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  • hotéis, empresas do segmento hotéis, setor hotéis, segmento hotéis, economia, macroeconomia, viagem, turismo, setor turismo, segmento turismo
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Nesta última semana de novembro foi defina a manutenção do Ministério do Turismo no novo governo eleito, com a nomeação do atual deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PSL – MG) para sua liderança. O novo ministro já sinalizou a atuação conjunta do Ministério junto a outras pastas, tais como Justiça, para a promoção da Segurança Pública, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia.

    Com a definição, que gerou alívio por parte dos agentes deste mercado, o setor de hotéis e turismo nacional se prepara agora para atender à crescente demanda por acomodações e atividades turísticas que ocorre no final do ano relacionada às festividades como Natal e a virada do ano.

    De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), a expectativa é alcançar uma ocupação de 85% durante o révellion, com destaque para Rio de Janeiro, Santa Catarina, Balneário Camboriú e Florianópolis, que podem chegar a 90% das acomodações ocupadas. Para atender a esta demanda, e atrair novos turistas, muitas empresas do setor estão apostando em grandes produções e atrações internacionais, bem como em melhorias de estrutura e decoração, tanto das acomodações quanto dos eventos realizados.

    Com isso, a expectativa é que o aquecimento do setor neste período contribua para o encerramento positivo do setor em 2018. Segundo estimativas da Lafis, apesar da manutenção do desemprego em um patamar elevado e do contingenciamento dos gastos das famílias com viagens neste ano, o setor de hotéis e turismo nacional poderá vislumbrar um cenário mais otimista para os próximos anos, com crescimento robusto no médio e longo prazo.


    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Na contramão dos anúncios de investimentos em novos empreendimentos, o setor de turismo nacional fechou o primeiro semestre de 2018 com saldo negativo na geração de empregos. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), de janeiro a junho deste ano, o resultado entre admissões e demissões no setor de turismo foi igual a -11.689, pouco menor que no mesmo período de 2017 (-13.061).

    Tal desempenho foi impactado pelo saldo negativo observado em todas as regiões do país, com destaque paras as regiões Sul (-8.308) e Nordeste (-4.590). Apesar do Estado de São Paulo ter contribuído significativamente para amenizar a queda na geração de empregos na região Sudeste, o Rio de Janeiro foi o que mais impactou o resultado da região, com um saldo negativo igual a -6.968 postos de trabalho. Entende-se que a atual situação do Rio de Janeiro, com altos índices de violência e desequilíbrio fiscal, tem contribuído para a queda nas vendas do setor e, consequentemente, para o aumento da fragilidade das empresas de turismo atuantes no Estado.

    No que diz respeito ao desempenho por segmento, Hospedagem e Alimentação foi o setor com maior impacto negativo sobre o resultado global (-11.916), seguido por Cultura e Lazer (-1.622). Enquanto isso, os demais segmentos apresentaram saldos positivos no primeiro semestre de 2018: Transporte de Passageiros (622) e Agentes de Viagens (1.227).


    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Em janeiro de 2018 entrou em vigência o novo visto eletrônico para norte-americanos, japoneses, australianos e canadenses como parte da política de facilitação de vistos do programa “Brasil + Turismo”. O processo, que antes obrigava o turista a comparecer a uma das embaixadas brasileiras e cujo trâmite durava até 40 dias, pode agora ser obtido em até 72 horas. O valor do documento também foi reduzido, de US$ 160 para US$ 40.

    De acordo com o Ministério do Turismo, o reflexo desta nova medida já pode ser observado no aumento das solicitações de vistos para os países em questão. Entre fevereiro e março de 2018, os vistos solicitados a partir da Austrália, do Canadá, dos Estados Unidos e do Japão, tiveram um aumento de 48,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de 29.697 vistos para 44.007. Deste total, 72,8% foram eletrônicos e com maior participação dos norte-americanos (73,3%), seguidos pelos australianos (11,6%), canadenses (9,8%) e japoneses (5,3%). A perspectiva do governo, com base na média de gastos destes turistas, aponta para uma injeção de US$ 16,4 milhões a mais na economia brasileira neste período, em comparação com o mesmo intervalo de 2017.

    Para aproveitar tais oportunidades, o setor de hotéis e turismo nacional deverá estar amparado por investimentos em infraestrutura e capacitação de profissionais, bem como na promoção do turismo brasileiro no cenário internacional, com campanhas de mídia, feiras, entre outras ações. Além disso, é muito importante ampliar a participação do setor na agenda política nacional, ação essa que já está em andamento com o programa “Brasil + Turismo”.


    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com o estudo realizado pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), a taxa de ocupação das 431 redes de hotéis contemplados na pesquisa cresceu 10,9% em outubro de 2017, quando comparada ao mesmo período do ano passado. Tal crescimento foi impulsionado principalmente pela região Centro Oeste (+16,2%) e pela região Nordeste (+15,5%).

    Corroborando para estes resultados, a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), realizada junto ao Ministério do Turismo, mostra que as intenções de viagem também cresceram em outubro deste ano, quando 26,5% das famílias pesquisadas afirmam que desejam viajar, considerando um horizonte de 6 meses. Tais intenções representam um crescimento de 4 p.p. em relação ao mês de setembro e, quanto ao destino desejado para viajar, 81,8% selecionaram o próprio país, com preferência para a região Nordeste (49,0%).

