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  • fundição, empresas do setor fundição, empresas do segmento fundição, setor fundição, segmento fundição, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    Restando apenas a divulgação dos números de dezembro, já é possível afirmar que a produção de fundidos avançou no ano, confirmando as perspectivas da Lafis. De janeiro a novembro de 2018, a produção setorial apresentou crescimento de 3,1% em relação a 2017.

    O principal fator que contribuiu para esse resultado foi o bom desempenho de setores demandantes, com maior destaque para a produção de veículos, que representa mais da metade do consumo total de fundidos. Outro setor que contribuiu para o resultado favorável para da fundição, considerando os dados de utilização de capacidade instalada, foi o de máquinas e equipamentos.

    Considerando o otimismo em torno do novo Governo e para a economia de maneira geral, observado por meio de indicadores de confiança, a Lafis considera que o setor de fundição tem plenas condições de continuar crescendo em 2019, embora ainda distante da produção pré-crise econômica. 

    No entanto, se por um lado as variáveis políticas podem contribuir para o ambiente de negócios e desempenho do setor, é importante considerar que também é um fator de risco no sentido de que alterações da condução da política econômica ou até mesmo na relação entre o executivo e o congresso (governabilidade), representando incerteza e podendo contribuir para o melhor ou pior desempenho da atividade econômica e setorial.

    Especialista do Setor Marcel Tau.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro

    Desde o final de 2013, a cadeia de siderurgia e fundição no Brasil vem sofrendo revezes nos resultados operacionais, impactando uma redução na produção, assim como nas vendas internas e externas, ocasionadas, nesses setores principalmente devido à forte expansão de capacidade planejada na China. O fato acarretou em queda dos preços de diferentes tipos de aços e ligas em todo o mundo. Além disso, muitos países, como o Brasil, perderam vendas a mercados externos, que a partir desse momento seriam supridos pela produção chinesa.

    Assim, se de um lado fatores externos imprimiram dificuldades aos setores de fundição e siderurgia no Brasil, no período mais recente, a partir de final de 2014, de outro, uma queda de dinamismo da economia brasileira com baixo crescimento e retração em diversos setores demandantes.Para se ter uma idéia, a produção de fundidos apresentou retração de 7,7% no primeiro semestre de 2015 ante o mesmo de 2014, enquanto as exportações em USS/FOB também recuaram, em 5,8% no mesmo período.

    Agora, recentemente, grandes empresas do setor siderúrgico também evidenciam retração e revisão de investimentos, como a Gerdau, que em agosto de 2015 anunciou diminuição do ritmo dos investimentos para os segundo semestre do ano, devido à retração dos lucros, fruto de menor resultado operacional e também devido a maiores despesas financeiras. Também, a CSN, em um contexto de deterioração de seu quadro financeiro, anunciou no último dia 14 de agosto que venderá ativos considerados não estratégicos para estancar dívidas. Algumas operações que estão disponíveis para alienação são o Tecon, terminal de contêineres da companhia em Sepetiba (RJ), e algumas unidades de energia. Em suma, as trajetórias recentes dos setores de fundição e siderurgia apontam, para um ano de 2015 com dificuldades operacionais e financeiras. Caso as vendas externas continuem em retração (principalmente do primeiro setor) e a economia brasileira não apresente melhores resultados, as trajetórias esperadas pela Lafis poderão ser revistas para baixo.

    Analista Responsável pelo Setor: Thaís Virga Passos


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A indústria brasileira de fundição vem sofrendo impactos negativos nos últimos anos e tem baixas perspectivas para o ano de 2014, tendo em vista um arrefecimento das atividades de diversos de seus demandantes. Algumas características  justificam as dificuldades de atuação do setor no país, principalmente no período recente.

    Um dos pontos que a Associação do setor destaca (a ABIFA) no tocante ao mercado interno, se refere à alta rigorosidade da Legislação Ambiental que atrapalha alguns negócios. Também, a Legislação Trabalhista imprime ameaças à competividade so setor no mercado global, segundo a direção dessa associação devido a um "protecionismo excessivo". Outro importante fator que  impacta os negócios do setor é relacionado aos altos custos da energia no país, que afeta a estrutura de custos do setor que é eletrointensivo.

    Em relação ao mercado externo, a situação cambial é a que mais afeta o setor fundiário no país, que possui qualidade produtiva reconhecida. Em segundo lugar, destaca-se a questão infraestrutural no país, o que acarreta em altos custos com fretes e tempo de fornecimento. Para se ter uma idéia, o setor já chegou a exportar cerca de 60% de sua produção, há duas décadas atrás, e hoje esse percentual não ultrapassa os 20%. Se por um lado, é importante notar o deslocamente da oferta de fundidos ao mercado interno no período recente, é importante lembrar que o setor passou a depender diretamente de um bom desempenho da economia brasileira.

