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  • shopping centers, empresas do setor shopping centers, empresas do segmento shopping centers, setor shopping centers, segmento shopping centers, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o Índice de Visitas a Shopping Centers (IVSC) cresceu 2,95% em novembro deste ano em comparação com o mês anterior (outubro), e 1,93% em relação ao mesmo período de 2017. Este resultado foi significativamente impactado pela Black Friday, já que entre os dias 23 e 25 de novembro (período de realização do evento) o fluxo de visitantes foi 79% maior que o mesmo período de outubro e 4,5% superior à Black Friday do ano passado.

    Diante destes resultados, é possível observar que o setor de shopping centers nacional está passando por uma retomada do crescimento, bem como da confiança das empresas administradoras destes empreendimentos. Tal trajetória deve se consolidar com a expectativa de alta nas vendas para o Natal, tendo em vista o pagamento da segunda parcela do 13º salário. De acordo com estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), dos R$ 90,6 bilhões pagos nesta segunda parcela, 46% (R$ 41,3 bilhões) deverá ser gasto neste final de ano com compras no comércio nacional.

    Portanto, esta conjuntura favorecerá não somente o encerramento positivo do ano de 2018 para o setor, mas também o aumento mais consistente, nos próximos anos, da confiança tanto das famílias, que tenderão a retomar hábitos e buscar itens além daqueles considerados essenciais, quanto dos empresários, que deverão intensificar os investimentos em novos empreendimentos, e modernização e expansão daqueles já existentes.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Inaugurado em 2009 no Brasil, o segmento de outlets tem ganhado espaço nos investimentos das empresas de shopping centers no país como estratégia para a diversificação de negócios. O modelo de condomínio a céu aberto reúne diversas lojas com a proposta de oferecer produtos a preços mais baixos diretamente ao público. De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), hoje já são 12 unidades em funcionamento e as operações se concentram em quatro grandes grupos: General Shopping, Tacla Shopping, JHSF e Iguatemi Empresa de Shopping Centers.

    Todos os grupos se mostram otimistas quanto ao crescimento do setor e apostam, ainda no curto prazo, tanto em novos empreendimentos quanto na expansão e melhoria daqueles já existentes. Este é o caso do Catarina Fashion Outlet, do grupo JHSF, localizado no km 60 da Rodovia Castelo Branco e que passa por sua segunda expansão neste semestre. As obras vão adicionar 20% à atual Área Bruta Locável (ABL), que hoje conta com 24 mil m². Com isso, é esperado um incremento de 10% no número de visitantes, que atualmente recebe mais de 2,5 milhões de consumidores por ano. Além da expansão, o grupo aposta também na acessibilidade ao local ao oferecer transporte gratuito partindo do Terminal Rodoviário da Barra Funda e da Avenida Paulista, ambos em São Paulo (SP).

    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), em 2016 o volume de vendas das lojas em shoppings caiu 3,2% em termos nominais quando comparado a 2015. A entidade destaca que esta é a primeira vez que se registra queda no indicador desde que os números começaram a ser acompanhados, em 2004.

    O número de pontos de vendas também encolheu no ano passado – cerca de -12,9% - como resultado da crise econômica e da consequente queda no rendimento da população. Em dezembro de 2016 foram contabilizadas 121,6 mil lojas, o que representa uma redução de 18,1 mil em relação ao mesmo período de 2015, mesmo com a inauguração de 19 novos shoppings em todo o Brasil ao longo do ano.

    Esta conjunção resultou em baixa de 30% na contratação de funcionários temporários para o fim do ano. Foram cerca de 96 mil contratados, dos quais projeta-se que 14 mil sejam efetivados após o período das festas. Apesar do momento delicado, a Alshop ressalta que a conjuntura econômica é uma oportunidade para melhores negociações entre lojistas e administradoras dos centros de compras, colaborando para o equilíbrio entre receita e custos de ambos.

    Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    A queda da atividade econômica e do comércio varejista esperada para 2015 afeta diretamente o setor de shopping centers, haja vista que implica em uma tendência de queda das vendas e prestação de serviços dentro dos shoppings. No entanto, é importante destacar que as receita dos shoppings são constituídas basicamente pela receita de aluguel dos pontos comerciais e de receita de estacionamento. Assim, em um primeiro momento os lojistas (quem remunera os proprietários dos shoppings) tendem a sentir os efeitos negativos da atividade econômica.