    Tais resultados sinalizam o crescimento na demanda por serviços de hotelaria e turismo no mercado nacional provocados, principalmente, pelas celebrações de final de ano, e pelas férias de verão. Dada uma melhora nos indicadores econômicos, como expectativa de crescimento do PIB e aumento do rendimento médio das famílias brasileiras, o período de dezembro de 2017 promete gerar bons números para a indústria do turismo nacional uma vez que a procura por pacotes de viagem cresceu 10,0% em todo o país e, em algumas agências, as vendas antecipadas já cresceram mais de 12,0% (Associação Brasileira de Viagens - ABAV).

    Especialista do Setor: Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    2016 tem tudo para ser um ano memorável para a indústria hoteleira no Brasil. As Olimpíadas no Rio de Janeiro deve aquecer o setor não só no estado carioca, mas em toda a cadeia turística nacional. Contudo, o entusiasmo para por aí. De acordo com estimativas de consultorias especializadas, a ocupação dos hotéis na região fluminense deve permanecer próxima a 40%, afetando fortemente a planejamento financeiro e manutenção do estoque de quartos ampliado nos últimos anos.

    Em paralelo a esse cenário, o Ministério do Turismo revisou o mapa turístico brasileiro, reduzindo em 20,8% a quantidade de municípios cadastrados. Segundo o Departamento de Ordenamento Turístico, a inclusão na lista requer o cumprimento de requisitos específicos pelo poder público local, como a manutenção de uma gerência de turismo, dotação na Lei Orçamentária Anual e assinatura de termo de compromisso junto ao Ministério. O órgão ressalta ainda que este ajuste permite que os recursos da pasta sejam melhor distribuídos, principalmente devido à redução no orçamento do Ministério – queda de 80% desde 2003.

    No geral, a expectativa que vem sendo gerada devido aos jogos olímpicos tende a ser passageira e focalizada na região metropolitana do Rio de Janeiro, onde famílias estão locando seus imóveis por diárias de até R$ 1.000,00. No mais, para que haja um desenvolvimento no setor turístico nacional, são necessárias reformas estruturais, com melhora no sistema logístico em portos e aeropostos, bem como investimentos em segurança pública e na criação de polos turísticos especiais, colaborando com a propaganda do país nos mercados emissores tradicionais – Estados Unidos e Europa – e em ascensão – China e Ásia desenvolvida.

    Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto dos Santos 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Nem mesmo a Copa do Mundo, as eleições e as incertezas da economia brasileira atrapalharam as vendas da operadora de turismo em 2014. A CVC movimentou, somente em dezembro, um total de R$ 700 milhões em reservas confirmadas, valor que chega a representar quase a totalidade do volume de reservas do 4° trimestre (R$ 1,29 bilhões), um número inédito para a companhia, segundo dados do presidente, Luiz Eduardo Falco.

    A abertura de novas lojas também ficou acima do esperado, chegando a 120 novas filiais, diferente do que era inicialmente previsto, 100 novas unidades. Dessa forma, o grupo passa a somar um total de 914 lojas. Também como parte da expansão da empresa, foi anunciada, em dezembro, a aquisição de 51% do grupo Duotur, especializado em viagens corporativas. Em adicional, em 2014 a companhia lançou sua nova plataforma na internet, completando o programa de expansão.  

    Para 2015, a operadora passará a vender viagens de intercâmbio, se fazendo presente em uma nova modalidade de viagem, da qual não participava, mas considerada como um importante mercado, mesmo movimentando menores valores do que as viagens de lazer. 

    Para 2015, a Lafis espera que o setor de hotéis e turismo apresente crescimento de 7,2%, baseado em um Dólar mais valorizado frente o Real, que acaba incentivando o turismo nacional, frente às viagens internacionais que acabam se tornando mais caras.    

    Analista do Setor de Hotéis e Turismo: Amanda de Brito Andriotta


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O ramo de franquias relacionadas à área de turismo, com atenção às agências e operadoras de viagem, vem se destacando nos últimos anos. Em 2013, o segmento foi responsável por movimentar R$ 6,6 bilhões, do total estimado de R$ 115 bilhões de todo o faturamento do setor de franquias.

    Um estudo da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostra que as franquias de turismo tiveram aumento de 21,9%, enquanto as demais, ligadas a outros setores, cresceram 11,9%.  A compra de pacotes pela internet e o calendário de grandes eventos (Copa do Mundo/2014 e Olimpíadas/2016) contribuíram para essa expansão. O número de franquias de turismo existentes no país também apresentou aumento, só em 2011 eram 864 unidades, dois anos depois, esse número saltou para 2.001 unidades.

    Assim, esses dados mostram que o mercado brasileiro de turismo tem se tornado mais competitivo ao longo dos últimos anos e está mais preparado para atender e acompanhar a demanda dos turistas no País, além de expor a capacidade de crescimento do setor.

    Analista do Setor de Hotéis e Turismo: Amanda de Brito Andriotta

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Slaviero Hotéis, que opera por meio de quatro bandeiras (Slim, Conceptual, Fast Sleep e Executive), vai investir aproximadamente R$ 300 milhões até 2016. Os recursos serão aportados por meio do sistema de condo-hotel, em que investidores individuais compram uma ou várias unidades de cada hotel, financiando as obras.

    O grupo paranaense planeja o lançamento de 10 empreendimentos nos próximos três anos, sendo quatro deles em Curitiba, três em Cuiabá e três em São Paulo. Mais tarde, a empresa pretende investir em Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza e Salvador, no intuito de atingir a marca de 80 hotéis em operação até 2023. 

