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    Após dois anos de negociações, o conselho administrativo do Banco do Brasil (BB) finalmente aprovou a incorporação dos ativos do Banco do Estado do Piauí (BEP). O BB irá emitir 2.930.649 ações ordinárias (BBAS3), correspondente ao valor econômico do BEP, de R$ 81,7 milhões.
    Esta foi a primeira aquisição do BB depois do anúncio da fusão do Banco Itaú com o Unibanco. Segundo o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários detalhando o negócio, o BB descreveu que esta operação possibilita uma nova trajetória de crescimento a ser seguida, como alternativa ao modelo de expansão orgânica, com intuito de defender sua posição competitiva.
    Vale ressaltar que as negociações sobre a compra da Nossa Caixa estão em ritmo acelerado, e que em breve será efetuado também esta aquisição, dependendo apenas de três acertos, envolvendo diferentes combinações de preço, condições de pagamento e prazo. As negociações de preço têm oscilado entre R$ 6,4 bilhões e R$ 7 bilhões. Além da Nossa Caixa, o BB também quer adquirir os ativos do Banco de Brasília e do Banco Votarantim (esta última não confirmada pela instituição).
    Todo este movimento de aquisições tanto por instituições financeiras de controle do Estado quanto instituições do setor privado, reforça o movimento de concentração em curso dentro do sistema financeiro nacional, em particular, o setor bancário. Cabe aqui salientar que as medidas coordenadas entre Banco Central e o Ministério da Fazenda tem contribuído para tal movimento, com a intenção de amortecer os desdobramentos da crise financeira sobre a oferta de crédito. Dentre as medidas, está a permissão dada aos bancos para a compra de carteiras de crédito de instituições que estiveram em momento delicado. Além da controversa Medida Provisória 443, que autoriza o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal a constituírem subsidiárias e a adquirirem participação em instituições financeiras.