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    Segundo dados disponibilizados pela ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), apesar do forte crescimento observado no volume total de recursos direcionados ao crédito imobiliário no primeiro trimestre de 2011 (60,4%), houve leve desaceleração ante o volume observado no mesmo período de 2010, quando foi alcançada alta de 69,9%, em relação ao ano imediatamente anterior. O resultado de 2011, citado acima, reflete a desaceleração no volume de crédito concedido a aquisições, categoria que apresentou desaceleração de 36,5 p.p. na relação entre o primeiro trimestre de 2011 e 2010. Por outro lado, o volume de crédito concedido a construções apresentou aceleração de 33,8 p.p., na mesma base de comparação.

    De fato, o cenário se mostra bastante favorável à expansão do crédito imobiliário. Por parte da demanda por esse tipo de crédito, o cenário que se delineia é bastante promissor e advém de diversos fatores, como a estabilidade macroeconômica, que proporciona a melhora das condições de poder de compra da população além da perspectiva de manutenção de condições favoráveis de renda, uma vez que os créditos em questão referem-se, essencialmente, a financiamentos de longo prazo. Outro fator crucial para o aquecimento da demanda por esse tipo de crédito advém dos incentivos governamentais para aquisição de casa própria, por meio de programas como o Programa Minha Casa, Minha Vida. O potencial de crescimento do mercado brasileiro, explícito no ainda gigantesco déficit habitacional, abre perspectivas para a manutenção da demanda crescente pelos próximos anos.

    A oferta de crédito imobiliário, por outro lado, está sendo favorecida pela possibilidade de utilização de alienação fiduciária como instrumento de garantia de crédito. O uso desse instrumento, considerado menos burocrático pelos credores que a hipoteca, pode consistir em uma maior segurança jurídica ao credor em caso de execução da garantia em vigor, o que contribui para o alongamento dos prazos de financiamento e para a redução das taxas de juros aplicáveis. Diante disso, os principais bancos atuantes nesse segmento, a saber, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco, Santander e Bradesco, pretendem expandir suas operações de crédito imobiliário. A Caixa, que detém 70% da carteira total, prevê fechar 2011 com R$ 84 bilhões em novas contratações (ante R$ 75,9 bilhões em 2010) e  o Bradesco pretende expandir entre 25% e 28% a carteira própria.