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  • móveis, empresas do setor móveis, empresas do segmento móveis, setor móveis, segmento móveis, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    O volume de vendas do varejo de móveis registrou forte alta em fevereiro, com avanço de 6,3% na comparação com igual mês do ano passado, revertendo a queda de 0,9% de janeiro na mesma base de comparação. No acumulado dos dois primeiros meses de 2019, o setor de móveis registrou alta de 2,4%, melhorando um pouco o desempenho do setor na taxa anualizada que passou de -3,4% em janeiro para 3,1% em fevereiro.

    No que diz respeito à produção setorial, no primeiro bimestre do ano, a fabricação de móveis permaneceu estagnada, apontando que a produção setorial não respondeu ao aumento da demanda no varejo mobiliário observada no início do ano.

    Tais sinais opostos trazem um bom paralelo com o observado na economia nos primeiros meses de 2019 e com os indicadores de diversos setores acompanhados pela Lafis. As expectativas em relação à melhoria da atividade econômica e da aprovação de reformas estruturais indicam uma melhora na confiança de empresários e consumidores no médio e longo prazo, mas os resultados parciais e as projeções de mercado ainda apontam para uma baixa taxa de crescimento e recuperação lenta. 

    Especialista do Setor Marcel Tau.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A redução do consumo e a consequente desaceleração do ritmo de atividade industrial faz vítimas no município de Ubá, na Zona da Mata mineira, principal polo moveleiro do estado. Nos últimos dois meses, pelo menos 6 fabricantes de móveis interromperam as atividades e colocaram na rua mais de 600 trabalhadores. No ano, as demissões somam 1.500 somente no setor. 

    Fora do estado RS, PR e SP, a cidade mineira de Ubá é uma das poucas que concentra um pólo moveleiro no Brasil, e o fato dela estar passando por dificuldades, demonstrada pela demissão de trabalhadores, já anúncia que o desempenho do setor de móveis em 2015 não será favorável. 

    Pode-se esperar que a utilização da capacidade instalada caia, como um dos vários reflexos dessa conjuntura negativa que passa o setor em 2015, no entanto, serve de alento destacar que a produção brasileira de artigos mobiliários ainda "encontra escapatória" no mercado externo, com países como os E.U.A. apresentando taxas consistentes de crescimento. Algo a ser relevado pela indústria, a qual já possui uma certa penetração externa nestes países. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A Caixa Econômica Federal confirmou a suspensão do Programa Minha Casa Melhor, que facilita a compra de móveis e eletrodomésticos. O banco informou que novas contratações estão sendo discutidas para uma outra fase do programa, mas não informou detalhes nem prazos. Para os beneficiários que já têm cartão referente a contratos em vigor não haverá mudanças. Lançado em 2013, o programa facilita a aquisição de bens conforme as necessidades das famílias inscritas no Minha Casa, Minha Vida. A Caixa oferece a cada beneficiário do programa habitacional do governo, um crédito subsidiado de até R$ 5 mil para compra de móveis e eletrodomésticos, a juros de 5% ao ano e prazo de 48 meses para pagamento.

    Uma péssima notícia para o setor de linha branca&marrom, e especialmente para a indústria moveleira, que não tem usufruído de tantos benefícios do Governo Federal nos últimos anos. No entanto, acredita-se que a suspensão do programa não tenha tanto impacto assim, pois retira somente um nicho de mercado específico: as famílias financiadas pelo "Minha Casa, Minha Vida" que dispõem de espaço financeiro para contrair outros empréstimos. Afirma-se que a precaução dos consumidores para adquirir ou renovar artigos mobiliários devido ao instável cenário macroeconômico permeado por expectativas negativas tem afetado mais o setor, e isso está gerando um maior impacto negativo sobre o setor  do que o fim deste programa. Outras fontes de pressões para o desempenho da produção de móveis podem vir do aumento do IPI e/ou do aumento de outros tributos, como os relacionados à Previdência Social (aquela que incide sobre a folha de pagamento). Diga-se de passagem, um suposto aumento de tributos pode ter efeitos mais localizados.

