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  • soja, empresas do setor soja, empresas do segmento soja, setor soja, segmento soja, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    Com aumento de 22,2% no volume e 29,6% na receita, o complexo da soja (grão, farelo e óleo) atingiu o melhor resultado em exportações na história. Foram 102,09 milhões de toneladas ao todo, o que trouxe uma receita de US$ 40,963 bilhões; apenas em dezembro, o país exportou 5,878 milhões de toneladas, o que corresponde a uma alta de 91,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A soja em grão teve incremento de 23,1% na quantidade vendida, enquanto o farelo obteve alta de 19,2% e o óleo 9,7%. Principal produto nacional de exportação, o resultado positivo foi influenciado pela quebra de safra na Argentina, mas, sobretudo, pelo conflito comercial entre China e EUA, o que tem aumentado a demanda do país asiático por produtos brasileiros. Outro fator relevante no bom desempenho, foi a safra recorde da oleaginosa, que atingiu a marca de 120 milhões de toneladas no ano passado.

    Por outro lado, a safra de 2018/19 deve apresentar queda, de acordo com a Associação Brasileira de Exportadores de Soja (Aprosoja Brasil). A projeção de 110 a 115 milhões de toneladas se apoia na expectativa de forte estiagem nas principais regiões produtoras, o que tem diminuído o potencial produtivo nos últimos meses.

    Especialista do Setor Marcos Henrique.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    De maneira atípica, o Brasil pode se ver obrigado a importar um dos seus principais produtos, a soja. Diante do conflito comercial entre EUA e China, o país tem aumentado seus embarques atingindo recordes históricos, o que o fará importar o grão para dar conta da demanda interna. O grão americano, mais barato que o brasileiro em função da menor procura dos chineses, é a opção disponível para dar resolver o problema.

    Entretanto, variedades de sojas transgênicas ainda não tiveram seus registros devidamente aprovados para plantio e consumo no Brasil, o que pode impedir a importação. De acordo com autoridades sanitárias, existem cerca de 20 tipos de grãos modificados geneticamente aprovados nos EUA, com características que vão de tolerância a herbicidas à resistência a insetos. Já o Brasil, aprovou 16 tipos, com genes combinados ou simples.

    No entanto, a despeito das dificuldades protocolares com relação às legislações específicas, pode-se dizer que o Brasil tem sido beneficiado pela disputa entre os gigantes do comércio mundial, e isso pode trazer grandes vantagens no reposicionamento do país no curto e longo prazos.

    Especialista do Setor Marcos Henrique

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A Conab divulgou nesta semana seu 11º Levantamento da Safra de Grãos para 2017/18, revelando uma estimativa de produção de soja em torno de 228,6 milhões de toneladas. Trata-se de um ajuste em relação à estimativa anterior, que previa 50,7 mil toneladas a menos e, com isso, matem-se a expectativa do país alcançar a segunda maior safra da história, atrás apenas da anterior (2016/17).

    A área plantada, por sua vez, continua se expandindo e foi estimada em 61,7 milhões de hectares, um incremento de 1,3% em relação à safra passada. A soja, por seu turno, foi a cultura que teve a maior expansão na área plantada, saindo de 33,9 milhões de hectares para 35,2 milhões na safra atual. Grão de maior expressão na pauta de exportação brasileira, a soja continuará crescendo e certamente mantendo o protagonismo, sobretudo diante do conflito comercial entre EUA e China, o que pode aumentar a demanda pelo produto brasileiro.

    Na mesma linha, em estudo recente divulgado pelo Ministério da Agricultura, constata-se a expectativa de crescimento da safra de soja no Brasil em 30% nos próximos dez anos, o que significa colheita em torno de 302 milhões da oleaginosa na safra de 2027/28. A área plantada deverá crescer em torno de 13,3% no mesmo período, em grande medida nos estados do Centro Oeste (+ 28,2%), Norte (+ 23%) e Sul (+ 7,5%). Por fim, destaca-se que a China seguirá como a maior demandante, com participação em torno de 70% das vendas nacionais.

    Especialista do Setor  Marcos Henrique.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    Principal produto da agricultura brasileira e de grande relevância mundial, a soja vem enfrentando dificuldades frente à incerteza quanto ao tabelamento dos fretes, medida estipulada após greve dos caminhoneiros no final de maio. Soma-se a isso o descasamento entre preços nacionais e internacionais, frente ao embate comercial entre os dois gigantes do comércio global, China e EUA.