    No ano passado, o grupo faturou R$ 150 milhões, sendo que o turismo corporativo respondeu por cerca de dois terços desse total. Os turistas que viajam a negócios são os principais demandantes dos serviços de hotelaria no país, com participação de 66,0% na ocupação total do setor, segundo dados divulgados em 2013 pela FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil).

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O grupo francês Accor anunciou que, por meio de parceiros de negócios da rede, irá investir em torno de R$ 715 milhões até 2016. Os investimentos serão destinados para a construção de 16 novos empreendimentos da bandeira Novotel na América Latina. Destas, 13 unidades serão construídas no Brasil, voltadas para o hóspede de negócios. 

    Atualmente, o Brasil representa a maior operação da marca na América Latina, com um total de 12 dos 18 hotéis da região. Até 2016, o país passará a contar com 25 dos 34 hotéis esperados. As cidades brasileiras escolhidas foram: Rio de Janeiro, que contará com 3 novas unidades, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Goiânia, Cuiabá, Manaus, Santos, Macaé e Itu. Além disso, serão abertas unidades em Lima (Peru), Viña del Mar (Chile) e Tucumã (Argentina).

    Os turistas que viajam a negócios, público alvo da bandeira Novotel, são os principais demandantes dos serviços de hotelaria no país. Segundo dados da Hotelaria divulgados pela FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil), a participação desse segmento em 2012 chegou a 66,0% na ocupação total do setor, o que evidencia a importância do turismo de negócios como gerador de renda no país

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A construtora Rio Ave, em parceria com a bandeira de hotéis espanhola Meliá Hotels International, anunciou investimento na ordem de R$ 153 milhões para a construção de dois novos hotéis em Pernambuco. 

    O primeiro hotel a ser construído será o Meliá Paiva, em Cabo de Santo Agostinho, que deve ser entregue no final de 2014. Já o Inside Barra, em Jaboatão dos Guararapes, deve ser entregue somente em 2016. A expectativa é de que, com o empreendimento, sejam gerados 220 empregos na fase de construção e 284 na fase de operação. 

    Os novos hotéis devem atender a demanda local por hospedagem de alto nível, o que poderá impulsionar o turismo de negócios no Estado, essencial para movimentar os hotéis fora da temporada. Segundo dados da Embratur, o turismo de negócios cresceu 20% em todo o Brasil em 2012, seguindo o mesmo caminho em 2013. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Hyatt Hotels Corporation e o FSA Group anunciaram, por meio de joint venture, investimento na ordem de US$ 270 milhões no Brasil até 2018, para a construção de nove empreendimentos da bandeira Hyatt Place. Será a entrada no país dessa bandeira, que já possui diversas unidades nos Estados Unidos, voltados principalmente para o público executivo e turismo de lazer da classe média.

    Do investimento, cerca de 70% serão aportados pelo Hyatt Hotels Corporation e os 30% restantes, pelo FSA Group. Este último vai gerir e coordenar o desenvolvimento dos nove Hyatt Place, contratando equipes de projetos e engenheiros no país, enquanto que o primeiro, o Hyatt Hotels, irá fazer a gestão de cada um dos nove novos hotéis. O plano inicial dos investidores é entregar a primeira unidade em 2016 e agregar três unidades por ano até 2018. 

    Os empreendimentos serão localizados em grandes centros, cidades secundárias e próximos a aeroportos, aproveitando o maior fluxo de turistas estrangeiros gerados pelos grandes eventos esportivos no país, como as Olimpíadas em 2016.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Accor anunciou a construção de cinco novas unidades da marca Ibis no estado do Rio de Janeiro, somando R$ 170 milhões em investimento. Além disso, outros 17 empreendimentos estão sendo construídos no Estado, sendo nove hotéis na capital e região metropolitana e outros oito no litoral e interior. Com os 22 novos hotéis, a Accor totaliza um investimento de R$ 1,05 bilhão.

    A previsão inicial é de que os hotéis sejam inaugurados até 2017. Assim, quando todos os novos empreendimentos passarem a operar, a rede terá mais de 40 hotéis no Estado sob as bandeiras Ibis, Mercure, Novotel e Sofitel, gerando 1.100 empregos diretos e outros 3.500 empregos indiretos.

    A expansão da construção de hotéis no Rio de Janeiro é motivada pela forte demanda hoteleira do Estado, em virtude do crescimento das indústrias, principalmente a petroquímica e automotiva, das grandes universidades e centros de pesquisa localizados no Estado e dos grandes eventos internacionais a ocorrer no país. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O Wyndham Hotel Group, maior rede do mundo por número de hotéis, anunciou que vai ter 30 unidades da bandeira econômica Super 8 operando no país até o final de 2014, como parte do plano que prevê 200 empreendimentos até 2022. O investimento total demandado pelo projeto é de R$ 1,4 bilhão.

    No Brasil, o primeiro hotel Super 8 será inaugurado em outubro deste ano em Lagoa Santa, Minas Gerais. O Estado também têm unidades acertadas para as cidades de Betim, Congonhas, Sete Lagoas e Pouso Alegre. Com isso, o grupo pretende atender as cidades médias, que estão atraindo cada vez mais empresas e necessitam de uma rede hoteleira consistente para atender o maior fluxo de pessoas.

