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  • hotéis, empresas do segmento hotéis, setor hotéis, segmento hotéis, economia, macroeconomia, viagem, turismo, setor turismo, segmento turismo
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2024
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    Na entrada de 2024, o setor hoteleiro apresenta um panorama promissor. Após um período desafiador marcado por crises econômicas e uma pandemia global, o mercado hoteleiro começa a vislumbrar um futuro otimista. As projeções indicam não só uma recuperação, mas também um crescimento vigoroso, especialmente na América do Sul e Central, com o Brasil emergindo como um ponto de destaque. E as novas tendências chamam a atenção pelo caráter inusitado do tipo de turismo que se busca. Pagamentos virtuais, novos perfis de consumidores e assistentes virtuais estão em alta enquanto tecnologia. Mas agora surge a tendência slow travel, para quem procura uma maior conexão com os destinos, o turismo do sono e a busca da tranquilidade “dormindo em dólar”, a economia azul e a conexão com a sustentabilidade nos oceanos, em suma, um perfil dos turistas mais jovens e exigentes que mudam totalmente as viagens de luxo.

    O interesse em experiências excêntricas pode refletir uma sociedade que valoriza a individualidade e a expressão pessoal, uma maneira de demonstrar status social ou afirmar uma identidade específica. Num mundo globalizado e cada vez mais comercializado, uma forma de escapismo traz atividades que oferecem uma ruptura radical com o cotidiano, como viagens de aventura extrema ou imersões culturais intensas. Mas, as pessoas estão buscando experiências únicas e exclusivas para se destacarem em uma sociedade cada vez mais homogênea. De certa forma, também são experiências que conectam as pessoas com culturas e comunidades locais de uma forma genuína e significativa, o turismo de nicho, onde as pessoas se identificam com grupos específicos ou subculturas. Refletem as preocupações ambientais e sociais, como o turismo ecológico ou o turismo com propósito de minimizar seu impacto no meio ambiente ou contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

    Essas tendências estimulam novos segmentos do turismo, criando oportunidades de negócios e empregos em áreas como turismo de aventura, turismo gastronômico, turismo cultural alternativo, entre outros. O turismo excêntrico pode gerar receita significativa para as comunidades locais e para a economia em geral, além de incentivar o empreendedorismo local. Isso não exclui, porém, a chance de pressões ambientais, gentrificação e impactos socioeconômicos desiguais.

     

    Especialista do Setor  Alexandre Favaro Lucchesi

     


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2023
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    O Senado aprovou proposta que estende o benefício fiscal da desoneração da folha até 31 de dezembro de 2027, abrangendo 17 setores e dentre eles transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. Foi reduzida de 2% para 1% a alíquota de empresas de transporte rodoviário de passageiros. Espera-se, com essa medida, garantir e fomentar empregos, cujos impactos no turismo e na atividade em geral são salutares.
    No geral, o mercado de operadoras de turismo do Brasil fez progressos significativos. Chegou, inclusive, a marcos importantes em 2022, conforme revela o Anuário 2023 da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa). Foram atendidos 8,4 milhões de passageiros, um aumento de 13,5% em relação a 2021 e um recorde para o setor. O crescimento significativo demonstra claramente a resiliência e recuperação da indústria pós-pandemia, que traz boas perspectivas para 2023. Dos passageiros atendidos, 5,4 milhões eram provenientes do mercado nacional e 3 milhões eram de passageiros internacionais, os valores mais elevados alguma vez registados pela associação. Os indicadores reforçam a importância dessas operadoras não apenas como facilitadoras de viagens, mas também como impulsionadoras da economia, promovendo o turismo interno e externo, e contribuindo para a criação de empregos e o crescimento econômico do país. 

    Especialista do Setor Alexandre Favaro Lucchesi



    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2023
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Recentemente o Governo Federal anunciou duas ações que prometem aquecer o setor de concessão e injetar bilhões em investimentos de modernização e ampliação das estradas brasileiras.
    Na primeira, o Governo anunciou que pretende renegociar concessões de rodovias. Assim ao assinar os novos contratos, as empresas poderão adequar as cláusulas à nova realidade das rodovias. Por exemplo, uma concessão que explora pedágio pode passar a ser freeflow (fluxo livre). Com isso e com os novos mecanismos, a ideia é assegurar investimentos e manter o equilíbrio econômico-financeiro das concessões. O governo pretende destravar investimentos de R$ 80 bilhões em rodovias federais com a renegociação de 15 dos 23 contratos de concessão vigentes. Os valores seriam investidos pelas empresas concessionárias nos próximos sete anos.
    Em outra ação, foi anunciado no fim de agosto o Novo PAC que prevê R$ 185 bilhões para setor rodoviário até 2026. Serão 53 novas obras de construção; 72 obras de ampliação da capacidade e duplicação; 18 obras de pontes e viadutos; e 24 obras de restauração (reconstrução de uma rodovia que está muito ruim e precisa ser totalmente reconstruída).

    Analista Responsável Felipe Souza


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2023
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    2023 deve ser um dos melhores anos para o turismo brasileiro. Isso porque o setor deve arrecadar R$ 752,3 bilhões neste ano, o equivalente a 7,8% do PIB do país. Esse valor será 5% superior aos R$ 716,5 bilhões do pré-pandemia (2019). O turismo nacional faturou R$ 18,2 bilhões em maio de 2023 –alta de 7,1% frente ao mesmo mês de 2022. São 26 meses consecutivos de crescimento. Os dados são da Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Pela 1ª vez depois da pandemia, o número de passageiros transportados por aviões superou os níveis pré-pandemia (2019). O transporte aéreo faturou R$ 5,88 bilhões, avanço de 12% em comparação com o mesmo mês de 2022. Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), foram 7,29 milhões de passageiros em maio –melhor resultado para o mês desde 2015. A Fecomercio-SP estima que, com a provável alta do PIB neste ano e um "corte iminente de juros", haverá um "estímulo" ao turismo, além de inflação menor e mercado de trabalho aquecido. De imediato, aumentar a despesa e o investimento”. A federação disse não haver nenhuma percepção relativamente negativa do setor e que a expansão deverá continuar com menos variação, mas não por um esfriamento do setor mas sim por fortes efeitos de base estatística comparativa.
    Por outro lado, a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp) alerta que a reforma tributária aprovada na Câmara dos Deputados no início de julho afeta drasticamente o setor, especialmente no que diz respeito às agências de viagens. Segundo a entidade, há impacto em toda a cadeia. Muito se argumenta que o setor aéreo não poderia receber tratamento tributário diferente dos demais modais. Para o Turismo, que está incluído no bojo do setor de serviços, as mudanças que a reforma pode causar ainda estão em debate e representantes da própria atividade apontam tanto aspectos positivos como pontos não tão bons de um texto que ainda pode mudar. A alternativa seria uma solução de alíquotas diferenciadas, demanda muito ressaltada por vários outros setores, e que abarca hotelaria, parques de diversão e parques temáticos, bares, restaurantes, aviação regional e operações com bens imóveis.

    Especialista do Setor Alexandre Favaro Lucchesi






    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2023
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    A pandemia da COVID-19 causou uma reviravolta econômica sem precedentes em todo o mundo. Empresas de todos os setores enfrentaram desafios significativos, desde restrições de operação até mudanças nos hábitos de consumo dos clientes.

    Nesse cenário de recuperação, é crucial que as empresas estejam preparadas para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que surgem. E uma ferramenta valiosa para essa preparação estratégica é a análise setorial.

    Compreender as tendências do mercado, as mudanças de comportamento do consumidor e as demandas emergentes torna-se essencial para se posicionar de forma inteligente e competitiva.

    Este texto explora a importância da análise setorial como uma poderosa aliada das empresas na retomada econômica, e como a análise setorial pode ajudar as organizações a identificar oportunidades, mitigar riscos e tomar decisões informadas que impulsionem seu crescimento.

    Prepare-se para desvendar os segredos por trás da análise setorial e descubra como essa ferramenta estratégica pode levar sua empresa a um novo patamar de sucesso.

     

    Entendendo a retomada da economia e o papel da Análise Setorial

     

    Após um período desafiador de incertezas e instabilidades, a retomada econômica pós-pandemia já se tornou uma realidade.

    No entanto, é importante compreender que o cenário econômico atual é marcado por mudanças significativas nos comportamentos de consumo, nas dinâmicas de mercado e nas demandas dos clientes.

    As empresas que desejam se destacar nesse novo contexto precisam adotar uma abordagem estratégica, antecipando-se às transformações do mercado e se adaptando rapidamente. É aqui que a análise setorial desempenha um papel fundamental.

    A análise setorial permite que as empresas compreendam em profundidade o panorama do seu setor de atuação. Ela vai além da análise macroeconômica geral e mergulha nas especificidades de cada segmento, identificando as principais tendências, desafios e oportunidades que surgem durante a retomada econômica.

    Ao entender os fatores-chave que impulsionam o crescimento do setor, as empresas podem ajustar suas estratégias, reposicionar seus produtos e serviços e se adaptar às novas demandas dos consumidores.

    Além disso, a análise setorial ajuda as empresas a avaliarem a competitividade do mercado, identificando os principais concorrentes e suas estratégias. Com base nessas informações, é possível desenvolver estratégias diferenciadas, encontrar nichos de mercado pouco explorados e conquistar uma vantagem competitiva.

    Em suma, a análise setorial permite que as empresas estejam à frente da curva, antecipando-se às mudanças do mercado e tomando decisões fundamentadas. Na próxima seção, exploraremos em detalhes como essa ferramenta valiosa pode ser aplicada de forma eficaz, fornecendo vantagens estratégicas e impulsionando o crescimento empresarial na retomada econômica pós-pandemia.

    A análise setorial desempenha um papel crucial na tomada de decisões estratégicas das empresas durante a retomada econômica pós-pandemia. Ela oferece uma visão aprofundada das tendências e mudanças que estão moldando o mercado, permitindo que as empresas compreendam o cenário em que estão inseridas e se posicionem de maneira estratégica.

     

    Benefícios da Análise Setorial para as empresas

     

    Ao adotar uma abordagem estratégica baseada na compreensão das tendências e mudanças do mercado, as empresas podem obter vantagens significativas. Vejamos alguns dos benefícios-chave da análise setorial:

     

    Identificação de oportunidades de crescimento: permite que as empresas identifiquem oportunidades emergentes e nichos de mercado pouco explorados – o que permite a possibilidade de direcionar seus recursos e esforços para o desenvolvimento de produtos ou serviços inovadores, atendendo às necessidades específicas dos clientes.

