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  • gás natural, empresas do setor gás natural, empresas do segmento gás natural, setor gás natural, segmento gás natural, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    O governo do Rio Grande do Sul encaminhará, ainda no primeiro semestre, um projeto de marco legal para o gás natural no estado. O objetivo é criar regras mais transparentes para esse mercado, além de outras medidas, como a instituição da figura do consumidor livre (um grande cliente, como uma indústria, que pode escolher de quem vai comprar o gás). Hoje, a Petrobrás é monopolista no estado, distribuindo o gás através da Sulgás. 

    O secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos Júnior, destaca que as novas regras permitirão condições para que mais fornecedores de gás natural atuem na região, aumentando a oferta do insumo. Com um marco legal estabelecido para o setor, argumenta o dirigente, o RS demonstra ao mercado que está se abrindo à concorrência, o que aumenta a oferta e contribui para redução dos preços. Outro ponto relevante é que trará mais segurança jurídica para iniciativas como a produção de gás através do carvão.

    Essa consideração baseia-se no fato que a proposta terá reflexos no ambiente de operação da Sulgás. "O que a gente entende é que a companhia de gás estadual tem que administrar os gasodutos e os acessos a esses gasodutos e cobrar por isso, agora, a molécula (o gás em si) não precisa ser necessariamente (cobrado) pela Sulgás", sustenta. A alteração das regras deixaria menos "estatal" esse modelo e envolveria mais players privados. 

    Especialista do Setor Marcos Henrique.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A Petrobras anunciou nesta semana que venderá o Campo de Juruá de extração de Gás Natural da Bacia do Solimões (AM). A empresa detinha 100% de participação. Segundo a companhia, a concessão para exploração foi outorgada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 1998, e o contrato expira em 2025 e integra o marco zero das concessões.

    Os reservatórios do Campo do Juruá foram descobertos em 1978 e desde então foram perfurados 15 poços, oito deles classificados como produtores e quatro completos para produção, mas deverão ser vendidos para a iniciativa privada, uma vez que,  tendo em vista que foram descobertos campos mais rentáveis pela estatal na região.

    As vendas refletem a nova política da Petrobras, na busca da eficiência e redução dos custos considerados “desnecessários” para o novo momento da empresa.

    Especialista do Setor: Ricardo Quirino.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    O gás natural é fortemente voltado para o setor de transportes na Europa, em especial automóveis e veículos pesados, tendo em vista o seu custo em comparação aos combustíveis fósseis e a poluição gerada pelos mesmos. No entanto, estudos já começam a ser elaborados visando a aplicação do gás natural no setor maritimo, o que  já é feito no Reino Unido e na Noruega.

    O combustível mais utilizado pelo setor marítimo hoje no Brasil é o óleo combustível, que é derivado de um dos tipos mais pesados e poluentes de petróleo que existe. Com as mudanças nas exigências de emissão de poluentes, cresce a necessidade de combustiveis menos tóxicos, por isso o gás natural começará a ser estudado como uma nova alternativa. Outro fator importante é a exigência da Organização internacional marítima desde 2015 de redução do uso de combustíveis poluentes em locais da Europa, mas que podem ser extendidas para outros locais do planeta.  

    Assim, apesar de ser uma alternativa recente, os estudos já estão ocorrendo sendo baseados na experiência internacional, o que, tornando-se uma realidade, deverá auxiliar e ampliar o faturamento do setor de gás natural no médio e longo prazo, tendo em vista a grande frota marítima brasileira. 

    Analista Responsável pelo Setor: Ricardo Quirino


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A Comgás, empresa distribuidora de gás natural sob o controle da Cosan desde novembro de 2012, irá investir R$ 870 milhões em 2013. A maior parte dos recursos serão destinados para expandir a rede de distribuição de gás. A Comgás possui uma rede de 9 mil quilômetros e planeja criar mais 1.300 quilômetros neste ano para que possa estender seus domínios para importantes regiões do interior de São Paulo, como Hortolândia, Piracicaba, São João da Boa Vista e Taubaté. Além disso, cerca de R$ 170 milhões serão destinados para reforçar o sistema de distribuição em 26 quilômetros de gasodutos submersos na represa Billings, entre São Bernardo (região do Grande ABC) e a capital paulista.

