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    O crédito consignado direcionado aos aposentados e pensionistas ficaram mais baratos. As taxas de juros para empréstimos pessoal foram baixadas de 2,64% para 2,5% e de cartões de crédito, de 3,7% para 3,5% mensais. A medida foi criticada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), dizendo que a medida foi “política”, pois o Banco Central anunciou que os bancos haviam aumentado a taxa de juros em decorrência da elevação da alíquota do IOF. Por outro lado, o Ministério da Previdência revidou, com o argumento que as reduções foram para acompanhar as duas quedas do ano passado que não tinham sido repassadas aos beneficiários.
    O Governo adiantou que será publicada uma Instrução Normativa, alterando cinco medidas para melhorar o controle do programa, cujo montante encerrou fevereiro com um estoque de R$ 22 bilhões, o equivalente a 12 milhões de operações. Dentre as medidas, será estabelecida a eliminação do prazo de carência para os pagamentos dos empréstimos, que atualmente, eram de seis meses. Todavia, esta medida, na prática fará com que o juros se elevem. Outro medida que merece destaque é a imposição de regras para as instituições financeiras que são responsáveis pelo envio de solicitação de cartões de crédito à Dataprev (sistema que administra o serviço da Previdência Social), que passaram a emitir cartões sem pedido prévio dos beneficiários, caracterizando reserva de mercado por estas instituições.
    A Instrução Normativa feita pelo Governo é bem vista pelas entidades do setor, já que visa uma melhor fiscalização e se for o caso, aplicação de sanções e penalidades para as instituições que não cumprirem com as determinações impostas.