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    A mudança de hábitos dos consumidores tem provocado as empresas a reinventar os seus negócios para sobreviver, de tal forma que, não basta apenas adotar novas tecnologias, e sim compreender as novas demandas do consumidor no mundo atual.


    Em relação a indústria da moda, dados de um estudo divulgado pelo site ThredUP mostram que a quantidade de itens de vestuário no armário dos americanos vem caindo, uma vez que, eles passaram a alugar mais roupas, e até mesmo vender alguns itens do guarda roupa antes de comprar peças novas, e muitas vezes acabam comprando peças usadas. O consumo de peças usadas tem aumentado.


    Grandes marcas americanas, como Urban Outfitters, Banana Republic e até a tradicional Bloomingdale’s já incorporaram essa mudança de hábitos do consumidor, e já se lançaram no negócio de venda de assinatura de roupas, que permite que as clientes levem emprestada determinada quantidade de peças, e devolvam após usar.


    No Brasil, após um longo período de crise, com aumento do desemprego, perda do poder de compra das famílias, os consumidores seguem cada vez mais cautelosos, alterando seus hábitos de consumo, de tal forma que, o minimalismo se coloca como uma tendência que veio pra ficar. O minimalismo muitas vezes relacionado à moda, ao design é um estilo que de vida que se contrapõe a ostentação das redes sociais e ao consumo desenfreado, sob o slogan de que “menos é mais”.

     

    Nos primeiros sete meses de 2019, a produção industrial do segmento de Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios (IBGE) apresentou uma variação de 0,5% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas e a produção do setor têxtil seguem estagnada no País, mas vale ressaltar que ainda existem oportunidades para que as empresas sobrevivam a esse longo período de estagnação da economia brasileira.


    Analista do Setor: Laís Soares