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  • seguros, empresas do setor seguros, empresas do segmento seguros, setor seguros, segmento seguros, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A oferta pública de ações da Caixa Seguridade deverá acontecer em 2015. Para a Caixa é uma oportunidade para reorganizar a sua área de seguros e ampliar o desempenho da empresa em nichos ainda pouco explorados. Isso porque, a venda de ativos apresenta-se como alternativa para a obtenção de capital necessário para a continuidade do ritmo de expansão da carteira de crédito da empresa. A iniciativa para a operação tem como base o modelo bem sucedido da BB Seguridade, em que a oferta pública de ações arrecadou R$ 11 bilhões em abril de 2013. Para alguns especialistas no assunto, é possível estimar que a Caixa seguros possua um valor de mercado de R$ 29 bilhões. Até o momento, a Caixa avalia apenas o IPO do seu segmento de seguros. 

    Caso ocorra, o IPO (Initial Public Offering) trará uma receira bilionária para o Tesouro, ajudando no cumprimento da meta de superávit primário. Entretanto, é importante frisar que, as ações da holding de seguros pertencem à Caixa, dessa forma, apenas o banco lucraria com a operação, porém o resultado gera ganhos indiretos ao Tesouro, uma vez que a operação é tributada e, potencialmente, aumenta os dividendos distribuídos para a União. Segundo o jornal Valor Econômico, o imposto incidente na operação pode chegar a 40% do valor movimentado. 

    Ainda não está definido o percentual do capital da Caixa Seguridade que será ofertado na bolsa, porém estima-se que seja próxima de 33,75%, mesma porcentagem ofertada na abertura de capital da BB Seguridade. Desse modo, a Caixa deterá o controle acionário da holding, mesmo após o IPO. Entretanto, é importante considerar que operação ainda está em um estágio inicial, de forma que ainda não está claro o tamanho que a oferta de ações pode chegar. Além disso, especialistas do mercado financeiro afirmam que ainda não é o melhor momento para a operação, pois é necessário uma recuperação maior da conjuntura econômica e uma retomada consistente da bolsa.           
     
    Analista do Setor de Seguros - Amanda de Brito Andriotta