    Essas dificuldades têm impedido a precificação adequada dos contratos futuros para a safra de 2018/19, pois enquanto caem as cotações na bolsa de Chicago, motivadas pela boa safra em seu respectivo país e redução das exportações para a China, no Brasil o prêmio de risco tem se elevado exatamente em função deste fato, ou seja, de que o país venha se beneficiar da disputa. No entanto, deve-se destacar que a principal razão para dificuldades na formação de preços encontra-se na tabela de fretes mínimos defendidas por entidades e empresas ligadas ao transporte rodoviário.

    De acordo com os dados disponibilizados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), portanto, ligado ao maior estado produtor do país, até dia 06 de julho, as vendas de contratos antecipados aumentaram apenas 58,2 mil toneladas (+ 0,18%) em relação ao mês anterior. Destacam ainda que, até a abril, o ritmo de crescimento mensal das vendas era de 2 milhões de toneladas; as tradings, diante da incerteza quanto aos fretes e se a tabela realmente será aplicada, já estão efetuando negócios com preço acima do que foi combinado anteriormente.

    Especialista do Setor Marcos Henrique.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    O resultado do PIB divulgado recentemente veio em linha com as expectativas de mercado   (+1,0%), em grande medida puxado pelo setor agrícola que, sozinho, cresceu 13,0% no ano. Apenas a safra de soja cresceu 19,4%, de acordo com cálculos do IBGE. O clima favorável, a frequente expansão da área plantada e os ganhos de produtividade, são fatores que contribuem para expectativas de bons resultados em 2018.

    Nesse sentido, a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), em seu 6º levantamento da safra 2017/18 traz perspectivas positivas para a safra de diversos grãos, em especial a soja. Em linhas gerais, é estimada expansão de 3,4% na área plantada da oleaginosa, um incremento de 1,1 milhão de hectares. Além disso, estima-se uma colheita de 113 milhões de toneladas de soja para 2018 e uma produtividade média de 3.225 kg/ha, sempre crescente. Junto com algodão, essas são as safras mais rentáveis e de maior liquidez, portanto, influenciam totalmente a expansão da área de colheita.

    Por fim, destaca-se a importância crescente do setor agrícola no PIB brasileiro desde o início da década passada. Embora neste ano a estimativa para produção de grãos seja mais baixa que a observada em 2017 (- 4,9%), estima-se a segunda maior safra da história brasileira.

    Especialista do Setor Marcos Henrique.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou ontem, 10 de outubro, o primeiro levantamento da safra 2017/18. A estimativa de intenção de plantio para a próxima safra de grãos é resultado de pesquisa feita pela Conab nos principais centros produtores de grãos do país, entre 24 e 29 de setembro e aponta uma redução na produção.

    De acordo com a Conab, a produção de grãos da safra 2017/18 será entre 224,1 a 228,2 milhões de toneladas e sofrerá, portanto, uma queda entre 6 e 4,3% com relação à safra 2016/17, que teve resultado recorde ao produzir 238,5 milhões de toneladas. Esta supersafra foi resultado de condições climáticas altamente favoráveis à produção de grãos e que dificilmente se repetirão. Portanto, a queda da produção é, além de esperada pelos players do setor agrícola, compreensível.

    A área plantada deve ser mantida, ou sofrer elevação de até 1,8% frente à safra 2016/17, o que significa que a queda na produção será consequência da redução da produtividade média para quase todas as culturas.

    Entre as culturas, o relatório destaca o aumento da área plantada para soja, tanto pela maior liquidez que esta vem oferecendo aos produtores, como pela sua possibilidade de maior rentabilidade, dada a recuperação dos preços internacionais observada em 2017. A Lafis projeta leve acréscimo para a produção de soja em 2018, cerca de 1,3%, e o desempenho do setor continuará em alta, com crescimento das exportações brasileiras e faturamento nominal de 7,9% em relação a 2017. De acordo com a Conab, a produção de soja e milho deverão corresponder à 89% do total da produção agrícola na próxima safra.

    Por fim, entre os impactos de uma redução significativa da produção na safra agrícola de 2017/18 está o aumento do preço dos grãos, que consequentemente elevará o faturamento do setor, que pode beneficiar-se ainda mais caso o câmbio se mantenha desvalorizado. A Lafis apresenta uma perspectiva mais neutra para a produção total de grãos em 2018, com perspectivas de estabilidade na produção, e um aumento do faturamento do setor de aproximadamente 2,0%. 

