Novo no site?


Login


Esqueceu a Senha? (X)

Recuperar Senha


(X)

Digite sua nova senha


(X)

Já tem uma conta?


Inscreva-se


(X)
Farooq


BLOG LAFIS

Home Blog
  • pneus, empresas do setor pneus, empresas do segmento pneus, setor pneus, segmento pneus, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    Nesta segunda semana de dezembro, o cenário das incertezas econômicas que já pressionavam a retomada da atividade econômica do País agravou se pela instabilidade política que mostrou se mais evidente.

    Ao longo de 2015, de modo geral, as empresas atuantes na cadeia automotiva (montadoras, autopeças dentre outras) sofreram os impactos da crise que o País vem enfrentando com a forte retração das vendas internas, produção e elevação de seus estoques. Por outro lado, este quadro acentuou a disputa pela ampliação das exportações do setor através de acordos automotivos com países da América Latina com mercados potenciais para absorção de veículos brasileiros. Assim, neste ano, o Brasil fechou acordos automotivos importantes com o México, Argentina, Colômbia e por último Uruguai. 

    Às vésperas do final do ano, o Governo acaba de assinar um acordo de livre comércio automotivo com o Uruguai, que entrará em vigor a partir de janeiro de 2016. O acordo confere isenção tarifária para automóveis, ônibus, caminhões, máquinas agrícolas, autopeças, chassis e pneus no comércio bilateral. Atualmente existe um regime de cotas sem tarifação para o setor, que previa o teto de 10.056 veículos e US$ 99,6 milhões em autopeças importados do Brasil isento do imposto de importação pelos uruguaios. Em 2015 o Brasil já embarcou 12,5 mil veículos aquele País.

    A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e o Governo mostraram se empenhados em 2015 na busca de acordos automotivos e, com sucesso das negociações somado às vantagens competitivas provocadas pelo câmbio, no acumulado do ano até novembro o País apresentou um crescimento de 19% nas exportações de autoveículos e guarda perspectivas de um crescimento ainda mais expressivo para 2016.  

    Analista Responsável pelo Setor: Laís Cristina Soares


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    As montadoras vem reduzindo as compras da indústria de pneus, tendo em vista o cenário de desaceleração da produção da indústria automobilística no ano. De janeiro a outubro, houve uma queda de 16,0% na produção de autoveículos no País. De acordo com a Anip, as vendas de pneus para as montadoras registraram uma queda de 18% no período.

    No entanto, com a tendência de establização do real num patamar mais desvalorizado em relação ao dólar, a oferta de pneus importados vêm perdendo competitividade, e dando lugar a produção de pneus nacionais. Nesse contexto, a Pirelli anunciou novos investimentos para manter sua liderança no mercado nacional, investindo em inovação.

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou o financiamento de R$ 33,2 milhões para os investimentos da Pirelli. O montante será  utilizado para pesquisa e desenvolvimento de novos materiais e formulações para os compostos dos pneus; bem como para simulação computacional para antecipar eventuais problemas no funcionamento; desenvolvimento de novos modelos de pneus verdes - um mercado em ascensão, que têm menor impacto no meio ambiente; aquisição de moldes e fabricação de protótipos; testes em laboratórios e campo de provas; e investimentos em engenharia de manufatura para adaptações no processo de produção. O desenvolvimento dos pneus será efetuado no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento localizado na fábrica de Santo André, e os testes serão realizados nos laboratórios da Pirelli em Sumaré.

    Analista do Setor: Laís Cr. Soares

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    A fabricante de pneus Bridgestone planeja investir R$ 990 milhões até 2018 na fábrica de Santo André, na região do ABC paulista. A fábrica concentra a produção de pneus para caminhões, ônibus, veículos industriais, agrícolas e máquinas fora de estrada. O investimento tem como objetivo a modernização e expansão da produção de pneus agrícolas, além da modernização na linha de pneus para carros.

    Em outubro de 2013, a empresa já havia anunciado um investimento de US$ 14 milhões (aproximadamente R$ 30,8 milhões) na fábrica de Santo André (SP), para elevar sua capacidade produtiva diária de pneus do tipo AGR (agrícolas radiais) de 30 para 60. O processo de adaptação da fábrica de Santo André já tinha sido iniciado, com a previsão de início da produção incremental para maio de 2015.

