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  • soft drinks, empresas do setor soft drinks, empresas do segmento soft drinks, setor soft drinks, segmento soft drinks, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    De acordo com um estudo realizado pela Nielsen sobre o consumo de bebidas não alcóolicas no País, a tendência de conquista de hábitos mais saudáveis de consumo, assim como a queda no rendimento médio das famílias têm alterado o padrão de consumo de bebidas no País.

    A categoria refrigerante é a que mais têm sofrido, pela substituição da bebida por refresco em só, suco pronto ou natural feito em casa. A pesquisa mostrou que numa cesta de onze bebidas, apenas três categorias mantém crescimento: água mineral, água de coco e chá pronto para beber.

    Os consumidores têm buscado mais promoções, embalagens econômicas ou marcas mais baratas. Assim, as fabricantes têm elevado as opções para oferecer alternativas mais baratas, como a garrafa retornável ou conjuntos de garrafas e latas com preços mais atrativos. Neste cenário, as marcas líderes têm elevado sua participação de mercado, pois conseguem se adaptar melhor que as menores ao cenário de crise.

    Analista Responsável pelo Setor: Laís Soares


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    As grandes indústrias que produzem suco de laranja no País, predominantemente destinado ao mercado externo, querem ampliar as vendas do produto integral (sem adição de água ou açúcar), no mercado interno, através de uma desoneração que reduza o preço final do produto.

    Apesar do resultado positivo das exportações do suco de laranja no acumulado do ano até abril, em que houve um crescimento em volume de 19%, ante o mesmo período de 2014 - dada a demanda crescente dos Estados Unidos, tendo em vista a safra menor da Flórida - estudos têm mostrado que o consumo do suco nos países desenvolvidos está diminuindo, e sofre com a substituição por outras bebidas de menor custo.

    Por isso, a preocupação dessas empresas em aumentar o consumo do suco no mercado doméstico, pois vêem um alto potencial de crescimento no mercado brasileiro, já que o consumo per capita de sucos integrais de frutas ainda é de aproximadamente 0,8 litro por ano, sendo que nos EUA esse já alcançou 18 litros. No Brasil, os refrescos e néctares, entre outros, são fortes concorrentes do suco de laranja integral, dada a arraigada "cultura do espremedor".

    As empresas esperam a aprovação, ainda que tardia de um projeto de desoneração do suco de laranja 100% proposto pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR). Esta não consiste em uma desoneração total, mas apenas no último elo da cadeia. O objetivo é isentar de PIS e Cofins as vendas das engarrafadoras aos varejistas - a alíquota é de 7,65% -, além de ICMS. De forma que o suco de laranja seja tratado como o alimento saudável e que tenha o mesmo tratamento tributário de produtos da cesta básica enquadrados na Lei 10.925, de 2004. O projeto já foi apresentado nos Ministérios da Agricultura, da Fazenda, na Câmara e no Senado.

    Analista Responsável pelo Setor: Laís Cristina Soares


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    A Louis Dreyfus Commodities, uma das maiores empresas exportadora de suco de laranja brasileiro, anunciou esta semana a suspensão da produção da bebida em sua fábrica no município de Engenheiro Coelho, interior de São Paulo, nesta safra 2014/15. No Estado, a companhia ainda processa laranja para a produção de suco nas cidades de Bebedouro e Matão. 

    A subsidiária brasileira da múlti francesa informou que "reajustou suas operações de processamento de laranja" na unidade em questão - "em linha com a estimativa de redução na produção de laranja no período" [safra 2014/15] -, que a medida visa "adequar a estrutura" de suas operações de sucos "ao momento atual do mercado" e que a suspensão poderá ser revista caso o cenário se altere.

    A ação da empresa, está inserida na atual conjuntura do setor, que percebe a queda do consumo mundial do suco nos últimos anos, apesar da pequena reação em 2013. Além disso, confere se como uma estratégia parte de uma reestruturação que busca conferir maior produtividade na fabricação do suco no estado. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    m novo decreto do Estado do Rio de Janeiro estabeleceu benefícios fiscais de ICMS a indústrias de suco natural. Pela nova norma, o imposto será reduzido a 2% nas vendas internas e interestaduais, através do mecanismo de créditos presumidos.

    As empresas do setor ainda poderão adiar o pagamento do ICMS incidente nas compras de ativo imobilizado no exterior ou no próprio Estado. Caso a aquisição seja feita em outro Estado, a companhia fica liberada do recolhimento do diferencial de alíquotas devido nas operações interestaduais. Esse diferencial equivale à alíquota interna menos a alíquota interestadual do ICMS. No entanto, o pagamento do imposto na compra de ativo imobilizado só será adiado, no caso de importação, se o desembaraço for feito por meio dos portos e aeroportos fluminenses.