    Especialista do Setor: Beatriz Araujo.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    Em 2016 a safra de soja era esperada acima do volume apresentado em 2015, o que seria mais um recorde quebrado na produção do grão desde o início da década. No entanto, com os problemas climáticos enfrentados em 2016 a produção de grãos, em especial o milho e a soja, despencou, o que deverá impactar negativamente a produção em 2017.

    A quebra da safra em 2016 trouxe um problema que deve se tornar ainda maior, o aumento nível de endividamento dos produtores, que não conseguiram recursos suficientes para pagar o crédito agrícola tomado no início desde ano. A expectativa é de que a incapacidade de pagamento das dívidas deverá comprometer o aumento do plantio em 2017, reduzindo a área plantada e a produção. 

    Assim, a safra de soja em 2017 deverá apresentar recuperação em comparação com 2016, mas o potencial de aumento da produção será menor que o esperado em junho, o que deverá impactar o faturamento do setor. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A safra da soja vem apresentando crescimento continuo desde 2013, dado os preços vantajosos observados no período e a continuidade do bom patamar de demanda por alimentos da China. No entanto, em 2016 a safra de Soja pode apresentar queda após 3 anos seguidos de alta. 

    A queda deverá ser ocasionada pelos problemas climáticos enfrentados nos grandes estados produtores, principalmente no Mato Grosso, que não só enfrentou um período de seca no período de plantio, mas um período de fortes chuvas no desenvolvimento e colheita dos grãos.  

    Assim, o faturamento da soja poderá ser fortemente afetado por essa queda, que ainda deverá ser confirmado pelo IBGE e Conab nos próximos meses. Mesmo com a demanda chinesa, a queda deverá impactar o faturamento do setor.

    Analista Responsável pelo Setor: Ricardo Quirino


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    A produção da Soja no Brasil é o grande destaque na safra de grãos desde a década passada, seja devido à posição de destaque na oferta mundial do grão ou dado o grande aumento de produtividade. No entanto, mesmo com esse aumento de produtividade, a produção de soja cada vez mais se torna menos rentável.

    Os principais fatores que tornam as safras de soja menos rentáveis são o próprio aumento dos custos na compra de fertilizantes, dado a desvalorização do real, e a queda nos preços internacionais da commodity. A queda nos preços internacionais está fortemente relacionada com o aumento da produção da soja no Brasil e perspectivas positivas da safra Norte-Americana. Outro fator de risco é a instabilidade da economia chinesa – maior comprador de soja brasileira -, que passa por uma transição do seu modelo de crescimento econômico.

    Assim, mesmo com o aumento da produção brasileira, o faturamento do setor deverá ficar prejudicado para as safras seguintes a 2016, com o forte risco da produção de soja parar de apresentar taxas positivas de crescimento a partir de 2018.

    Analista Responsável pelo Setor: Ricardo Quirino


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A primeira soja transgênica nacional chegará ao mercado brasileiro no segundo semestre deste ano. O produto foi totalmente desenvolvido no país, do laboratório à comercialização. O início da venda só será possível porque a União Européia, importadora do produto (Grão), deu o aval à entrada dessa soja nos países do bloco.

    Fruto de uma parceria entre a Embrapa e a Basf, iniciada em 1996, o sistema de produção Cultivance combina cultivares de soja geneticamente modificada ao uso de herbicidas para o controle de plantas daninhas de folhas largas.

    Desde 2009 esse tipo de grão já havia sido liberado para o uso no Brasil, no entanto, a comercialização do mesmo ainda era restrita, pois o setor aguardava a liberação de paises como Japão, Estados Unidos, China e da própria União Européia, que é extremamente restrita com relação ao uso de transgênicos. Com isso o setor poderá utilizar um tipo de semente que é mais rentável para a produção da cultura, melhorando a produtividade do setor.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A sombra de uma crise que quebrou muitos produtores de soja de Mato Grosso há uma década voltou a cobrir o Estado, apesar de a maioria deles estar capitalizada após pelo menos quatro safras de lucros expressivos. É com essa expectativa que parte dos sojicultores estão se preparando para o início do plantio na temporada de 2014/15, em meados de setembro.

    As margens estão ficando cada vez menores, tendo em vista diversos fatores estruturais, como o encarecimento dos preços das sementes - que hoje são, quase que exclusivamente, transgênicas, que sempre foram mais caras -, da dependência das importações de fertilizantes e dos gargalos logísticos, além dos fatores conjunturais, como o preço da commodity no mercado internacional, que tem a perspectiva de cair ainda mais, devido a grande produção no Brasil e Estados Unidos, nas safras 2014/15 e 2015/16.

