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    O Conselho Monetário Nacional (CMN) realizou mudança no estatuto do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) permitindo que esta instituição apóie a expansão das carteiras de crédito de bancos pequenos e médios, que foram os mais atingidos pela crise financeira internacional.
    Sendo assim, o novo estatuto possibilita o FGC a emprestar recursos a bancos menores para expandirem suas carteiras de crédito, enquanto que num segundo momento, o próprio FGC compraria estas carteiras de crédito.
    Com a alteração, a instituição poderá realizar investimento de cerca de 50% (atualmente o fundo conta com um patrimônio da ordem de R$ 18 bilhões) de seu patrimônio na compra de carteiras de crédito destes bancos médios e pequenos (anteriormente, o valor estava limitado a 20%). Além disso, o FGC deverá mudar suas diretrizes de investimento, ficando restrito os investimentos em compra de carteiras de créditos de instituições financeiras com patrimônio de até R$ 2,5 bilhões. Adicionalmente, as carteias adquiridas não poderão passar do limite de 50% do patrimônio de referência de cada instituição.
    De modo geral, a medida traz um certo receio, pois com o aumento de 20% para 50% do patrimônio líquido que o FGC pode utilizar na compra de carteiras de crédito, irá diminuir a liquidez da instituição para socorrer os depósitos, caso ocorra a quebra de uma instituição. Mas esta possibilidade é considerada remota pelo governo, afirmando que não existe uma crise patrimonial no sistema, mas sim uma crise de liquidez.
    Em suma, esta medida irá beneficiar os bancos médios e pequenos, que geralmente são aqueles que operam em financiamentos de automóveis novos e usados, onde atualmente estão encontrando dificuldades para obter recursos às novas operações. Na prática, a medida irá tentar anular o efeito da redução do IPI para veículos novos, que reduz o preço final do produto, mas prejudica aquele consumidor que irá entrar com seu usado como entrada.