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    O Governo Federal apresentou recentemente, no Palácio do Planalto, o Plano Safra 2020/2021, que contará com R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, um aumento de R$ 13,5 bilhões em relação ao plano anterior.“Desse total, R$ 179,4 bilhões são para custeio e comercialização e R$ 57 bilhões para investimentos nos diversos setores produtivos do agro. São valores que foram corrigidos muito acima da inflação do período”, destacou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, em discurso no lançamento do programa.

    O secretário de política agrícola do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio, afirmou que incluíram no plano linhas de crédito para apoiar o setor da cana-de-açúcar, que “foi atingido de várias maneiras”, principalmente o etanol, pela crise da COVID-19. De acordo com o secretário, “as usinas e produtores de cana-de-açúcar  e seus produtos terão acesso a recursos do Plano Safra para formar estoques e conseguir negociar em uma melhor condição de mercado”.

    Por outro lado, Evandro Gussi, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), afirmou em entrevista que a indústria de cana e etanol nunca esteve tão ameaçada, em referência à nova investida da Advocacia-Geral da União (AGU) para mudar a fórmula de cálculo das indenizações devidas pela União às usinas por prejuízos causados com o tabelamento de preços nas décadas de 1980 e 1990. A combinação de retração da demanda com preço em queda é desastrosa para o setor, mas as usinas buscam um nível fortíssimo de eficiência. É um ano “desafiador”, ressalta o presidente da Unica. Sobretudo, acrescenta ele, porque o setor pode ser vítima de uma “transformação de jurisprudência com terríveis efeitos para o mundo econômico e jurídico”.

    Especialista do Setor Marcos Henrique.