    Já em um segundo momento, o resultado dos proprietários pode ser afetado de acordo com o comportamento de algumas variáveis, como, por exemplo, a capacidade dos empreendimentos de manterem o fluxo de pessoas, a quantidade de shoppings atuantes na mesma região e o desempenho dos lojistas no decorrer do tempo. Esta última variável mencionada é de grande relevância, sobretudo no atual cenário, pois, não é plausível considerar um aumento dos preços dos aluguéis em paralelo à queda das vendas das lojas por um período longo.

    Assim, na atual conjuntura econômica, é de se esperar que o setor de shoppings concentre maiores esforços para manter o fluxo de pessoas e as vendas dos lojistas, mitigando os efeitos negativos apresentados pela queda da atividade e se aproveitando da relativa estabilidade das fontes de receita do setor.

    Por fim, é importante considerar que a desvalorização cambial pode contribuir para mitigar os efeitos negativos da queda da atividade econômica interna, pois, a perda de poder de compra do real no exterior pode desestimular as pessoas a viajarem e gastarem em lojas fora do país, direcionando parte destes recursos para as lojas localizadas em shoppings localizados no Brasil.

    Analista do Setor: Marcelo Tau Carneiro


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Aliansce Shopping Centers anunciou a venda de participação em dois negócios. A companhia se desfez de 76,6% do controle do Boulevard Campina Grande, por R$ 103,5 milhões a serem pagos à vista para o Partage, empresa de investimento imobiliário do grupo farmacêutico Aché. Também vendeu a parcela de 50% que tinha no Boulevard Brasília por R$ 173,5 milhões para o Banco BVA. Os shoppings contribuíram com 3,5% da receita bruta da Aliansce no segundo trimestre de  2012. De acordo com a companhia, a negociação estava dentro da estratégia da empresa de se desfazer do que não é considerado estratégico. Além disso, a companhia também anunciou a venda no último dia 15 de agosto, de 14,14% de suas participações acionárias a General Growth Properties (GGP) por R$ 394,5 milhões. Com isso, a GGP, maior acionista da companhia, com 31,44% da empresa, passa a ter 45,57% do capital social total e votante da Aliansce.

    A Aliansce publicou resultados do segundo trimestre do ano, que registraram expansão nos principais indicadores. A receita líquida atingiu R$ 89,3 milhões de abril a junho, crescimento de 36% em relação ao mesmo período de 2011. O lucro líquido, no entanto, sofreu queda no segundo trimestre, com retração de 6,7% de abril a junho, para R$ 34,2 milhões. Dados mostram também que o resultado operacional líquido (NOI) alcançou R$ 75,9 milhões de abril a junho, expansão de 39,8% em relação ao ano passado.

    Nos shopping centers da Aliansce, as vendas cresceram 12,8% de abril a junho. No mesmo período de 2010 e 2011 os índices foram mais altos, 29,1% e 24,2%. No comércio varejista nacional, na qual shopping tem uma participação de 18,0%, as receitas obtidas vem apresentando crescimento bastante favoráveis. Tais resultados positivos são reação aos indicadores do mercado de trabalho, que sugerem um mercado interno aquecido pelo aumento da massa salarial, com queda no desemprego, além da elevação dos preços, que impulsiona as receitas do comércio.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Shopping Centers do interior e do litoral de São Paulo anunciaram investimentos em revitalização e expansão de seus espaços. A previsão dos investimentos realizados entre o fim de 2011 e este ano, por cinco shoppings do Vale do Paraíba, supera R$ 600 milhões. No litoral paulista, foi inaugurado o primeiro shopping de Caraguatatuba pelo grupo Serramar, com investimentos de R$ 70 milhões.

    O maior investimento está sendo feito pelo Colinas Shopping, em São José dos Campos, que destinou R$ 252 milhões para triplicar seu tamanho e R$ 20 milhões para sua revitalização, as obras serão concluídas em 2014. Além disso, o shopping está investindo até R$ 5 milhões  em obras viárias no entorno para facilitar o acesso e reduzir o impacto no trânsito local. Os recursos para a ampliação tem sua origem do próprio caixa da empresa e venda de ativos na área imobiliária.

