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  • telequipamentos, empresas do setor telequipamentos, empresas do segmento telequipamentos, setor telequipamentos, segmento telequipamentos, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    De acordo com informações do site Tele.Síntese, estudo da fabricante de equipamentos de rede Cisco publicado no dia 19, indica que o consumo de vídeo em dispositivos móveis não vai parar de crescer pelos próximos anos. A projeção da empresa é que esse tipo de conteúdo passe de 61% do tráfego em 2017 para 81% do tráfego móvel de dados no ano de 2022. A informação consta do Visual Networking Index (VNI). O relatório que traça tendências de consumo em redes de telecomunicações.

    A mesma publicação mostra que no Brasil, o volume de tráfego de dados móveis vai aumentar seis vezes de 2017 até 2022 e representará 21% de todo o tráfego de dados nas redes (móveis ou fixas) locais. Em 2017, representava 7%. Significa, conforme a Cisco, que a expansão móvel será 3,4x mais rápida que a fixa. 

    A Lafis considera que o aumento do tráfego de dados e do consumo de vídeos representa uma perspectiva favorável para expansão das receitas no setor de telecomunicações por meio da melhoria das ofertas de pacotes de dados e também para o setor de telequipamentos, tanto no que diz respeito a ampliação da infraestrutura necessária ao avanço da telecomunicações como no que diz respeito a tendência de aumento do ticket médio dos celulares vendidos, com melhores resoluções, capacidade de armazenamento de dados, velocidade, dentre outras características. 

    Especialista do Setor Marcel Tau

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A longa novela sobre licença para instalação de antenas de telecomunicações no Brasil começa a chegar ao fim. A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei nº 13.116/2015, conhecida como Lei Geral das Antenas, publicada no "Diário Oficial da União". Polêmica durante anos de discussões, o assunto gerou ainda debates por causa de vetos da presidente ao texto. A lei deverá pôr fim a uma luta das operadoras contra a burocracia. Atualmente existem mais de 300 leis municipais com regras próprias para a instalação de antenas, inclusive proibição. Até o momento não havia um prazo definido e a demora passa de um ano para muitos casos.

    O grande impacto da lei se dará por facilitar a realização de investimento pelas operadoras de telecomunicações é unificar as regras de licenciamento de infraestrutura (linhas de transmissão, fibras óticas, comutadores, antenas e transmissores), cuja emissão da licença estará sujeita a um único orgão para cada estado (e DF). As licenças terão prazo de 10 anos (e poderão ser renovadas), e estarão condicionadas a simples regras na instalação de equipamentos para a rede de telecomunicações em área urbana: não obstruir a circulação de veículos, pedestres ou ciclistas, não contrariar parâmetros urbanísticos e paisagísticos aprovados para a área, não prejudicar o uso de praças e parques, e não colocar em risco a segurança de terceiros e de edificações vizinhas.  

    Adverte-se que a legislação deverá ser complementada por outras leis e regulamentos a fim de estabelecer os orgãos que realizarão o licenciamento, ou seja, ainda tomará tempo para a Lei Geral das Antenas ser plenamente efetiva. No mais, destaca-se que isso facilita a realização de investimentos pelas operadoras, mas a queda da demanda por serviços de comunicação influencia negativamente a se tomar esse tipo de decisão. 

    Analista Responsável pelo Setor: Francisco Lira.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A Nokia vai comprar a Alcatel-Lucent em um acordo composto exclusivamente de ações que avalia sua rival francesa de menor porte em 15,6 bilhões de euros (16,6 bilhões de dólares), fortalecendo seu negócio de equipamentos de telecomunicações para competir com a líder de mercado Ericsson. A aquisição da Alcatel-Lucent pela Nokia refedinirá o setor, que sofre com perspectivas de crescimento fraco e pressão das empresas chinesas de baixo custo Huawei e ZTE. A companhia combinada terá cerca de 114 mil funcionários e vendas totais de cerca de 26 bilhões de euros. No setor de equipamentos móveis, ela ficará em segundo lugar, com participação no mercado global de 35 por cento, atrás dos 40 por cento da sueca Ericsson e acima dos 20 por cento da Huawei, segundo a Bernstein Research.

    A compra da Alcatel-Lucent pela Nokia criará um novo player no mercado de equipamentos de comunicação, especialmente na parte de infraestrutura (ERB's, linhas, comutadores), e isso é uma tendência natural num mercado que tem se mostrado cada vez mais competitivo, ainda mais com o avanço da tecnologia (daqui a pouco as redes 4G não serão mais as de última geração). O novo player terá maior musculatura financeira e envolverá a sinergia de duas áreas: comunicações fixas e móveis. A francesa Alcatel-Lucent especializou-se na fixa (equipamentos de transmissão IP, roteamento IP, infraestrutura de banda larga de cobre até fibra óptica, small cells, software e serviços gerenciados e de desenho e de aperfeiçoamento de rede), enquanto a finlandesa Nokia, dedicou-se mais à móvel (antenas e centrais de comutação). Porém, adverte-se que o choque entre as culturas corporativas francesa e finlandesa mostra-se um desafio para a integração das operações, conforme muitos salientam. 