    A nova medida de incentivo, de que trata o Decreto nº 44.607, aprovada esta semana, estará em vigor por 25 anos. Tendo em vista que o benefício incentiva os investimentos das empresas do setor, outros Estados podem seguir o exemplo do Rio de Janeiro na concessão do benefício tributário para conter a migração das empresas.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    A união entre Camil Alimentos, Cosan e a Gávea Investimentos poderá dar origem a uma gigante do mercado de alimentos. A nova empresa deverá ser composta por 30% de participação da Gávea Investimentos, 12% da Cosan e o restante ficará com a Camil. Pela associação, a Cosan deverá receber algo entre R$ 300 e R$ 400 milhões. O valor de mercado da nova companhia está previsto para ser algo próximo a R$ 3 bilhões.

    A associação entre as duas empresas (mais um fundo de investimento) reunirá, sob a tutela de uma única empresa, marcas de peso nos mercados de arroz, pescados e açúcar onde, Camil e Cosan, respectivamente, possuem grande fatia do mercado. Ademais, os ganhos previstos inicialmente com a sinergia das operações (principalmente com fretes, marketing e créditos fiscais) aproximam-se de R$ 50 milhões por ano.

    A inclusão de grande contingente populacional no ambiente urbano, principalmente em regiões da Ásia, África e América Latina, tende a aumentar consideravelmente a demanda mundial por alimentos. O Brasil é um importante player na produção agrícola e pode aproveitar desse aquecimento na procura por alimentos. A criação de gigantes neste nicho, pode reforçar a posição brasileira no mercado internacional.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    A norte americana General Mills, proprietária da marca de sorvetes Häagen-Dazs no Brasil, anunciou a aquisição da produtora brasileira de alimentos Yoki por aproximadamente R$ 1,75 bilhões mais R$ 200 milhões em dívidas da empresa. A conclusão do negócio deverá ser realizada ainda em 2012.

    A General Mills acredita que a adição da empresa brasileira ao seu portfólio poderá dobrar suas vendas na América Latina atingindo valores próximos à US$ 1 bilhão. Para tanto, a empresa buscará fortalecer marcas fortes do grupo como Yoki e Kitano além da expansão das marcas norte americanas do grupo, bem como a introdução de novos produtos no mercado brasileiro.

    A investida da General Mills corrobora com a perspectiva de crescimento do setor nacional de alimentos nos médio e longo prazos. Os ganhos salariais que as classes C/D/E vem auferindo nos últimos anos somada à busca por diversificação da cesta de consumo deste extrato social, tende a garantir bons retornos a este setor.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    O uso do fungicida Derosal (carbendazim) foi o motivo para os Estados Unidos barrarem as importações do suco de laranja brasileiro. A aplicação deste defensivo agrícola é comum na produção brasileira e é utilizada para combater a chamada "pinta preta" no fruto, sendo cultivada dentro dos limites estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Os Estados Unidos são um dos principais mercados das exportações brasileiras, representando cerca de 15% do destino da produção. O uso deste tipo de fungicida é aceito na Europa, Japão e Canadá entre as frutas cítricas e nos próprios Estados Unidos para o cultivo de maçãs. A denúncia do uso do produto nas laranjas foi feita pela Coca Cola, uma das maiores engarrafadoras do suco no mundo, porém há discussões sobre os níveis baixos encontrados nas amostras analisadas, sendo irrelevante a preocupação com a saúde em relação ao consumo do produto.

    A Coca Cola já pronunciou que não irá retirar as mercadorias dos pontos de vendas, enquanto que a FDA pretende realizar esta ação. O anúncio deste problema causou movimentação na cotação do fruto, atingindo taxas recordes, mas voltando a estabilidade no dia seguinte.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    Foi divulgado relatório final da OMC com relação às barreiras comerciais norte-americanas impostas sobre as importações de suco de laranja pelo país. A OMC considerou que o método de cálculo utilizado pelos americanos para estimar a margem de dumping (quando os preços de determinado produto exportado é inferior aos preços de mercado) nas importações de suco de laranja brasileiro é "incompatível" com o acordo antidumping, violando portanto, as leis do comércio internacional. 

    O Brasil contestou essa forma de cálculo, o zeroing, que desconsidera os preços das exportações brasileiras feitas por valor superior ao praticado nos EUA. Assim, não há compensação nos preços dos produtos exportados cujo valor é inferior ao praticado no mercado americano o que infla a margem de dumping calculada.

    Essa decisão final favorece consideravelmente os produtores e processadores nacionais, uma vez que os Estados Unidos se constituem como um dos maiores mercados consumidores do suco brasileiro e, atualmente, a competitividade do suco nacional é prejudicada pelas altas tarifas de importação e das tarifas antidumping incidentes sobre o preço do produto.

