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    O Centro de Estudos Avançados em Economia Agropecuária (Cepea), divulgou recentemente que o preço do trigo pago ao produtor está em alta, em função do maior preço ofertado pelas indústrias e à menor competitividade do milho. Embora a área da safra seja definida apenas entre abril e maio (período mais frio, específico para melhor qualidade do produto), os preços têm estimulado os produtores, em especial no Rio Grande do Sul, onde se concentra cerca de 90% da produção. O preço médio do trigo cotado pelo indicador Cepea/Esalq, fechou a última quinta-feira (22/03) a R$ 695,62/Ton., acumulando alta de 2,21% no mês, mas até o início da semana acumulava alta de 4,7%.

    A persistência do nível de atividade interna em patamar ainda tímido, em especial no que se refere aos estratos de mais baixa renda, pode reduzir a demanda por produtos destes setores, sobretudo biscoitos, principalmente os recheados, líder de vendas. Além disso, o câmbio exerce impacto negativo sobre o setor, que importa cerca de 50% do consumo interno. Assim, uma possível desvalorização do real frente ao dólar derivada das conturbações políticas internas, comuns em período eleitoral, pode provocar efeitos negativos sobre os preços ao consumidor brasileiro.

    Por outro lado, as constantes pesquisas realizadas no âmbito da Embrapa, têm fortalecido o setor, especialmente com tecnologias que contribuem para novas formas de utilização do cereal. A exemplo disso, recentemente pesquisadores encontraram uma forma do trigo ser utilizado como ração para o gado de corte e de leite sem que isso causasse prejuízo à saúde dos animais. Desta forma, além de aumentar o interesse pela produção desta planta, estimula a diminuição da dependência em relação ao milho e à soja.

    Especialista do Setor  Marcos Henrique.