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    Dia 22/10, o governo sancionou a Medida Provisória 443 que autoriza o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal a constituírem subsidiárias e a adquirirem participação em instituições financeiras. Além disso, autorizou também a criação da empresa Caixa - Banco de Investimentos S.A..
    Ou seja, estas duas instituições (BB e CEF) poderão adquirir ações de bancos, seguradoras, entidades abertas de previdência e demais instituições financeiras, além de poder adquirir controle acionário de empresas.
    Esta nova empresa criada a partir da CEF, será autorizada a socorrer empresas da construção civil com dificuldades de caixa para completar empreendimentos imobiliários já lançados. Ademais, as empresas de saneamento também serão focalizadas. A nova empresa surgirá com recursos entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões da poupança do FGTS, além de poder, se possível, fazer parcerias com o BNDES, participando em conjunto em alguns empreendimentos.
    Outra novidade com a nova MP foi à permissão dada ao Banco Central de realizar trocas de moedas (swap) com Bancos Centrais de outros países. Com esse novo instrumento, o Brasil poderá receber dólares – ou, eventualmente, outra moeda forte – nos casos de falta da divisa estrangeira para as operações rotineiras de empresas e bancos, como o financiamento às exportações e pagamento de compromissos externos.
    A grande crítica está relacionada ao poder delegado ao BB e CEF de estatizar os bancos médios e menores que estejam em dificuldades, e sobretudo, a compra de bancos estatais sem licitação, ferindo a Lei de Licitações. As diversas entidades representativas do setor da construção, como Câmara Brasileria da Construção e o Secovi têm sido totalmente contra, principalmente, na questão de compra de participação acionária nas empresas do setor. O que é defendido pelo classe é que o governo crie condições melhores de crédito e não que adquira parte de suas empresas.
    Embora haja várias controvérsias em relação ao texto da MP 443, o que evidencia-se é que o governo está agindo preventivamente com a intenção de proteger ou amenizar os efeitos da crise no mercado internacional, em particular, a crise de crédito, e seus desdobramentos que poderão ocorrer no mercado doméstico.