    Brasil e Estados Unidos, juntos, são responsáveis por 91% da produção global e 93% das exportações totais de suco de laranja, sendo São Paulo e Flórida os principais pólos produtores. Quase a totalidade do suco brasileiro é destinada à exportação e um dos principais destinos é o mercado americano; portanto, a produção dos dois países concorre diretamente. Assim, visando reservar o seu mercado aos produtores americanos, a adoção de medidas protecionistas no setor é um problema antigo enfrentado pelos exportadores brasileiros, cuja performance é extremamente dependente do cenário externo.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    Foi anunciada em maio de 2010, a fusão entre a Citrosuco, do Grupo Fischer, e a Citrovita, do Grupo Votorantim, criando a maior processadora de laranja do mundo. Caso a fusão seja aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), a empresa terá 25% de participação no mercado mundial de suco de laranja e faturamento anual em torno de R$ 2 bilhões. Entretanto, a legislação brasileira exige que atos de concentração, como compra ou fusão de empresas com faturamento superior a R$ 400 milhões (ou participação de mercado acima de 20%) sejam aprovados pelo CADE, com base em pareceres da SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico) do Ministério da Fazenda e da SDE (Secretaria de Direito Econômico), ligada ao Ministério da Justiça.

    Dito isto, a SEAE emitiu parecer, em 30/03, recomendando a fusão. Segundo a secretaria, a transação não provocará prejuízos à concorrência no mercado de laranja in natura nem no de suco de laranja congelado. Vale ressaltar que falta, ainda, o parecer da SDE e, por fim, a aprovação do CADE para a criação da empresa.

    Na etapa de processamento, o setor é fortemente concentrado em quatro grandes players, a saber, a Cutrale, Grupo Fischer (Citrosuco), Louis Dreyfus  e o Grupo Votorantim (Citrovita) - na ordem por volume processado. Com a fusão, a Citrosuco e a Citrovita ocuparão o primeiro lugar nesse ranking, com participação entre 40% e 45% ao passo em que a Cutrale figuraria na segunda posição, sendo responsável por cerca 35% do processamento. Esses quatro produtores e exportadores de suco cítricos compõem a CitrusBR, que foi fundada em junho de 2009 com a finalidade de defender os interesses coletivos dos exportadores de cítricos em escala nacional e internacional.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    Sob os auspícios da Secretaria de Agricultura de São Paulo, os representantes dos citricultores do estado e as grandes indústrias processadoras de laranja assinaram o protocolo de intenções que cria o Consecitrus. O conselho, a exemplo do que acontece no Consecana do setor sucroalcooleiro, reunirá representantes das indústrias e dos produtores e terá como objetivo primordial estabelecer um mecanismo de referência para os preços da laranja, o que certamente trará benefícios para o setor.

    A criação do Consecitrus responde a um anseio antigo desses agentes. Por um lado, o citricultor está sujeito a uma série necessidades, entre elas, a de proteção contra riscos de mudanças climáticas e incidência de pragas e a de financiamento, em virtude do descompasso existente entre o custeio da safra e os seus recebíveis. Por outro lado, a indústria, que adquire de produtores independentes cerca de 65% das frutas que processa, não tem garantia de oferta, tanto em volume quanto em qualidade, uma vez que não participa do processo produtivo. Além desses fatores, o aspecto crucial diz respeito à necessidade de parâmetros para os preços no fornecimento da laranja, uma vez que o suco da fruta é negociado como commodity e, portanto, está sujeito às oscilações do mercado internacional.

    Recentes mudanças no mercado de suco de laranja, com a demanda pelo produto mais retraída, deixaram evidente a necessidade da criação do conselho, num esforço conjunto de tornar o produto mais competitivo diante de seus substitutos diretos. A maior capacidade de investimento da indústria poderá favorecer o desenvolvimento de novas técnicas e maior controle de questões fitossanitárias, aumentando a produtividade das lavouras e tornando o suco de laranja mais atrativo no mercado externo.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    Após adquirir três empresas gaúchas do setor alimentício, quais sejam, Mu-Mu, Wallerius e Neugebauer, a Vonpar, franqueada da Coca-Cola e distribuidora do portfólio Femsa no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, criou sua Divisão de Alimentos, marcando o início da diversificação dos segmentos de atuação da organização.

    O novo braço da organização já nasce internacionalizado, pois tanto a Wallerius e a Neugebauer têm presença em mais de 30 países. As três unidades produtivas empregarão mais de 1.000 funcionários e totalizarão um faturamento de aproximadamente R$ 300 milhões.

    Tal estratégia de diversificação mostrou-se bem sucedida no caso da PepsiCo., que ingressou no segmento de salgadinhos (Elma Chips e Lucky), achocolatados (Toddy e Toddynho), bebidas esportivas (Gatorade e Propel), pescados (Coqueiro) e água de coco (Trop Coco e Kero Coco). Por usufruírem redes de distribuição similares e por poderem compartilhar alguns insumos, é possível a ocorrência de ganhos de sinergia, com significativa redução de custos.