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  • seguros, empresas do setor seguros, empresas do segmento seguros, setor seguros, segmento seguros, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    No último dia 12 de novembro o Governo Federal publicou uma Medida Provisória que prevê a extinção do seguro obrigatório DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). A medida ainda precisa ser avaliada pelo Congresso Nacional em um prazo de 120 dias e, caso aprovada, entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2020. 

    O seguro já vinha sendo revisado nos últimos anos com a redução média de 35% no valor cobrado ao motorista em 2018, e de 63,3% em 2019, chegando a R$ 12,00 n o início deste ano. Consequentemente, a arrecadação do prêmio nesta modalidade reduziu-se significativamente, com queda de 21,0% no prêmio direto em 2018, e de 54,0% entre janeiro e setembro de 2019, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    A discussão favorável à medida alega seu “potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público”, segundo nota do Governo enviada à imprensa. Reforçando este argumento, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) afirma que, em média, apenas 30% do valor arrecadado com o DPVAT é repassado à sociedade em forma de serviço assistencial. Ou seja, de cada R$ 1,00 arrecadado com o seguro, apenas R$ 0,30 é destinado ao pagamento de indenizações provenientes de acidentes de trânsito, enquanto o restante é utilizado para cobrir custos operacionais e tributos indiretos.

    Diante desta conjuntura, a notícia foi bem recebida pelas empresas seguradoras privadas, que veem na medida uma oportunidade para o desenvolvimento de novos produtos e serviços a fim de suprir as funções exercidas até o momento pelo DPVAT, observando-se que o setor de seguro para automóvel privado tem sido beneficiado pelas mudanças no âmbito regulatório. Tais mudanças, que consideram também a flexibilização de contratos e as apólices eletrônicas, viabilizam investimentos para o aprimoramento dos serviços de seguros por meio de inovação tecnológica e diversificação de produtos, permitindo ao setor conquistar uma maior parcela da população não protegida.

    Especialista do Setor: Fernanda Rodrigues


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anunciou que irá avaliar a oferta de seguros privados customizáveis, ou seja, conforme as necessidades dos clientes, a partir da flexibilização dos prazos de contratação.

    Esta medida foi bem recebida pelas empresas do setor, uma vez que abre oportunidade para a criação de novos produtos, aumentando a competitividade no mercado segurador nacional. Conforme divulgado pela reportagem do Valor Econômico, com este novo modelo seria possível ofertar um seguro para períodos específicos, como o seguro residencial enquanto os moradores viajam, ou um seguro automóvel apenas aos finais de semana, e até mesmo um seguro agro para cada fase do plantio, dependendo do seu nível de risco.

    O desenvolvimento destes novos produtos poderá contribuir positivamente para a trajetória de crescimento do setor de seguros nacional em consonância com a maior adesão dos brasileiros a este tipo de serviço. Apenas no primeiro quadrimestre de 2019, o prêmio direto emitido cresceu 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado, levando a uma perspectiva otimista quanto ao desempenho do setor nos próximos meses. De acordo com as projeções da Lafis, o prêmio emitido em 2019 deverá crescer 8,8%, com maior influência dos ramos de seguros pessoais (10,4%) e patrimoniais (10,7%).


    Especialista do Setor Marcel Carneiro

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Conforme apurou a reportagem do Valor Econômico, a procura por seguros de responsabilidade civil contra práticas trabalhistas cresceu após a reforma trabalhista. Isto porque entende-se, agora, que as ações dos trabalhadores estão mais bem fundamentadas, elevando o risco para os empregadores. Dentre as principais empresas do setor, a AIG Seguros apontou um crescimento de 30% neste tipo de contrato desde o segundo semestre de 2018, enquanto na Willis Towers Watson Brasil o aumento da demanda foi de cerca de 50%.

    De acordo com a Susep, o “Seguro de Responsabilidade Civil Geral é aquele que garante ao Segurado, quando responsabilizado por danos causados a terceiros, o reembolso das indenizações que for obrigado a pagar, a título de reparação, por sentença judicial transitada em julgado, ou por acordo com os terceiros prejudicados, com a anuência da Sociedade Seguradora, desde que atendidas as disposições do contrato” (Susep, 2017). De 2014 a 2018, o prêmio total pago nesta categoria cresceu 8,8%, enquanto a sinistralidade reduziu 12,9 p.p. no mesmo período.