     

    Tomada de decisões informadas: Com acesso a dados e informações precisas sobre o setor, as empresas podem tomar decisões estratégicas fundamentadas, permitindo que empresas se adaptem rapidamente às mudanças do mercado.

     

     

    Vantagem competitiva: A análise setorial ajuda a identificar os pontos fortes e fracos dos concorrentes, bem como as lacunas no mercado que podem ser aproveitadas. Isso permite que as empresas se posicionem de forma única, atendendo às necessidades dos clientes de maneira mais eficaz do que seus concorrentes.

     

    Mitigação de riscos: auxilia na identificação de riscos e ameaças que podem afetar o desempenho das empresas. Ao antecipar esses desafios, as empresas podem desenvolver estratégias de mitigação adequadas e estar preparadas para enfrentar obstáculos.

     

    Aproveitamento das tendências de mercado: as empresas podem se adaptar de maneira proativa e capitalizar as oportunidades que surgem, ajustando-se rapidamente às mudanças nos comportamentos do consumidor, nas demandas de mercado e nas inovações tecnológicas.

     

    A análise setorial é uma ferramenta poderosa para as empresas que deseja estar sempre prontas aos desafios do seu mercado.

    Ao identificar oportunidades de crescimento, mitigar riscos, adaptar a estratégia de negócios e conquistar uma vantagem competitiva, as empresas estarão bem posicionadas para se destacar no mercado e alcançar o sucesso.

    Lembre-se de que a implementação da análise setorial requer uma coleta cuidadosa de dados, análises aprofundadas e monitoramento contínuo. Além disso, contar com especialistas nessa área, como a LAFIS, pode fornecer um apoio valioso na interpretação dos dados e na orientação estratégica.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2023
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    O relatório Panorama da Hotelaria Brasileira de 2023, produzido pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), prevê a construção de 108 novos hotéis nas cinco regiões do Brasil, que devem atrair um investimento na ordem de R$ 5,7 bilhões. Ao todo, o país contará com quase 18 mil novos quartos distribuídos por 93 cidades as quais, em sua maioria (78%), estão localizadas nas regiões Sul e Sudeste. Sete em cada dez novos hotéis estão sendo construídos no interior do país. De acordo com a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, a alta procura pelo turismo rural e pelo ecoturismo têm incentivado as grandes redes a construírem unidades fora dos grandes centros. Recentemente, o Ministério do Turismo lançou o projeto Experiências do Brasil Original que irá apoiar a estruturação de roteiros turísticos em comunidades tradicionais do país, valorizando e dando visibilidade a povos indígenas e quilombolas. A estruturação de roteiros turísticos nestes locais deve contar com o apoio dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, dos Povos Indígenas e da Igualdade Racial, além de instituições como a Universidade Federal Fluminenses (UFF) e a Sociedade Alemã para Cooperação Internacional (GIZ).
    No âmbito internacional, o governo brasileiro fechará um acordo com a China para permitir que as operadoras de turismo do país asiático possam atuar no Brasil. De acordo com o colunista Da Folha de São Paulo, Jamil Chade, a esperança é que isso possa facilitar o fluxo de turistas chineses ao país, diante do início da era pós-covid-19 e a reabertura da China. O acordo está sendo negociado e deve ser anunciado durante a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para Pequim. Outra iniciativa será a assinatura de um acordo-chave entre os dois países que abre a possibilidade de cooperação entre os dois países.

    Especialista do Setor Alexandre Favaro Lucchesi


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2023
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Em novembro de 2022, pela primeira vez, desde janeiro de 2020, o turismo na capital paulista voltou ao patamar pré-pandemia, quando registrou crescimento de 10,7% na comparação com o mês anterior e atingiu o número-índice 100. Os dados são do Índice Mensal de Atividade do Turismo (IMAT), do Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio). São Paulo possui um amplo roteiro cultural e gastronômico e isso deve favorecer as atividades nos próximos meses. Em novembro, houve combinação de feriados, Fórmula 1 e fluxo de pessoas em compras tanto para a Black Friday como para o Natal. Os preços estiveram acima da média dos últimos anos, em boa parte como reflexo do processo inflacionário e proporcionou aumento mensal de 33% na média diária de faturamento do turismo, alcançando R$ 41,6milhões, montante 77% superior ao registrado em novembro de 2021, quando foram constatados R$ 23,5 milhões por dia. Isso resultou em um tíquete médio também maior na indústria h

    hoteleira, onde a taxa de ocupação média no mês saltou de 64,9%, em outubro, para 71,9%, em novembro, acima dos 69% vistos nesse mesmo mês em 2021, com diária média de R$ 587, a maior do ano segundo relatório do Observatório do Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo.

    No âmbito internacional, foi relevante a redução da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre transações no exterior com a tarjeta, de 6,38% para 5,38% a partir de 2/1. A alteração deverá baratear custos como o pagamento de hospedagem no exterior e também a compra de ingressos e excursões em moeda internacional, além de reduzir o impacto na fatura de transações feitas com lojas no exterior. Segundo o decreto, a alíquota vai cair um ponto percentual por ano até 2027, quando atingirá 1,38%. A partir de 2028, a alíquota será zerada. A extinção do IOF sobre operações cambiais é exigência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a entrada do Brasil na entidade.

    Especialista do Setor Alexandre Favaro Lucchesi

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2022
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o índice de volume das atividades turísticas no Brasil cresceu 2,5% em abril deste ano, em relação ao mês anterior, sendo esta a segunda alta consecutiva nesta base de comparação, acumulando um avanço de 8,0% nos últimos dois meses. Apesar disso, o segmento ainda não recuperou integralmente as drásticas perdas ocasionadas pela pandemia, permanecendo 3,7% abaixo no nível observado em fevereiro de 2020, antes do início da crise sanitária.

    Na comparação com abril do ano passado, o volume de serviços relacionados ao turismo cresceu 85,7%, 13ª alta consecutiva na avaliação interanual, e a taxa mais intensa desde junho de 2021 (92,6%). Desta forma, o volume de serviços relacionados ao turismo no Brasil, segundo a PMS, acumulou um crescimento de 51,3% no primeiro quadrimestre deste ano, em relação ao período de janeiro a abril de 2021, bem como um avanço de 49,8% no acumulado dos últimos 12 meses até o referido mês, mantendo a trajetória ascendente observada desde março de 2021 (-42,1%).

    O desempenho do setor segue impulsionado pelo bom desempenho das atividades de transporte aéreo, restaurantes, hotéis, bufê e serviços de comida preparada, transporte rodoviário coletivo de passageiros e locação de automóveis, proporcionado pela flexibilização das medidas de isolamento social em todo o país. Além disso, mesmo com o crescimento no número de casos da Covid-19, acelerado pela proliferação de novas variantes mais contagiosas, o que se observa é uma retomada das viagens, tanto domésticas como internacionais, mediante uma ampla vacinação da população.

    Com isso, a expectativa para o setor segue positiva, com estimativas de crescimento na ocupação de hotéis e vendas de pacotes de viagens, tendo como ponto de atenção a atual conjuntura econômica. Fatores como a elevada inflação, alta taxa de juros e queda no rendimento das famílias podem comprometer uma expansão mais significativa na demanda por atividades turísticas, de modo que a população priorize o consumo de cestas essenciais.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2022
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o índice de volume das atividades turísticas no Brasil cresceu 1,1% em janeiro deste ano, em relação ao mês anterior, sendo esta a oitava alta consecutiva nesta base de comparação, acumulando um avanço de 69,6% nos últimos oito meses. Apesar disso, o segmento ainda não recuperou integralmente as drásticas perdas ocasionadas pela pandemia, permanecendo 9,7% abaixo no nível observado em fevereiro de 2020, antes do início da crise sanitária.

    Na comparação com janeiro do ano passado, o volume de serviços relacionados ao turismo cresceu 29,1%, décima alta consecutiva na avaliação interanual, acumulando um crescimento de 30,8% nos últimos 12 meses, mantendo a trajetória ascendente observada desde março de 2021 (-42,1%).

    O desempenho do setor segue impulsionado pelo bom desempenho das atividades de transporte aéreo, restaurantes, hotéis, bufê e serviços de comida preparada, transporte rodoviário coletivo de passageiros e locação de automóveis, proporcionado pela flexibilização das medidas de isolamento social em todo o país. Cabe ficar atento, porém, ao avanço de novas variantes da Covid-19, ainda mais contagiosas, e que comprometeram diversas atividades do setor já no primeiro bimestre de 2022, como o adiamento da temporada de cruzeiros e dos desfiles de carnaval, bem como o cancelamento do carnaval de rua, em fevereiro deste ano.

    Apesar destes imprevistos, a expectativa do setor segue positiva, com estimativas de crescimento na ocupação de hotéis e vendas de pacotes de viagens mesmo em meio a este cenário de elevação no número de infectados pelo novo coronavírus. O aumento na segurança sanitária tem permitido não somente uma retomada das atividades turísticas relacionadas ao lazer, mas também das viagens corporativas, diretamente afetadas pelo contexto de isolamento social e, consequentemente, home-office e reuniões virtuais. 

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2021
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o índice de volume das atividades turísticas no Brasil cresceu 0,8% em setembro deste ano, em relação ao mês anterior, sendo esta a quinta alta consecutiva nesta base de comparação, acumulando um avanço de 49,9% nos últimos cinco meses. Apesar disso, o segmento ainda não recuperou integralmente as drásticas perdas ocasionadas pela pandemia, permanecendo 20,4% abaixo no nível observado em fevereiro de 2020, antes do início da crise sanitária.

    Na comparação com setembro do ano passado, o volume de serviços relacionados ao turismo cresceu 36,6%, sexta alta consecutiva na avaliação interanual, acumulando um crescimento de 19,9% entre janeiro e setembro deste ano, em relação ao mesmo período de 2020. Por fim, o resultado acumulado nos últimos 12 meses foi positivo e igual a 1,0%, interrompendo uma sequência de 17 quedas consecutivas nesta base de comparação.

    Tais resultados foram impulsionados pelo bom desempenho das atividades de transporte aéreo, restaurantes, hotéis, bufê e serviços de comida preparada, transporte rodoviário coletivo de passageiros e locação de automóveis, proporcionado pela reabertura flexibilização cada vez mais definitiva das medidas de isolamento social em todo o país, proporcionado pelo avanço no plano de imunização da população.

