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    Nesta semana, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estipulou um reajuste anual máximo de 7,35% dos planos de saúde individuais e familiares com aniversário entre maio de 2019 e abril de 2020. Esta é a menor taxa desde 2010, quando o percentual máximo chegou a 6,73%, e foi calculada segundo nova metodologia, que combina o Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA), mensurado pela própria agência, e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), excluindo-se o subitem de saúde.

    Apesar de positivo para os beneficiários, o anúncio não foi bem recebido pelas operadoras, que contestam o novo cálculo. Para a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), os reajustes não têm sido suficientes para cobrir a variação dos custos médico-hospitalares, colocando em risco a sustentabilidade do setor. De forma semelhante, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) afirma que a nova metodologia não confere segurança para que as empresas voltem a vender planos individuais, sugerindo que o cálculo considere também a sinistralidade dos planos individuais e familiares e sua abrangência, além das especificidades regionais e o porte das operadoras.

    Com isso, o setor de planos de saúde se mantém em um impasse, uma vez que os reajustes mais baixos são atrativos para que o beneficiário possa realizar novas contratações ou evitar a evasão daquelas já existentes. Porém os custos médicos para as operadoras ainda são elevados, o que reforça a necessidade de investimentos em ações de prevenção, conscientização dos prestadores de serviços médicos quanto aos procedimentos solicitados, além da tecnologia para promover não apenas uma melhora dos serviços, mas também dos processos, como controle interno e gestão de riscos.


    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues