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AutorLafis
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Ano2019
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Analista Responsável
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Ano2017
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Analista Responsável
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AutorLafis
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Ano2017
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Categoria
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Analista Responsável
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AutorLafis
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Ano2016
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Analista Responsável
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AutorLafis
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Ano2015
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Categoria
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Analista Responsável
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AutorLafis
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Ano2014
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Categoria
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Analista Responsável
As alíquotas das contribuições incidentes na fabricação e importação de bebidas frias será de 2,32% para o PIS/Pasep e 10,68% da Cofins. Nas vendas realizadas pela distribuidora atacadista, a alíquota é reduzida: 1,86% para o PIS/Pasep e 8,54% da Cofins. Já o recolhimento do IPI deverá ser feito apenas na fabricação. Será cobrada alíquota de 6% sobre cervejas e 4% nas demais bebidas.
Atualmente, a tributação no setor de bebidas é feita por um regime "ad rem", em que é realizada uma pesquisa de preços médios, onde são definidos como base de cálculo para a incidência dos tributos. No modelo atual, a alíquota de IPI varia de 10% a 15%, a de PIS/Pasep é de 2,5% e a da Cofins 11,9%, mas há diferentes redutores da base de cálculo de acordo com o tipo de bebida. Isso termina por beneficiar os grandes produtores, que têm preço mais alto em seus produtos "premium" e, proporcionalmente, acabam pagando menos impostos. O novo modelo deverá aumentar a competitividade no setor, que é altamente concentrado.
Por fim, pode se afirmar que a medida beneficiará o setor de bebidas com a redução da carga tributária,aumento da concorrência, além do incentivo ao crescimento das microcervejarias - um segmento que têm crescido exponencialmente nos últimos anos, e tem um alto valor agregado no faturamento do setor de cervejas. Está previsto nesta nova medida, um desconto para as cervejas produzidas por microcervejarias - aquelas que produzem "cervejas especiais". As fabricantes de até 5 milhões de litros por ano, contará com uma redução no imposto de 20%; para os produtores que produzem até 10 milhões, o desconto deverá cair para 10%.
Analista Responsável: Laís Cr. Soares
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AutorLafis
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Ano2014
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Analista Responsável
O centro será responsável pelas inovações e criação de tecnologias. Com foco no desenvolvimento de embalagens e bebidas da empresa, tanto as cervejas, como os refrigerantes, chás, isotônicos e energéticos. Além disso, o centro também vai desenvolver pesquisas comportamentais.
O setor de bebidas, em especial o cervejeiro tem como característica a homogêneidade do produto final, o que evidencia a forte necessidade de diferenciação no setor recorrentemente. Observa-se nos últimos anos, um aumento de investimentos das empresas do setor em diferentes regiões, aumentando a competitividade entre elas, em busca de ganhos de mercado para elevar suas vendas.
Analista dos Setores de Cervejas/ Refrigerantes e Água Mineral: Laís Cristina Soares
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AutorLafis
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Ano2014
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Analista Responsável
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Ano2013
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Categoria
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Analista Responsável
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AutorLafis
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Ano2013
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Categoria
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Analista Responsável
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AutorLafis
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Ano2012
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Categoria
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Analista Responsável
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AutorLafis
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Ano2012
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Analista Responsável
A associação entre as duas empresas (mais um fundo de investimento) reunirá, sob a tutela de uma única empresa, marcas de peso nos mercados de arroz, pescados e açúcar onde, Camil e Cosan, respectivamente, possuem grande fatia do mercado. Ademais, os ganhos previstos inicialmente com a sinergia das operações (principalmente com fretes, marketing e créditos fiscais) aproximam-se de R$ 50 milhões por ano.
A inclusão de grande contingente populacional no ambiente urbano, principalmente em regiões da Ásia, África e América Latina, tende a aumentar consideravelmente a demanda mundial por alimentos. O Brasil é um importante player na produção agrícola e pode aproveitar desse aquecimento na procura por alimentos. A criação de gigantes neste nicho, pode reforçar a posição brasileira no mercado internacional.
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Ano2012
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Analista Responsável
A General Mills acredita que a adição da empresa brasileira ao seu portfólio poderá dobrar suas vendas na América Latina atingindo valores próximos à US$ 1 bilhão. Para tanto, a empresa buscará fortalecer marcas fortes do grupo como Yoki e Kitano além da expansão das marcas norte americanas do grupo, bem como a introdução de novos produtos no mercado brasileiro.
A investida da General Mills corrobora com a perspectiva de crescimento do setor nacional de alimentos nos médio e longo prazos. Os ganhos salariais que as classes C/D/E vem auferindo nos últimos anos somada à busca por diversificação da cesta de consumo deste extrato social, tende a garantir bons retornos a este setor.