    A estratégia do grupo para a bandeira Super 8 é aproveitar o fluxo de veículos de passeio e de transporte de cargas, além do turismo rodoviário, para ter no país um modelo de hotéis baseado em custo baixo e serviços padronizados (acesso à internet banda larga, TV a cabo e refeições). Esta tendência vem sendo consolidada no setor hoteleiro, dada a mudança no perfil dos consumidores brasileiros, que tendem a optar, cada vez mais, por hotéis mais econômicos. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Com investimentos de R$ 87 milhões, financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) à GL Events Empreendimentos Imobiliário, um novo hotel de alto padrão será implantado no Centro de Convenções Riocentro, no Rio de Janeiro. O hotel, que será administrado pela Accor, levará a bandeira Grand Mercure.

    A previsão inicial é que o hotel seja inaugurado em dezembro deste ano, empregando cerca de 180 trabalhadores diretamente e mais 95 indiretamente. Desde o ano passado, a Accor vem focando seus investimentos em hotéis de luxo, sendo esperadas a inauguração de 12 novos hotéis deste segmento até 2016 no Brasil.

    O financiamento do projeto é oriundo do programa BNDES ProCopa Turismo, criado para apoiar a ampliação e modernização do parque hoteleiro nacional, tendo em vistas a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016. Com este novo financiamento, o programa passa a ter uma carteira de R$ 841,5 milhões em operações aprovadas.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Allia Hotels anunciou investimentos de R$ 900 milhões no país para a construção de novos hotéis. A previsão é de que até o final de 2016, a rede hoteleira some mais 43 hotéis ao grupo. Deste, 14 novos hotéis estão previstos para operarem na região capixaba. O grupo já confirmou o contrato de construção de dois empreendimentos: o Bristol Easy Hotel Jardim Limoeiro, no Município de Serra e o Bristol Easy Hotel Colatina, na cidade de Colatina.

    Os novos hotéis, com investimentos de R$ 11,5 milhões e R$ 14,8 milhões respectivamente, estão localizados em importantes pólos de crescimento do Espírito Santo e irão suprir grande demanda de sua região. A previsão de inauguração dos hotéis é para o início de 2016.

    A proximidade da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016 faz com que seja crescente o número de investimentos em hotéis e pousadas no mercado brasileiro. Com isso, o setor de Hotéis e Turismo vem ganhando força no país.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Allia Hotels anunciou investimento de R$ 30 milhões para a construção de dois novos empreendimentos em São João da Barra, (RJ). As unidades farão parte da bandeira Bristol com localização estratégica, uma vez que estarão cituados na cidade do Superporto do Açu, importante centro logístico para as regiões Centro-Oeste e Sudeste do país.

    A rede administra atualmente 28 hotéis no país e até o final de 2015 pretende ter, pelo menos, oito novos empreendimentos em operação, sendo dois em Macaé, um no Rio de Janeiro e os mais recentemente confirmados em São João da Barra. Ao todo já foram anunciados R$ 126 milhões em investimentos na região.

    O número crescente de hotéis e pousadas no mercado brasileiro é motivado, em grande parte, pela proximidade da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016, que fazem com que o setor de Hotéis e Turismo adquira força no país.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Accor, que controla as redes Mercure, Novotel, Pullman e Sofitel, adquiriu por US$ 275 milhões as marcas Caesar Park e Caesar Business do grupo mexicano Posadas.

    Segundo Roland de Bonadona, diretor geral da Accor, a rede de hotéis quatro e cinco estrelas quer reforçar sua operação na América do Sul, especialmente no Brasil que concentra 75% do empreendimento negociado, sendo os 25% restantes distribuídos entre a Argentina e Chile. Com o montante adquirido na venda, a rede Posadas pretende sair do Brasil e focar seus negócios no México, afim de melhorar sua posição de capital.

    A rede de Hotéis Accor, que possui negócios com pousadas de quatro e cinco estrelas vê na América do Sul um grande potencial de crescimento, especialmente no Brasil por ser paises emergentes. Com a Copa do Mundo de 2014, o seguimento de Hotéis e Turismo vêm ficando cada vez mais forte no País.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    O grupo internacional de hotéis Meliá anunciou um investimento no valor de R$ 600 milhões para a construção do primeiro resort de luxo no padrão 5 estrelas plus do Brasil. O empreendimento reunirá cinco hotéis e será erguido na região de Guarajuba, na Costa dos Coqueiros (BA).

    O  complexo é inspirado em outro similar localizado em Punta Cana, na República Dominicana. O público alvo são os brasileiros e estrangeiros de altíssimo padrão. Os hotéis serão inaugurados no início de 2014 para atender os hóspedes que virão à Bahia acompanhar a Copa do Mundo.

    O setor hoteleiro vive um bom momento devido ao aumento da renda média da população brasileira. A crescente demanda por instalações de alto luxo se dá pela expansão da classe média-alta além, é claro, do destaque internacional de que o Brasil detem devido aos eventos esportivos que serão realizados futuramente, como a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, atraindo cada vez mais hóspedes.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    Nesta semana, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concedeu um financiamento de R$ 32 milhões para a Paulista Praia Hotel S.A., do Grupo Pontes Hotéis e Resorts, em Pernambuco. Os investimentos aprovados para o grupo pelo BNDES se destinam aos três empreendimentos do Pontes Hotéis e Resorts e deverá aumentar em 30% a oferta de leitos do grupo em Pernambuco.

