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  • trigo, empresas do setor trigo, empresas do segmento trigo, setor trigo, segmento trigo, economia, macroeconomia

    A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) apresentou uma proposta de Política Nacional do Trigo. Trata-se de um conjunto de medidas a serem sugeridas ao novo governo para incentivar a produção, o consumo e o comércio exterior do cereal. Tendo em vista políticas bem estruturadas para outros setores e seus impactos positivos, os produtores de trigo esperam ser levados em consideração nessa disputa, sobretudo diante da expectativa de entrada de trigo dos EUA sem tarifas, o que é incomum para países de fora do Mercosul.


    O saldo da visita de Bolsonaro ao presidente Donald Trump em março deste ano, tem se mostrado mais positivo para os EUA, tendo em vista a perspectiva de entrada do Brasil na OCDE, o que o obrigaria a abandonar o status de país em desenvolvimento junto à OMC, resultando em vantagens comerciais para o Brasil. A ausência de contrapartidas na mesma intensidade das vantagens oferecidas aos EUA reforça a ideia de maior desequilíbrio de relações já desequilibradas.

     

    Do ponto de vista da produção interna do grão, cuja disponibilidade interna é reduzida, tornando o país dependente de importações, a Conab revisou o quantitativo de área plantada devido à retração de intenção de plantio, perfazendo um total de 1,97 milhão de hectares de trigo no Brasil. Essa diminuição se deve ao receio dos produtores quanto a problemas enfrentados na safra passada, em relação à produtividade do trigo. Foram realizados ajustes no Quadro de Oferta e Demanda do Trigo em relação à produção, que deverá ser 5,47 milhões de toneladas, ou seja, 0,7% superior à da safra passada, dado o aumento de 4,2% de produtividade.


    Especialista do Setor: Marcos Henrique