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Ano2012
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Analista Responsável
A Rio de Janeiro Refresco, engarrafadora da Coca Cola, anunciou a construção de uma fábrica na região de São Gonçalo, área metropolitana da capital carioca. O valor aplicado será de R$ 700 milhões e faz parte dos planos para aumento de produção prevista pelos eventos esportivos até 2016, além de melhorias na unidade de Jacarepaguá e dos centros de distribuição. A ampliação dará capacidade para produção de até 1,2 bilhão de litros por ano.
A decisão de investimento da Rio de Janeiro Refresco acaba sendo contraditória ao desempenho do setor, que vem apresentando baixos índices de crescimento, principalmente relacionados à região Sudeste. No entanto, os jogos esportivos da Copa do Mundo e Olimpíadas deverão estimular, momentaneamente, o consumo dos refrigerantes.
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Ano2012
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Analista Responsável
A Spaipa, engarrafadora e distribuidora de produtos da Coca Cola, registrou no ano de 2011 um crescimento de 5,7% no volume produzido e 14% em sua receita, em relação a 2010.
Com os bons resultados, acima da média que foi obtido pelo sistema Coca Cola Brasil, a engarrafadora anunciou investimentos de aproximadamente R$ 75 milhões para serem alocados em equipamentos, frota e armazéns. Com esse aporte, a empresa pretende aumentar suas vendas em cerca de 5%, o que pode ampliar sua receita aproximadamente em 10%. A engarrafadora atende a região do Paraná e interior de de São Paulo.
Esses resultados positivos, no entanto, não refletem o desempenho do setor, que poderá encerrar o ano de forma estável em relação a 2010. O segmento sofreu com a alta de impostos em abril de 2011, além da queda das vendas justificada pelo verão menos quente e o carnaval fora de época. O setor também sofre com a substituição dos refrigerantes por bebidas mais saudáveis, como sucos e néctares.
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Ano2011
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Analista Responsável
Aproveitando a agenda dos grandes eventos esportivos que ocorrem no país nesta década e o seu alcance aos diferentes níveis da população, a Coca Cola anunciou investimento de R$ 11 bilhões em ações de marketing no Brasil até a Copa de 2014, e um valor ainda maior será aplicado até as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Esse anúncio, embora em épocas de incertezas frente a um cenário externo, vai de encontro com o momento em que o Brasil está passando.
Os investimentos dos próximos três anos que se darão em ações envolvendo mídia convencional, mídia social e promoção de eventos, ultrapassam aqueles que foram destinados ao país nos últimos seis anos. O grande investimento da Coca Cola no país também vem aliado a um cenário propício de crescimento do Brasil, onde o faturamento no setor, tanto de água mineral como o de refrigerantes, tem alcançado bons índices de crescimento. Para o segmento de refrigerantes no Brasil, a Lafis projeta um aumento do faturamento na ordem dos 10,16% em 2011.
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AutorLafis
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Ano2011
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Analista Responsável
A empresa tomou essa decisão baseada nos dados de crescimento do setor na região. O crescimento das vendas de água mineral engarrafada está fortemente relacionado com o aumento da renda da população, que deixa de consumir água de fácil disponibilidade por uma de maior valor agregado e maior teor de pureza.
Como estratégia de consolidação no mercado, a Pedra Banca pretende colocar embalagens mais econômicas, com diferentes capacidades de volume em relação aos seus concorrentes. A empresa tem licença para explorar quatro poços que estão na cidade, mas por enquanto só está utilizando um. Da mesma forma, sua capacidade instalada atual já prevê um aumento da demanda até 2014.
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AutorLafis
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Ano2011
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Categoria
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Analista Responsável
A Coca-Cola FEMSA anunciou no dia 30 de junho a instalação de sua mais nova fábrica: será em Itabirito, MG. A indústria ocupará um terreno de 300 mil m2, com previsão de gerar mil novos empregos na região. Essa será a quinta maior fábrica do mundo da Coca-Cola, tendo a ampliação de sua capacidade produtiva no Estado de Minas Gerais de 1,4 bilhões para 2,1 bilhões de litros no ano.
Os investimentos previstos nessa empreitada somam R$ 250 milhões, ou US$ 146 milhões. Os pequenos produtores locais de refrigerantes e tubaínas já brigam com o anúncio. Eles se uniram e formaram uma associação (Refri Brasil) para brigar por condições mais igualitárias de comércio, uma vez que investem de forma pesada no setor. Só no ano passado, os investimentos dos pequenos produtores somaram R$ 70 milhões em novas fábricas, produtos, logística e modernização da produção.