    Por sua vez, e sem o subsídio do BNDES, o grupo Rio Doce Resorts, anunciou investimentos de R$ 190 milhões, a serem aplicados nos próximos cinco anos sendo destinados à construção de pelo menos mais um hotel e um centro de convenções. Na mesma onda de investimentos, as redes de hotéis menos luxuosos também estão em processo de expansão, mesmo quando há menor oferta de crédito no mercado. É o caso de hotéis com um modelo voltado para quem precisa pernoitar na estrada, onde o custo das edificações não são tão altos, e existe menor dificuldade para levantar investimentos.

    Os investimentos no setor hoteleiro se tornaram frequentes devido aos futuros eventos esportivos de 2014 e 2016 e ao setor apresentar altas taxas de crescimento impulsionadas pelo aumento do rendimento médio da população brasileira. O Governo também influenciou este boom de investimentos com o programa ProCopa turismo do BNDES lançado em 2010, o pacote é de R$ 1 bilhão.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A francesa Accor irá investir R$ 1,3 bilhão para expandir sua rede aumentando-a para mais de 700 hotéis no Brasil até 2015. Do valor total, R$ 150 milhões serão destinados para a bandeira Mercure, R$ 720 milhões para a Ibis, bandeira com preços mais acessíveis. 

    Nota-se que a onda de investimentos hoteleiros ocorre principalmente devido aos eventos como a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016 que atraíram muitos turistas estrangeiros além dos próprios brasileiros que viajaram no intuito de participar dos eventos. Além disso, com o crescimento da economia brasileira e a elevação da renda da população, tem-se observado um aumento das viagens de lazer e negócio no Brasil.  As maiores dificuldades do setor não são mais conseguir recursos financeiros e sim à falta de mão de obra qualificada e os elevados preços dos terrenos.  Desta forma, percebe-se uma tendência de investimentos nas cidades de médio porte e interior.



    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    A NEP incorporadora deverá investir R$ 400 milhões na construção de doze hotéis no interior do Rio de Janeiro. As cidades que receberam o empreendimento são: Duque de Caxias, Itaguaí, Itaboraí, Campos dos Goytacazes e Nova Iguaçu.

    Em 2009, a NEP investiu R$ 300 milhões na construção de onze hotéis nesta mesma região, conhecida como a rota do petróleo. Este novo investimento é para atender à demanda crescente do turismo de negócios impulsionada pelas atividades de petróleo, mineração e siderurgia na região.

    Com o crescimento da economia brasileira tem-se verificado um aumento das viagens de negócio no país. Em 2010, o mercado de hotelaria e turismo de negócios, cresceu cerca de 15%. Entretanto, percebe-se a tendência da construção de hotéis nas cidades do interior devido aos preços dos terrenos mais baixos.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A NEP incorporadora deverá investir R$ 400 milhões na construção de doze hotéis no interior do Rio de Janeiro.  As cidades que receberam o empreendimento são: Duque de Caxias, Itaguaí, Itaboraí, Campos dos Goytacazes e Nova Iguaçu.

    Em 2009, a NEP investiu R$ 300 milhões na construção de onze hotéis nesta mesma região, conhecida como a rota do petróleo. Este novo investimento é para atender à demanda crescente do turismo de negócios impulsionada pelas atividades de petróleo, mineração e siderurgia na região.

    Com o crescimento da economia brasileira tem-se verificado um aumento das viagens de negócio no país.  Em 2010, o mercado de hotelaria e turismo de negócios, cresceu cerca de 15%.  Entretanto, percebe-se a tendência da construção de hotéis nas cidades do interior devido aos preços dos terrenos mais baixos.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A NEP incorporadora deverá investir R$ 400 milhões na construção de doze hotéis no interior do Rio de Janeiro.  As cidades que receberam o empreendimento são: Duque de Caxias, Itaguaí, Itaboraí, Campos dos Goytacazes e Nova Iguaçu.

    Em 2009, a NEP investiu R$ 300 milhões na construção de onze hotéis nesta mesma região, conhecida como a rota do petróleo. Este novo investimento é para atender à demanda crescente do turismo de negócios impulsionada pelas atividades de petróleo, mineração e siderurgia na região.