    O empreendimento está situado em uma das regiões mais nobres da cidade que possui um potencial grande de crescimento por conta dos lançamentos imobiliários. O novo shopping tem como objetivo consolidar-se como centro de referência de moda, gastronomia e entretenimento para um público diferenciado. Além disso, a principal novidade entre os projetos de expansão dos shoppings na região é a construção de um centro de negócios certificado pela Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental, na sigla em inglês) dentro da área do Colinas. Trata-se de uma torre com 25 pavimentos, sendo dois interligados ao shopping e 23 que serão utilizados para escritórios corporativos e profissionais liberais.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Após investir R$ 160 milhões na construção do The Square, em Cotia, região metropolitana de São Paulo, a construtora Godoi busca áreas para novos empreendimentos no segmento open malls, shoppings  inspirados nos modelos norte-americanos com centros de compra a céu aberto.

    De acordo com o presidente da construtora e administrador do The Square, Renato Godoi, a estratégia comercial está em atrair clientes que vivem nas áreas mais afastadas da região metropolitana e com difícil acesso aos grandes centros por causa do trânsito, com a união de serviços, lazer e escritórios. Para possibilitar a combinação dos três segmentos, apenas uma loja de cada setor foi autorizada a se instalar na área de 25 mil metros quadrados, ocasionando disputas por parte de grandes empresas pelo espaço.

    Como o segmento possui um grande potencial de crescimento, Godoi possui uma expectativa de avançar 40% em volume de negócios no próximo ano, com a pretensão de atrair clientes de shoppings tradicionais de São Paulo que buscam conforto e exclusividade. Outro modelo semelhante ao the Square é o Brascan Century Plaza, localizado no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, empreendimento  lançado em 2003 com uma área de 12 mil metros quadrados.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Multiplan anunciou, no início de junho, um investimento de R$ 243,9 milhões na expansão do Barra Shopping, um dos principais centros comerciais do grupo, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a superintendente do shopping, serão construídas 45 lojas e duas megalojas, que serão somadas com 579 já existentes. O investimento possibilitará também a construção de escritórios para locação e 628 novas vagas em estacionamento coberto.

    Para a Multiplan, é necessário fazer uma renovação constante em seus shoppings, porém não há a intenção de que haja contraste entre as áreas antiga e nova do Barra Shopping. Com a expansão frontal, em direção à Avenida das Américas, o espaço ganhará 9,5 mil metros quadrados, além da revitalização de 1,3 mil metros quadrados. Para atender a demanda por novas lojas no Rio de Janeiro, o shopping tem como objetivo garantir a variedade de serviços, marcas e produtos, para isso já foi elaborada uma lista de marcas que o shopping gostaria de atrair. Um fator contribuinte para essa expansão se dá pelo crescimento do número de empreendimentos imobiliários e a quantidade de empresas que possuem sede na região, além disso dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a população na região também cresce a cada ano.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    Nesta semana, foram anunciadas três aquisições importantes no setor de shopping center. A Multiplan adquiriu 30% do Shopping Vila Olímpia, na capital paulista, que pertencia à Brookfield. O valor da operação foi de R$ 175 milhões. Por sua vez, no mesmo período, as empresas Saphyr, gestora de shoppings center, e a Hemisfério Sul Investimentos (HSI), que administra fundos imobiliários, tornaram-se sócias para operar juntas no segmento de shopping centers. A HSI adquiriu 49% do controle da Saphyr. Pelo acordo fechado, as companhias passam a dividir os lucros dos investimentos em novos negócios, sendo que já estão previstos investimentos em cinco projetos de shoppings centers no país nos próximos quatro anos. Outra aquisição importante foi feita pela BRMalls Participações que adquiriu 33% do Itaú Power Shopping, em Contagem (MG). Além da participação, no valor de R$ 87,5 milhões, a transação também envolve o pagamento de R$ 2,3 milhões por 33% da operação do estacionamento.

    As empresas do  setor de Shopping, ainda continuam otimistas com as perspectivas do setor, onde são esperados pela Lafis um crescimento do faturamento de 18,2% e 20,2%, para o ano de 2012 e 2013 respectivamente. Apesar da crise nos paises desenvolvidos, que chegou a afetar a economia brasileira, as perspectivas são de uma retomada do crescimento da economia, em virtude do aumento da renda da população, além da tendência de baixa da taxa de juros, que possibilita melhores condições de financiamento para investimentos das empresas.