    Analista do Setor: Francisco Lira 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    Fabricante gaúcha de móveis planejados, a Todeschini planeja ter, até 2017, uma unidade própria de beneficiamento de madeira. O local desejado para o projeto, que chegaria aos       R$ 280 milhões em investimentos para construção e compra de equipamentos, fica no município de Cachoeira do Sul, onde a empresa possui a maior parte de suas florestas. A definição, porém, ainda depende de uma solução para o abastecimento de energia elétrica, já que a área escolhida, localizada às margens da BR-290, não possui rede.

    Essa notícia destaca o fato de que mesmo uma indústria intensiva em recursos naturais, como a moveleira, está suscetível às dificuldades de infraestrutura na economia brasileira, conforme ilustra necessidade de 10 MegaWatts para concretizar a construção da fábrica pela Todeschini. Os empecilhos da burocracia federal na gestão elétrica adicionam complexidade ao problema.

    Outro aspecto interessante da notícia relaciona-se com os planos de verticalização da empresa, pois ela quer ter acesso fácil e próprio de placas compressadas de madeira (MDF, no jargão técnico), o que segue a tendência delineada para o setor no Brasil, que vai na contramão do que é feito em termos mundiais - as empresas moveleiras buscam especializar-se (realizar o desenho do produto) e deixar outros detalhes da fabricação e venda de bens (distribuição, venda, insumos) para outros agentes.

    Analista do Setor: Francisco Lira

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    O governo federal anunciou, na segunda-feira a manutenção em 4% - um ponto abaixo do padrão de 5% - do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para móveis, painéis e revestimentos. Apesar da extensão do período de alíquota reduzida até 31 de dezembro, o setor moveleiro esperava obter desoneração completa, tendo em vista as dificuldades encontradas no primeiro semestre de 2014. Até abril, os últimos dados consolidados pela Associação das Indústrias de móveis do Rio Grande do Sul (Movergs) indicaram redução de 7,3% na produção nacional. A indústria gaúcha praticamente estagnou no mesmo período, com evolução de apenas 0,6%. 

    A prorrogação da alíquota de 4% de IPI para móveis é uma boa notícia, mas conforme demonstram as reclamações dos fabricantes, poderia haver uma redução de tributos já que o setor passa por muitas dificuldades (alta competição estrangeira, custos logísiticos e despesas com varejo e crédito). No entanto, ao analisar a decisão do governo, é muito provável que este não tenha zerado a alíquota devido à demanda de móveis ser mais sensível ás oscilações da renda do que as dos preços, isto é, possivelmente as perspectivas de baixo crescimento de renda (acompanhado da desaceleração da procura de imóveis)  têm um efeito superior que as de reduções de preços (as quais ocorreriam, caso os tributos não fossem cobrados) a fim de estimular o setor. Acrescenta-se que as dificuldades fiscais enfrentadas pelo Governo Federal pesaram muito na decisão de não zerar o IPI de móveis. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária, a ampliação da lista de produtos que podem ser adquiridos por meio do programa Minha Casa Melhor.

    os beneficiários do Programa Minha Casa, Minha Vida poderão comprar, além dos produtos que já estavam inclusos, tablet, forno de micro-ondas, móveis para cozinha e estante ou rack. O preço máximo definido para o tablet é de R$ 800; do micro-ondas, R$ 350; dos móveis para cozinha, R$ 600; e de estante ou rack, R$ 350. 

    Ademais, o CMN atualizou os valores dos limites para aquisição dos produtos que já estavam na lista do Minha Casa Melhor, com o intuito de elevar a qualidade dos produtos ofertados.