    Destaca-se o foco da empresa em direcionar  investimentos principalmente na distribuição residencial e de GNV (Gás Natural Veicular), pois ambas apresentar grande potencial de crescimento e maior rentabilidade ante as outras demandas de gás natural. 

    O setor de gás natural nos últimos anos vem caminhando para elevar a participação do consumo residencial no seu faturamento, não só por apresentar-se como uma opção mais rentável de investimento, más também por apresentar menor risco, haja vista que o consumo industrial e para termogeração são mais sucetíveis a variações, seja pelo nível da atividade econômica, seja pelo volume de chuvas e nível dos reservatórios das hidrelétricas.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A Gasmig investirá R$ 5,65 milhões para a construção de parte do anel sul da rede de gás natural que servirá as residências da Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O empreendimento deve ser concluído em fevereiro de 2013. No entanto, para atender toda a Região Centro-Sul de BH a empresa investirá R$ 150 milhões até 2014, num trajeto de 150 quilômetros.

    É importante destacar que a ampliação dos gasodutos com o obejtivo de atender a demanda residencial configura-se tendência do setor, pois esse segmento oferece uma maior rentabilidade. Em contrapartida, apesar de rentável, o consumo desse segmento ainda é pouco representativo; em abril de 2012, por exemplo, foi responsável por 1,37% de toda a demanda de gás natural, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (ABEGAS).


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A partir do dia 1° de junho  a Comgás terá reajuste em sua tarifa de gás natural, da ordem de 22%. Trata-se de uma regra de contrato da distribuidora com a Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo).

    O motivo para tal reajuste é que, por contrato, as empresas podem repassar toda a variação do preço do gás boliviano, que segue a cotação do dólar. Como, nos últimos meses o Real tem apresentado desvalorização ante o Dólar, o preço do gás importado aumentou. É importante destacar o impacto negativo que tal mudança gera, principalmente nos custos indústrias, dado que o gás natural é uma importante fonte de energia além de ser um insumoque. Desta forma, o setor industrial que há tempos pleiteava por uma desvalorização cambial constatou que, se por um lado tal movimento aumenta as receitas com as exportações, por outro pressiona os custos atrelados a variação cambial (como o gás natural).

    No entanto, para o setor de gás natural o reajuste é fundamental. Caso o mesmo não ocorresse, existiria uma pressão sobre a Petrobras (como ocorre, por exemplo, com a gasolina que a empresas vende à preços subsidiados no mercado interno), que é responsável de repassar o gás para às distribuidoras. Ademais, sem o reajuste, até mesmo as próprias distribuidoras poderiam ser prejudicadas, caso tivessem que arcar com custos maiores sem que os mesmo fossem repassados aos consumidores finais.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    A Comgás, maior empresa distribuidora de gás natural do Brasil, anunciou que tem planos de investir R$ 1,5 bilhão nos próximos três anos. Esses recursos serão utilizados para ampliar a rede de dutos da companhia na Região Metropolitana de São Paulo e no interior do Estado.

    É importante destacar que a prioridade dos investimentos da empresa concentra-se nos consumidores residenciais e comerciais. A explicação para o direcionamento dos recursos para estes dois nichos específicos de mercado pode ser melhor compreendida por meio de dois fatores: em primeiro lugar, devido a maior margem que ambos os segmentos de consumo representam frente aos demais; em segundo lugar, devido ao fato dos clientes industriais já estarem quase que totalmente atendidos, dependendo assim apenas do crescimento absoluto na produção destes, e portanto, de seus respectivos setores de atuação para que haja um crescimento do consumo de gás natural.

    Esta tendência apresentada pela Comgás não é um fato isolado. Dados da Abegas apontam para uma forte expansão do número de clientes residências atendidos pelas distribuidoras, que, assim como a Comgás, buscam expandir suas redes e atender a um nicho de mercado que tem se mostrado rentável e com um grande potencial de crescimento.  


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    Foi anunciado ontem (12 de agosto), que a OGX, empresa do grupo EBX de Eike Batista, encontrou "meia Bolívia" em gás natural no Maranhão. O gás foi encontrado no poço OGX-16, a uma profundidade de 1.654 metros, à aproximadamente 260 km de São Luis, capital do Maranhão. Segundo o empresário, o potencial das reservas pode chegar a 15 trilhões de pés cúbicos, o que levaria a uma produção de 15 m³ por dia, ao longo de 40 anos, volume equivalente a 25% da produção diária brasileira que atualmente é de 57 m³.   