    Entre as maiores empresas do setor de shopping, destaca-se como líder a BRMalls. Ao todo a empresa, que controla 45 shoppings, atingiu, no acumulado de janeiro a setembro de 2011, um faturamento de R$ 598 milhões. Já a Mulpiplan, segunda maior empresa do setor, apresentou um resultado no faturamento de R$ 483 milhões no acumulado de 2011.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    A BR Mall anunciou na última quinta-feira, dia 15, seus planos para 2012. A empresa planeja manter sua trajetória de  crescimento agressivo através de  aquisições para ganhar espaço no mercado e, para isso, anunciou que irá investir R$ 500 milhões. Segundo o presidente da empresa, o aporte previsto inclui a compra de outros empreendimentos. Além disso, a companhia pretende abrir mais três shoppings no ano em São Bernardo do Campo (SP), Belo Horizonte (MG) e Londrina (PR), além de duas expansões com previsão de entrega para 2012. Finalizando, o executivo estima que o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia fique entre R$ 962 milhões e R$ 1,023 bilhão no ano. 

    Em 2011 a BR Malls se firmou como a maior operadora de Shoppings Center de São Paulo. No total, são 45 shoppings em operação no Brasil, sendo o mais recente deles o Mooca Plaza Shopping, inaugurado em São Paulo. De acordo com o presidente da empresa, os investimentos devem encerrar este ano com um pouco mais de 1 bilhão de reais. Com relação as aquisições de participações em shoppings, a empresa fechou oito negócios somente neste ano.

    O setor de shopping center deve encerrar 2011 com ótimos resultados. Apesar da crise global ter acarretado um desaceleração da economia interna, muitas empresas como a Multiplan, Aliansce, Iguatemi , como a própria BR Malls, entre outras planejam manter seus investimentos, apostando em uma retomada economia para os próximos anos, puxada principalmente pelo aumento do piso salarial em 2012.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    Criada em 2011, a 5R Shopping Centers anunciou investimento de R$ 430 milhões no lançamento de dois empreendimentos na região do Triângulo Mineiro, oito meses após o início de suas operações. Além disso, a empresa prepara o caixa para investir em mais 18 empreendimentos em cinco anos. Recentemente, a empresa lançou o Praça Uberaba Shopping Center, que receberá investimentos de    R$ 230 milhões. O empreendimento será construído em um terreno de 72 mil metros quadrados e terá uma área bruta locável de 30 mil metros quadrados. A estimativa é que cerca de 150 lojas sejam instaladas no local, que será inaugurado no primeiro semestre de 2012. Além do mais, para 2012, três novas obras serão anunciadas, sendo duas no interior de São Paulo e outra na região Sul do país.

    Além desses investimentos, foi anunciado que os proprietários do Frei Caneca Shopping & Convention Center, Rodrigues Participações e Agropecuária LTDA, investirão R$ 30 milhões na ampliação do complexo. O início da utilização dos novos espaços está previsto para o primeiro semestre de 2013 e a expectativa do retorno do investimento é de cinco anos. A demanda por novas áreas para eventos segmentados, principalmente dos setores financeiro, têxtil e saúde, além de lojas diversificadas, levou os proprietários a tomarem esta decisão. Com a ampliação, a área construída do complexo passará de 70 mil m² para 85 mil m². A capacidade das salas modulares do centro de convenções se ampliará de  atuais 1,5 mil para 3,8 mil assentos. A área para feiras irá de 6,5 mil m² para 9,5 mil m². A área da praça de alimentação terá incremento de 50% e o número de vagas do estacionamento aumentará 35%. A expansão abrange também o início da operação de três âncoras no shopping center e mais 25 lojas satélites.

    Os investimentos anunciados na semana evidenciam que no setor de Shopping Centers, as empresas cada vez mais procuram se expandir para regiões interioranas, como o Triângulo Mineiro e regiões do interior de São Paulo, em virtude do aumento da renda dos trabalhadores que possibilita novas classes a consumirem em shoppings. Por outro lado, mesmo em grandes cidades onde os espaços estão cada vez mais escassos, as empresas do setor vêm investindo fortemente para a ampliação dos empreendimentos já existentes para poder acompanhar a crescende demanda oriunda da expanção econômica do país.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    Duas importantes notícias de investimento do setor de shopping foram anunciadas essa semana:

    O grupo Serveng-Civilsan, irá inaugurar em Caraguatatuba nesta sexta-feira, o Serramar Parque Shopping,  no litoral norte de São Paulo, seu primeiro empreendimento no setor de shopping centers. O local será o principal ponto de comércio e lazer da região, com 105 lojas, praça de alimentação, quatro salas de cinema e mil vagas de estacionamento. O investimento na construção foi de R$ 70 milhões. O shopping foi construído em uma área de 162 mil metros quadrados, em uma área estratégica na Rodovia Rio-Santos, entre os municípios de Caraguatatuba que hoje é a cidade com maior população fixa (120 mil habitantes) da região e também a mais desenvolvida e São Sebastião.