    Esta tendência vai em linha com as projeções da Lafis quanto ao crescimento do ramo “Demais”, no qual está inserida a categoria R.C. Geral. Em 2018, o crescimento no total de prêmio pago foi de 6,9% em relação ao ano anterior, enquanto a expectativa para o ano de 2019 é de avanço igual a 8,3%.

    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS), divulgado pela Fenacor¹, cresceu 23 pontos em outubro deste ano em comparação com o mês anterior, o melhor resultado alcançado neste semestre. Todas as três variáveis que compõem o índice total apresentaram resultado positivo no período: Índice de Confiança das Grandes Corretoras (+26,7 pontos), Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (+24,4 pontos) e Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras (+17,7 pontos).

    Os resultados apontam uma retomada significativa da confiança das empresas do setor com a definição do cenário político, até então caminhando para a eleição do candidato à presidência Jair Bolsonaro e que se confirmou no último dia 28 de outubro. Com isso, as seguradoras e resseguradoras esperam reduzir suas incertezas quanto às políticas econômicas a serem adotadas pelo novo presidente eleito e seus efeitos para o setor de seguros nacional.

    Portanto, diante dos resultados consolidados até agosto deste ano e que apontam para um crescimento do prêmio de seguros, bem como para a queda da sinistralidade, somada a uma maior confiança das empresas seguradoras, a Lafis acredita que, em 2018, o setor de seguros nacional avançará 6,9% em termos de faturamento. Destaque para o aumento nas contratações relacionadas aos seguros pessoais e de automóveis, tendo em vista a melhora relativa no mercado de trabalho e o crescimento esperado da venda de veículos leves.

    ¹Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros

    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros), o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) atingiu 87,3 pontos em junho de 2018. Este resultado representa a segunda queda consecutiva do índice, sinalizando que aspectos externos, como greve dos caminhoneiros, alta do dólar e incerteza eleitoral, têm influenciado negativamente a perspectiva dos empresários do setor.

    Apesar disso, o segmento vem progredindo em termos internos e organizacionais de modo a adotar novas estratégias para diversificar suas fontes de crescimento. Dentre estas ações está a parceria com redes varejistas para a comercialização de serviços diversificados. O setor visa, além de melhores margens, a vantagem da baixa sinistralidade observada neste canal de venda.

    De forma pioneira, a Via Varejo iniciou, em 2014, uma parceria com a Zurich Seguros para a venda de serviços de garantia estendida aos clientes da rede varejista. Entre os produtos protegidos pelo seguro estão celulares, móveis, linha branca, linha marrom, informática, eletro-portáteis e micro-ondas. Em 2016 um novo contrato foi firmado, desta vez referindo-se à venda e distribuição exclusivas de apólices e bilhetes de seguros.

    Mais recentemente, a Capemisa Seguradora iniciou a oferta de seguros de vida em cartões de redes do setor varejista, sendo este serviço 70% do faturamento total da empresa. Por fim, o Itaú Unibanco, junto à seguradora Chubb Seguros, pretende iniciar um projeto piloto para oferecer seguro para celular por meio de seus parceiros, como Grupo Pão de Açúcar.

    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O setor de seguros observou, ao final de 2017, crescimento no prêmio de seguros e redução da sinistralidade (+3,7% e -2,7 p.p., respectivamente), uma expansão mais forte que no ano anterior, e as perspectivas para 2018 continuam positivas. O cenário esperado de estabilidade econômica, com baixa taxa de juros, inflação controlada, e melhora no mercado de trabalho e da renda, contribuem para a retomada das contratações de serviços de seguros, tanto por parte das empresas quanto das famílias.

    Para aproveitar tal conjuntura, o setor tem adotado estratégias para se reestruturar, investir em tecnologia e criar facilidades para o cliente. Neste sentido, as seguradoras têm se preocupado em estar disponíveis via aplicativos de celular, bem como em realizar parcerias com insurtechs, vistas como facilitadoras para o desenvolvimento do setor. Segundo apuração feita pela Conexão Fintech, em fevereiro deste ano, existiam 55 insurtechs no Brasil, enquanto que em agosto de 2017, este tipo de empresa somava 27.