    O futuro do setor de Soja começa a se tornar mais incerto, principalmente a partir de 2016, tendo em vista que a decisão de plantio para 2015 já foi praticamente tomada pela maioria dos produtores do Brasil, já que a queda na rentabilidade tende a aumentar em 2015 mas a se acentuar na safra de 2016. Essa queda na rentabilidade poderá afetar o faturamento do setor, que vem apresentando recordes desde 2012.

    Analista do Setor de Soja: Ricardo Quirino Theodoro

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou investimentos de R$ 500 milhões até 2015 na construção e reforma de silos, visando ampliar a estrutura e a capacidade de armazenamento público. Espera-se que o investimento leve a uma expansão em cerca de 43% da capacidade de estocagem, saindo dos atuais 1,96 milhão para cerca de 2,81 milhões de toneladas.

    O montante será direcionado à construção de 10 novas unidades e reforma de outras 80. A determinação, feita pela própria presidente, Dilma Roussef, é aumentar a capacidade estatal em regiões-chave do ponto de vista logístico, visando acelerar o escoamento da produção agrícola no território nacional. As reformas devem ampliar em 34 mil toneladas a capacidade de armazenamento dos Estados do Nordeste. Tal investimento visa complementar o Plano Safra 2013/14, que disponibilizou R$ 5 bilhões para o financiamento da construção de silos privados.

    Essa decisão ocorre diante dos problemas gritantes de armazenamento e logística apresentados na última safra. De fato, a baixa capacidade de armazenagem acentuou as deficiências logísticas e reduziu consideravelmente a rentabilidade da supersafra de 2013. Além disso, foi constrangedor o abastecimento insatisfatório dos estados do Nordeste durante a seca no início do ano, por falta de estrutura para acomodar os produtos. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    Será construída uma ferrovia que irá ligar o município de Maracaju (MS) ao município da Lapa (PR), percorrendo uma extensão de mais de mil quilômetros. Pertencente ao Programa de Investimentos em Logística (PIL), o empreendimento demandará cerca de R$ 9 bilhões em investimentoss

    Tal ferrovia trará grande ganho logística para a Região Centro-Sul, maior produtora de soja do país, ligando-a  ao Porto de Paranaguá (PR), fazendo conexão com a Ferrovia Norte-Sul (FNS) e com a Hidrovia Tietê-Paraná, além de trazer grande impulso ao desenvolvimento tanto para o Paraguai, para o Paraná, quanto para o Mato Grosso do Sul.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A Valor da Logística Integrada (VLI),  empresa pertencente ao Grupo Vale responsável pela execução do conceito de logística integrada formado por mina, ferrovia e porto, anunciou que irá investir, entre 2013 e 2017, cerca de  R$ 9 bilhões em portos e ferrovias, além da construção de três armazéns.

    O plano é adaptar e expandir o conceito de logística integrada para o transporte de carga geral e não mais exclusivamente para a exploração de minério de ferro. Com isso, a Vale espera ampliar seus negócios em transporte de grãos, especialmente a soja.  

    Tal estratégia da Vale deverá se refletir favoravelmente nos custos do setor agrícola nos próximos anos ao facilitar o escoamento dos produtos. Atualmente, os preços dos fretes tem sido pressionados pela demanda gerada pela safra recorde de grãos e pelo reajuste dos preços do diesel, chegando a atingir alta de 60%, em algumas regiões. De fato, as deficiências na logística e transporte e armazenamento tem provocado perdas que chegaram a R$ 1 bilhão de janeiro a maio de 2013, segundo estimativas do Imea-MT. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A nova fronteira agrícola do Brasil, conhecida como "Mapito" englobando Maranhão, Piauí e Tocantins, continua sendo destino de investimentos no setor agropecuário. A Algar Agro inaugurará, em junho deste ano, uma planta de refino e envase de óleo de soja no Maranhão, parte de um conjunto de investimento de R$ 100 milhões. Ainda dentro deste aporte, está prevista a construção de três armazéns, um no Maranhão e dois no Tocantins.

    As expectativas da empresa são de que até 2014, as duas fábricas de refino da empresa (a já existente e a que será inaugurada em junho) trabalharem com plena capacidade ocupada. Além disto, estas unidades possuem ganhos logísticos importantes por se localizarem à beira da ferrovia Norte-Sul. A prioridade da empresa é atender o mercado regional através do óleo de soja para consumo humano; no entanto entrar no setor de biodiesel não está descartado.