    Analista do Setor: Thaís Virga


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A Tupy, localizada em Joinville (SC) adquiriu duas fundições mexicanas, a Cifunsa Diesel e Technocast, controladas pelo Grupo Industrial Saltillo. Simultaneamente a empresa inaugurará a ampliação da planta em Joinville, com investimentos em torno de R$ 140 milhões. 

    Com estas aquisições, a empresa dobrará a capacidade produtiva instalada no que se refere aos blocos e cabeçotes de ferro fundido (de 370 mil toneladas para 670 mil toneladas por ano), produtos estes demandados para a produção de motores da indústria automotiva. A capacidade total da empresa, contando com outros produtos, atingirá 852 mil toneladas anuais (atualmente são produzidas 540 mil toneladas/ano). 

    A compra das duas fundições representará a primeira produção de fundidos no exterior, pois até o momento a empresa possuía apenas escritórios de vendas e prestação de serviços. A internacionalização da produção ranqueia a empresa como a maior fabricante mundial de blocos e cabeçotes de ferro fundido. Além disso, as empresas compradas eram concorrentes da Tupy e permitirão o aumento de sua participação na América do Norte e possibilitarão a expansão no atendimento da demanda do segmento de veículos "off-road", máquinas para mineração, agrícolas e voltadas à construção civil.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A Tupy prevê investimento de R$ 264 milhões para o ano de 2011, dos quais R$ 104,9 milhões já foram dependidos. Atualmente a empresa está ampliando a capacidade de produção em Joinville (SC) (capacidade atual de 390 mil toneladas ao ano) e concluirá neste ano a reconstrução da unidade Fundição C, a ser destinada à fabricação de blocos e cabeçotes de motores. A Fundição B também entrou em operação com nova linha de moldagem para peças automotivas. Ademais a empresa está reformando o centro de treinamento e desenvolvimento; construindo um novo ambulatório e uma subestação de energia, realizando obras para melhorias ambientais. Estas ações permitirão melhor atender aos demandantes, à população local e redução de custos da empresa.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A Tupy prevê investimento de R$ 264 milhões para o ano de 2011, dos quais R$ 104,9 milhões já foram dependidos. Atualmente a empresa está ampliando a capacidade de produção em Joinville (SC) (capacidade atual de 390 mil toneladas ao ano) e concluirá neste ano a reconstrução da unidade Fundição C, a ser destinada à fabricação de blocos e cabeçotes de motores. A Fundição B também entrou em operação com nova linha de moldagem para peças automotivas. Ademais a empresa está reformando o centro de treinamento e desenvolvimento; construindo um novo ambulatório e uma subestação de energia, realizando obras para melhorias ambientais. Estas ações permitirão melhor atender aos demandantes, à população local e redução de custos da empresa.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro

    A Tupy prevê investimento de R$ 264 milhões para o ano de 2011, dos quais R$ 104,9 milhões já foram dependidos. Atualmente a empresa está ampliando a capacidade de produção em Joinville (SC) (capacidade atual de 390 mil toneladas ao ano) e concluirá neste ano a reconstrução da unidade Fundição C, a ser destinada à fabricação de blocos e cabeçotes de motores. A Fundição B também entrou em operação com nova linha de moldagem para peças automotivas. Ademais a empresa está reformando o centro de treinamento e desenvolvimento; construindo um novo ambulatório e uma subestação de energia, realizando obras para melhorias ambientais. Estas ações permitirão melhor atender aos demandantes, à população local e redução de custos da empresa.

     


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2011
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A  principal produtora de fundidos brasileira, a Tupy, anunciou um investimento para os próximos dois anos no montante de R$ 264 milhões objetivando a expansão da  capacidade produtiva da sede de Joinville (SC), que se encontra atualemente próxima ao seu limite de produção.

    Com os investimentos, a empresa ampliará a capacidade de produção em 28%, alcançando 640 mil toneladas até 2012. Serão colocados em funcionamento uma nova linha de cabeçotes e pequenos blocos de motores, pois com o aumento da demanda pelo setor de autopeças se torna necessário tal aplicações. Ademais, está previsto para 2011, uma nova linha  de fundição de blocos de motor em ferro vermicular, isto é, uma liga que garante maior leveza e resistência quando usada em automóveis. Já, para Mauá (SP),  onde se localiza a unidade de grandes blocos de motor para veículos pesados, será destinado um aporte em torno de R$ 25 milhões, objetivando a modernização do processo produtivo.