    É importante salientar ainda que as ações regulatórias também são extremamente importantes para o bom desempenho do setor de seguros nacional, uma vez que promove uma maior transparência e segurança jurídica na oferta deste tipo de serviço. Uma destas ações é o novo marco regulatório de capitalização, que será anunciado na segunda quinzena de abril pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e que contemplará, além das quatro modalidades atuais (tradicional, popular, incentivo e compra programada), outras duas categorias, com a regulamentação também o instrumento de garantia e a filantropia premiável.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O setor de seguros observou, ao final de 2017, crescimento no prêmio de seguros e redução da sinistralidade (+3,7% e -2,7 p.p., respectivamente), uma expansão mais forte que no ano anterior, e as perspectivas para 2018 continuam positivas. O cenário esperado de estabilidade econômica, com baixa taxa de juros, inflação controlada, e melhora no mercado de trabalho e da renda, contribuem para a retomada das contratações de serviços de seguros, tanto por parte das empresas quanto das famílias.

    Para aproveitar tal conjuntura, o setor tem adotado estratégias para se reestruturar, investir em tecnologia e criar facilidades para o cliente. Neste sentido, as seguradoras têm se preocupado em estar disponíveis via aplicativos de celular, bem como em realizar parcerias com insurtechs, vistas como facilitadoras para o desenvolvimento do setor. Segundo apuração feita pela Conexão Fintech, em fevereiro deste ano, existiam 55 insurtechs no Brasil, enquanto que em agosto de 2017, este tipo de empresa somava 27.

    É importante salientar ainda que as ações regulatórias também são extremamente importantes para o bom desempenho do setor de seguros nacional, uma vez que promove uma maior transparência e segurança jurídica na oferta deste tipo de serviço. Uma destas ações é o novo marco regulatório de capitalização, que será anunciado na segunda quinzena de abril pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e que contemplará, além das quatro modalidades atuais (tradicional, popular, incentivo e compra programada), outras duas categorias, com a regulamentação também o instrumento de garantia e a filantropia premiável.

    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) criou, em novembro deste ano, um grupo de trabalho para debater a operação das empresas que atuam sem autorização no setor de seguros. Tais empresas não cumprem as regras e os critérios preestabelecidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), causando prejuízos à população por não haver uma proteção jurídica para o consumidor.

    Dentre as regras, estão as de solvência - que atestam a condição que uma companhia possui, entre ativos e passivos, para arcar com seus compromissos financeiros; as bases técnicas atuariais que visam a estabelecer probabilidades de riscos; e a fiscalização em relação às condições legais para eleição dos seus administradores.

    De acordo com a SUSEP, há pelo menos 200 processos administrativos referentes apenas à proteção veicular em apuração de indícios de irregularidades. Além disso, a autarquia está analisando outros 20 processos referentes a seguros de vida e acidentes pessoais.

    Apenas para ilustrar as consequentes perdas do setor devido às empresas irregulares, as apólices de automóveis geraram um total de R$ 16,1 bilhões em pagamento de sinistros, de janeiro a setembro deste ano, por parte das empresas autorizadas. Em 2016, as indenizações deste segmento somaram R$ 21,2 bilhões.

    Especialista do Setor: Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Apesar do mau momento que a economia brasileira vive, o setor de Seguros tem se mostrado resiliente diante das dificuldades. Em 2015, o faturamento total do mesmo cresceu 6,9% em termos nominais, de acordo com o estudo divulgado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP). 

    Entre os segmentos, o destaque vai para Saúde, que apresentou aumento de 13% no faturamento e fechou o ano com R$ 32,4 bilhões em prêmios. O ramo de Pessoas teve um aumento nos prêmios de 6%, totalizando R$ 33,2 bilhões, enquanto o segmento de Automóveis contabilizou R$ 33,3 bilhões – crescimento de 3% e relação a 2014, impactado fortemente pela queda nas vendas de veículos novos. Não houve modificação no topo do ranking das maiores seguradoras em 2015. A Bradesco Seguros permanece como a maior empresa do setor, com 23% de market share, seguida pelo Banco do Brasil-Mapfre (12,75%) e SulAmérica (12,0%). 