    OGX planeja investir US$ 400 milhões na operacionalização de poços na Bacia do Parnaíba. A perfuração do OGX-16 continuará sendo feita até atingir sua profundidade total, estimada em 3.450 metros. A expectativa é de que sejam encontrados mais dois reservatórios. As reservas serão exploradas pela OGX, que deverá entregar o gás para a MPX (empresa de geração de energia do grupo EBX), para produzir energia elétrica em usinas movidas a gás natural.  Segundo Eike, a primeira termelétrica na região, pode começar a funcionar em dois anos.

    Com este novo achado de gás natural no Maranhão, entre tantos outros indícios de hidrocarbonetos que vem sendo observado, o Brasil cada vez mais se insere como um importante player no segmento energético global. Pois, além das já tão alardeadas descobertas do pré-sal (que são amplamente promissoras), outras novas fronteiras de exploração vem se apresentando cada vez mais viáveis, como é o caso das descobertas em solo na Amazônia e agora este novo campo no Maranhão. No entanto, apesar destas boas noticias, é necessário que a legislação brasileira, principalmente no caso do gás natural, avance de forma mais substanciosa, pois, até o momento a tão propalada lei do gás ainda não saiu do papel, o que faz com que o uso do gás natural no país não avance de forma ainda mais satisfatória.  


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    A Petrobrás anunciou a compra de 100% da distribuidora de gás canalizado Gás Brasiliano Distribuidora (GSD) nesta última sexta-feira, dia 28, através de um aporte de US$ 250 milhões. A empresa estava sob o controle da italiana Eni, da Comgás e da Gás Natural São Paulo Sul (SPS).

    A concretização da negociação permitira à estatal nacional explorar a distribuição de gás natural no estado de São Paulo, maior mercado consumidor de energia do país, a empresa disputou a aquisição da concessionária com mais cinco concorrentes, sendo: Mitsui, Cosan, Termogás, Promigás e Fundo InfraBrasil do banco Santander. A Petrobrás já havia feito ofertas a GDB em ocasiões passadas.

    A estatal objetiva, através da aquisição, ultrapassar as metas de vendas da distribuidora, que se comprometeu junto à Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) a atingir a venda de 1,2 milhão de metros cúbicos por dia em 2014. A Gás Brasiliano vende hoje uma média de 560 mil metros cúbicos por dia. Além disso, o objetivo da estatal é verificado devido