    Desta forma, as expectativas do setor nesta reta final de 2021, bem como início de 2022, seguem positivas, uma vez que este período, que contempla as férias escolares, as festas de final de ano e o verão no Brasil. Tal expectativa tem sido confirmada pelo aquecimento da demanda por viagens, com significativa parte das operadoras apresentando aumento das vendas neste segundo semestre. Esta recuperação vem sendo amparada também pela abertura crescente nas fronteiras de países que estão flexibilizando restrições para brasileiros, ainda que com exigências quanto ao comprovante de vacinação e tipos de imunizantes aceitos.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2021
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o índice de volume das atividades turísticas no Brasil cresceu 11,9% em junho deste ano, em relação ao mês anterior, sendo esta a segunda alta consecutiva nesta base de comparação, acumulando um avanço de 43% nos últimos dois meses. Na comparação com junho do ano passado, o volume de serviços relacionados ao turismo cresceu 92,7%, terceira alta consecutiva na avaliação interanual, acumulando um crescimento de 4,6% no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período de 2020.

    Tais resultados foram impulsionados pelo bom desempenho das atividades de transporte aéreo, restaurantes, hotéis, bufê e serviços de comida preparada, transporte rodoviário coletivo de passageiros e locação de automóveis, proporcionado pela reabertura flexibilização gradual das medidas de isolamento social após um recrudescimento da pandemia, em meados de março deste ano, e avanço na imunização da população.

    O crescimento nas vendas do setor confirma esta retomada das atividades turísticas. De acordo com a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), 25% dos associados entrevistados registraram um crescimento entre 51% e 75% em julho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Somado a isso, 44% dos entrevistados tiveram um faturamento de até 25% do que era antes na pandemia, quase a metade da parcela verificada em junho deste ano (2021).

    Apesar disso, o setor permanece abaixo do patamar pré-pandemia (-29,3%) e a trajetória da variação acumulada nos últimos 12 meses, até junho de 2021 (-22,2%), mantém-se no campo negativo desde abril de 2020 (-5,1%), não sendo possível recuperar as drásticas e recordes perdas provocadas pela crise sanitária do Covid-19 ainda este ano. Neste sentido, a Lafis espera que o faturamento do setor volte ao nível anterior à pandemia, tomando como referência o ano de 2019, apenas no longo prazo, em meados de 2024 e 2025.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2021
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o índice de volume das atividades turísticas no Brasil cresceu 2,4% em fevereiro deste ano, em relação ao mês anterior, sendo esta a segunda alta consecutiva nesta base de comparação. Apesar disso, na comparação com fevereiro do ano passado, o volume de serviços relacionados ao turismo recuou 31,1%, acumulando uma queda de 30,1% neste primeiro bimestre do ano, em relação ao mesmo período de 2020.

    Desta forma, ainda que o conglomerado de atividades turísticas tenha acumulado um crescimento de 127,5% entre maio de 2020 e fevereiro deste ano, tal avanço não foi suficiente para que o setor recuperasse as perdas históricas observadas no período mais crítico da pandemia, quando recuou 68,4% entre março e abril de 2020. Com isso, tais atividades permanecem 39,2% abaixo do patamar pré-pandemia, tomando como referência o mês de fevereiro de 2020, período anterior à implementação das medidas de combate à Covid-19.

    Dentre estas medidas estão rigorosas restrições na circulação de pessoas, e o fechamento de estabelecimentos e serviços presenciais e não essenciais, o que inclui atividades ligadas ao lazer, turismo e hotelaria. As ações também afetaram o desempenho de setores relacionados à atividade turística no país, como os transportes aéreo e rodoviário coletivo de pessoas, que tiveram suas atividades restringidas ou fechamento no acesso às fronteiras interestaduais e internacionais, afetando diretamente o fluxo de turistas, tanto a lazer quanto a negócios.

    Mesmo após a flexibilização das medidas de isolamento social, que permitiram a retomada gradual das atividades turísticas, tendo como foco principal o turismo doméstico, a persistente insegurança sanitária tem impedido uma retomada consistente do setor, uma vez que limitações quanto aos horários e capacidade de atendimento e funcionamento de estabelecimentos ligados ao turismo seguem sendo adotadas em diversas regiões do país.

    Este cenário torna-se ainda mais desafiador neste início de 2021, quando se observa um recrudescimento da pandemia, implementação de novas restrições mais rígidas e lentidão no ritmo de vacinação. Somado à um mercado de trabalho altamente fragilizado e corte no valor do auxílio emergencial, este conjunto de fatores tende a afetar diretamente o desempenho das atividades turísticas no país, principalmente com o adiamento de viagens, seja pelo receio da população em relação ao contágio pela Covid-19 em um momento de colapso nos sistemas de saúde público e privado, seja pelo receio em expandir gastos não essenciais em um cenário de restrições no orçamento familiar.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De todos os setores diretamente afetados pela pandemia, o segmento de hotéis e turismo certamente foi um dos que mais sofreram com a queda brusca na atividade econômica no País a partir de meados de março deste ano. Para conter o avanço do novo coronavírus pelo Brasil, Estados e autoridades sanitárias determinaram rigorosas restrições na circulação de pessoas, levando ao fechamento de estabelecimentos e serviços presenciais e não essenciais, o que inclui atividades ligadas ao lazer, turismo e hotelaria.

    Somado a isso, setores intimamente relacionados ao turismo também foram impactados pelas medidas de combate ao Covid-19, como os transportes aéreo e rodoviário coletivo de pessoas, que tiveram suas atividades prejudicadas pelas restrições ou fechamento no acesso às fronteiras interestaduais e internacionais, afetando diretamente o fluxo de turistas, tanto a lazer quanto a negócios.

    A magnitude deste impacto pôde ser observada pelo drástico recuo no volume de serviços relacionados às atividades turísticas no País. No período mais agudo da pandemia, entre março e abril deste ano, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), elaborada pelo IBGE, apontou queda histórica de 68,1% acumulada no período, atingindo o patamar mais baixo da série iniciada em janeiro de 2011. Apesar da retomada do volume de serviços turísticos nos últimos meses, com crescimento de 102,6% entre maio e outubro deste ano, o setor encontra-se ainda 35,4% abaixo no nível pré-pandemia (fevereiro de 2020), acumulando um recuo de 38,2% este ano até o mês de outubro. As atividades que mais têm afetado o desempenho do setor são aquelas relacionadas às atividades presenciais e consumo das famílias, como bares e restaurantes, serviços de bufê, hotéis, transporte aéreo e rodoviário coletivos de passageiros e locação de automóveis.

    Enquanto isso, o comércio nacional¹ já apresenta um crescimento acumulado de 0,9% no mesmo período, superando as perdas observadas durante a pandemia. A recuperação deste setor é pautada na flexibilização do isolamento social, bem como na concessão do auxílio emergencial, que permitiu às famílias a manutenção do consumo de bens essenciais e até mesmo itens de maior valor agregado, como móveis e eletrodomésticos, em detrimento dos gastos com serviços não essenciais, onde se enquadram as atividades turísticas.

    Portanto, a expectativa é que este setor tenha uma retomada mais lenta que os demais segmentos da economia, a qual deverá ser impactada pela elevada insegurança sanitária e restrições na capacidade de funcionamento das atividades turísticas. É importante considerar também um contexto de alta instabilidade no mercado de trabalho esperada para os próximos meses como reflexo da crise econômica gerada pela atual crise sanitária, afetando negativamente a disposição das famílias em expandir seus gastos com lazer e viagens.

    ¹comércio varejista restrito: não contempla a venda de veículos, motos, peças e materiais para construção.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    No início deste segundo semestre, o IBGE lançou a nova edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Turismo 2019 a fim de quantificar os fluxos de turistas nacionais entre as diferentes regiões do País, bem como para o exterior. A pesquisa foi realizada no terceiro trimestre de 2019 e apontou que, dos 72,5 milhões de domicílios visitados, 21,8% havia realizado alguma viagem nos três meses anteriores à entrevista, enquanto que o restante não viajou no período analisado.

    Dentre os motivos principais motivos que justificam o fato das famílias não terem viajado, a falta de dinheiro foi citada pela maior parte dos entrevistados (48,9%), seguida pela falta de tempo (18,5%) e pela ausência de necessidade (13,5%). Porém, é importante destacar que estes motivos variam de acordo com a classe de rendimento familiar per capita: nos domicílios com rendimento abaixo de 2 salários mínimos, a principal justificativa foi a falta de dinheiro (54,6%, em média), enquanto que nos domicílios com rendimento de 2 ou mais salários mínimos a causa que predominou foi a falta de tempo (35,7%, em média).

    No que diz respeito às viagens que foram realizadas no período, 96,1% foram nacionais e 3,9% foram internacionais, e 13,5% ocorreram por motivos profissionais e 86,5% por motivos pessoais. Neste último caso, as viagens tiveram como principais objetivos a visita a parentes e amigos (36,1%), lazer (31,5%), tratamento de saúde e bem estar (17,5%), outros (o que inclui cruzeiros, cursos, estudos e congressos; 5,1%), compras pessoais (3,8%), eventos familiares ou de amigos (3,9%) e religioso ou de peregrinação (2,9%). Pela ótica do rendimento, nos domicílios com renda per capita superior a 4 salários mínimos, o principal motivo da viagem foi o lazer foi predominante (55,4%), enquanto que entre as classes com rendimento abaixo de 1 salário mínimo, foi visita a parentes e tratamento de saúde e bem estar (aproximadamente 60%).

    Dentre os locais de hospedagem, a casa de amigos ou parentes foi a mais utilizada pelos viajantes (47,3%), seguida pelo hotel ou flat (17,3%). A análise por classe de renda aponta, novamente, uma diferenciação significativa, já que para as classes de rendimento abaixo de 2 salários mínimos a hospedagem em casa de amigo ou parente representou, em média, mais da metade das respostas, superando a participação desta opção em classes com mais de 4 salários mínimos (35,0%). Neste último caso, a hospedagem mais utilizada pelas classes de rendimento mais elevadas foi hotel ou flat (38,1%).

    Por fim, dentre as regiões mais visitadas no Brasil no período analisado está a Região Sudeste (39,5%), seguida pela Nordeste (27,8%), Sul (16,5%), Centro-Oeste (8,4%) e Norte (7,9%).