    O cenário em 2015, mesmo com uma queda real de 3,8% no faturamento – descontada a inflação medida pelo IPCA – é uma demonstração da força do setor em atuar de forma positiva para sustentar os indicadores dentro da margem esperada. Com a perspectiva de melhora nos indicadores econômicos para o próximo biênio 2016-2017, é esperado que setor de Seguros volte a crescer a taxas de dois dígitos, retomando assim a trajetória de expansão do mercado no Brasil – que ainda é bastante diminuto em comparação ao mercados desenvolvidos, como o europeu e norte-americano.

    Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    No século XXI, os avanços tecnológicos vêm mudando de forma acelerada os padrões de consumo. Em 2015, o e-commerce brasileiro faturou mais de 41,3 bilhões de reais, com destaque para as categorias de telefonia, eletrodomésticos, informática e casa e decoração. De acordo com a pesquisa da E-bit/Buscapé, os clientes estão adotando cada vez mais o chamado omnichannel, no qual há a integração entre lojas físicas e virtuais, como por exemplo a compra online e retirada na loja.

    Este cenário tem muito a ver com as mudanças no perfil do consumidor. A média de idade dos “cyber clientes” é 43 anos, representando uma população que tem poder de compra e passou por todas as transformações tecnológicas relevantes (PC, internet, smartphones). Quando se trata da população jovem a situação é ainda mais impressionante. Com uma média de 80 horas/mês gastas em dispositivos móveis, os chamados “millennials” – jovens entre 16 e 36 anos – priorizam compras online e em aplicativos mobile. Com isso, as empresas do varejo estão tendo que investir pesado no desenvolvimento desses canais de venda, inovando com novos formatos de acesso e formas de atrair a atenção do consumidor cada dia mais ávido por novidade.

    Além do tradicional varejo, outros segmentos também estão adentrando o mundo virtual de vendas. É o caso do setor de seguros, que observando a mudança no perfil dos clientes, esta criando e implementando novos sistemas digitais antifraude, viabilizando a venda em massa de apólices via internet. A ideia é disponibilizar uma gama de serviços digitais, levando aos segurados novas experiências de consumo e assistência.

    Analista Responsável: Robson Poleto


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Em sua quinta edição, o Allianz Risk Barometer 2016 – relatório anual da Allianz Global Corporate & Speacialty (AGCS), apresentou os resultados obtidos em entrevistas com mais de 800 especialistas em risco e seguros de 40 países. De acordo com os dados, as empresas se dizem cada vez mais preocupadas com o a vulnerabilidade que a globalização impõe ao processo produtivo. Além disso, a constante inovação e migração para os sistemas online tornam os crimes cibernéticos uma nova e crescente preocupação dos gerentes de risco.

    O relatório mostra que o risco de interrupção dos negócios (business interruption - BI) se eleva com a internacionalização da produção ou das fontes de fornecimento. Casos como a incêndio no porto de Tianjin na China, em agosto de 2015, chamaram a atenção para o impacto que desastres locais podem ter a nível mundial – neste caso em particular, interrompendo o fornecimento de insumos para muitas empresas ao redor do mundo. 

    Não só desastres naturais ou acidentes, mas também problemas geopolíticos e socioambientais podem ocasionar perdes decorrentes de BI. Para as seguradoras, isso mostra que eventos regionais podem significar não pedidos de cobertura no local do incidente, mas também em locais além-mar que podem ser prejudicados de alguma maneira pelo ocorrido, através das linhas de seguro de BI.

    De maneira similar, os crimes cibernéticos também estão entrando na pauta de preocupação das empresas. Com o aumento da complexidade dos processos e uso cada vez mais sistemas integrados, torna-se relevante considerar possíveis problemas cibernéticos que venham a paralisar os negócios. Com isso, o calculo dos riscos e a ação preventiva, como securitização destes eventos, impõe às seguradora atenção e esforço neste que, de acordo com especialistas da área, pode ser um dos segmentos de maior crescimento no setor para as próximas décadas.