    O reflexo disso no Brasil é que a nova companhia possui uma grande possibilidade de quebrar o duopólio entre a Ericsson e Huawei, e assim, elevar a competição no mercado. Cabe destacar que essa aquisição afetará a companhia Nokia Networks do Brasil, a parte da Nokia que não foi vendida à Microsoft, que comprou o segmento de aparelhos telefônicos (smartphones) em 2013. 

    Analista Responsável pelo Setor: Francisco Lira


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    O governo prorrogou, por quatro anos, a alíquota zero do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes na venda de computadores e smartphones. Previsto para acabar no fim deste ano, o benefício foi estendido até 31 de dezembro de 2018.

    A medida também abrange dispositivos como tablets, modems e roteadores digitais. De acordo com o Ministério da Fazenda, o governo deixará de arrecadar com a medida R$ 5 bilhões neste ano e R$ 7,5 bilhões no próximo. No entanto, a pasta alega que a renúncia fiscal é mais do que compensada pelo aumento da produção, das vendas e do emprego no setor.

    A renovação dessa medida pelo Governo demonstra-se como uma vantagem para o setor de telequipamentos, o qual está geralmente desguarnecido de benefícios pela legislação em comparação com o setor de informática, onde a legislação fornece vantagens através da Lei de Informática, por exemplo. Dentro do ambiente de intensa concorrência com bens importados, a isenção de PIS/Confins auxilia na fabricação nacional de telequipamentos ao favorecer a inserção de investimentos diretos, conforme a Huawei está demonstrando ao construir instalações de pesquisa e de produção de fibra ótica no nordeste brasileiro.

    Analista Setorial de Telequipamentos: Francisco Lira

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    Diante da dificuldade crescente para cumprir a meta de superávit fiscal do ano, o governo decidiu abrir mão de boa parte das exigências de investimentos que seriam impostas aos vencedores do leilão da quarta geração de celular (4G), marcado para este ano. Além disso, a equipe econômica estuda a criação de uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para garantir que esses recursos sejam convertidos em "bônus fiscal" para 2014. Antes das mudanças, o leilão chegou a ser considerado o ponto central da estratégia do governo de impulsionar a instalação de fibras ópticas. O plano propunha levar essas redes de alta capacidade de tráfego de dados à grande parte de centrais telefônicas pelas quais as operadoras chegam até à proximidade das casas de clientes.

    O Governo Federal está optando para que a licitação seja pautada mais pelo valor do ágio do que pelas condições de melhor preço e técnica do serviço a ser prestado, ou seja, o leilão terá como ponto decisivo o quanto a empresa está disposta a oferecer de dinheiro, para conquistar a concessão do serviço 4G. Isto tem um importante impacto sobre a demanda de equipamentos de comunicação, pois se a licitação não for escolher o vencedor com base na qualidade do serviço, as empresas não terão incentivos a investir em tantos equipamentos. Logo, o diagnóstico sobre a demanda nesse setor para os próximos anos pode desacelerar se, dependendo do resultado da licitação. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    Os analistas do JP Morgan cortaram recomendação das ações da Oi após a divulgação do investimento de 897 milhões de euros da Portugal Telecom (PT) em papéis de dívida da Rioforte, que pertence ao Grupo Espírito Santo, maior acionista da operadora europeia. "Rebaixamos a recomendação de neutra para underweight (abaixo da média de mercado) devido à deterioração percebida na governança corporativa, ao risco de mercado deste empréstimo e aos múltiplos da companhia", destacaram os analistas do banco de investimentos. Além disso, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou as notas de crédito da Oi e da Portugal Telecom (PT) na última quarta feira. As companhias tiveram suas avaliações "BBB-" revistas para baixo e agora têm nota "BB+", com perspectiva estável. Essa nota é a primeira fora do grau de investimento, e a primeira dentro do nível chamado de "junk" (grau especulativo). A perspectiva estável significa que a nota não será revista logo.
     
    O embróglio da fusão entre a Oi e Portugal Telecom, com problemas financeiros nesta última que fazem esta ter sua participação reduzida na nova empresa de telecom, sinaliza que o horizonte de investimentos para a nova Oi seja menor, ao ter em vista tais dificuldades na concretização da fusão. O rebaixamento da nota de classificação de crédito da nova empresa traz dificuldades de captação de crédito para a empresa, o que pode atrapalhar a compra de telequipamentos, e isto ampliado pelo fato da empresa possuir 20% do mercado, isto é, o impacto não é desprezível no setor. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    O governador do estado de Alagoas visitou esta semana a região de Marechal Deodoro (AL), onde será construída uma fábrica da ZTT. A empresa chinesa, especializada na produção de material de fibra óptica, vai investir R$ 20 milhões no estado, o que gerará 85 empregos diretos. Com esse investimento, ainda para o primeiro ano, o faturamento previsto é de R$ 70 milhões, com a fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados, equipamentos e instrumentos ópticos, peças e acessórios. 