    Com o crescimento da economia brasileira tem-se verificado um aumento das viagens de negócio no país.  Em 2010, o mercado de hotelaria e turismo de negócios, cresceu cerca de 15%.  Entretanto, percebe-se a tendência da construção de hotéis nas cidades do interior devido aos preços dos terrenos mais baixos.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A americana Wyndman, a maior rede hoteleira do mundo em número de quartos, investe na construção de 10 hotéis no Brasil, junto com a mineira Vert, companhia de administração de hotéis.   
    A parceira das empresas é para construir hotéis da bandeira Ramada (de três a quatro estrelas) nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e São Paulo.  Estima-se que o valor do investimento será de R$ 460 milhões.  A previsão para a inauguração dos hotéis será entre 2013 e 2014. José Ernesto Marino Neto, presidente da consultoria BSH International, especializada em hotelaria ajudou na articulação da parceria, segundo ele: “A Copa e as Olimpíadas não são a razão central desse novo boom [de investimento], mas sim o crescimento da economia brasileira”.
    É notável que a onda de investimentos hoteleiros se dá principalmente devido aos eventos da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016 que atrairá muitos turistas estrangeiros.  Além disso, com o crescimento da economia brasileira e com o aumento da renda da população, tem-se verificado um aumento das viagens de lazer e negócio no Brasil.  As maiores dificuldades do setor não são mais conseguir recursos financeiros e sim à falta de mão de obra qualificada e os elevados preços dos terrenos.  Desta forma, percebe-se a tendência de investimentos nas cidades de médio porte e do interior.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A soma da exuberante natureza do norte e do nordeste a Copa do Mundo em 2014 atrai investimentos de redes hoteleiras para estas regiões. Nesta semana dois grupos anunciaram investimentos no estado de Pernambuco e do Pará.
    O grupo português Promovalor e a Odebrecht Realizações Imobiliárias investirão cerca de         R$ 450 milhões em um novo pólo turístico, de negócios e de lazer na Reserva do Paiva (PE). Com este valor, será construída a maior estrutura hoteleira de convenções da Região Metropolitana do Recife. O pólo terá um hotel cinco estrelas com 350 quartos e um centro de convenções com capacidade para 2.100 pessoas e um open mall (shopping aberto). Além disso, a infraestrutura será de alta tecnologia com o conceito de sustentabilidade sócio-ambiental, uma premissa da Reserva de Paiva. Este empreendimento é o terceiro da região que conta com uma infraestrutura desenvolvida pela Odebrecht em parceria com o Governo do Estado de Pernambuco. Em maio deste ano, a Promovalor e Odebrecht investiram R$ 276 milhões no município do Cabo de Santo Agostino (Região Metropolitana de Recife). 
    Outro grupo hoteleiro que está investindo no eixo Norte-Nordeste é o BHG (Brazil Hospitality Group) que anunciou a compra de 5 hotéis  em Belém  (PA)  do Grupo MB  capital.  A transação faz parte do objetivo do grupo de ter até 2013, 39 hotéis e 8.010 quartos no país.  No ano de 2010 o BHG entrou no norte do país, devido ao crescimento do turismo, principalmente o de negócios nesta região.
    Além da beleza natural da região, que atrai muitos turistas, os investimentos são alavancados devido à Copa do Mundo de 2014, que trará um número maior de turista ao país e atendê-los com todo conforto e luxo pode ser um diferencial para a decisão de retorno ao Brasil deste turista.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    O grupo multinacional Wyndhan, com cerca de 900 hotéis em 25 países ao redor do mundo, anunciou terça feira (06/04) projeto de investimentos para construção e incorporação de 34 hotéis e que poderão atingir a cifra de R$1 bilhão nos próximos anos.

    Deste aporte, cerca de R$ 680 milhões  já foram confirmados na construção e adaptação de 14 empreendimentos no Brasil nos próximos três anos, todos com a bandeira do  grupo brasileiro associado Vert Hotéis. O primeiro empreendimento foi inaugurado já no começo do mês de abril e mais dois da bandeira  serão inaugurados ao público até o fim do ano um em Belo Horizonte e outro no Rio de Janeiro, em tais empreendimentos serão gastos cerca de R$ 220 milhões e R$ 100 milhões respectivamente. Também já estão em andamento as conversões para a bandeira Suítes de um hotel no Paraná, a um custo de aproximadamente R$ 50 milhões, e de outro em Santa Catarina, por cerca de R$ 30 milhões.

    Os executivos do grupo Wyndhan consideram o Brasil o mais importante mercado na América Latina, em razão da evolução e do potencial da demanda nas três modalidades: econômico, intermediário e superior. A projeção de crescimento para o setor nos próximos anos elaborada pelo grupo considera que esta será impulsionada por eventos como a Copa do Mundo e Olimpíada, e tal desempenho deve se sustentar mesmo após o termino dos eventos.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    As boas perspectivas para o faturamento do setor nos próximos anos estimula, cada vez mais, as redes de hotéis a lançarem mão de novos projetos de investimentos com o objetivo de expandir e modernizar o complexo hoteleiro nacional. Assim, mais duas empresas ganham destaque pela divulgação novos investimentos: o Brazil Hospitality Group (BHG) e o Grupo Fibra.

    O BHG anunciou o investimento de R$ 25 milhões para a reforma do tradicional Hotel Intercontinental, em São Conrado/RJ. Com o processo de aquisição completo (divulgado em dezembro de 2010), o próximo passo prevê a reforma e modernização do empreendimento. São 418 apartamentos de alto padrão, 22 salas para eventos e feiras, complexo de lazer, dois restantes e outras atrações que representam uma área construída de 33 mil m². O hotel passará a operar com a bandeira Royal Tulip a partir do segundo semestre e será o primeiro empreendimento a operar com este padrão de serviços na Região Sudeste do país.

    O Grupo Fibra também está investindo R$ 16 milhões (com o financiamento de R$ 9,5 milhões concedidos pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) na construção do primeiro hotel 5 estrelas de Mato Grosso. O hotel terá 15 mil metros de área construída, contando com 142 apartamentos distribuídos em 12 andares, além de um amplo centro de eventos para acomodar até 1,8 mil pessoas. O investimento visa absorver a demanda constituída por turistas e profissionais atraídos pelos negócios realizados na região.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Duas grandes redes multinacionais hoteleiras, a brasileira Atlantica Hotels e a espanhola Sol Meliá, já iniciaram seus respectivos projetos de investimentos na construção de novos hotéis com inalgurações previstas até 2014, ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo de futebol.