    Analista Responsável: Robson Poleto


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A oferta pública de ações da Caixa Seguridade deverá acontecer em 2015. Para a Caixa é uma oportunidade para reorganizar a sua área de seguros e ampliar o desempenho da empresa em nichos ainda pouco explorados. Isso porque, a venda de ativos apresenta-se como alternativa para a obtenção de capital necessário para a continuidade do ritmo de expansão da carteira de crédito da empresa. A iniciativa para a operação tem como base o modelo bem sucedido da BB Seguridade, em que a oferta pública de ações arrecadou R$ 11 bilhões em abril de 2013. Para alguns especialistas no assunto, é possível estimar que a Caixa seguros possua um valor de mercado de R$ 29 bilhões. Até o momento, a Caixa avalia apenas o IPO do seu segmento de seguros. 

    Caso ocorra, o IPO (Initial Public Offering) trará uma receira bilionária para o Tesouro, ajudando no cumprimento da meta de superávit primário. Entretanto, é importante frisar que, as ações da holding de seguros pertencem à Caixa, dessa forma, apenas o banco lucraria com a operação, porém o resultado gera ganhos indiretos ao Tesouro, uma vez que a operação é tributada e, potencialmente, aumenta os dividendos distribuídos para a União. Segundo o jornal Valor Econômico, o imposto incidente na operação pode chegar a 40% do valor movimentado. 

    Ainda não está definido o percentual do capital da Caixa Seguridade que será ofertado na bolsa, porém estima-se que seja próxima de 33,75%, mesma porcentagem ofertada na abertura de capital da BB Seguridade. Desse modo, a Caixa deterá o controle acionário da holding, mesmo após o IPO. Entretanto, é importante considerar que operação ainda está em um estágio inicial, de forma que ainda não está claro o tamanho que a oferta de ações pode chegar. Além disso, especialistas do mercado financeiro afirmam que ainda não é o melhor momento para a operação, pois é necessário uma recuperação maior da conjuntura econômica e uma retomada consistente da bolsa.           
     
    Analista do Setor de Seguros - Amanda de Brito Andriotta


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Mesmo com as incertezas no cenário econômico brasileiro, o mercado de seguros no País apresenta-se otimista. O que mostra essa percepção são os índices calculados pela Fenacor: Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras (ICER) e Índice de Confiança das Grandes Corretoras (ICGC). 

    Os quatro índices apresentaram aumentos em seus indicadores em dezembro, em relação ao mês anterior, indicando um maior grau de confiança das seguradoras e resseguradoras, além de demonstrar as expectativas favoráveis dos corretores de seguros quanto ao mercado nacional.

    O setor de seguros no País possui mercados ainda pouco explorados, o que garante relevantes oportunidades de crescimento. Um desses mercados, em específico, é o seguro de transporte internacional, que representam cerca de 0,5% do total de prêmios emitidos em todos os ramos. Essa participação está abaixo da potencialidade do ramo, dada a expressividade da corrente de comércio brasileira.    

    Para 2015, a Lafis projeta um crescimento de 10,5% no faturamento total do setor.   

    Analista do Setor de Seguros: Amanda de Brito Andriotta


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Fundación Mapfre lançou um relatório em que apresenta a evolução do mercado latino americano de seguros nos últimos dez anos (2003-2013), utilizando dados estatísticos de dezoito mercados seguradores, além de destacar os fatores que influenciaram sua evolução. Segundo a publicação, o mercado apresentou crescimento de dois dígitos em oito dos anos analisados e o Brasil foi o país que liderou o crescimento regional do setor. Entre os elementos positivos que impactaram no crescimento do segmento estão a situação econômica que a região atravessou no período, com destaque ao aumento no nível de empregos, às vendas de bens e automóveis, à maior demanda de créditos de consumo e hipotecas, aumento do poder aquisitivo da população e ao maior acesso a produtos e serviços que não eram utilizados anteriormente.

    Em dez anos, o mercado segurador da América Latina obteve aumento nominal de 358% dos prêmios emitidos e entre os países que mais aumentaram o volume de prêmios, no período, foram o Brasil ocupando o primeiro lugar, seguido pela Venezuela e a Argentina. Em adicional, destaca-se que as perspectivas para os próximos anos são otimistas e o desempenho do setor de seguros tem grande potencial de crescimento na região, mesmo inserido em um contexto de desaceleração econômica observada em alguns países, por exemplo, a economia brasileira.    

