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    Na tentativa de tornar o a atividade do transporte rodoviário mais rentável e apaziguar as reivindicações dos transportadores, a ANTT restabeleceu a vigência da Lei do Frete mínimo fixando algumas alterações importantes que visam incluir no cálculo do frete pontos que antes não eram contabilizados e que acabavam por subprecificar o valor cobrado, o que impactava significativamente nas margens operacionais dos players do setor.

    Pela regulamentação atualizada, o frete irá variar a depender do tipo de produto transportado, do trajeto realizado, bem como das condições enfrentadas pelo motorista para fazer o serviço.

    Mas a principal alteração ficou com a obrigatoriedade de adicionar todos os custos diretos e indiretos referentes à operação (dentre eles despesas relacionadas a alimentação, pernoite, tributos, taxas e principalmente o custo com pedágio, um dos pontos mais criticados do antigo cálculo da tabela frete pelos caminhoneiros por não incluí-lo expressamente), bem como a margem de lucro.

    Assim, a expectativa, tanto da ANTT, quanto dos transportadores é que a nova tabela retrate corretamente a realidade dos custos e receitas do setor na hora da fixação dos preços cobrados, de forma que os transportadores deixem de manipular informalmente os valores que deveriam ser incluídos no frete, oferecendo a atividade maior segurança jurídica e garantindo ao mesmo tempo aos transportadores uma remuneração mais adequada.

    Especialista do Setor: Felipe Souza.