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o volume de atividades turísticas no Brasil avançou 4,8% em julho deste ano em relação ao mês anterior, sendo esta a terceira alta consecutiva nesta base de comparação, acumulando um crescimento de 36,1% nos últimos três meses. Apesar disso, tal resultado não foi suficiente para recuperar a significativa perda de 68,1% observada no setor entre março e abril deste ano. Portanto, as atividades turísticas acumulam queda de 37,9% em 2020 até julho, trajetória negativa cada vez mais intensa desde o último mês de março.

    As atividades que mais afetaram o desempenho do setor são aquelas relacionadas às atividades presenciais e consumo das famílias, como bares e restaurantes, serviços de bufê, hotéis, transporte aéreo e rodoviário coletivos de passageiros e locação de automóveis. Todas elas têm sido diretamente impactadas pelas medidas de isolamento social, ainda que diante de uma reabertura gradual destes empreendimentos e flexibilização nas restrições de circulação de pessoas.

    Com isso, o setor de turismo amarga um desempenho muito aquém do nível pré-pandemia, seja pela cautela das famílias, que seguem priorizando o consumo de itens essenciais em meio à fragilidade do mercado de trabalho, em detrimento dos gastos com lazer e viagens; seja pelas regras impostas pelo poder público a esse processo de reabertura, com limitações no horário de funcionamento dos estabelecimentos e no número de clientes a serem atendidos.

    No caso dos hotéis, especificamente, apesar da retomada mais consistente desta atividade nos últimos dois meses, o nível de ocupação dos quartos segue abaixo da capacidade instalada do setor. De acordo com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), em julho deste ano a taxa de ocupação dos hotéis em funcionamento no país, ou seja, desconsiderando aqueles que permanecem fechados por causa da pandemia, chegou a 18,26%, nível 69,8% inferior ao observado no mesmo período de 2019. O pior desempenho foi verificado na região Sudeste (16,63%), região que concentra, ao mesmo tempo, o maior número de hotéis do país e o maior número de casos da Covid-19, principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

    Neste sentido, as redes hoteleiras e o setor de turismo como um todo seguem aprimorando os protocolos de reabertura e investindo em novos procedimentos e processos, uma vez que a demanda por estes serviços tem sido afetada não apenas pela crise econômica, mas também pela insegurança sanitária que leva as famílias a adiar este tipo de gasto.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o volume de atividades turísticas no Brasil recuou 54,5% em abril deste ano em relação ao mês anterior, sendo esta a maior queda da série histórica iniciada em janeiro de 2011. Este foi o quarto recuo consecutivo, acumulando uma queda de 20,9% neste primeiro quadrimestre de 2020. De forma semelhante, na comparação com abril de 2019, o volume de atividades relacionadas ao turismo no País sofreu uma queda de 67,3%, a mais intensa já observada desde o início da PMS, o que reverteu a trajetória de crescimento na variação acumulada em 12 meses para um recuo igual a 5,1% até o referido mês, interrompendo uma sequência de 18 taxas positivas e consecutivas nesta base de comparação.

    Assim como os resultados das demais atividades econômicas afetadas pela pandemia, o desempenho do turismo nacional no mês de abril mostra um impacto mais intenso do isolamento social, uma vez que neste período foram 30 dias completos de paralisação do setor em diversas regiões do País, enquanto que em março as medidas de combate ao Covid-19 foram implantadas apenas nos últimos 10 dias do mês, o que justifica um recuo menor.

    Dentre as principais atividades que levaram à queda expressiva do volume de serviços turísticos estão aquelas impactadas diretamente pelas restrições na circulação de pessoas, como transporte aéreo e rodoviário (ambos de passageiros), hotéis, restaurantes e outros serviços de comida preparada. Regionalmente falando, os estados mais atingidos pelo vírus possui importante peso para a atividade turística no Brasil, o que contribui ainda mais para uma queda sem precedentes na história do setor. Das 27 unidades federativas contempladas na pesquisa, 26 recuaram no mês de abril, com destaque para São Paulo (-52,0%) e Rio de Janeiro (52,7%).

    Diante deste cenário, a Lafis acredita não apenas em queda significativa no faturamento do setor de hotéis e turismo no Brasil em 2020, uma das maiores dentre os setores avaliados pela nossa consultoria, mas também em uma difícil recuperação mesmo após o fim do isolamento social. Isto porque, além da drástica queda na receita, o turismo nacional sofrerá com o receio dos indivíduos para voltar a viajar, seja a lazer ou a negócios, até o surgimento de uma vacina eficaz contra o Covid-19. Além disso, a lenta retomada do mercado de trabalho após a quarentena impedirá que as famílias destinem parte de sua renda, ainda fragilizada, para gastos com lazer e entretenimento, priorizando o consumo de itens essenciais até a retomada mais consistente da economia e, consequentemente, da confiança destes agentes. 

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    As últimas semanas têm sido conturbadas e preocupantes para o setor de hotéis e turismo nacional. Com a divulgação de novos casos de infectados pelo Covid-19 no Brasil e as recomendações do Ministério da Saúde para restringir o movimento de pessoas a fim de barrar a proliferação do vírus, os hotéis, resorts e pousadas em todo o país já tiveram 90% de suas reservas canceladas até o mês de junho deste ano.
    A informação foi divu
    lgada pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih Nacional) e envolve não apenas viagens a lazer, mas também a trabalho, feiras e eventos. A associação solicita uma ajuda no valor de R$ 1 bilhão ao governo e criticou o socorro financeiro dado às companhias aéreas – com a restrição de voos nacionais e internacionais, houve cortes na capacidade total de voos das principais companhias atuantes no País – alegando a necessidade de se olhar a cadeia como um todo.

    Além disso, um estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontou uma queda de 16,7% no faturamento do setor de turismo brasileiro na primeira quinzena de março em relação ao mesmo período do ano passado, representando uma perda de R$ 2,2 bilhões. Este quadro afeta diretamente o nível de contratação do setor que, segundo estimativas da CNC, pode chegar à eliminação de 115,6 mil postos de trabalho formais.

    Diante deste cenário, a Lafis acredita em uma redução significativa do faturamento do setor de hotéis e turismo no Brasil em 2020. Tal perspectiva leva em consideração não apenas a paralisação das atividades turísticas e de setores relacionados, como o transporte aéreo e rodoviário, mas também o lento ritmo de recuperação das empresas do setor após a retomada das atividades. Isto porque acredita-se que o sentimento de insegurança perdurará por alguns meses, baseado principalmente em um mercado de trabalho fragilizado, adiando tanto a expansão dos gastos das famílias com turismo e lazer, por exemplo, ao priorizarem o consumo de bens e serviços essenciais, quanto a geração de um novo ciclo de os investimentos por parte das empresas.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    No final de novembro deste ano, o Governo Federal editou uma Medida Provisória para a criação da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, substituindo o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). A medida mantém a sigla usada anteriormente e passa a ser enquadrada como serviço social autônomo.

    Dentre as principais alterações está a ampliação das ações competentes ao novo órgão para a promoção comercial de produtos, serviços e destinos turísticos brasileiros no exterior. Além disso, a agência passará a receber recursos provenientes de contribuições feitas às organizações do sistema S: anteriormente, 85,75% dos recursos eram destinados ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); com a nova MP, 70% dos recursos serão repassados ao Sebrae e 15,75% à Embratur. O restante vai para a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex, 12,25%) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI, 2%). Com isso, o orçamento da Embratur passará dos atuais US$ 8 milhões para US$ 120 milhões.

    Desta forma, a iniciativa foi bem recebida pelas empresas do setor de turismo nacional, que já esperam um crescimento dos investimentos, impulsionando o número de turistas que visitam o país, que cresce há um ritmo lento nos últimos cinco anos. Dentre os principais investimentos, estão: i) infraestrutura pública, e qualidade das instalações e dos serviços; ii) inovação como condição de competitividade; iii) capacitação educacional e de habilidades técnicas; v) aprimorar os transportes aéreo, rodoviário, ferroviário e náutico; vi) adotar práticas de digitalização nas áreas de gestão, planejamento e marketing; entre outras (CNC, 2018).

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    No último dia 18 de março, foi publicado o Decreto nº 9.731, em edição extra do Diário Oficial da União, que dispensa os vistos de vista para cidadãos norte-americanos, canadenses, australianos e japoneses. A medida inédita foi divulgada durante a primeira visita oficial do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, e é unilateral, ou seja, não vale para os brasileiros que desejam viajar para os quatro países. O decreto entra em vigor a partir de 17 de junho deste ano.

    De acordo com a argumentação do governo, a isenção tem como objetivo gerar emprego e renda no mercado nacional de hotelaria e turismo, além de estreitar as relações com países estratégicos, podendo, no futuro, obter a reciprocidade da medida. Porém, é preciso recordar que, no início de 2017, o presidente Donald Trump publicou um decreto dificultando a concessão de visto a cidadãos de diversos países, incluindo o Brasil.

    Ainda assim, a medida é vista com otimismo pelo setor de hotéis e turismo no Brasil e defendida pelo Ministério do Turismo, uma vez que os quatro países, juntos, representam cerca de 60% da demanda por vistos de turismo e negócios. Além disso, outras iniciativas voltadas para a facilitação do acesso de turistas ao país já surtiram efeitos positivos, como o visto eletrônico. Segundo o Itamaraty, entre 2017 e 2018, houve um aumento de 35% no volume de pedidos por parte destes mesmos países.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Nesta última semana de novembro foi defina a manutenção do Ministério do Turismo no novo governo eleito, com a nomeação do atual deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PSL – MG) para sua liderança. O novo ministro já sinalizou a atuação conjunta do Ministério junto a outras pastas, tais como Justiça, para a promoção da Segurança Pública, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia.

    Com a definição, que gerou alívio por parte dos agentes deste mercado, o setor de hotéis e turismo nacional se prepara agora para atender à crescente demanda por acomodações e atividades turísticas que ocorre no final do ano relacionada às festividades como Natal e a virada do ano.

    De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), a expectativa é alcançar uma ocupação de 85% durante o révellion, com destaque para Rio de Janeiro, Santa Catarina, Balneário Camboriú e Florianópolis, que podem chegar a 90% das acomodações ocupadas. Para atender a esta demanda, e atrair novos turistas, muitas empresas do setor estão apostando em grandes produções e atrações internacionais, bem como em melhorias de estrutura e decoração, tanto das acomodações quanto dos eventos realizados.