    A demanda do setor de pneus está altamente correlacionada a das montadoras de veículos, além da produção de equipamentos agrícolas. Em 2013, a Bridgestone, que já é a maior fabricante mundial de pneus, anunciou que reforçaria sua marca no mercado de pneus agrícolas. Os anúncios de investimentos da empresa seguem de acordo com esse plano.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    Com foco na crescente demanda interna por automóveis, a Sumitomo Rubber, fabricante de pneus do grupo japonês Sumitomo, anunciou investimento de R$ 560 milhões na construção de sua fábrica no município de Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba. A companhia que outrora atuava no país por meio de importadoras, chegou com o objetivo de conquistar 10% do mercado.

    A empresa estima que a nova fábrica, a primeira fora do continente asiático, entre em operação no segundo trimestre de 2013 realizando testes iniciais nos pneus produzidos (ainda não comercializados) para que, a partir de outubro as atividades se iniciem com uma produção diária de 2 mil pneus até atingir a marca dos 15 mil por dia. Na nova unidade, serão produzidos duas marcas de pneus: a Dunlop, voltada aos carros de passeio, e a Falken usadas em carros importados. Além de atender ao mercado interno, a Sumitomo visa suprir a demanda das Américas do Sul e Central, mercados antes abastecidos pelas fábricas da Ásia.

    A instalação da fabricante asiática na região metropolitana de Curitiba foi fomentada por incentivos fiscais do governo do Estado, por meio do programa Paraná Competitivo. Outro fator que pode ter influenciado a escolha por terras brasileiras se dá às boas perspectivas para o setor automobilístico de pneus, o qual, segundo a Lafis, deve apresentar crescimento nas vendas na ordem dos 5,4% e 6,5% em 2012 e 2013, respectivamente.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    Após registrar prejuízos em três dos últimos cinco anos, a Pirelli quer realizar uma estratégia global e vê o Brasil como principal mercado para ter um bom êxito. O objetivo principal da nova prática é evitar exportações e importações e, consequentemente, reduzir os custos atrelados a esta atividade. A América Latina receberá cerca de US$ 1 bilhão até 2015, sendo a metade deste recurso destinado às operações no Brasil.

    Com cinco fábricas no país, a Pirelli, construirá nos próximo anos um novo campo de provas de pneus (para pneus de moto, automóveis, picapes, caminhões, ônibus e tratores). O empreendimento, orçado no valor de  R$ 40 milhões, será erguido em Elias Fausto, no interior de São Paulo. Além disso, a companhia irá investir no segmento de pneus para carros de luxo. Em suma, os aportes da fabricante de pneus no país serão aplicados principalmente em melhorias das fábricas atuais e em máquinas e equipamentos no setor.

    A produção de pneus da Pirelli no Brasil atende os mercados do Nafta e países da América do Sul e, no entanto, isto tem gerado altos custos à companhia. Com este cenário, a fabricante de pneus pretende construir uma nova unidade fabril no México com vistas a atender à demanda da América do Norte. Desta forma, a produção de pneus no Brasil passará a atender gradativamente a crescente procura do mercado interno e aos países vizinhos, como Paraguai e Argentina. A Lafis estima que em 2012 e 2013 as vendas de pneus no Brasil apresentem crescimento de 5,4% e 6,5%, respectivamente.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    Após as fortes retrações das exportações à Argentina por conta do aumento das tarifas aos produtos brasileiros no início do ano, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior resolveu responder a atitude, colocando determinados produtos das importações brasileiras vindas da Argentina em licença não automática de liberação.

    A medida atinge principalmente setores relacionados a importação de veículos acabados, autopeças e pneus, que já foram notificados antes mesmo da formalização da decisão. O Governo já havia enviado a Casa Rosada três avisos sobre a retenção dos produtos brasileiros nas alfândegas do país, porém ninguém se manifestou.