    A Atlantica Hotel, que atualmente opera em 76 empreendimentos com bandeiras como Radisson, Go In, Comfort e Quality.  já assinou 18 contratos, equivalentes a R$ 1 bilhão. Estas novas unidades correspondem a aproximedamente 3,1 mil quartos e empregaram 2.800 empregos diretos.

    Já a Sol Meliá, que atualmente opera em 14 unidades hoteleiras no mercado brasileiro, possui um projeto que prevê, além da construção de novos hotéis, a compra e reforma interna de imóveis com a preservação da fachada. Dentro deste arcabouço, inicia em março a construção de um complexo hoteleiro de alto padrão na Bahia, este terá 2.800 quartos, 500 casas residenciais, 1,4 mil apartamentos residenciais, centro de convenções, campo de golfe e outros atrativos, tal projeto envolverá cerca de R$ 750 milhões somente na primeira fase, dos quais parte será provido por fundos da empresa que, além disso, ainda terá apoio de financiamento bancário.

    Tanto a Atlantica quanto a Sol Meliá – sendo estas bons exemplos que caracterizam a tendência de lucros do setor – festejam os bons resultados em 2010; as vendas da Atlantica totalizaram R$ 473,6 milhões em 2010, o que representou um crescimento de 26% na comparação com o ano anterior; A Sol Meliá divulgou que seu faturamento se elevou cerca de 25% no ano passado quando comparado com 2009. O nível de ocupação dos imóveis das duas empresas registraram, em média 12,5% de elevação enquanto os preços, em média, foram reajustados em 11,5% das diárias pagas.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A rede hoteleira InterCity, em parceria com as empresas Castelo Engenharia e Verde Imóveis, anunciou o investimento na construção de 286 apartamentos todos da categoria econômica em Belo Horizonte (MG). Para o grupo, a cidade comporta uma grande demanda por parte de empresários e homens de negócio, o que justifica a escolha do local que deverá ser próximo ao centro de convenções da cidade.

    Este projeto faz parte do conjunto de três investimentos, da mesma natureza, previstos até a final do primeiro trimestre, são os demais: a construção de dois hotéis em Montenegro (RS) e um em Itaboraí (RJ), os quais canalizarão investimentos de aproximadamente R$ 100 milhões em conjunto. Com 16 hotéis em operação em sete estados, a rede vislumbra, à médio prazo, novos negócios em Curitiba, Recife, Brasília e no interior de São Paulo.

    O projeto em questão (bem como outros no setor) é reflexo do bom desempenho do segmento no ano passado e as boas perspectivas de retorno para este ano. Em 2010, o mercado de hotelaria e turismo, especificamente de negócios, cresceu acima das projeções para o PIB, cerca de 15%. "Não são a Olimpíada ou a Copa que viabilizam o crescimento, e sim a necessidade das pessoas de viajar a negócios", é o que diz Alexandre Gehlen, fundador da rede.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Nesta terça-feira, dia 28 de Dezembro, a rede de hotéis Brazil Hospitality Group (BHG) consolidou a compra total do Hotel Intercontinental do Rio de Janeiro. Estima-se que a transação atinja a cifra de  R$ 100 milhões. Este investimento constitui um projeto paralelo do plano de expansão da BHG, onde esta previsto, para os próximos anos, a construção de 40 hotéis num montante de recursos de R$ 480 milhões. O objetivo é aumentar a participação no mercado interno adquirindo hotéis já existentes e construindo novas unidades.

    A partir desta aquisição, a BHG passará a ocupar a terceira posição no ranking das maiores redes hoteleiras em oferta no país contando com mais de 6,6 mil apartamentos disponíveis.

    Mesmo com a sinalização emitida pelo Banco Central e dos Ministérios do Governo recém empossado da tomada de ações que visam refrear a expansão do consumo e do crescimento econômico para a próximo ano, a expectativa do setor é de crescimento  econômico conjuntamente ao consumo das famílias, influindo positivamente nas perspectivas de expansão do modal em 2011, continuando esta trajetória até 2016, anos que englobam os eventos da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas 2016

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    Durante essa semana, duas notícias ganharam destaque no setor e reforçam o movimento de expansão presenciado nos últimos tempos. A primeira se refere à fusão de três redes nacionais de hotéis - Bristol, Plaza Inn e Solare. A Fusão criou a Allia Hotels que nasce com 40 empreendimentos destinado a classe econômica, sendo esta composta por cerca de 1,5 mil funcionários e 3 mil quartos. Neste ano, o faturamento em conjunto dos três está avaliando em torno de R$ 150 milhões. A Allia Hotels planeja investir R$ 1 bilhão até 2015. A segunda notícia está relacionada ao planejamento de investimentos da rede jamaicana SuperClubs. A rede pretende investir cerca de R$ 500 milhões no Brasil até 2015. A estratégia envolve a construção de 15 projetos destinados ao turismo de negócios e resorts temáticos voltados para a nova classe média.

    Em suma, diante das notícias, a análise da Lafis se baseia em dois fatores: o crescimento de novas oportunidades de negócios direcionados à nova classe emergente e ao avigoramento do turismo de negócio. Ambos correlacionados ao crescimento econômico do Brasil dentro de um contexto mundial no qual os países centrais encontram-se saturados.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    O hotel JW Marriott foi comprado pelo grupo norte americano Host Hotels & Resorts, este último, por sua vez, atua como empresa de investimento no mercado prime em locações urbanas, aeroportos e resorts. O JW Marriott é localizado na praia de Copacabana e a transação foi fechada em US$ 47,5 milhões. Essa aquisição representou a entrada da companhia americana no Brasil.  O estabelecimento será direcionado ao turismo de negócios.

