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    O Banco Central anunciou nesta semana mais uma mudança no compulsório. Desta vez, o objetivo foi impedir uma distorção no mercado de títulos públicos. Esta iniciativa vem para amenizar os impactos de outra medida anunciada em 30 de outubro, cuja determinação era de que o BC iria deixar de aceitar títulos públicos como pagamento de compulsório sobre depósitos a prazo. Além disso, ficou afirmado que não haveria nenhuma remuneração sobre os recursos pelo tempo que ficassem parados. Com isso, surgiu um efeito colateral sobre a rolagem da dívida pública, pois como os bancos não iriam mais precisar dos títulos públicos para cumprir as exigências do BC, começaram a se desfazer dos papéis, repercutindo na queda das cotações.
    A mudança atinge a chamada exigibilidade adicional, um recolhimento que atinge 5% dos depósitos a prazo (compostos principalmente por CDBs) e em conta corrente e 10% dos saldos da caderneta de poupança. Lembrando que este recolhimento desde quando foi criado em 2002, era feito em dinheiro vivo, e o período que o dinheiro ficava retido, o BC pagava aos bancos juros equivalentes à taxa Selic (hoje em 13,75% ao ano) por esses recursos que ficassem parados.
    Com a nova mudança que entrará em vigor a partir de 1º de dezembro, o BC irá aceitar que esta exigência seja cumprida mediante a entrega de títulos públicos, em vez de dinheiro. Embora a remuneração não mude, a medida consiste em liberar cerca de R$ 40 bilhões em dinheiro no caixa do bancos.
    A Lafis acredita que a medida terá uma impacto reduzido na liquidez do mercado. Porém, o Tesouro recebeu a determinação do BC com um certo alívio.