    Com isso, a expectativa é que o aquecimento do setor neste período contribua para o encerramento positivo do setor em 2018. Segundo estimativas da Lafis, apesar da manutenção do desemprego em um patamar elevado e do contingenciamento dos gastos das famílias com viagens neste ano, o setor de hotéis e turismo nacional poderá vislumbrar um cenário mais otimista para os próximos anos, com crescimento robusto no médio e longo prazo.


    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Na contramão dos anúncios de investimentos em novos empreendimentos, o setor de turismo nacional fechou o primeiro semestre de 2018 com saldo negativo na geração de empregos. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), de janeiro a junho deste ano, o resultado entre admissões e demissões no setor de turismo foi igual a -11.689, pouco menor que no mesmo período de 2017 (-13.061).

    Tal desempenho foi impactado pelo saldo negativo observado em todas as regiões do país, com destaque paras as regiões Sul (-8.308) e Nordeste (-4.590). Apesar do Estado de São Paulo ter contribuído significativamente para amenizar a queda na geração de empregos na região Sudeste, o Rio de Janeiro foi o que mais impactou o resultado da região, com um saldo negativo igual a -6.968 postos de trabalho. Entende-se que a atual situação do Rio de Janeiro, com altos índices de violência e desequilíbrio fiscal, tem contribuído para a queda nas vendas do setor e, consequentemente, para o aumento da fragilidade das empresas de turismo atuantes no Estado.

    No que diz respeito ao desempenho por segmento, Hospedagem e Alimentação foi o setor com maior impacto negativo sobre o resultado global (-11.916), seguido por Cultura e Lazer (-1.622). Enquanto isso, os demais segmentos apresentaram saldos positivos no primeiro semestre de 2018: Transporte de Passageiros (622) e Agentes de Viagens (1.227).


    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Em janeiro de 2018 entrou em vigência o novo visto eletrônico para norte-americanos, japoneses, australianos e canadenses como parte da política de facilitação de vistos do programa “Brasil + Turismo”. O processo, que antes obrigava o turista a comparecer a uma das embaixadas brasileiras e cujo trâmite durava até 40 dias, pode agora ser obtido em até 72 horas. O valor do documento também foi reduzido, de US$ 160 para US$ 40.

    De acordo com o Ministério do Turismo, o reflexo desta nova medida já pode ser observado no aumento das solicitações de vistos para os países em questão. Entre fevereiro e março de 2018, os vistos solicitados a partir da Austrália, do Canadá, dos Estados Unidos e do Japão, tiveram um aumento de 48,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de 29.697 vistos para 44.007. Deste total, 72,8% foram eletrônicos e com maior participação dos norte-americanos (73,3%), seguidos pelos australianos (11,6%), canadenses (9,8%) e japoneses (5,3%). A perspectiva do governo, com base na média de gastos destes turistas, aponta para uma injeção de US$ 16,4 milhões a mais na economia brasileira neste período, em comparação com o mesmo intervalo de 2017.

    Para aproveitar tais oportunidades, o setor de hotéis e turismo nacional deverá estar amparado por investimentos em infraestrutura e capacitação de profissionais, bem como na promoção do turismo brasileiro no cenário internacional, com campanhas de mídia, feiras, entre outras ações. Além disso, é muito importante ampliar a participação do setor na agenda política nacional, ação essa que já está em andamento com o programa “Brasil + Turismo”.


    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    De acordo com o estudo realizado pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), a taxa de ocupação das 431 redes de hotéis contemplados na pesquisa cresceu 10,9% em outubro de 2017, quando comparada ao mesmo período do ano passado. Tal crescimento foi impulsionado principalmente pela região Centro Oeste (+16,2%) e pela região Nordeste (+15,5%).

    Corroborando para estes resultados, a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), realizada junto ao Ministério do Turismo, mostra que as intenções de viagem também cresceram em outubro deste ano, quando 26,5% das famílias pesquisadas afirmam que desejam viajar, considerando um horizonte de 6 meses. Tais intenções representam um crescimento de 4 p.p. em relação ao mês de setembro e, quanto ao destino desejado para viajar, 81,8% selecionaram o próprio país, com preferência para a região Nordeste (49,0%).

    Tais resultados sinalizam o crescimento na demanda por serviços de hotelaria e turismo no mercado nacional provocados, principalmente, pelas celebrações de final de ano, e pelas férias de verão. Dada uma melhora nos indicadores econômicos, como expectativa de crescimento do PIB e aumento do rendimento médio das famílias brasileiras, o período de dezembro de 2017 promete gerar bons números para a indústria do turismo nacional uma vez que a procura por pacotes de viagem cresceu 10,0% em todo o país e, em algumas agências, as vendas antecipadas já cresceram mais de 12,0% (Associação Brasileira de Viagens - ABAV).

    Especialista do Setor: Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    2016 tem tudo para ser um ano memorável para a indústria hoteleira no Brasil. As Olimpíadas no Rio de Janeiro deve aquecer o setor não só no estado carioca, mas em toda a cadeia turística nacional. Contudo, o entusiasmo para por aí. De acordo com estimativas de consultorias especializadas, a ocupação dos hotéis na região fluminense deve permanecer próxima a 40%, afetando fortemente a planejamento financeiro e manutenção do estoque de quartos ampliado nos últimos anos.

    Em paralelo a esse cenário, o Ministério do Turismo revisou o mapa turístico brasileiro, reduzindo em 20,8% a quantidade de municípios cadastrados. Segundo o Departamento de Ordenamento Turístico, a inclusão na lista requer o cumprimento de requisitos específicos pelo poder público local, como a manutenção de uma gerência de turismo, dotação na Lei Orçamentária Anual e assinatura de termo de compromisso junto ao Ministério. O órgão ressalta ainda que este ajuste permite que os recursos da pasta sejam melhor distribuídos, principalmente devido à redução no orçamento do Ministério – queda de 80% desde 2003.

    No geral, a expectativa que vem sendo gerada devido aos jogos olímpicos tende a ser passageira e focalizada na região metropolitana do Rio de Janeiro, onde famílias estão locando seus imóveis por diárias de até R$ 1.000,00. No mais, para que haja um desenvolvimento no setor turístico nacional, são necessárias reformas estruturais, com melhora no sistema logístico em portos e aeropostos, bem como investimentos em segurança pública e na criação de polos turísticos especiais, colaborando com a propaganda do país nos mercados emissores tradicionais – Estados Unidos e Europa – e em ascensão – China e Ásia desenvolvida.

    Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto dos Santos 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Nem mesmo a Copa do Mundo, as eleições e as incertezas da economia brasileira atrapalharam as vendas da operadora de turismo em 2014. A CVC movimentou, somente em dezembro, um total de R$ 700 milhões em reservas confirmadas, valor que chega a representar quase a totalidade do volume de reservas do 4° trimestre (R$ 1,29 bilhões), um número inédito para a companhia, segundo dados do presidente, Luiz Eduardo Falco.

    A abertura de novas lojas também ficou acima do esperado, chegando a 120 novas filiais, diferente do que era inicialmente previsto, 100 novas unidades. Dessa forma, o grupo passa a somar um total de 914 lojas. Também como parte da expansão da empresa, foi anunciada, em dezembro, a aquisição de 51% do grupo Duotur, especializado em viagens corporativas. Em adicional, em 2014 a companhia lançou sua nova plataforma na internet, completando o programa de expansão.  

    Para 2015, a operadora passará a vender viagens de intercâmbio, se fazendo presente em uma nova modalidade de viagem, da qual não participava, mas considerada como um importante mercado, mesmo movimentando menores valores do que as viagens de lazer. 

    Para 2015, a Lafis espera que o setor de hotéis e turismo apresente crescimento de 7,2%, baseado em um Dólar mais valorizado frente o Real, que acaba incentivando o turismo nacional, frente às viagens internacionais que acabam se tornando mais caras.    

    Analista do Setor de Hotéis e Turismo: Amanda de Brito Andriotta


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    O ramo de franquias relacionadas à área de turismo, com atenção às agências e operadoras de viagem, vem se destacando nos últimos anos. Em 2013, o segmento foi responsável por movimentar R$ 6,6 bilhões, do total estimado de R$ 115 bilhões de todo o faturamento do setor de franquias.

    Um estudo da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostra que as franquias de turismo tiveram aumento de 21,9%, enquanto as demais, ligadas a outros setores, cresceram 11,9%.  A compra de pacotes pela internet e o calendário de grandes eventos (Copa do Mundo/2014 e Olimpíadas/2016) contribuíram para essa expansão. O número de franquias de turismo existentes no país também apresentou aumento, só em 2011 eram 864 unidades, dois anos depois, esse número saltou para 2.001 unidades.

    Assim, esses dados mostram que o mercado brasileiro de turismo tem se tornado mais competitivo ao longo dos últimos anos e está mais preparado para atender e acompanhar a demanda dos turistas no País, além de expor a capacidade de crescimento do setor.

    Analista do Setor de Hotéis e Turismo: Amanda de Brito Andriotta

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A Slaviero Hotéis, que opera por meio de quatro bandeiras (Slim, Conceptual, Fast Sleep e Executive), vai investir aproximadamente R$ 300 milhões até 2016. Os recursos serão aportados por meio do sistema de condo-hotel, em que investidores individuais compram uma ou várias unidades de cada hotel, financiando as obras.

    O grupo paranaense planeja o lançamento de 10 empreendimentos nos próximos três anos, sendo quatro deles em Curitiba, três em Cuiabá e três em São Paulo. Mais tarde, a empresa pretende investir em Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza e Salvador, no intuito de atingir a marca de 80 hotéis em operação até 2023. 

    No ano passado, o grupo faturou R$ 150 milhões, sendo que o turismo corporativo respondeu por cerca de dois terços desse total. Os turistas que viajam a negócios são os principais demandantes dos serviços de hotelaria no país, com participação de 66,0% na ocupação total do setor, segundo dados divulgados em 2013 pela FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil).

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    O grupo francês Accor anunciou que, por meio de parceiros de negócios da rede, irá investir em torno de R$ 715 milhões até 2016. Os investimentos serão destinados para a construção de 16 novos empreendimentos da bandeira Novotel na América Latina. Destas, 13 unidades serão construídas no Brasil, voltadas para o hóspede de negócios. 

