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  • shopping centers, empresas do setor shopping centers, empresas do segmento shopping centers, setor shopping centers, segmento shopping centers, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2021
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Após divergências quanto às restrições impostas por decretos municipais e estaduais em meio ao crescimento do número de casos da Covid-19 em diversas regiões do país ao final de 2020, os shopping centers foram autorizados a estender em até 12 horas seu horário de funcionamento – o Estado de São Paulo é um exemplo importante – como forma de impedir a aglomeração de pessoas durante as vendas de fim de ano.

    Apesar disso, de acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), as vendas de Natal, uma das datas comemorativas mais importantes para o setor, sofreram uma queda de 12% em relação ao mesmo período de 2019. Este resultado, apurado pela Cielo, comprova a lenta recuperação dos shopping centers do país após drásticas perdas durante o período de isolamento social mais rigoroso, entre março e abril do ano passado. Enquanto isso, o comércio varejista geral apresentou queda menos intensa nas vendas entre os dias 19 e 25 de dezembro de 2020, igual a -1,8%.

    Tal retomada do setor ficará comprometida ainda neste início de ano, uma vez que o fim o auxílio emergencial, a elevada incerteza quanto ao plano de vacinação e a persistente instabilidade no mercado de trabalho impedirão as famílias de voltarem ao seu patamar de consumo pré-pandemia com segurança. Somado a isso, cabe ressaltar também a frágil saúde financeira observada pelos lojistas de shopping centers, principalmente aqueles de médio e pequeno porte. Por meio da Associação Brasileira dos Lojistas Satélites (Ablos), surgem reivindicações quanto à cobrança do 13º aluguel referente a dezembro de 2020, estipulado nos contratos de locação, e o reajuste destes contratos considerando-se o IGP-M (+23,14% em 2020). A preocupação em torno deste debate consiste, na ausência de um acordo junto às administradoras, no fechamento de lojas, contribuindo para elevar a taxa de vacância do setor de shopping centers, bem como o desemprego em um dos segmentos que mais empregam no país – segundo dados da Abrasce, eram 1,1 milhão de empregos diretos nestes empreendimentos em 2019.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues