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    As preocupações com a saúde têm apresentado crescimento significativo na sociedade brasileira nos últimos anos. No setor de bebidas não alcoólicas isto pode ser percebido pela queda expressiva na produção e no consumo per capita: em 2011, a produção de refrigerantes era em torno de 16,8 bilhões de litros e consumo per capita de 87,2 litros por ano; em 2019 (último dado disponível), a produção foi de 12,7 bilhões de litros e consumo per capita de 60,2 litros por ano.

    A queda tanto na produção como no consumo de refrigerantes é contrabalanceada pelo aumento significativo na produção e consumo de água mineral. A produção de água mineral quase que dobrou entre 2011 e 2019 (6,5 bilhões de litros para 12,1 bilhões); já o consumo per capita que era 39,2 litros por ano passou a ser 57,4 litros por ano.

    Os hábitos mais saudáveis da população não se restringiram a apenas aumentar o consumo de água mineral; a produção e o consumo de néctares e sucos prontos apresentaram expressiva expansão no período. Enquanto em 2011 produzia-se no país 743,8 milhões de litros e consumia-se, per capita, 3,9 litros por ano, em 2019 foi produzido 1,8 bilhão de litros e o consumo por habitante foi de 8,6 litros por ano.

    Analisando a produção total de bebidas não alcoólicas no Brasil, o crescimento entre os anos de 2011 e 2019 é marginal se comparado ao crescimento na produção de água mineral e néctares e sucos prontos – 30,2 bilhões para 32,1 bilhões. Isto denota um efeito substituição das pessoas, partindo para aquelas bebidas mais saudáveis em detrimento dos refrigerantes.

    A indústria de refrigerantes precisará se adequar à nova demanda dos consumidores. Ela já vem procurando atender essas novas necessidades, com refrigerantes com menos açúcar – usando a Stevia no lugar dos açúcares por exemplo. Resta saber, se tais mudanças cairão no gosto dos consumidores.

    Analista Responsável Marcelo Balloti Monteiro