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    O setor têxtil e de confecções talvez tenha sido um dos mais afetados pela pandemia do novo coronavírus. As medidas de isolamento social e a implementação de estudo/trabalho remoto fez com que a demanda por roupas tenha diminuído embora o consumo de produtos de cama, mesa e banho tenha aumentado. 

    Vislumbra-se recuperação para o setor em 2021. A expectativa é que ao longo do ano, o Brasil volte a uma relativa normalidade à medida que a vacinação vai ocorrendo – mesmo que em um ritmo aquém do desejável – e isto pode representar uma expansão na demanda por produtos do setor.

    Esta recuperação, no entanto, deverá ocorrer muito mais em função de uma base extremamente deprimida de comparação do que uma retomada consistente do setor. Os números superlativos esperados para o ano (expansão de 8,3% em têxtil e 23% em vestuário) devem ser analisados com certo ceticismo em virtude da queda pronunciada que o setor enfrentou em 2020.

    A análise dos indicadores do setor têxtil para 2021 deve ser feita com extrema cautela uma vez que os crescimentos de dois dígitos que poderemos ver será muito mais em função da base de comparação do que de melhora efetiva do setor. Os problemas estruturais do setor persistem na esteira da ausência de reformas micro e macroeconômicas no Brasil; isto deve contribuir negativamente com as perspectivas futuras do setor.

    Analista responsável Marcelo Balloti