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  • termoplásticos, empresas do setor termoplásticos, empresas do segmento termoplásticos, setor termoplásticos, segmento termoplásticos, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    Nada mudou, ainda impera as incertezas quanto ao fornecimento da nafta ao mercado interno em virtude do longo impasse contratual travado pelas as gigantes Brasken e Petrobras. 

    A discordância se dá em virtude da inclusão (ou não) de um valor adicional referente ao custo de importanção. A Petrobras alega que este custo adicional deve ser repassado ao preço final da nafta de forma equalizar o preço praticado localmente com o internacional da nafta, já a Braskem contrapõe argumentando que a nafta produzida pela Petrobras no Brasil é suficiente para abastecer quase que, em absoluto, a indústria nacional e a Braskem acha que não tem de pagar pela cota de importação, que é uma opção comercial da Petrobras.

    Este clima de impasse e incerteza perdura desde 2013 e vem se arrastando por meio de contratos e aditivos de curto prazo. Desde aquele ano, foram firmados três aditivos de seis meses, sendo que o último, firmado em agosto, foi de apenas dois meses.

    Assim, cada vez mais, se consolida um cenário desfavorável a novos investimentos no setor e de ingerência dos custos operacionais da empresas já instaladas, uma vez que a nafta é fornecida pela estatal para Braskem que, por sua vez produz os itens básicos usados por, praticamente, toda a cadeia nacional de químicos e plásticos.

    Analista Responsável pelo Setor: Felipe Souza.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    Com  o cenário incerto e os problemas políticos vividos pela Petrobrás , o impasse quanto à renovação do contrato de fornecimento da nafta (principal matéria-prima do setor petroquímico) deve se alongar  ainda mais nos próximos meses. O próprio presidente da Brasken, Carlos Fadigas, já admitiu que a substituição da equipe diretiva da Petrobrás irá impactar todas iniciativas importantes que a estatal está fazendo. 

    As duas empresas envolvidas, a Braskem e a Petrobrás vem travando, há mais de um ano, uma batalha comercial e de nervos que decidirá os termos de fornecimento deste insumo. Caso o contrato não se renove, há grande risco de que o fornecimento da matéria-prima seja comprometido impactando negativamente toda cadeia da indústria química e petroquímica.

    O fato é que nenhuma das duas companhias quer ceder em relação as suas posições: a proposta da Braskem de manter estático o preço da nafta versus  a proposta da Petrobrás de elevar o preço da nafta para fortalecer seu caixa.

    Analista do Setor: Felipe Sanches


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    Ao que tudo indica o impasse quanto à renovação do contrato de fornecimento da nafta (principal matéria-prima para produção de resinas termoplásticas) ainda esta longe de ganhar um final definitivo. As duas empresas envolvidas, a Braskem e a Petrobrás vem travando, há mais de um ano, uma batalha comercial e de nervos que decidirá os termos de fornecimento deste insumo. Caso o contrato não se renove, há grande risco de que o fornecimento da matéria-prima seja comprometido impactando negativamente em toda cadeia da resina termoplástica.

    O fato é que, o ambiente político vivido pela Petrobrás  e pelo setor de resinas termoplásticas não é dos melhores. A gigante petroleira está sendo alvo de diversas denúncias quanto à sua gestão e problemas de corrupção, já o setor termoplástico vem sofrendo com a falta de uma política coordenada que impeça a continuidade da enxurrada de resinas importadas que entram no País e competem de forma desigual com a produção nacional. Esta instabilidade, obviamente, transpassa para o ambiente econômico e afeta negativamente os resultados operacionais das companhias.

    Assim, nenhuma das duas companhias quer ceder em relação as suas posições: a proposta da Braskem de manter estático o preço da nafta de foma a elevar a competitividade de setor termoplástico versus  a proposta da Petrobrás de elevar o preço da nafta para fortalecer seu caixa.

    Analista Responsável pelo Setor: Felipe Souza

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    A Braskem anunciou que terá uma  unidade linha totalmente dedicada à produção de polietileno de baixa densidade linear (PEBDL) em sua unidade localizada no polo petroquímico de Camaçari (BA). Assim, para ampliar sua capacidade de produção em 120 mil toneladas anuais, a empresa dispenderá cerca de R$ 50 milhões.