    Atualmente, o Brasil representa a maior operação da marca na América Latina, com um total de 12 dos 18 hotéis da região. Até 2016, o país passará a contar com 25 dos 34 hotéis esperados. As cidades brasileiras escolhidas foram: Rio de Janeiro, que contará com 3 novas unidades, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Goiânia, Cuiabá, Manaus, Santos, Macaé e Itu. Além disso, serão abertas unidades em Lima (Peru), Viña del Mar (Chile) e Tucumã (Argentina).

    Os turistas que viajam a negócios, público alvo da bandeira Novotel, são os principais demandantes dos serviços de hotelaria no país. Segundo dados da Hotelaria divulgados pela FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil), a participação desse segmento em 2012 chegou a 66,0% na ocupação total do setor, o que evidencia a importância do turismo de negócios como gerador de renda no país

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A construtora Rio Ave, em parceria com a bandeira de hotéis espanhola Meliá Hotels International, anunciou investimento na ordem de R$ 153 milhões para a construção de dois novos hotéis em Pernambuco. 

    O primeiro hotel a ser construído será o Meliá Paiva, em Cabo de Santo Agostinho, que deve ser entregue no final de 2014. Já o Inside Barra, em Jaboatão dos Guararapes, deve ser entregue somente em 2016. A expectativa é de que, com o empreendimento, sejam gerados 220 empregos na fase de construção e 284 na fase de operação. 

    Os novos hotéis devem atender a demanda local por hospedagem de alto nível, o que poderá impulsionar o turismo de negócios no Estado, essencial para movimentar os hotéis fora da temporada. Segundo dados da Embratur, o turismo de negócios cresceu 20% em todo o Brasil em 2012, seguindo o mesmo caminho em 2013. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A Hyatt Hotels Corporation e o FSA Group anunciaram, por meio de joint venture, investimento na ordem de US$ 270 milhões no Brasil até 2018, para a construção de nove empreendimentos da bandeira Hyatt Place. Será a entrada no país dessa bandeira, que já possui diversas unidades nos Estados Unidos, voltados principalmente para o público executivo e turismo de lazer da classe média.

    Do investimento, cerca de 70% serão aportados pelo Hyatt Hotels Corporation e os 30% restantes, pelo FSA Group. Este último vai gerir e coordenar o desenvolvimento dos nove Hyatt Place, contratando equipes de projetos e engenheiros no país, enquanto que o primeiro, o Hyatt Hotels, irá fazer a gestão de cada um dos nove novos hotéis. O plano inicial dos investidores é entregar a primeira unidade em 2016 e agregar três unidades por ano até 2018. 

    Os empreendimentos serão localizados em grandes centros, cidades secundárias e próximos a aeroportos, aproveitando o maior fluxo de turistas estrangeiros gerados pelos grandes eventos esportivos no país, como as Olimpíadas em 2016.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A Accor anunciou a construção de cinco novas unidades da marca Ibis no estado do Rio de Janeiro, somando R$ 170 milhões em investimento. Além disso, outros 17 empreendimentos estão sendo construídos no Estado, sendo nove hotéis na capital e região metropolitana e outros oito no litoral e interior. Com os 22 novos hotéis, a Accor totaliza um investimento de R$ 1,05 bilhão.

    A previsão inicial é de que os hotéis sejam inaugurados até 2017. Assim, quando todos os novos empreendimentos passarem a operar, a rede terá mais de 40 hotéis no Estado sob as bandeiras Ibis, Mercure, Novotel e Sofitel, gerando 1.100 empregos diretos e outros 3.500 empregos indiretos.

    A expansão da construção de hotéis no Rio de Janeiro é motivada pela forte demanda hoteleira do Estado, em virtude do crescimento das indústrias, principalmente a petroquímica e automotiva, das grandes universidades e centros de pesquisa localizados no Estado e dos grandes eventos internacionais a ocorrer no país. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    O Wyndham Hotel Group, maior rede do mundo por número de hotéis, anunciou que vai ter 30 unidades da bandeira econômica Super 8 operando no país até o final de 2014, como parte do plano que prevê 200 empreendimentos até 2022. O investimento total demandado pelo projeto é de R$ 1,4 bilhão.

    No Brasil, o primeiro hotel Super 8 será inaugurado em outubro deste ano em Lagoa Santa, Minas Gerais. O Estado também têm unidades acertadas para as cidades de Betim, Congonhas, Sete Lagoas e Pouso Alegre. Com isso, o grupo pretende atender as cidades médias, que estão atraindo cada vez mais empresas e necessitam de uma rede hoteleira consistente para atender o maior fluxo de pessoas.

    A estratégia do grupo para a bandeira Super 8 é aproveitar o fluxo de veículos de passeio e de transporte de cargas, além do turismo rodoviário, para ter no país um modelo de hotéis baseado em custo baixo e serviços padronizados (acesso à internet banda larga, TV a cabo e refeições). Esta tendência vem sendo consolidada no setor hoteleiro, dada a mudança no perfil dos consumidores brasileiros, que tendem a optar, cada vez mais, por hotéis mais econômicos. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Com investimentos de R$ 87 milhões, financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) à GL Events Empreendimentos Imobiliário, um novo hotel de alto padrão será implantado no Centro de Convenções Riocentro, no Rio de Janeiro. O hotel, que será administrado pela Accor, levará a bandeira Grand Mercure.

    A previsão inicial é que o hotel seja inaugurado em dezembro deste ano, empregando cerca de 180 trabalhadores diretamente e mais 95 indiretamente. Desde o ano passado, a Accor vem focando seus investimentos em hotéis de luxo, sendo esperadas a inauguração de 12 novos hotéis deste segmento até 2016 no Brasil.

    O financiamento do projeto é oriundo do programa BNDES ProCopa Turismo, criado para apoiar a ampliação e modernização do parque hoteleiro nacional, tendo em vistas a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016. Com este novo financiamento, o programa passa a ter uma carteira de R$ 841,5 milhões em operações aprovadas.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A Allia Hotels anunciou investimentos de R$ 900 milhões no país para a construção de novos hotéis. A previsão é de que até o final de 2016, a rede hoteleira some mais 43 hotéis ao grupo. Deste, 14 novos hotéis estão previstos para operarem na região capixaba. O grupo já confirmou o contrato de construção de dois empreendimentos: o Bristol Easy Hotel Jardim Limoeiro, no Município de Serra e o Bristol Easy Hotel Colatina, na cidade de Colatina.

    Os novos hotéis, com investimentos de R$ 11,5 milhões e R$ 14,8 milhões respectivamente, estão localizados em importantes pólos de crescimento do Espírito Santo e irão suprir grande demanda de sua região. A previsão de inauguração dos hotéis é para o início de 2016.

    A proximidade da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016 faz com que seja crescente o número de investimentos em hotéis e pousadas no mercado brasileiro. Com isso, o setor de Hotéis e Turismo vem ganhando força no país.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A Allia Hotels anunciou investimento de R$ 30 milhões para a construção de dois novos empreendimentos em São João da Barra, (RJ). As unidades farão parte da bandeira Bristol com localização estratégica, uma vez que estarão cituados na cidade do Superporto do Açu, importante centro logístico para as regiões Centro-Oeste e Sudeste do país.

    A rede administra atualmente 28 hotéis no país e até o final de 2015 pretende ter, pelo menos, oito novos empreendimentos em operação, sendo dois em Macaé, um no Rio de Janeiro e os mais recentemente confirmados em São João da Barra. Ao todo já foram anunciados R$ 126 milhões em investimentos na região.

    O número crescente de hotéis e pousadas no mercado brasileiro é motivado, em grande parte, pela proximidade da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016, que fazem com que o setor de Hotéis e Turismo adquira força no país.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A Accor, que controla as redes Mercure, Novotel, Pullman e Sofitel, adquiriu por US$ 275 milhões as marcas Caesar Park e Caesar Business do grupo mexicano Posadas.

    Segundo Roland de Bonadona, diretor geral da Accor, a rede de hotéis quatro e cinco estrelas quer reforçar sua operação na América do Sul, especialmente no Brasil que concentra 75% do empreendimento negociado, sendo os 25% restantes distribuídos entre a Argentina e Chile. Com o montante adquirido na venda, a rede Posadas pretende sair do Brasil e focar seus negócios no México, afim de melhorar sua posição de capital.

    A rede de Hotéis Accor, que possui negócios com pousadas de quatro e cinco estrelas vê na América do Sul um grande potencial de crescimento, especialmente no Brasil por ser paises emergentes. Com a Copa do Mundo de 2014, o seguimento de Hotéis e Turismo vêm ficando cada vez mais forte no País.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    O grupo internacional de hotéis Meliá anunciou um investimento no valor de R$ 600 milhões para a construção do primeiro resort de luxo no padrão 5 estrelas plus do Brasil. O empreendimento reunirá cinco hotéis e será erguido na região de Guarajuba, na Costa dos Coqueiros (BA).

    O  complexo é inspirado em outro similar localizado em Punta Cana, na República Dominicana. O público alvo são os brasileiros e estrangeiros de altíssimo padrão. Os hotéis serão inaugurados no início de 2014 para atender os hóspedes que virão à Bahia acompanhar a Copa do Mundo.

    O setor hoteleiro vive um bom momento devido ao aumento da renda média da população brasileira. A crescente demanda por instalações de alto luxo se dá pela expansão da classe média-alta além, é claro, do destaque internacional de que o Brasil detem devido aos eventos esportivos que serão realizados futuramente, como a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, atraindo cada vez mais hóspedes.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    Nesta semana, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concedeu um financiamento de R$ 32 milhões para a Paulista Praia Hotel S.A., do Grupo Pontes Hotéis e Resorts, em Pernambuco. Os investimentos aprovados para o grupo pelo BNDES se destinam aos três empreendimentos do Pontes Hotéis e Resorts e deverá aumentar em 30% a oferta de leitos do grupo em Pernambuco.

    Por sua vez, e sem o subsídio do BNDES, o grupo Rio Doce Resorts, anunciou investimentos de R$ 190 milhões, a serem aplicados nos próximos cinco anos sendo destinados à construção de pelo menos mais um hotel e um centro de convenções. Na mesma onda de investimentos, as redes de hotéis menos luxuosos também estão em processo de expansão, mesmo quando há menor oferta de crédito no mercado. É o caso de hotéis com um modelo voltado para quem precisa pernoitar na estrada, onde o custo das edificações não são tão altos, e existe menor dificuldade para levantar investimentos.

