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  • papel, papeis, empresas do setor papel, setor papel, segmento papel,  celulose, empresas do setor celulose, setor celulose, segmento celulose, economia, macroeconomia, eucalipto
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Felipe Souza

    Dois anúncios de grandes investimentos ocorridos nesta quarta semana de março agitaram o setor de papel e celulose.

    Um destes diz respeito à Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, que anunciou investimento de R$ 6,8 bilhões em uma nova fábrica de celulose no Paraná (sem município definido ainda). Segundo a empresa, espera-se que ela comece a operar em fins de 2014 e produza 1,5 milhão de toneladas de celulose fibra curta e fibra longa por ano.

    Além deste anúncio, a Braxcel (que detém grande expressão em setores distintos como geração de energia elétrica renovável e mercado imobiliário) confirmou a intenção de instalar uma unidade industrial no município de Peixe (TO), destinada à produção de 1,5 milhão de toneladas por ano de celulose de fibra curta branqueada que dispenderá de cerca de R$ 4 bilhões e será concluída em 2018. Esta ação será a primeira da empresa no setor, por tal razão, a Braxcel tratou de firmar parcerias com empresas do setor de celulose e vem sendo apoiada tecnicamente pela Poÿry, empresa de engenharia especializada em papel e celulose nos estudos de viabilidade econômica, engenharia conceitual e ambiental da futura unidade.

    Mesmo que haja algum risco de ocorrer uma sobreoferta de celulose entre 2020 e 2023, dado o número de novas fábricas que começarão a operar nestes anos, a crescente demanda interna e asiática por celulose, conjuntamente às vantagens competitivas estruturais do Brasil para reflorestamento que resultam em um baixo custo unitário de produção de celulose, faz com que grandes players nacionais e estrangeiros, do setor ou não, direcionem seus esforços de investimentos neste setor.