    O projeto consiste em  converter uma de suas linhas industriais de produção de polietileno de modo que possa ofertar  uma resina com tecnologia mais moderna para a indústria de transformação de filmes plásticos. A previsão é que a linha de produção comece a operar no primeiro semestre de 2015.

    Esta ação visa suprir a crescente demanda do mercado brasileiro por resinas de alta tecnologia. Somente nos oito primeiros meses de 2013, as vendas internas de resinas termoplásticas obtiveram um significativo acréscimo de 10,6% ante o mesmo período de 2012.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    Mesmo com o mau resultado vivido pelo setor produtor de termoplásticos no primeiro semestre de 2013, os empresários gaúchos estão buscando alternativas para que as perspectivas melhorem ainda até o final do ano. 

    Esta constatação pode ser observada em uma pesquisa inédita contratada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás). Segundo esta, a indústria de transformação da região investirá mais de R$ 170 milhões em máquinas e equipamentos ainda em 2013. 

    Está é uma forma válida do setor para recuperar a competitividade que limita suas vendas, que há tempos perde espaço para os importados, além que tentar minorar seus custos operacionais (via elevação da produtividade) diante de dificuldades de logística e alto custo de matéria-prima e energia vivido pelo setor nacional.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    A Brasken anunciou que poderá investir de mais de R$ 1 bilhão em projetos voltados à produção de produtos de plásticos e termoplásticos. Os estados-alvo são São Paulo e Bahia, cujos governos já vem negociando novos acordos com a empresa.

    O aumento da renda nacional atua no sentido de elevar a demanda por produtos feitos à base de plástico, o que tem feito com que as empresas do ramo aumentem os investimentos e a produção. O setor brasileiro  detém o sexto maior faturamento  do mundo. 

    No entanto, alguns desafios ainda devem ser superados para que o setor realmente cresça de modo sustentável. Estes entraves vão desde a atentativa de elevar a competitividade da indústria local frente aos produtos externos, de forma a reverter a crescente tendência de elevação das importações até questões tributárias e infraestruturais de logística e energia que encarecem a produção "da porta pra fora" das fábricas. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    Depois de passar um ano desfavorável para o setor de termoplásticos, no que se refere à queda da produção de 3,7%, segundo dados da ABIQUIM, dois fatores, um conjuntural e outro fiscal, devem dar um alívio nos custos produtivos das empresas.

    O primeiro se refere aos baixos preços observados do petróleo tipo o Brent que vem imprimindo uma trajetória declinante desde março de 2012, quebrando uma barreira ao atingir preço abaixo dos US$ 100 por barril neste mês de junho, patamar não visto desde fevereiro de 2011.

    Outra medida positiva é a eliminação da contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamento concedida ao setor produtor de plásticos, a ser substituída por taxa de 1% a 2,5% sobre faturamento. O que, na prática deverá reduzir a carga tributária do setor, além de premiar as empresas que empregam mais.

    Tais fatores poderão beneficiar o setor via redução dos custos destas, dando margem para que tais empresas ganhem vantagens concorrenciais, sobretudo da produção externa (que poderá impactar nas redução das importações), de forma a estimular a produção e majorar o faturamento do setor.    