    Segundo a OMC, o Brasil tem até 60 dias para liberar a entrada de produtos no País. O prazo poderá ser cumprido até o final ou até ser ultrapassado, dependendo da postura do Governo argentino.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina
    A Braskem, uma das principais fornecedoras de insumos quimicos e petroquimicos  para a produção industrial no Brasil, planeja investimentos na instalação de uma nova fábrica de butadieno (uma das principais matérias primas para a produção da borracha sintética) que deverá aumentar sua oferta do insumo em cerca de 30%. O local ainda esta indefinido, mas a região mais cotada para o empreendimento é o Rio Grande do Sul, em função dos possíveis incentivos econômicos e tributários que o Governo do estado oferece. O montante do investimento deverá ser de cerca de R$ 300 milhões.

    Acompanhando a trajetória de crescimento do mercado interno, principalmente  a das grandes montadoras de veículos, as fabricantes de pneus anunciaram investimentos que,  juntos, alcançam um montante de aproximadamente US$ 550 milhões. A Braskem, seguindo essa tendência, aponta sua estratégia para o suprimento da demanda do butadieno que será necessário em diversos segmentos, porém, em especial as empresas do setor de pneumáticos. Além disso, existem as expectativas positivas advindas dos projetos relacionados ao Pré-Sal, em especial as centrais petroquímicas cuja construção vem sendo realizada pela Petrobras e que podem garantir o abastecimento de nafta,  necessária na produção de diversos insumos químicos, incluído o butadieno.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    A Pirelli, quinta maior empresa de pneus no mundo, anunciou esta semana um plano de investimento no montante superior a US$600 milhões para toda a América Latina para o período 2011 a 2013, sendo que do total cerca de US$ 300 milhões serão investidos no Brasil, valor recorde para a empresa quando comparado aos planos de investimento anterior.

    O novo investimento tem como alvo, a manutenção da liderança da marca no Brasil para os próximos anos, visando a crescente demanda por pneus no mercado nacional. Não serão criadas fábricas novas, planeja-se a ampliação das cinco plantas existentes no país que se localizam em: Feira de Santana (BA), Gravataí (RS), Sumaré (SP), Campinas (SP) e Santo André (SP). Com os investimentos a empresa espera ampliar a produção de pneus para o segmento de automóveis em 30 %; agrícolas em 20 % e caminhões em 30%. Segundo os executivos da empresa, a produção destinada a exportação (cerca de 3 milhões de pneus) será gradativamente repassada para a alimentação do mercado interno, sendo que o mercado externo passará a ser garantido pelos novos investimentos no México.

    A estratégia da Pirelli está alinhada às tendências observadas em toda cadeia produtiva do setor automobilístico, ou seja, a forte expansão dos investimentos visando uma manutenção do bom desempenho do setor no médio prazo. A produção de pneus, em 2010, deverá apresentar uma expansão de aproximadamente 12,2% em relação a 2009, portanto, este investimento é fundamental para que a Pirelli mantenha a liderança frente aos seus concorrentes. Cabe ressalvar que os novos investimentos apostam na capacidade de crescimento do mercado interno em detrimento as exportações, uma vez que a base de exportadora da empresa passará a ser a planta mexicana que também receberá aportes. Tal estratégia no médio prazo pode se mostrar desvantajosa para a Pirelli uma vez que esta ficará muito dependente do desempenho do mercado interno que pode mostrar sinais de esgotamento em decorrência de possíveis desequilíbrios macroeconômicos que começam a se apresentar.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    A Bridgestone, fabricante japonesa de pneus, anunciou esta semana que deverá investir US$ 250 milhões (R$ 428 milhões) na ampliação da produção de suas duas fábricas no país. Segundo a empresa os investimentos serão realizados até 2014, para a aquisição de máquinas, adoção de novas tecnologias e ampliação da capacidade de produção. Atualmente as duas fábricas da companhia no país, uma em Santo André, na Grande São Paulo e a outra em Camaçari, na Bahia, produzem um total de 40 mil pneus por dia. O objetivo da empresa é elevar a capacidade produtiva em até 30%. O foco deste investimento é a fabricação de pneus para caminhões, máquinas agrícolas e automóveis de alto desempenho.