    A região fronteiriça dos estados do Maranhão, Piauí e Tocantins, é a nova vedete na produção agrícola nacional. Além de boa produtividade, a região conta com um mercado consumidor crescente, caso a produção se destine ao mercado interno; ou proximidade com portos do Nordeste, o que facilitaria as exportações para mercados como o europeu. A cultura da soja pode se aproveitar para expandir ainda mais a produção.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    As regiões leste e nordeste do estado de Mato Grosso poderão se tornar protagonistas da nova fronteira agrícola da soja brasileira. A expansão da plantação da oleaginosa sobre pastagens degradadas poderá, no médio prazo, consolidar o Brasil como segundo maior produtor do mundo, quiçá primeiro.

    O avanço da soja não significa o desaparecimento da pecuária; pelo contrário, pode implicar em maior integração entre lavoura e pecuária. O esgotamento dos pastos e o consequente avanço da oleaginosa tende a ser benéfico, na medida em que ajuda a recuperar o solo, mantendo a produção de carnes na região.

    Esta nova fronteira agrícola abre a possibilidade do Brasil se reafirmar como importante ator no mercado mundial de soja e seus derivados. No entanto, as dificuldades logísticas que a região enfrenta eleva os custos e diminui as margens, o que pode desestimular novos aportes. É crucial que estes problemas sejam solucionados para que o país mantenha sua competitividade no cenário internacional.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    A Caramuru Alimentos, uma das maiores empresas nacionais de grãos, está aportando R$ 80 milhões para aumentar em 60% sua capacidade de processamento de grãos de soja para a fabricação de farelo e óleo de soja (para uso convencional e biodiesel). Quando estiver finalizado, o investimento poderá criar 200 empregos diretos e até 1.000 postos de trabalho indiretos.

    Esta ampliação se soma a outros investimentos que o grupo está realizando desde o final de 2010 e poderá ampliar a capacidade de processamento da empresa dos atuais 1,23 milhões de toneladas para aproximadamente 2 milhões de toneladas por ano. Esta expansão visa, principalmente, ampliar a produção de farelo, utilizado nas rações para bovinos, que poderá encontrar demanda na própria região em que a fábrica está localizada - médio-norte do Mato Grosso.

    As perspectivas de aumento do rebanho bovino brasileiro e da utilização do biodiesel como combustível pode estimular aportes de empresas, tanto nacionais como estrangeiras, no aumento da suas capacidades de processamento. Estes aumentos podem gerar expansões nos faturamentos destas empresas, beneficiando a economia regional e, consequentemente, a nacional.    


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    Parceira firmada entre indústrias nacionais, empresas de sementes e produtores rurais criaram o projeto "Programa Soja Livre" com o objetivo de que nas próximas duas safras metade das mesmas seja produzida com soja convencional, isto é, não modificadas geneticamente. O montante do investimento gira em torno de R$ 1 milhão.

     A iniciativa contará com áreas que serão utilizadas para demonstração, concentradas em 13 cidades pólo do Estado de Mato Grosso (maior produtor nacional de soja). No total serão cultivados 24 campos com 18 opções de sementes. Após a experiência, o produtor terá a opção ou não de ampliar sua área cultivada com a soja convencional.

     A tentativa de reduzir a dependência de fornecedores multinacionais de sementes e de diminuir a presença de plantações de soja com sementes transgênicas, estimada em 80% na atual safra, tende a incrementar as vendas para o exterior de grãos convencionais, pois, algumas regiões como a União Européia e o Japão são fortes demandantes deste produto. Também deverá haver um bônus de R$ 2,00 por saca de soja convencional que o produtor que entregar à indústria como forma de incentivar ainda mais este cultivo.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2009
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    O USDA, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgou no seu relatório de 1º de abril as expectativas de plantio da safra 2009/10 dos produtores americanos. De acordo com o levantamento ouve alocação de área projetada entre os principais grãos.
     Com isso, a área projetada para a soja ficou acima das estimativas anteriores, atingindo um total de 30,8 milhões de hectares, um recorde para o grão. Porém, a estimativa apontou para uma queda na área do milho e do trigo.
     O resultado do relatório provocou uma reviravolta nos preços negociados na CBOT (Chicago Board Of  Trade) favorecendo para alta dos grãos. O avanço da soja sobre as demais culturas é reflexo de expectativa de preços maiores, como podemos observar nos contratos futuros de terceira posição. No fundo, os produtores americanos perceberam um quebra de safra nos principais concorrentes no mercado global: Argentina e Brasil.