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    A empresa dinamarquesa NKT Flexibles (NKTF) anunciou a instalação de sua unidade de produção de tubos flexíveis em São João da Barra (RJ). Com início de operação prevista para 2013, a indústria terá capacidade para produzir 250 quilômetros de tubos flexíveis por ano. O investimento previsto no território fluminense é de cerca de US$ 200 milhões,
    Este projeto visa suprir a demanda da indústria offshore no superporto do Açu, em construção em São João da Barra (RJ). Trata-se do maior investimento em infraestrutura portuária das Américas, idealizado segundo o conceito de porto-indústria, o superporto já conta com a instalação de unidades produtivas do setores siderúrgico, de cimento, petroquímico dentre outros.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    Foi anunciado pela Braskem, uma das maiores produtoras de resinas termoplásticas do mundo, um investimento da ordem de R$ 1 bilhão em Alagoas. O planejamento da empresa era que entrassem em operação duas plantas neste pólo, uma de PVC e outra de MVC, apenas em maio de 2012. Todavia, a empresa antecipou a inauguração da planta de PVC para abril do ano que vem.
    Com esta operação, projeta-se um aumento na produção – serão cerca de 460 mil toneladas anuais de PVC – e um acréscimo de cerca de 40% nas vendas de produtos pela empresa, grandemente impulsionadas pelas obras governamentais de infraestrutura contidas no Plano Nacional de Resíduos Sólidos e no Projeto Minha Casa, Minha Vida.
    Dado o potencial produtivo que será gerado na região, o Estado de Alagoas se tornará o maior produtor de PVC da América Latina, o que poderá gerar efeitos positivos para toda a cadeia produtiva do setor.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    O aquecimento do setor de construção civil, devido às obras e incentivos do Governo Federal, bem como as projeções de crescimento macroeconômico, representam uma grande oportunidade para o setor de termoplásticos.

    É pensando nestas oportunidades que a Braskem começa os estudos para a implantação de uma outra fábrica para a produção de biopolietileno (plástico verde), com capacidade entre 250 mil e 300 mil toneladas ao ano, com local ainda não definido, porém a mesma deve se localizar ao lado de uma usina de etanol, visando a produção de forma integrada. Desta forma, os locais mais prováveis para construção estão nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás ou Minas Gerais. Além dessa planta, a Braskem já tem em projeto outra fábrica de polipropileno verde, com capacidade de 50 mil toneladas ao ano. O projeto deve ser detalhado até o final deste ano e será alocado em um dos complexos da empresa.. Ambos os projetos não tiveram seus valores divulgados.

    Assim com a Brasken, a GDM Plásticos, especializada na produção de embalagens flexíveis, anunciou a instalação de uma fábrica de filme Polietileno (stretch) em Alagoas. A indústria, que deverá ser instalada em um espaço de 30 mil m² no Polo Multifabril Industrial José Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro, demandará investimentos de cerca de de R$ 22 milhões.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza

    A BR Plásticos Participações, uma joint venture idealizada pela Tubozan e Pláticos Vipal, ambas com, respectivamente, 51% e 49% de participação, é a mais nova unidade produtora do setor brasileiro de termoplásticos.

    Finalizada sua criação, será a terceira maior empresa transformadora do país na produção de componentes plásticos para a construção civil. A previsão é que, somando os esforços das empresas envolvidas, possam faturar R$ 250 milhões em 2011.

    Além disto, está previsto pela nova diretoria da BR Plásticos, um investimento da ordem de       R$ 20 milhões em modernização tecnológica, expansão e construção de novas plantas industriais. Hoje são seis unidades fabris no país, e a meta é abrir mais duas até o início de 2012. A empresa pretende ampliar as vendas com maior distribuição de produtos no varejo. Estão em fase de instalação as unidades de Contagem (MG) e Cuiabá (MT).


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza
    A Peguform, multinacional de origem alemã e fornecedora global de sistemas e componentes para a indústria automotiva, anunciou na última terça, dia 22, que irá investir R$ 14 milhões para ampliar sua capacidade de produção no Brasil. A empresa se instalou em São José dos Pinhais - Paraná desde 1999, é reconhecida mundialmente pela fabricação de parachoques, painéis de instrumentos, componentes internos e externos (como laterais de portas e porta-luvas).

    O aporte da empresa será utilizado com o objetivo de ampliar a linha de pintura automática de parachoques em 50%. Espera-se que a partir de setembro a companhia passe a produzir cerca de 4,8 mil unidades, frente as 3,2 mil produzidas atualmente. O investimento se justifica pelas boas perspectivas para o setor automotivo para os próximos anos, o que pode ser verificado no gráfico, o que faz com que a Peguform busque uma fatia maior do mercado. A empresa de quase 12 anos no Brasil possui como clientes a Volkswagen, Renault e PSA Peugeot , detém cerca de 14% do mercado, segundo os últimos dados de 2010 e concorre diretamente com as empresas Plascar, Plastic Omnium e Pelzer.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza

    A Dow Brasil, multinacional americana dos setores químico e plásticos, anunciou investimentos de cerca de US$ 2 milhões para a criação de um centro de tecnologia e desenvolvimento de mercado para o poliuretano (PU) e sistemas formulados, que será instalado  na cidade de Jundiaí, estado de São Paulo.