Por outro lado, o município de Itabirito comemora. Com a construção da fábrica na região, além da geração de empregos, a indústria irá aumentar sua arrecadação e conseguirá independência em sua receita, antes vinculada de forma integral ao setor de mineração. De acordo com a prefeitura, apenas com ICMS em cima dos 2,1 bilhões de litros produzidos poderá arrecadar cerca de R$ 250 milhões ao ano, o que representa o dobro de arrecadação da cidade. A Coca-Cola, preocupada com a escassez de mão de obra, acertou com a prefeitura um programa de formação de pessoal para atender a demanda da nova instalação.
A Coca-Cola, por outro lado, tem pressa para crescer. A previsão é que a nova fábrica fique pronta no final do ano que vem (2012), para que possam aproveitar as altas vendas do verão.
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AutorLafis
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Ano2011
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Categoria
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Analista Responsável
A Coca-Cola FEMSA anunciou no dia 30 de junho a instalação de sua mais nova fábrica: será em Itabirito, MG. A indústria ocupará um terreno de 300 mil m2, com previsão de gerar mil novos empregos na região. Essa será a quinta maior fábrica do mundo da Coca-Cola, tendo a ampliação de sua capacidade produtiva no Estado de Minas Gerais de 1,4 bilhões para 2,1 bilhões de litros no ano.
Os investimentos previstos nessa empreitada somam R$ 250 milhões, ou US$ 146 milhões. Os pequenos produtores locais de refrigerantes e tubaínas já brigam com o anúncio. Eles se uniram e formaram uma associação (Refri Brasil) para brigar por condições mais igualitárias de comércio, uma vez que investem de forma pesada no setor. Só no ano passado, os investimentos dos pequenos produtores somaram R$ 70 milhões em novas fábricas, produtos, logística e modernização da produção.
Por outro lado, o município de Itabirito comemora. Com a construção da fábrica na região, além da geração de empregos, a indústria irá aumentar sua arrecadação e conseguirá independência em sua receita, antes vinculada de forma integral ao setor de mineração. De acordo com a prefeitura, apenas com ICMS em cima dos 2,1 bilhões de litros produzidos poderá arrecadar cerca de R$ 250 milhões ao ano, o que representa o dobro de arrecadação da cidade. A Coca-Cola, preocupada com a escassez de mão de obra, acertou com a prefeitura um programa de formação de pessoal para atender a demanda da nova instalação.
A Coca-Cola, por outro lado, tem pressa para crescer. A previsão é que a nova fábrica fique pronta no final do ano que vem (2012), para que possam aproveitar as altas vendas do verão.
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Ano2011
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Analista Responsável
O foco na região se justifica pelo crescimento expressivo do consumo de refrigerante e cerveja da população nordestina, influenciado pela inserção de maior contingente no mercado de consumo de massa e pelo clima predominantemente semi-árido da região que favorece o consumo de bebidas. Considerando-se, ainda, que o transporte possui peso considerável na estrutura de custos das empresas pertencentes ao setor, por tais bebidas possuírem baixo valor agregado, com o aumento do consumo no Nordeste, os custos de transporte se tornariam ainda mais expressivos, mesmo em uma rede eficiente de distribuição, o que viabiliza a construção de fábricas mais próximas ao centro consumidor.
Os investimentos da AB Inbev no Brasil mantém, portanto, trajetória crescente. Em 2009, foi investido R$ 1 bilhão e, em 2010, R$ 2 bilhões. Assim, sob as condições favoráveis do cenário interno, a organização pretende aumentar a sua participação no mercado brasileiro e, para tanto, direciona seus investimentos à ampliação da sua capacidade de produção, inovações de produto e publicidade. Atualmente, o Brasil é o quarto país que mais consome as cervejas e os refrigerantes da AB Inbev. Nesse ranking, a primeira posição é ocupada pela China, seguida pelos Estados Unidos e pela Rússia.
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AutorLafis
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Ano2011
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Categoria
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Analista Responsável
O investimento será realizado em um momento de aquecimento do mercado nacional de bebidas, tanto alcoólicas quanto não alcoólicas. Segundo pesquisa da Nielsen divulgada pelo Brasil Econômico, o mercado de bebidas foi o que mais cresceu em 2010 dentre diversos segmentos de bens de consumo; espera-se que esse crescimento seja consistente ao longo dos próximos anos. A dinâmica no consumo de bebidas foi estimulada por diversos aspectos, tais como o maior poder de compra da população, os investimentos realizados pelas empresas do setor, com destaque para a realização de inovações incrementais, no sabor e nas embalagens, por exemplo. Não obstante o robusto crescimento observado no segmento de refrigerantes em 2010, considera-se ainda que haja uma boa margem de crescimento para o consumo desse tipo de bebida, especialmente, pelas melhores condições de distribuição de renda.