    Por sua vez, a Partage Participações e a Aquário Empreendimentos Imobiliários pretendem investir      R$ 150 milhões no projeto do primeiro shopping do Balneário do Cassino, que deve ser construído na estrada de acesso ao balneário, a mais concorrida praia da região. O Parque Shopping terá 170 lojas, em 25 mil metros quadrados. Devido aos  investimentos de R$ 7 bilhões em projetos navais no pólo portuário de Rio Grande (RS) começam a surgir novos empreendimentos também no comércio da cidade.

    O setor de shoppings tem se beneficiado do aumento da renda da população das regiões interioranas, principalmente no Estado de São Paulo. Este vem cenário propiciando às empresas o incentivo para expandir seus investimentos.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    A BR Malls, comprou o Shopping Jardim Sul, localizado no bairro do Morumbi, em São Paulo, em um acordo de R$ 460 milhões. Com isso, a companhia já aplicou R$ 1,4 bilhão em aquisições neste ano, ultrapassando em 40% a meta prevista até dezembro. Esse é o 44º shopping center do portfólio da BR Malls, o décimo no Estado de São Paulo. O Jardim Sul pertencia à construtora Camargo Corrêa e conta com 190 lojas, sendo que cinco são lojas âncora entre as quais C&A, Lojas Americanas e Renner, além de contar com 1.350 vagas de estacionamento. È esperado que a receita operacional líquida do Jardim Sul alcance R$ 38 milhões em 2012, devendo atingir a normalidade em torno dos R$ 50 milhões.

    Com essa transação, a BR Malls que já era a maior empresa de shopping do setor, alcança a marcas de 350 mil metros quadrados de àrea bruta locavel (ABL) no Estado de São Paulo e 1,4 milhão no Brasil. Além disso, a empresa vem ampliando também as unidades desenvolvidas. Este ano já foram duas unidades e há mais três previstas para 2012 e outras três para 2013. A BR Malls também investiu R$ 30 milhões na compra de dois terrenos próximos do Shopping Jardim Sul, que somam 14,3 mil metros quadrados.

    Além da BR Malls, muitos outros shoppings estão crescendo em virtude da estabilização econômica, a inflação sob controle, redução da taxas de juros no país e aumento no consumo per capita, que por sua vez, impulsionou o aumento das vendas do varejo. A construção de novos shoppings também vêm ocorrendo nas regiões interioranas do país, onde o crescimento populacional e o crescimento da renda criaram um cenário propício para as empresas.

     


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Pela primeira vez o Grupo Multiplan anuncia um investimento fora da capital paulista. A notícia divulgada no dia 27, é de que as obras para a construção do ParkShopping São Caetano, na região do ABC começarão ainda em 2011. O grupo irá investir R$ 260 milhões no novo empreendimento que contará com 39 mil m². Entre as grandes lojas estão Renner, C&A, FastShop e Ponto Frio.
    O foco do novo empreendimento é atender as classes A e B da cidade de São Caetano, o que representa 60% da população, e, além disso, aproveitar o bom índice de renda da cidade, visto que a renda per capita de São Caetano é de R$ 1,8 mil, a terceira maior do país. Além de atrair este público, outro objetivo do ParkShopping São Caetano, é alcançar consumidores nos 15 quilômetros quadrados da cidade de São Caetano, atraindo pessoas de outras regiões.
    Além de São Caetano, outras cidades de fora dos grandes centros urbanos, têm se tornado uma importante opção para as incorporadoras. Os dados da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Alshop), mostram que dos 19 empreendimentos previstos para até o final de 2012, apenas quatro serão na capital. Os outros serão direcionados à Grande São Paulo ou ao interior do Estado.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Cyrela Commercial Properties (CCP), empresa do grupo Cyrela voltada ao mercado imobiliário comercial anunciou na última quinta-feira, dia 24, investimentos de mais de R$ 650 milhões no segmento de shopping centers. A empresa, com foco em edifícios corporativos, shoppings, galpões e centros de distribuição, apesar de possuir pouca liquidez na bolsa, obteve uma valorização de seus papéis em 13% no acumulado dos últimos doze meses e reforça seu interesse no segmento de shoppings.