    Os investimentos no setor hoteleiro se tornaram frequentes devido aos futuros eventos esportivos de 2014 e 2016 e ao setor apresentar altas taxas de crescimento impulsionadas pelo aumento do rendimento médio da população brasileira. O Governo também influenciou este boom de investimentos com o programa ProCopa turismo do BNDES lançado em 2010, o pacote é de R$ 1 bilhão.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A francesa Accor irá investir R$ 1,3 bilhão para expandir sua rede aumentando-a para mais de 700 hotéis no Brasil até 2015. Do valor total, R$ 150 milhões serão destinados para a bandeira Mercure, R$ 720 milhões para a Ibis, bandeira com preços mais acessíveis. 

    Nota-se que a onda de investimentos hoteleiros ocorre principalmente devido aos eventos como a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016 que atraíram muitos turistas estrangeiros além dos próprios brasileiros que viajaram no intuito de participar dos eventos. Além disso, com o crescimento da economia brasileira e a elevação da renda da população, tem-se observado um aumento das viagens de lazer e negócio no Brasil.  As maiores dificuldades do setor não são mais conseguir recursos financeiros e sim à falta de mão de obra qualificada e os elevados preços dos terrenos.  Desta forma, percebe-se uma tendência de investimentos nas cidades de médio porte e interior.



    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    A NEP incorporadora deverá investir R$ 400 milhões na construção de doze hotéis no interior do Rio de Janeiro. As cidades que receberam o empreendimento são: Duque de Caxias, Itaguaí, Itaboraí, Campos dos Goytacazes e Nova Iguaçu.

    Em 2009, a NEP investiu R$ 300 milhões na construção de onze hotéis nesta mesma região, conhecida como a rota do petróleo. Este novo investimento é para atender à demanda crescente do turismo de negócios impulsionada pelas atividades de petróleo, mineração e siderurgia na região.

    Com o crescimento da economia brasileira tem-se verificado um aumento das viagens de negócio no país. Em 2010, o mercado de hotelaria e turismo de negócios, cresceu cerca de 15%. Entretanto, percebe-se a tendência da construção de hotéis nas cidades do interior devido aos preços dos terrenos mais baixos.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A NEP incorporadora deverá investir R$ 400 milhões na construção de doze hotéis no interior do Rio de Janeiro.  As cidades que receberam o empreendimento são: Duque de Caxias, Itaguaí, Itaboraí, Campos dos Goytacazes e Nova Iguaçu.

    Em 2009, a NEP investiu R$ 300 milhões na construção de onze hotéis nesta mesma região, conhecida como a rota do petróleo. Este novo investimento é para atender à demanda crescente do turismo de negócios impulsionada pelas atividades de petróleo, mineração e siderurgia na região.

    Com o crescimento da economia brasileira tem-se verificado um aumento das viagens de negócio no país.  Em 2010, o mercado de hotelaria e turismo de negócios, cresceu cerca de 15%.  Entretanto, percebe-se a tendência da construção de hotéis nas cidades do interior devido aos preços dos terrenos mais baixos.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A NEP incorporadora deverá investir R$ 400 milhões na construção de doze hotéis no interior do Rio de Janeiro.  As cidades que receberam o empreendimento são: Duque de Caxias, Itaguaí, Itaboraí, Campos dos Goytacazes e Nova Iguaçu.

    Em 2009, a NEP investiu R$ 300 milhões na construção de onze hotéis nesta mesma região, conhecida como a rota do petróleo. Este novo investimento é para atender à demanda crescente do turismo de negócios impulsionada pelas atividades de petróleo, mineração e siderurgia na região.

    Com o crescimento da economia brasileira tem-se verificado um aumento das viagens de negócio no país.  Em 2010, o mercado de hotelaria e turismo de negócios, cresceu cerca de 15%.  Entretanto, percebe-se a tendência da construção de hotéis nas cidades do interior devido aos preços dos terrenos mais baixos.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A americana Wyndman, a maior rede hoteleira do mundo em número de quartos, investe na construção de 10 hotéis no Brasil, junto com a mineira Vert, companhia de administração de hotéis.   
    A parceira das empresas é para construir hotéis da bandeira Ramada (de três a quatro estrelas) nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e São Paulo.  Estima-se que o valor do investimento será de R$ 460 milhões.  A previsão para a inauguração dos hotéis será entre 2013 e 2014. José Ernesto Marino Neto, presidente da consultoria BSH International, especializada em hotelaria ajudou na articulação da parceria, segundo ele: “A Copa e as Olimpíadas não são a razão central desse novo boom [de investimento], mas sim o crescimento da economia brasileira”.
    É notável que a onda de investimentos hoteleiros se dá principalmente devido aos eventos da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016 que atrairá muitos turistas estrangeiros.  Além disso, com o crescimento da economia brasileira e com o aumento da renda da população, tem-se verificado um aumento das viagens de lazer e negócio no Brasil.  As maiores dificuldades do setor não são mais conseguir recursos financeiros e sim à falta de mão de obra qualificada e os elevados preços dos terrenos.  Desta forma, percebe-se a tendência de investimentos nas cidades de médio porte e do interior.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A soma da exuberante natureza do norte e do nordeste a Copa do Mundo em 2014 atrai investimentos de redes hoteleiras para estas regiões. Nesta semana dois grupos anunciaram investimentos no estado de Pernambuco e do Pará.
    O grupo português Promovalor e a Odebrecht Realizações Imobiliárias investirão cerca de         R$ 450 milhões em um novo pólo turístico, de negócios e de lazer na Reserva do Paiva (PE). Com este valor, será construída a maior estrutura hoteleira de convenções da Região Metropolitana do Recife. O pólo terá um hotel cinco estrelas com 350 quartos e um centro de convenções com capacidade para 2.100 pessoas e um open mall (shopping aberto). Além disso, a infraestrutura será de alta tecnologia com o conceito de sustentabilidade sócio-ambiental, uma premissa da Reserva de Paiva. Este empreendimento é o terceiro da região que conta com uma infraestrutura desenvolvida pela Odebrecht em parceria com o Governo do Estado de Pernambuco. Em maio deste ano, a Promovalor e Odebrecht investiram R$ 276 milhões no município do Cabo de Santo Agostino (Região Metropolitana de Recife). 
    Outro grupo hoteleiro que está investindo no eixo Norte-Nordeste é o BHG (Brazil Hospitality Group) que anunciou a compra de 5 hotéis  em Belém  (PA)  do Grupo MB  capital.  A transação faz parte do objetivo do grupo de ter até 2013, 39 hotéis e 8.010 quartos no país.  No ano de 2010 o BHG entrou no norte do país, devido ao crescimento do turismo, principalmente o de negócios nesta região.
    Além da beleza natural da região, que atrai muitos turistas, os investimentos são alavancados devido à Copa do Mundo de 2014, que trará um número maior de turista ao país e atendê-los com todo conforto e luxo pode ser um diferencial para a decisão de retorno ao Brasil deste turista.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    O grupo multinacional Wyndhan, com cerca de 900 hotéis em 25 países ao redor do mundo, anunciou terça feira (06/04) projeto de investimentos para construção e incorporação de 34 hotéis e que poderão atingir a cifra de R$1 bilhão nos próximos anos.

    Deste aporte, cerca de R$ 680 milhões  já foram confirmados na construção e adaptação de 14 empreendimentos no Brasil nos próximos três anos, todos com a bandeira do  grupo brasileiro associado Vert Hotéis. O primeiro empreendimento foi inaugurado já no começo do mês de abril e mais dois da bandeira  serão inaugurados ao público até o fim do ano um em Belo Horizonte e outro no Rio de Janeiro, em tais empreendimentos serão gastos cerca de R$ 220 milhões e R$ 100 milhões respectivamente. Também já estão em andamento as conversões para a bandeira Suítes de um hotel no Paraná, a um custo de aproximadamente R$ 50 milhões, e de outro em Santa Catarina, por cerca de R$ 30 milhões.

    Os executivos do grupo Wyndhan consideram o Brasil o mais importante mercado na América Latina, em razão da evolução e do potencial da demanda nas três modalidades: econômico, intermediário e superior. A projeção de crescimento para o setor nos próximos anos elaborada pelo grupo considera que esta será impulsionada por eventos como a Copa do Mundo e Olimpíada, e tal desempenho deve se sustentar mesmo após o termino dos eventos.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    As boas perspectivas para o faturamento do setor nos próximos anos estimula, cada vez mais, as redes de hotéis a lançarem mão de novos projetos de investimentos com o objetivo de expandir e modernizar o complexo hoteleiro nacional. Assim, mais duas empresas ganham destaque pela divulgação novos investimentos: o Brazil Hospitality Group (BHG) e o Grupo Fibra.

    O BHG anunciou o investimento de R$ 25 milhões para a reforma do tradicional Hotel Intercontinental, em São Conrado/RJ. Com o processo de aquisição completo (divulgado em dezembro de 2010), o próximo passo prevê a reforma e modernização do empreendimento. São 418 apartamentos de alto padrão, 22 salas para eventos e feiras, complexo de lazer, dois restantes e outras atrações que representam uma área construída de 33 mil m². O hotel passará a operar com a bandeira Royal Tulip a partir do segundo semestre e será o primeiro empreendimento a operar com este padrão de serviços na Região Sudeste do país.

    O Grupo Fibra também está investindo R$ 16 milhões (com o financiamento de R$ 9,5 milhões concedidos pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) na construção do primeiro hotel 5 estrelas de Mato Grosso. O hotel terá 15 mil metros de área construída, contando com 142 apartamentos distribuídos em 12 andares, além de um amplo centro de eventos para acomodar até 1,8 mil pessoas. O investimento visa absorver a demanda constituída por turistas e profissionais atraídos pelos negócios realizados na região.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Duas grandes redes multinacionais hoteleiras, a brasileira Atlantica Hotels e a espanhola Sol Meliá, já iniciaram seus respectivos projetos de investimentos na construção de novos hotéis com inalgurações previstas até 2014, ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo de futebol.

    A Atlantica Hotel, que atualmente opera em 76 empreendimentos com bandeiras como Radisson, Go In, Comfort e Quality.  já assinou 18 contratos, equivalentes a R$ 1 bilhão. Estas novas unidades correspondem a aproximedamente 3,1 mil quartos e empregaram 2.800 empregos diretos.

