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    O Itaú Unibanco anunciou no dia 8 de fevereiro, uma oferta para o fechamento de capital da Redecard, credenciadora de cartões de crédito e débito, que deve movimentar cerca de R$ 12 bilhões. Com 49,9% das ações, o Itaú Unibanco se comprometeu a pagar aos demais acionistas até R$ 35 por ação, prêmio de 9,6% em relação ao fechamento de segunda-feira, dia 6 de fevereiro, de R$ 32,04. A expectativa é que a operação ocorra entre 90 e 120 dias.

    O Itaú que é o maior banco privado brasileiro, registrou lucro líquido de R$ 14,6 bilhões em 2011, 9,7% maior do que em 2010. O desempenho foi resultado da expansão das operações de crédito, que somaram R$ 397 bilhões, 19% a mais do que no ano anterior.

    A proposta do Itaú é um movimento estratégico do banco. Seu objetivo é impulsionar os ganhos de eficiência da controlada, com economia de custos, aumento de receitas, aumento da agilidade como a transferência do serviço de captura de transações da Hipercard para a Redecard, além do ganho de sinergia, que possibilitará o credenciamento de estabelecimentos comerciais com as áreas de crédito e seguros, que prestam serviços financeiros a essas empresas.

    Com a saída da bolsa de valores, a Redecard não precisa informar ao mercado, uma eventual redução de preços para ganhar participação de mercado não precisariam mais ser reveladas, o que prejudicaria a concorrente Cielo. Em compensação, a Cielo seria a única empresa no setor de adquirência no Brasil para se investir, num setor que deve fechar o ano de 2011 com um crescimento de 23,4% no faturamento, com boas expectativas para os próximos anos, impulsionado pelo aumento do poder de renda da população e pelo aumento do uso do cartão pelas classes mais baixas.