    O setor de fundição brasileiro é composto majoritariamente por pequenas e médias empresas (cerca de 95%), representando uma capacidade pequena de expansão de sua produção, o que revela uma dificuldade em suprir uma alta na demanda de fundidos, portanto, com a expansão da capacidade produtiva da Tupy, há índicios de crescimento nas vendas para o mercado externo.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro

    Durante a semana, a divulgação da Sondagem Industrial, da balança comercial do setor de máquinas e do pacote de desoneração fiscal para empresas de São Paulo serviram como base para ilustrar o cenário dos setores de Siderurgia, Fundição e Bens de Capital.

    A CNI, no último dia 25, divulgou a Sondagem Industrial referente ao mês de Setembro. O relatório destacou a estratégia do setor industrial em reduzir a produção para estabilizar os estoques. Outro ponto levantado foi a satisfação dos industriais perante a margem de lucro e a situação financeira dos negócios. Segundo a CNI, as perspectivas para os próximos meses seis meses são de aumento na contratação de mão de obra e de matérias primas. A valorização do Real, a ausência de mão de obra qualificada, a carga tributária e a competição acirrada foram os principais problemas citados pelos empresários do setor industrial.

    Em concordância com o cenário traçado pela CNI, o resultado da balança comercial do setor de máquinas e equipamentos - divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) - mostram no acumulado de jan-set/2010 um déficit comercial de US$ 11,72 bilhões, ou seja, acréscimo de 43,4% no saldo em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar do setor apresentar alta nas exportações de 27,4% ao ano, as importações cresceram 64,2% ao ano.

    A última notícia relevante para os setores foi o anúncio do Governo de São Paulo de incentivos e desonerações para empresas do estado. As principais medidas referem se a desoneração do ICMS na aquisição de bens de capital para mais de 50 setores e a isenção no ICMS do transporte de mercadorias destinadas à exportação.

    A Lafis acredita que essas medidas poderão beneficiar as indústrias de siderurgia, de fundição e de bens de capital, pois a desoneração do ICMS reduzirá os custos dessas indústrias e pode impactar de maneira positiva na elevação do mark up (diferença entre o preço do produto e o custo dele), no aumento do nível de competitividade e na elevação da reserva de capital para novos aportes. A siderurgia do estado de São Paulo poderá oferecer preços melhores frente aos concorrentes e elevar a sua demanda. A Fundição poderá consumir o aço produzido em SP e oferecer peças mais baratas a indústria de bens de capital e, essa, por sua vez, pode elevar a sua produção perante o possível aumento da demanda ocasionada pela redução de preços das máquinas e equipamentos. Ou seja, os setores em questão poderão se beneficiar tanto da ponta de custos tributários como da ponta da matéria prima. O aumento das importações, da desvalorização do câmbio e a competição internacional são os fatores de risco que essas medidas anunciadas visam balizar frente às deficiências da indústria paulista ao mercado mundial. Visto a Sondagem industrial e a balança da Abimaq, a Lafis defende que os efeitos dessa medida sobre a economia podem se multiplicar e trazer benefícios aos setores, dadas perspectivas de crescimento do PIB, do poder de consumo e dos investimentos públicos e privados.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro

    A Tupy declarou um investimento de R$ 172 milhões para 2010, dos quais R$ 87 milhões serão voltado para a ampliação de serviços de usinagem que são essenciais para o acabamento dos fundidos e visando a expansão da capacidade produtiva. A empresa possui a maior fundição da América Latina e uma das cinco maiores do mundo que supre o mercado automotivo global. No Brasil, a Tupy produz em Joinville (SC) e Mauá (SP) destinando sua produção à indústria automobilística e construção civil (blocos e cabeçotes de motores, e conexões de ferro maleável).

    A empresa tem investido em um novo parque fabril localizado em Joinville que terá a função de fabricar peças de maior complexidade, utilizadas em veículos comerciais, máquinas agrícolas e de construção, isto é, setores que apresentam crescimento no mercado nacional e, que  conseqüentemente demandam mais deste segmento industrial.

    Além de ter sido fortemente abalada pela crise mundial no ano passado, dada a queda da demanda no setor automotivo norte americano, os resultados financeiros este ano também não são tão bons como poderiam ser. Isto devido à desvantagem cambial, que torna os produtos importados mais baratos do que os nacionais, comprometendo as vendas brasileiras. Dessa forma, a empresa busca investir em uma produção com maior valor agregado, tornando seus produtos mais atraentes e competitivos.