    Tais políticas tendem a estimular as vendas do comércio varejista, para os produtos inclusos no benefício, em um cenário em que o alto endividamento das famílias desestimula o consumo. No entanto, é importante destacar que o limite de crédito oferecido para as familias inclusas no programa permaneceu em R$ 5 mil, o que deve levar a uma maior concorrência das empresas dos segmentos favorecidos junto aos consumidores. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A fabricante paranaense de painéis de madeira, Berneck, anunciou que irá inaugurar essa semana sua nova unidade industrial em Curitibanos/SC, de acordo com a empresa, até dezembro serão iniciados os testes em todas as máquinas.

    A nova fábrica iniciou no mês de março com uma linha de MDF (Medium Density Fiberboard) e uma linha para revestimento em BP (Baixa Pressão) e o novo volume de produção poderá ser de 500 mil metros cúbicos  de MDF, permitindo a Berneck mais que dobrar a sua produção.

    De acordo com o Diretor Industrial, Daniel Berneck, com as novas tecnologias empregadas o aproveitamento será 1,5 p.p maior do que na unidade de Araucária, que é de 53 a 54%. Os investimentos na primeira fase da nova unidade foram de R$ 350 milhões e o projeto completo prevê um desembolso total de R$ 750 milhões.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro

    A Móveis Kappersberg, sediada na cidade de Tupandi (RS) anunciou investimentos da ordem de R$ 49,2 milhões para a ampliação e modernização de sua planta industrial no município. A empresa produz uma grande linha de móveis passando por dormitórios, salas de estar, cozinhas e escritórios.

    A empresa vem mostrando crescimento, se destacando como uma das maiores do país em seu setor e conquistando novos mercados para exportações. Neste contexto, o investimento anunciado justifica-se não só pela expansão das vendas externas, mas também pelo potencial de alavancagem das vendas internas para os próximos anos, haja visto o robusto crescimento da construção civil no país. Este aumento no número de obras construídas, puxadas também pela expansão do programa governamental "Minha Casa, Minha Vida", garantirão uma demanda crescente por móveis.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro

    A Eucatex anunciou na última terça-feira, dia 04 de maio, a construção de sua terceira fábrica de painéis de madeira no interior de São Paulo, a segunda na cidade de Salto. O investimento para as obras será de cerca de R$ 240 milhões.

    Atualmente a empresa produz 670 mil metros cúbicos de painéis e pretende com a nova unidade produzir mais 280 mil metros cúbicos de painéis de média e alta densidade, utilizados, principalmente, nas indústrias da construção civil e moveleira, indústrias de grandes projeções de demanda para os próximos anos.

    O novo investimento integra o plano de revisão estratégica da empresa, visto que essa passou por uma forte crise financeira nos últimos anos, desde 2002, quando pediu concordata. Assim, com o novo investimento, a Eucatex pretende alcançar um faturamento de R$ 950 milhões no ano de 2010, valor 14,5% superior ao alcançado em 2009.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro

    A Fibraplac, empresa fabricante de chapas MDF e MDP (feitas a partir de fibras e de partículas de madeira de média densidade, respectivamente) controlada pelo grupo Isdra de Porto Alegre, anuncia investimentos para o ano de 2010. A empresa pretende investir US$ 200 mihões em nova fábrica a ser instalada na cidade de Campinas (SP) com previsão de início de operações para 2012.

    A Fibraplac já opera em uma fábrica em Glorinha (RS) com capacidade instalada de 1 milhão de metros cúbicos de MDP e MDF por ano. A projeção para a nova planta é de 250 mil metros cúbicos por ano até 2012 e expansão para 500 mil metros cúbicos anuais até o final de 2014. O investimento foi impulsionado pelo crescimento dos setores de móveis e construção civil para o ano em exercício assim como os seguintes.

    O objetivo é o acompanhamento da expansão dos pólos moveleiros e da construção civil nos estados de São Paulo e Minas Gerais, incluindo as regiões Centro-Oeste e Nordeste. Com os investimentos, a Fibraplac prevê um faturamento de R$ 550 milhões em 2010, fortemente baseado nas operações de MDF; produto com maior valor agregado que tende a responder bem aos incrementos na renda real do trabalhador.