    Atualmente, a empresa possui apenas dois empreendimentos no ramo, o Shopping "D" e o "Grand Plaza",  seu investimento se justifica pela expansão da participação do segmento nas receitas da empresa. No ano de 2010, o faturamento do segmento de shopping centers representou 17% do faturamento, o objetivo é dobrar essa participação em três anos, chegando a até 40%.

    O investimento abarcará seis projetos que, no total, somam cerca de R$ 1,2 bilhão. O aporte foi realizado com participação dos fundos GIC, fundo soberano de Cingapura e Canadian Pension Plan (CPP). Os projetos deverão ser concluídos até o final de 2014 e envolvem uma expansão de 11 mil m²  de área bruta locável (ABL) do Gran Plaza além de cinco novos shoppings, sendo dois em São Paulo e os outros três em Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    O Grupo Sá Cavalcanti, para os próximos cinco anos, pretende investir cerca de R$ 1,8 bilhão na construção de sete novos shopping centers no país. O investimento irá gerar uma área bruta locável de 300 mil m². O grupo possui em operação somente um shopping, o Shopping Praia da Costa, no Espírito Santo. Nesse mesmo estado, estão construindo uma nova unidade, com previsão de entrega em outubro. Também para o mês de outubro, está prevista a entrega do Shopping da Ilha, em São Luis (MA). Em 2012, serão inaugurados mais dois shoppings, um em Guarulhos (SP) e o outro em Cariacica (ES). No ano de 2013, o plano do grupo é a inauguração de mais dois, localizados em Teresina (PI) e outro no Rio de Janeiro.

    Com um faturamento de R$ 245,7 milhões em 2010 e com boas perspectivas de crescimento no ano corrente, o grupo pretende, ao final das obras, alcançar uma receita de R$ 1,04 bilhão. Como é o próprio grupo que irá construir e administrar as unidades, as expectativas de receita são maiores, pois não será cobrada nenhuma taxa de administração, além do custo menor devido a construção.

    O setor de shopping centers, conforme o ritmo de expansão que ocorre no varejo de uma forma geral (que por sua vez é devido ao aumento do rendimento médio auferido pela população e da massa salarial) apresenta ótima perspectiva de desempenho nos próximos anos. Tendo em consideração mercado interno aquecido e a entrada de parcela significativa da população na classe média de renda, o setor de shoppings torna-se atrativo para investimentos, principalmente em regiões fora dos grandes centros urbanos, como é o caso do interior do país e da região Nordeste, que possui uma demanda crescente, acima da média nacional.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    O grupo Ancar investirá R$ 640 milhões na expansão de três de seus shopping centers até novembro de 2012. Os recursos também serão destinados para a construção de um novo centro de compras do grupo, que se localizará em Campinas (SP).

    Do montante total, R$ 250 milhões serão destinados somente ao Shopping Nova América, na zona norte do Rio de Janeiro, para a construção de mais 3 torres comerciais, 914 salas, 12 lajes corporativas, ficando com cerca de 120 mil metros de ABL. A escolha da unidade para o recebimento do aporte deu-se em função de sua boa localização.

    O novo shopping, que terá suas obras iniciadas em março de 2011 e inauguração prevista para outubro de 2012, possuirá 100 novas lojas com 40 mil metros de ABL. As duas outras expansões do grupo serão feitas no Shopping Rio Design Barra, na zona oeste do Rio, e no Center Vale Shopping, em São José dos Campos (SP), custando cada uma cerca de R$ 50 milhões.

