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    Após mais de 10 anos de discussões os bancos Bradesco, Santander e Banco do Brasil decidem compartilhar a rede de caixas eletrônicos existente no país. Inicialmente serão partilhados os caixas que estão fora das agências, do quais, o Bradesco possui 30.657 terminais de autoatendimento; o Santander tem cerca de 7.600; o Banco Real, comprado pelo banco espanhol, possui 11 mil e o Banco do Brasil conta com 40 mil caixas eletrônicos.

    Os bancos também discutem o compartilhamento total das máquinas dos lojistas que fazem a "captura" das operações por meio de cartões de crédito e débito.

    O Brasil ainda é um dos poucos países em que os caixas eletrônicos não são universais. Isso porque os bancos viam na abrangência da rede eletrônica de atendimento um ativo importante para se diferenciar das instituições de menor porte e alcance geográfico. Mas as discussões vêm evoluindo bastante nos últimos meses, principalmente pelo fato de o governo brasileiro mostrar iniciativa para apertar a regulação junto às empresas de cartões de crédito.

    O setor bancário possui expectativa de crescimento de 4,4% neste ano de 2010, taxa crescente em relação aos anos anteriores o que implica que o setor tem tido uma trajetória de crescimento. Sendo assim,o compartilhamento dos terminais pode ser um elemento facilitador para a sua expansão, principalmente em regiões com boas perspectivas de crescimento e acesso limitado, reduzindo os custos de instalação. Isso pode acarretar em um compartilhamento a nível nacional, reduzindo ainda mais os custos entre os bancos, além de um aumento da eficiência quanto à operacionalização dos sistemas e aos acessos de mais pessoas aos serviços bancários.