    Já a Sol Meliá, que atualmente opera em 14 unidades hoteleiras no mercado brasileiro, possui um projeto que prevê, além da construção de novos hotéis, a compra e reforma interna de imóveis com a preservação da fachada. Dentro deste arcabouço, inicia em março a construção de um complexo hoteleiro de alto padrão na Bahia, este terá 2.800 quartos, 500 casas residenciais, 1,4 mil apartamentos residenciais, centro de convenções, campo de golfe e outros atrativos, tal projeto envolverá cerca de R$ 750 milhões somente na primeira fase, dos quais parte será provido por fundos da empresa que, além disso, ainda terá apoio de financiamento bancário.

    Tanto a Atlantica quanto a Sol Meliá – sendo estas bons exemplos que caracterizam a tendência de lucros do setor – festejam os bons resultados em 2010; as vendas da Atlantica totalizaram R$ 473,6 milhões em 2010, o que representou um crescimento de 26% na comparação com o ano anterior; A Sol Meliá divulgou que seu faturamento se elevou cerca de 25% no ano passado quando comparado com 2009. O nível de ocupação dos imóveis das duas empresas registraram, em média 12,5% de elevação enquanto os preços, em média, foram reajustados em 11,5% das diárias pagas.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    A rede hoteleira InterCity, em parceria com as empresas Castelo Engenharia e Verde Imóveis, anunciou o investimento na construção de 286 apartamentos todos da categoria econômica em Belo Horizonte (MG). Para o grupo, a cidade comporta uma grande demanda por parte de empresários e homens de negócio, o que justifica a escolha do local que deverá ser próximo ao centro de convenções da cidade.

    Este projeto faz parte do conjunto de três investimentos, da mesma natureza, previstos até a final do primeiro trimestre, são os demais: a construção de dois hotéis em Montenegro (RS) e um em Itaboraí (RJ), os quais canalizarão investimentos de aproximadamente R$ 100 milhões em conjunto. Com 16 hotéis em operação em sete estados, a rede vislumbra, à médio prazo, novos negócios em Curitiba, Recife, Brasília e no interior de São Paulo.

    O projeto em questão (bem como outros no setor) é reflexo do bom desempenho do segmento no ano passado e as boas perspectivas de retorno para este ano. Em 2010, o mercado de hotelaria e turismo, especificamente de negócios, cresceu acima das projeções para o PIB, cerca de 15%. "Não são a Olimpíada ou a Copa que viabilizam o crescimento, e sim a necessidade das pessoas de viajar a negócios", é o que diz Alexandre Gehlen, fundador da rede.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Nesta terça-feira, dia 28 de Dezembro, a rede de hotéis Brazil Hospitality Group (BHG) consolidou a compra total do Hotel Intercontinental do Rio de Janeiro. Estima-se que a transação atinja a cifra de  R$ 100 milhões. Este investimento constitui um projeto paralelo do plano de expansão da BHG, onde esta previsto, para os próximos anos, a construção de 40 hotéis num montante de recursos de R$ 480 milhões. O objetivo é aumentar a participação no mercado interno adquirindo hotéis já existentes e construindo novas unidades.

    A partir desta aquisição, a BHG passará a ocupar a terceira posição no ranking das maiores redes hoteleiras em oferta no país contando com mais de 6,6 mil apartamentos disponíveis.

    Mesmo com a sinalização emitida pelo Banco Central e dos Ministérios do Governo recém empossado da tomada de ações que visam refrear a expansão do consumo e do crescimento econômico para a próximo ano, a expectativa do setor é de crescimento  econômico conjuntamente ao consumo das famílias, influindo positivamente nas perspectivas de expansão do modal em 2011, continuando esta trajetória até 2016, anos que englobam os eventos da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas 2016

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    Durante essa semana, duas notícias ganharam destaque no setor e reforçam o movimento de expansão presenciado nos últimos tempos. A primeira se refere à fusão de três redes nacionais de hotéis - Bristol, Plaza Inn e Solare. A Fusão criou a Allia Hotels que nasce com 40 empreendimentos destinado a classe econômica, sendo esta composta por cerca de 1,5 mil funcionários e 3 mil quartos. Neste ano, o faturamento em conjunto dos três está avaliando em torno de R$ 150 milhões. A Allia Hotels planeja investir R$ 1 bilhão até 2015. A segunda notícia está relacionada ao planejamento de investimentos da rede jamaicana SuperClubs. A rede pretende investir cerca de R$ 500 milhões no Brasil até 2015. A estratégia envolve a construção de 15 projetos destinados ao turismo de negócios e resorts temáticos voltados para a nova classe média.

    Em suma, diante das notícias, a análise da Lafis se baseia em dois fatores: o crescimento de novas oportunidades de negócios direcionados à nova classe emergente e ao avigoramento do turismo de negócio. Ambos correlacionados ao crescimento econômico do Brasil dentro de um contexto mundial no qual os países centrais encontram-se saturados.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    O hotel JW Marriott foi comprado pelo grupo norte americano Host Hotels & Resorts, este último, por sua vez, atua como empresa de investimento no mercado prime em locações urbanas, aeroportos e resorts. O JW Marriott é localizado na praia de Copacabana e a transação foi fechada em US$ 47,5 milhões. Essa aquisição representou a entrada da companhia americana no Brasil.  O estabelecimento será direcionado ao turismo de negócios.

    A alta do turismo de negócio gerado pelo crescimento da atividade econômica e os eventos esportivos a serem realizados nos próximos anos (Copa do mundo 2014 e Olimpíadas 2016) indicam grandes oportunidades de rentabilidade para os investidores. Dessa forma, essa transação realizada pela Host Hotels & Resorts pode apontar uma tendência para o setor, ou seja, novos negócios relacionados com empresas de investimentos e estruturas hoteleiras podem se tornar mais freqüentes. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    No último dia 31, o grupo Algar anunciou que serão investidos cerca de R$ 40 milhões no complexo Rio Quente Resorts em Goiás. O projeto deve ser finalizado no final de 2011 e visa à construção de um novo hotel. O local recebe cerca de 1 milhão de clientes e  é detentor do maior parque aquático de água quentes do Brasil.

    O grupo Algar, segundo dados da própria empresa, possui faturamento de mais de R$ 3 bilhões e atua nos setores de TI/Telecom, Agro, Serviços e Turismo. O setor de turismo participou com 5% no total do lucro líquido consolidado do grupo em 2009. Isso representa algo em torno de R$ 9 milhões.

    Essa notícia de novos investimentos vem reforçar a tendência de crescimento do turismo doméstico. Isso se deve ao aumento do poder de compra da população que, conseqüentemente, insere novos consumidores no mercado e disponibiliza bens e serviços a um maior contingente populacional. Em outras palavras, potencializa-se a demanda do setor de hotelaria e turismo. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    Para cumprir as exigências do comitê olímpico e da FIFA, o BNDES já começou a fazer  sua parte. No primeiro dia de fevereiro, o banco de desenvolvimento lançou uma nova linha de financiamento para hotéis no montante de R$ 1bilhão.

    A cidade do Rio de Janeiro não atende a quantidade de leitos estipulados pelo comitê olímpico. Cinco cidades sedes da Copa do Mundo também não estão dentro da quantidade de quartos determinada pela FIFA. Apesar de já existir uma linha de financiamento para o setor hoteleiro, o BNDES verificou uma baixa procura, identificou o que afastava os investidores e corrigiu para essa nova linha, assim, os juros caíram e o prazo de pagamento se estendeu.

    Grandes empresas do setor hoteleiro já começaram a anunciar investimentos para Copa do Mundo em 2009 e outras, que ainda não tem instalações no Brasil, demonstraram interesse em começar a atuar no país. A consolidação dos investimentos colaborará pra que o setor no Brasil amadureça e se mantenha na rota turística internacional, impulsionando o crescimento do setor hoteleiro.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi

    O aumento do rendimento médio junto com a diminuição da diferença entre as classes sociais que vem ocorrendo no Brasil, sendo que as classes mais baixas vêem se destacando, é determinante para o sucesso do setor hoteleiro e turístico doméstico no Brasil. A conquista do direito de sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas também é um fator que colabora para o desenvolvimento desse setor tanto internamente quanto com a presença de turistas estrangeiros.

    A CVC, maior operadora de turismo no Brasil, que se destaca exatamente por atender uma classe mais baixa, através de facilidade de pagamento e parcelando pacotes de viagens,  atraiu a atenção do fundo de investimento Carlyle. As negociações foram interrompidas durante o período de crise mas os indicativos de recuperação da economia brasileira foram suficientes para a compra fosse concretizada.

    Detentora de 63% das ações da CVC, a Carlyle tem o plano de dobrar o faturamento e a quantidade de passageiros transportados pela empresa nos próximos 5 anos. Não foram divulgados valores, mas dados veiculados pela imprensa estimam um montante de R$ 700 milhões.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2009
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Alexandre Favaro Lucchesi
    Em meados de fevereiro foi aprovada a venda do parque temático Hopi Hari à consultoria especializada na recuperação de empreendimentos em dificuldade, a Íntegra. A constituição acionária do parque era assim disposta: Grupo GP Investimentos (44,5%), Grupo Oi (13,2%), Funcef (10,9%), Previ (10%), Petros (9,9%) e Prevhab (6,7%).
    A decisão da venda foi tomada em conjunto e envolve uma transferência de dívida de aproximadamente R$ 600 milhões, cerca de sete vezes a receita anual do parque. Para que a  Íntegra efetivamente feche negócio, será exigido um amplo abatimento da dívida por parte do principal credor do Hopi Hari, o BNDES.
    Inaugurado em 1999 o parque nunca se firmou como empreendimento lucrativo, devido à necessidade de elevado fluxo de visitantes. Os investidores apostaram que a estabilidade econômica brasileira acarretasse na forte elevação do consumo de entretenimento. Porém, o crescimento econômico no início dos anos 2000 mostrou-se insuficiente para o parque atender suas necessidades, mesmo com os preços da economia estáveis. Desta forma, as dificuldades financeiras fizeram com que campanhas de difusão do parque fossem comprometidas, dificultando sua atratividade para o público.
    Com a venda, dá-se início à restruturação financeira do Hopi Hari que, no futuro próximo, deverá ser vendido a outro grupo, possivelmente estrangeiro. O potencial do empreendimento para a geração de emprego na região de Vinhedo (SP) é significativo, sendo um argumento importante para que o BNDES procure facilitar as transções, via abatimento da dívida.