    A instalação da fábrica, cuja inauguração está prevista para outubro deste ano, foi facilitada pelos incentivos fiscais, creditícios e locacionais do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas (Prodesin). Os benefícios foram concedidos pelo Governo de Alagoas, por meio do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes). 

    Esse investimento reforça a ideia de que a área de telequipamentos está concentrando-se mais em bens de investimento (comumente chamados de bens de capital na ciência econômica - produtos que produzem ou dão suporte na produção de outros bens) do que no consumo.  Além disso, mostra que as oportunidades nesse setor estão materializando-se em forma de investimento diretos (greenfield investment), o que reforça a ideia de que a demanda nesse setor não tem retraído-se, apesar das incertezas da economia brasileira. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    Nesta semana, a presidente Dilma Rousseff assinou um decreto que, segundo informações do "Diário Oficial da União", aparelhos que custam até R$ 1.500 serão isentos de PIS/Cofins. Com esta medida, o Governo afirma que os aparelhos de comunicação inteligente podem chegar ter queda nos preços de até 30%. Por outro lado, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que a redução no preço ficará na faixa dos 7%.

    Esta medida estimulará a venda desse tipo de aparelho em 2013. Vale destacar que em 2012, foram vendidos 16 milhões de celulares inteligentes no país, 78% a mais que em 2011.

    Além disso, o ministro Paulo Bernardo afirmou que esta medida visa o aumento maciço de investimentos das empresas do setor em projetos de expansão de telecomunicação. Os investimentos devem ser antecipados após o decreto da redução de impostos, acelerando a construção de infraestrutura de telecomunicação, seja ela por fibra óptica, redes de rádio, serviços de  internet ou TV por assinatura (que vem associada à internet). A concorrência tende a se acirrar gerando uma melhora em relação aos preços para o consumidor.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A Huawei anunciou no dia 30 de maio, em São Paulo, a inauguração de um centro de distribuição na cidade de Sorocaba. O empreendimento recebeu investimento inicial de R$ 123 milhões e será utilizado para armazenar terminais, estações rádio-base e outros produtos que a empresa e suas parceiras fabricam no País, este que deve ser o maior centro de distribuição na América Latina.

    O novo centro de distribuição, que tem capacidade para entregar até 10 mil produtos, está em uma localização estratégica, distante 3,5 km do centro de fabricação da Huawei, perto de trechos ferroviários e do Porto de Santos que deverão melhorar a eficiência da entrega de produtos da fabricante.

    Fornecedora de soluções de telecomunicações, a Huawei atende 45 das 50 maiores operadoras mundiais de telefonia móvel. A empresa fornece produtos para mais de 100 países. No Brasil atua há mais de 10 anos e conta com 4 mil colaboradores em unidades instaladas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Campinas.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    O Google anunciou no último dia 15/08 acordo para a aquisição da fabricante de celulares Motorola Mobility numa transação de aproximadamente US$ 12,5 bilhões. O objetivo da empresa com a transação é fortalecer o mercado para o sistema operacional Android diante do aumento da concorrência na computação móvel.

    A aquisição faz parte da estratégia da empresa para o Android, sistema operacional utilizado na maioria dos smartphones disponíveis atualmente no mundo, processo que pode acelerar as inovações da empresa com ganho de fôlego na disputa com a concorrente Apple e também contra a parceria Nokia/Microsoft. Com a aquisição o Google passa a controlar também cerca de 17 mil patentes ligadas à tecnologia que ajudarão a defender seus negócios em um momento em que crescem os processos judiciais no setor.

    Apesar de colocar pressão sobre a concorrência o negocio poderá abrir espaço para outros sistemas operacionais, como o Windows Phone. Isto porque empresas fabricantes que utilizam o Android podem retaliar a empresa com receio de que os aparelhos da Motorola passem a ter vantagens no mercado depois deste acordo.

    Com esta aquisição o mercado brasileiro deve ganhar destaque dentro dos planos de atuação global do Google. A Motorola tem só duas fábricas no mundo: uma na China e a outra no Brasil, em Jaguariúna (SP). Hoje no país a venda de smartphones está em franca expansão e deverá se sustentar nos próximos anos dada a baixa taxa de penetração destes no mercado.

    A negociação foi aprovada por unanimidade pelo conselho de diretores das duas empresas. A transação está sujeita à aprovação das autoridades dos Estados Unidos e da União Européia. O acordo tem previsão de conclusão para o fim de 2011 ou início de 2012.