    à sua grande utilização do produto, visto que apenas no primeiro trimestre deste ano, de uma média de 48,8 milhões de metros cúbicos por dia de gás que chegou ao mercado nacional neste período, 39,8 milhões foram consumidos pela estatal.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2009
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
     A Petrobras confirmou, dia 07/04, que irá baixar o preço do gás natural para as distribuidoras. O objetivo é reduzir o custo do combustível para o consumidor final em um momento em que sobra gás natural no mercado, devido à crise internacional, que derrubou o consumo do produto. Hoje, no Brasil, estão deixando de ser usados cerca de 18 milhões de metros cúbicos de gás natural.
     O alto custo do combustível foi uma das razões que fizeram com que muitas empresas trocassem o gás por outra fonte de energia. O preço do gás vendido pela Petrobras se baseia em contratos firmados em 2008, antes da crise econômica, quando havia a ameaça de falta do produto. Desde o início de abril de 2009, no entanto, o Brasil já paga 44% a menos pelo gás vindo da Bolívia.
     Sendo assim, a Petrobras fará o primeiro leilão da história de venda de gás, no dia 24 de abril. Na ocasião será oferecido o volume que está sem comprador por causa do preço. Irão participar 27 empresas distribuidoras de gás espalhadas pelo país. São essas companhias que vendem ao consumidor final o gás natural, usado em indústrias, carros e residências.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2009
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    O projeto de construção de um gasoduto de 8.000 km cortando a América do Sul foi arquivado pelo governo brasileiro. O anúncio foi feito dia 20/02. A crise financeira mundial foi um dos fatores que motivaram a suspensão, de acordo com o assessor presidencial para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, no portal Terra.
    Segundo o Ministério das Minas e Energia, em outubro de 2008, estudos da Petrobras concluíram que o gasoduto - com preço aproximado de R$ 23 bilhões - não seria viável economicamente. Mesmo que temporário, o cancelamento combale os planos para a integração econômica e de infra-estrutura da América do Sul. O projeto vinha sendo avaliado por uma comissão técnica bilateral.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2009
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    O Brasil anunciou no início de janeiro que iria reduzir a quantidade de gás natural importado da Bolívia. O corte no volume de gás de 30 milhões de m³/dia para cerca de 19 milhões de m³/dia será mantido até abril/09. Nesse período, as hidrelétricas serão acionadas, desligando, assim, as termelétricas movidas a gás.
    Apenas as usinas nucleares de Angra 1 e 2 (que geram 1.200 MW) e as termelétricas Norte Fluminense 1 e 2 (400 MW) permanecem ligadas, por produzirem energia barata. Ao todo, as usinas que serão desligadas geram 8 mil MW.
    A redução na quantidade de gás natural importado da Bolívia representará uma economia de US$ 600 milhões ao Brasil.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2008
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    O trecho catarinense do Gasoduto Brasil-Bolívia, atingido pelas enchentes em Santa Catarina, deve voltar a operar até o final de dezembro. As estimativas foram feitas pelo Governo Federal.
    O Estado não está recebendo entre 2 e 4 milhões de metros cúbicos de gás e por isso, caminhões levam gás para o local diariamente. A tubulação da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) foi rompida dia 23 de novembro, prejudicando o envio de gás para Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
    Em Santa Catarina, o fornecimento foi interrompido para cerca de 140 indústrias e 80 postos de gás natural veicular (GNV). No Rio Grande do Sul, o gás deixou de chegar a 87 indústrias, incluindo uma refinaria da Petrobras e 59 postos de GNV.
    Como alternativa, parte da indústria dos Estados está usando GLP (gás de cozinha), que precisa ser transportado por caminhão e tem maior custo. O setor residencial e comercial de Santa Catarina pode ser abastecido até o fim do ano com o gás que ainda resta nas tubulações, segundo a SCGás (companhia de gás catarinense). Após esse prazo, o Vale do Itajaí e todo o Sul do Estado devem ficar sem abastecimento de gás natural caso não haja reestabelecimento.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2008
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique

    Semana passada, protestos na Bolívia contra o governo de Evo Morales fizeram com que a remessa de gás natural ao Brasil chegasse a cair 90%, em mais uma demonstração da fragilidade institucional que o país andino atravessa. A Bolívia abastece mais da metade do mercado de gás natural do Brasil, através de um gasoduto de três mil quilômetros de comprimento, dirigido por uma empresa binacional, com capacidade para transportar 30 milhões de metros³ por dia do combustível. Esse gás importado atende a demanda de 60% do Estado de São Paulo.
    O ministro de Minas e Energia afirmou posteriormente que o Brasil iria estocar gás para evitar problemas no futuro. O ministro confirmou que o envio de gás da Bolívia para o Brasil estava “quase totalmente estabelecido" na quinta-feira (11/09).
    Com a crise, os bolivianos estão deixando de exportar 3 milhões de m³ do total de cerca de 30 milhões de m³ enviados diariamente ao Brasil, ou seja, 10%.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2008
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A descoberta do poço de Júpiter, anunciada ontem pela Petrobras, pode ser decisiva para o Brasil conseguir a auto-suficiência na produção de gás natural. O diretor de Exploração e Produção da companhia evitou dar estimativas de possíveis reservas na região, mas frisou que o campo da Bacia de Santos foi o primeiro situado na camada do pré-sal em que o poço descobridor localizou apenas gás natural e condensado, sem ocorrência de óleo associado.
    O diretor lembrou ainda que o novo achado da Petrobras – que detém 80% da região, enquanto a portuguesa Galp possui os 20% restantes – deve contribuir também para facilitar a posição brasileira nas negociações futuras com países fornecedores de gás natural. Mas a produção de gás a partir de Júpiter não deve acontecer no curto prazo: estima-se entre cinco ou seis anos, concomitantemente a vultosos investimentos na área.