    A alta do turismo de negócio gerado pelo crescimento da atividade econômica e os eventos esportivos a serem realizados nos próximos anos (Copa do mundo 2014 e Olimpíadas 2016) indicam grandes oportunidades de rentabilidade para os investidores. Dessa forma, essa transação realizada pela Host Hotels & Resorts pode apontar uma tendência para o setor, ou seja, novos negócios relacionados com empresas de investimentos e estruturas hoteleiras podem se tornar mais freqüentes. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    No último dia 31, o grupo Algar anunciou que serão investidos cerca de R$ 40 milhões no complexo Rio Quente Resorts em Goiás. O projeto deve ser finalizado no final de 2011 e visa à construção de um novo hotel. O local recebe cerca de 1 milhão de clientes e  é detentor do maior parque aquático de água quentes do Brasil.

    O grupo Algar, segundo dados da própria empresa, possui faturamento de mais de R$ 3 bilhões e atua nos setores de TI/Telecom, Agro, Serviços e Turismo. O setor de turismo participou com 5% no total do lucro líquido consolidado do grupo em 2009. Isso representa algo em torno de R$ 9 milhões.

    Essa notícia de novos investimentos vem reforçar a tendência de crescimento do turismo doméstico. Isso se deve ao aumento do poder de compra da população que, conseqüentemente, insere novos consumidores no mercado e disponibiliza bens e serviços a um maior contingente populacional. Em outras palavras, potencializa-se a demanda do setor de hotelaria e turismo. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    Para cumprir as exigências do comitê olímpico e da FIFA, o BNDES já começou a fazer  sua parte. No primeiro dia de fevereiro, o banco de desenvolvimento lançou uma nova linha de financiamento para hotéis no montante de R$ 1bilhão.

    A cidade do Rio de Janeiro não atende a quantidade de leitos estipulados pelo comitê olímpico. Cinco cidades sedes da Copa do Mundo também não estão dentro da quantidade de quartos determinada pela FIFA. Apesar de já existir uma linha de financiamento para o setor hoteleiro, o BNDES verificou uma baixa procura, identificou o que afastava os investidores e corrigiu para essa nova linha, assim, os juros caíram e o prazo de pagamento se estendeu.

    Grandes empresas do setor hoteleiro já começaram a anunciar investimentos para Copa do Mundo em 2009 e outras, que ainda não tem instalações no Brasil, demonstraram interesse em começar a atuar no país. A consolidação dos investimentos colaborará pra que o setor no Brasil amadureça e se mantenha na rota turística internacional, impulsionando o crescimento do setor hoteleiro.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    O aumento do rendimento médio junto com a diminuição da diferença entre as classes sociais que vem ocorrendo no Brasil, sendo que as classes mais baixas vêem se destacando, é determinante para o sucesso do setor hoteleiro e turístico doméstico no Brasil. A conquista do direito de sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas também é um fator que colabora para o desenvolvimento desse setor tanto internamente quanto com a presença de turistas estrangeiros.

    A CVC, maior operadora de turismo no Brasil, que se destaca exatamente por atender uma classe mais baixa, através de facilidade de pagamento e parcelando pacotes de viagens,  atraiu a atenção do fundo de investimento Carlyle. As negociações foram interrompidas durante o período de crise mas os indicativos de recuperação da economia brasileira foram suficientes para a compra fosse concretizada.

    Detentora de 63% das ações da CVC, a Carlyle tem o plano de dobrar o faturamento e a quantidade de passageiros transportados pela empresa nos próximos 5 anos. Não foram divulgados valores, mas dados veiculados pela imprensa estimam um montante de R$ 700 milhões.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2009
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Em meados de fevereiro foi aprovada a venda do parque temático Hopi Hari à consultoria especializada na recuperação de empreendimentos em dificuldade, a Íntegra. A constituição acionária do parque era assim disposta: Grupo GP Investimentos (44,5%), Grupo Oi (13,2%), Funcef (10,9%), Previ (10%), Petros (9,9%) e Prevhab (6,7%).
    A decisão da venda foi tomada em conjunto e envolve uma transferência de dívida de aproximadamente R$ 600 milhões, cerca de sete vezes a receita anual do parque. Para que a  Íntegra efetivamente feche negócio, será exigido um amplo abatimento da dívida por parte do principal credor do Hopi Hari, o BNDES.
    Inaugurado em 1999 o parque nunca se firmou como empreendimento lucrativo, devido à necessidade de elevado fluxo de visitantes. Os investidores apostaram que a estabilidade econômica brasileira acarretasse na forte elevação do consumo de entretenimento. Porém, o crescimento econômico no início dos anos 2000 mostrou-se insuficiente para o parque atender suas necessidades, mesmo com os preços da economia estáveis. Desta forma, as dificuldades financeiras fizeram com que campanhas de difusão do parque fossem comprometidas, dificultando sua atratividade para o público.
    Com a venda, dá-se início à restruturação financeira do Hopi Hari que, no futuro próximo, deverá ser vendido a outro grupo, possivelmente estrangeiro. O potencial do empreendimento para a geração de emprego na região de Vinhedo (SP) é significativo, sendo um argumento importante para que o BNDES procure facilitar as transções, via abatimento da dívida.