    Sobre o mercado brasileiro, em específico, observa-se que a tendência dos últimos anos será mantida, impulsionado  por produtos que atendam demandas específicas, nichos de mercados ainda pouco explorados e a maior percepção das pessoas da importância de ter um seguro. Desse modo, para 2014, a Lafis estima um crescimento de 12,0%, atingindo R$ 92,96 bilhões de prêmios emitidos.

    Analista do Setor de Seguros: Amanda de Brito Andriotta

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    No dia 7 de agosto desse ano foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff a Lei complementar 147/2014, que insere as corretoras de seguro no Simples Nacional. Ao unificar oito tributos cobrados pela União, estados e municípios, das micro e pequenas empresas, o programa faz com que a carga tributária seja menor para as categorias beneficiadas. Podem aderir ao projeto empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, com a lei passando a vigorar a partir de janeiro de 2015.

    A inclusão das corretoras no SuperSimples, o que vinha sendo pleiteado há muitos anos, representa uma conquista que, na prática, dá início a um novo ciclo da trajetória da categoria. A mudança para aqueles que aderirem ao programa, como é o caso de pequenos corretores e empresas familiares, possibilitará uma arrecadação tributária mais justa, fazendo com que estas empresas consigam concorrer de forma mais equiparada com as grandes corretoras.

    O Simples Nacional torna possível para as micro e pequenas empresas transformarem os benefícios de uma menor arrecadação tributária em ganhos dentro da empresa, como uma maior qualificação dos funcionários por meio de treinamentos, geração de novos empregos, melhoria na qualidade do serviço prestado entre outros, que por fim podem trazer benefícios financeiros e mais oportunidades ao setor.     

    Analista do Setor de Seguros: Amanda de Brito Andriotta

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O Grupo Argo Seguros, que tem sede em Bermudas, anunciou investimento de US$ 10 milhões no Brasil. A companhia é especializada em riscos corporativos de propriedade, transporte e linhas financeiras, com foco na cobertura de pequenas e médias empresas. No país, tem estudado a entrada nas áreas de energia e de seguro garantia, que cobre a entrega de obras e serviços, áreas em que já atua em outras localidades.

    O investimento será utilizado para aumentar o capital da seguradora, aberta há quase dois anos no país, além de ser utilizado na abertura de uma resseguradora admitida (caracterizada por ter sede no exterior, mas que necessita aportar um capital mínimo de US$ 5 milhões, além de ter escritório de representação no país). 

    Na operação de resseguro, a companhia seguradora transfere para o ressegurador o risco assumido através da emissão de uma apólice ou um conjunto delas, podendo ser indenizado caso venham a ocorrer danos. Além da resseguradora admitida, existem outros dois tipos de resseguradoras no Brasil: a local, que tem que aportar um capital mínimo de R$ 60 milhões e montar estrutura no país e a eventual, em que é necessário apenas um cadastro na Susep (Superintendência de Seguros Privados). 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A seguradora italiana Generali investe R$ 150 milhões com o objetivo de aumentar a capacidade de subscrever em até R$ 450 milhões em riscos.

    A empresa quer aumentar sua participação de 0,35% no setor de seguros e aumentar seu share no mercado brasileiro, uma vez que o mercado de seguros europeu foi fortemente afetado após a crise econômica mundial. Devido a isso,  a estratégia da empresa é ganhar mercado no Brasil, pois o setor vem apresentando forte crescimento nos últimos anos, sendo que somente em 2011 apresentou um crescimento de 16,6% no prêmio de seguro. 

    Um dos pontos que empresa irá investir é no microcrédito, como por exemplo, o  oferecimento de seguros via celular em uma parceria com a operadora TIM está sendo estudada. O microcrédito, com crescimento do rendimento médio da população brasileira, principalmente das classes D e C, apresenta uma ótima oportunidade de expansão ao setor, devido à possibilidade de aumentar o número de segurados e produtos.