Diante disso, os recursos planejados pela Femsa serão direcionados a aspectos cruciais para a atividade. O aumento da capacidade de produção da indústria deverá ser acompanhado por investimentos em inovações de produto, visando estimular a demanda através da captação das preferências dos consumidores. A importância da realização de inovações no segmento é estimulada pela sua própria estrutura de mercado, onde as grandes empresas concorrem com os fabricantes regionais. Diante da maior renda da população, aspectos além do preço, como por exemplo, relativos à praticidade, qualidade e a marca do produto final ganham relevância na conquista de novos consumidores. A eficiência da rede de distribuição é, também, aspecto que deve deter a atenção das empresas do setor, uma vez que, por ser um produto inerentemente de baixo valor agregado, os custos de transporte tem considerável relevância nos custos totais das distribuidoras de refrigerantes.
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AutorLafis
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Ano2010
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Categoria
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Analista Responsável
A fabricante de bebidas já exportava para o Uruguai, Bolívia, Paraguai e Colômbia, mas estes mercados são menores que o Argentino. A intenção da companhia é ganhar conhecimento necessário para a expansão do portfólio de produtos no país. Nesse sentido, a organização irá se inserir na Argentina com apenas duas marcas e, dependendo do resultado, partirá para a expansão da oferta. Ademais, o desempenho no país também servirá para a consolidação da expansão da indústria em mercados ainda não explorados.
A maior presença na América Latina caracteriza a intensificação do processo de internacionalização da companhia, que ocorre em paralelo com o de outras indústrias nacionais, como a Ambev, integrante da AB-InBev, maior grupo cervejeiro do mundo.
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AutorLafis
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Ano2010
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Analista Responsável
A Nestlé, líder mundial do segmento de água mineral, anuncia a compra da sua segunda unidade produtiva no Brasil, ambas localizadas em São Paulo. O objetivo explícito da empresa é aumentar a sua participação no mercado paulista e, posteriormente, estender a sua atuação para o mercado nacional, se tornando líder do segmento no país.
Esse movimento estratégico faz parte dos planos de expansão da empresa no segmento, principalmente nos países emergentes, mercado com grande potencial de crescimento e onde sua participação ainda é baixa. As vendas da empresa na América Latina responderam por 3,2% das vendas totais, enquanto a participação da América do Norte e da Europa foi bem maior: cerca de 39,2% e 49,1%, respectivamente.
No Brasil, esse mercado é bastante pulverizado e, portanto, a participação da Nestlé, com as suas principais marcas, a Pureza Vital e a Levíssima, ainda é pequena. No entanto, a maior atuação não somente da Nestlé, como também da Danone, com a marca Bonafonte, tende a dinamizar o setor.
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AutorLafis
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Ano2010
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Analista Responsável
Após adquirir três empresas gaúchas do setor alimentício, quais sejam, Mu-Mu, Wallerius e Neugebauer, a Vonpar, franqueada da Coca-Cola e distribuidora do portfólio Femsa no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, criou sua Divisão de Alimentos, marcando o início da diversificação dos segmentos de atuação da organização.
O novo braço da organização já nasce internacionalizado, pois tanto a Wallerius e a Neugebauer têm presença em mais de 30 países. As três unidades produtivas empregarão mais de 1.000 funcionários e totalizarão um faturamento de aproximadamente R$ 300 milhões.
Tal estratégia de diversificação mostrou-se bem sucedida no caso da PepsiCo., que ingressou no segmento de salgadinhos (Elma Chips e Lucky), achocolatados (Toddy e Toddynho), bebidas esportivas (Gatorade e Propel), pescados (Coqueiro) e água de coco (Trop Coco e Kero Coco). Por usufruírem redes de distribuição similares e por poderem compartilhar alguns insumos, é possível a ocorrência de ganhos de sinergia, com significativa redução de custos.
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Ano2009
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Analista Responsável
A produção foi transferida para as plantas de Belém e Manaus, e de acordo com o Grupo, essa medida não teve qualquer relação com a crise econômica, mas sim com um estudo de viabilidade econômica-financeira que comprovou a inviabilidade da fábrica. Especula-se que o fechamento foi impulsionado por um erro na impressão do valor sugerido nas tampas de garrafas de 300 ml. Estas indicavam R$ 0,50, mas os supermercados vendiam o produto a R$ 1,00, enquanto os cartazes de divulgação da Coca apontavam R$ 0,75. O lote teve de ser retirado de circulação. A fábrica era franqueada da Coca-Cola há 35 anos.
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