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    Os primeiros meses de 2020 estão sendo marcados pelos impactos negativos e de extensão ainda incertos quanto ao Coronavírus. No último relatório de projeções de safra (abril), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estimou uma safra total de grãos para 2019/20 em 251,8 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 4% em comparação à safra passada (2018/19) e um recorde em volume. A área plantada também deverá se expandir significativamente, cerca de 2,9%, um incremento de 1,85 milhão de hectares. 

    No que diz respeito à produção de fertilizantes, o setor vislumbra maiores preocupações em relação a contítua desvalorização do real frente o dólar, o que deverá encarecer os custos da agricultura, tendo em vista o fato de que 80% dos seus custos são cotados em dólar. De todo fertilizante entregue ao mercado entre janeiro e novembro de 2019 (último dado disponível), 88% é produto importanto, o que reforça a preocupação dos agricultores.

    Segundo levantamento da Scot Consultoria, especializada no setor, os preços dos fertilizantes nitrogenados subiram, em média, 3,2% em março, em relação a fevereiro. No entanto, desde o início deste ano, o preço da ureia agrícola, por exemplo, subiu 6,5%. Para os adubos fosfatados, o reajuste médio foi de 0,5% no mesmo período e o cloreto de potássio teve ligeiro aumento, de 0,1% na cotação em março. 

    De um lado, a rentabilidade do setor deverá apresentar resultados positivos, mas, por outro, o setor agrícola, demandante de fertilizantes, verá uma pressão de custos, que tende a ser mitigada a partir na “normalização” das condições macroeconômicas a partir de 2021. Por ora, esse custo deverá ser internalizado, dado que a expectativa é de safra recorde para o ano.

    Especialista do Setor Marcos Henrique