    A previsão de inauguração do novo centro é janeiro de 2011 e representará o primeiro órgão integrado da multinacional na América Latina, que já conta com outros centros em PU nos Estados Unidos, Europa e Ásia. O objetivo é aumentar a integração desses centros de tecnologia possibilitando maior acesso à inovações.

    O mercado de poliuretano ganha espaço no Brasil, visto que aumentam-se as possibilidades de aplicação, tradicionalmente utilizado em estofados de carros e espuma para colchões, passa a ter utilidade também em revestimentos acústicos na construção civil e como isolante térmico para refrigeradores, evidenciando mercados a serem explorados onde a empresa poderá se expandir. Assim, tendo em vista o potencial de crescimento de setores como automobilístico e construção no país nos próximos anos, a empresa se prepara para desenvolver produtos que atendam a nova demanda.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza

    A Poly Easy, empresa paulista fabricante de tubos plásticos e metálicos, anunciou na última quarta-feira, dia 08, que fará aportes para aumentar seu escopo de atuação. A empresa, que atualmente fabrica tubos para as indústrias de saneamento e distribuição de gás natural pretende também atuar em petróleo. Neste contexto, a empresa recebeu aporte do BNDESPar para a ampliação desejada e assim foi transformada em sociedade anônima (S.A.) viabilizando a operação. A participação do banco na empresa passa a ser de cerca de 25%.

    Segundo Aldo Batista, sócio e diretor-presidente da empresa, a Poly Easy anuncia que irá investir cerca de R$ 7 milhões no novo negócio e, deste total, pretende-se investir R$ 2,5 milhões no desenvolvimento de novas tecnologias, sendo que o foco da instituição está no uso de novos materiais que ampliem a resistência dos plásticos à pressão, com o objetivo de substituir materiais mais nobres, como o aço inoxidável, obtendo vantagens técnicas e econômicas.

    Outra parcela do total de investimentos será usada na compra de máquinas que permitirão aumentar a capacidade produtiva. A expectativa é que a empresa dobre de tamanho no ano que vem. Segundo Batista, apesar do desenvolvimento de inovações para a área de petróleo estar se intensificando agora na companhia, esta lançou produtos e sistemas - principalmente, tubos para a exploração de petróleo em terra e para unidades industriais, como as refinarias da Petrobrás no Recife e no Rio de Janeiro - que deverão gerar receita já em 2010.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza

    A Corr Plastik, empresa nacional de fabricação de tubos e conexões de PVC e Polietileno para vários segmentos, com sede em Cabreúva (SP), concluiu investimentos de cerca de R$ 20 milhões para colocar em operação sua linha de injeção. Essa unidade irá produzir conexões hidráulicas em PVC para a o segmento predial, que está em expansão no país.

    O investimento permitirá que a empresa aumente o volume de produção para até 400 toneladas/mês. O projeto se estabelecerá em duas fases, sendo que na primeira serão adquiridos 200 novos itens da linha predial, aumentando o portfólio de produtos da companhia. A empresa também terá dois novos centros de distribuição localizados em São Paulo e Alagoas, estado onde a companhia inaugurou sua segunda fábrica, em 2009, com investimento de R$ 31 milhões.

    Do total dos investimentos realizados pela companhia, cerca de 70% foram pagos com recursos próprios, segundo informações de Sergio Monteiro, presidente da companhia. Com faturamento de R$ 140 milhões, a Coor Plastik projeta um crescimento de 20% este ano, impulsionado, principalmente, pelo setor imobiliário. Com uma expansão do setor de construção civil no Brasil, fruto de programas como o Minha Casa, Minha Vida, Cartão BNDES e PAC, a empresa espera um impulso para um maior consumo de tubos e conexões.