume, enquanto a Alesat perdeu 1,8% de volume para as empresas regionais, as quais, ganharam 10% em volume. Além do mais, em diversos estados, sobretudo no Norte e Nordeste, são estas que lideram o mercado. 

Especialista do Setor: Felipe Souza.


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