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    Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abifiqui), atualmente somente 5% dos insumos utilizados pela indústria farmacêutica para a produção de remédios prontos são produzidos no Brasil — o outros 95% são importados. 

    Tal fato acusa a forte influência que a taxa de câmbio detém no desempenho do setor, uma vez que a cotação do dólar (uma variável completamente exógena ao poder decisão das farmacêuticas) possui um papel estratégico dentro da fabricação de produtos farmacêuticos, e isso não é uma posição desejável a qualquer setor.

    Essa inevitável dependência externa por insumos é constatada pela baixa elasticidade que a cotação do dólar possui para as importações desses itens, ou seja, mesmo que o real se desvalorize em relação ao dólar, os fabricantes nacionais de medicamentos não têm como optar por um fornecedor nacional, elevando assim seus custos operacionais e reduzindo suas margens.

    Não que a indústria nacional deva começar a ser autossuficiente, mas sim ter flexibilidade em sua produção para suprir demandas específicas em caso de escassez ou súbita elevação de preços, o que atualmente não tem.

    Falta articulação entre governo, institutos de pesquisa, universidades e setores privado e público de saúde para fazer o país diminuir a dependência externa de insumos estratégicos, como os de remédios e vacinas.

    O Brasil possui certo expertise, corpo científico competente e, principalmente uma grande mercado interno que poderiam serem melhor coordenados por uma política industrial estruturante que incentivasse a produção local e fizesse o setor nacional entrar no mundo da pesquisa avançada e produção de ponta.

    Analista Responsável Felipe Souza