    Com esse investimento, o grupo Ancar pretende ampliar sua atuação junto às classes A, B, C e D. O faturamento acumulado do grupo até agosto de 2010 é de R$ 3,5 bilhões. A expectativa da empresa é de chegar ao fim de 2010 com vendas que totalizem R$ 7 bilhões. Segundo a Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers), o setor apresentou crescimento de 13,75% nos oito primeiros meses de 2010. Além disso, prevê crescimento de 15% nas vendas ao final do ano. Esses números são corroborados pelo crescimento do rendimento real médio da população brasileira e da massa salarial, que eleva a busca por serviços diversificados, o que está refletido na expansão do setor de Shoppings, atuante entre as mais diversas classes de renda dentro do país.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    A expansão do comércio varejista nacional, principalmente o setor de shopping centers, tem sido determinante para o forte volume de desembolsos por parte do BNDES, cujo montante, apenas no primeiro trimestre de 2010, atingiu R$ 81,3 milhões, superando todo o ano de 2009. Ainda sob análise encontram-se projetos que totalizam R$ 627 milhões, bem como financiamentos já aprovados de R$ 218 milhões, indicando que o setor deve manter um nível considerável de crescimento no curto prazo.

    A Iguatemi Empresa de Shopping Centers é um exemplo deste panorama. Contratando um financiamento de R$ 181 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento, a empresa pretende cobrir 60% do investimento necessário para a construção do Iguatemi Alphaville, empreendimento que já conta com 75% de sua área bruta locada. Em outra ponta, a Multiplan, confirmando um investimento de R$ 1,3 bilhão a ser realizado até 2012, optou pela captação através da oferta de ações obtendo recursos da ordem de R$ 800 milhões.

    Esses investimentos, bem como os desembolsos feitos pelo BNDES, acompanham o grande crescimento apresentado pelo setor de shopping centers ao longo dos últimos anos. Com o aumento do rendimento médio da população e a queda do desemprego, assim como o advento das camadas mais baixas de renda como classes consumidoras dos grandes centros de compra, o setor se beneficia enormente. A ampliação do número de shoppings no país indica, claramente, essa tendência


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    A rede de supermercados Zaffari anunciou, no dia 25 de março, um programa de investimentos no montante de R$ 250 milhões, sendo a maior parte dos recursos destinados à construção de um novo shopping center em Porto Alegre, com um acréscimo de R$ 20 milhões para obras de infra-estrutura nos arredores do novo empreendimento, totalizando investimentos de R$ 270 milhões. O Bourbon Shopping Wallig, que terá área total de 167,7 mil metros quadrados, sendo que 45,6 mil metros quadrados serão locáveis, abrigará, também, um novo supermercado Zaffari, além de 220 operações comerciais, de alimentação, de serviços e entretenimento.

    Esse novo empreendimento, com previsão de término para o segundo semestre de 2011, terá metade da receita líquida advinda da locação de espaços comerciais e de serviços, demonstrando que o setor de shopping centers é de grande importância para o grupo, que pretende, em um segundo momento, ampliar o Bourbon Shopping Wallig, abrangendo serviços diferenciados, como teatro, um prédio de escritórios e um centro de convenções.

    O investimento do grupo Zaffari vem na esteira do forte crescimento que o setor de shopping centers demonstra ao longo dos anos; 10,5% de ampliação média, faturando 71 bilhões apenas no ano de 2009. Com o sucessivo aumento dos indicadores de renda e trabalho, acompanhado pelo dinamismo do setor de serviços, a empresa faz um importante movimento no setor cujas projeções indicam a permanência de crescimento acima de 10% ao ano.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2008
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    Foi divulgado dia 26/12 pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) que as vendas de Natal nos shopping centers do país cresceram 3,5% neste ano na comparação com o ano anterior, já descontada a inflação. Em termos nominais, a alta foi de 9,5%, ante expectativa de 8% a 10% da entidade.
    Aparentemente a crise econômica não comprometeu os resultados do varejo durante todo o ano, pois nos primeiros nove meses houve crédito farto e prestações alongadas, baixas taxas de juros para o consumo, aumento da renda, ampliação do emprego formal e a valorização do Real, promovendo um crescimento nominal de 9% sobre 2007. Os estoques para o Natal foram formados ainda neste período.
    Quanto ao período do Natal, a concentração de compras ocorreu nos últimos dias, entre 20 e 24 de dezembro, como de praxe. Por segmentos, o de “óculos e acessórios” obteve crescimento real de 14%, o de “perfumaria e cosméticos”, de 9%, o de “vestuário e calçados”, de 4%, e o de “livros, DVDs e CDs”, de 5%. No setor de brinquedos, as vendas de Natal tiveram queda de 5%, descontada a inflação.