    Além da ampliação da produção, a Bridgestone também pretende aumentar a rede de revendedores de pneus para automóveis, que hoje é composta por 500 lojas, além disso, a empresa também ampliará o número de centros dedicados às vendas e aos serviços para veículos pesados, cujo total atualmente é de118 lojas e devem ser triplicados no período até 2014. Os investimentos refletem também a importância que o Brasil está ganhando perante as operações globais. A primeira iniciativa nessa direção foi tomada com a transferência do escritório regional dos EUA para São Paulo. 

    A estratégia da Bridgestone está em linha com as tendências observadas em toda cadeia produtiva do setor automobilístico, ou seja, a forte expansão dos investimentos visando uma manutenção do bom desempenho do setor no médio prazo. A produção de pneus, em 2010, deverá apresentar uma expansão de aproximadamente 12,5% em relação a 2009, portanto, este investimento é fundamental para que a Bridgestone não fique para trás de seus concorrentes, como é o caso da Michellin outra empresa do setor que ,em julho, apresentou um plano para investir cerca de US$ 100 milhões visando se aproveitar dos bons ventos que sopram sobre o setor.       

     


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    A Michelin, segunda maior fabricante de pneus do mundo, está investindo US$ 100 milhões para ampliar em 30% a capacidade de produção de pneus para caminhões e ônibus da fábrica de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Com isso, a unidade será uma das quatro maiores da multinacional, ao lado de Espanha, Canadá e Estados Unidos. O complexo de Campo Grande (que produz ainda pneus para o setor industrial e faz mistura de borracha) irá gerar 200 novos empregos, totalizando 2,2 mil funcionários.

    A empresa ainda está investindo outros US$ 300 milhões para expandir a fábrica em Itatiaia, no sul Fluminense, que irá produzir apenas pneus para veículos de passeio. Este investimento vem para complementar o portfólio de produtos da empresa uma vez que a Michelin, atualmente, vende apenas itens importados neste segmento. Com a ampliação, serão 400 novas vagas, totalizando mil empregados. As unidades fabris do Rio compõem um dos principais pólos industriais do grupo no mundo. 

    O setor de pneus, fortemente vinculado ao setor automobilístico, tende a crescer nos próximos anos, acompanhando os grandes investimentos das montadoras no Brasil. Além disso, o segmento de pneus industriais também apresenta boas perspectivas, uma vez que são usados em veículos pesados e estes serão fundamentais nas obras de infraestrutura que estão em andamento no país e que tendem a se ampliar nos próximos anos.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    A empresa gaúcha Vipal, que atua na reparação e recauchutagem de pneus, investirá cerca de US$ 200 milhões (R$ 350 milhões) na produção de pneus para motos em Feira de Santana (BA) e na construção de uma planta em Guaíba (RS), para a fabricação de pneus para automóveis, conforme informou João Carlos Paludo, presidente executivo da empresa.

    Com esses investimentos, que serão finalizados em um período de dois a três anos, a empresa terá uma capacidade de produção de 7.100 pneus por dia. Além da ampliação em sua produção, estes novos investimentos deverão gerar algo em torno de 900 empregos diretos.

    O setor de pneus, fortemente vinculado ao setor automobilístico, tende a crescer nos próximos anos, acompanhando os grandes investimentos das montadoras no Brasil, além das perspectivas de produção recorde de carros no país, o que irá incrementar a demanda por pneus no mercado brasileiro.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2009
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Lais Cristina

    A fabricante francesa de pneus Michelin anunciou dia 13/01 investimentos de US$ 200 milhões para a construção da sua quarta fábrica no Brasil, todas no Estado do Rio de Janeiro. A unidade será erguida em Itatiaia e vai produzir pneus para veículos de passeio, segmento que representa cerca de 50% do mercado.
    De acordo com a empresa, o anúncio não descarta a hipótese de demissões no Brasil e em outras partes do mundo, por conta do colapso econômico mundial. Isso porque a expectativa é que a nova planta comece a produzir apenas no segundo semestre de 2011, época em que espera-se já haver se dispersado os efeitos da crise.
    A companhia pretende recorrer ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para viabilizar o investimento.