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  • ebusiness, empresas do setor ebusiness, empresas do segmento ebusiness, setor ebusiness, segmento ebusiness, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2008
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    A paralisação do serviço de acesso à internet de banda larga semana passada prestado pela empresa Telefônica, o chamado Speedy, desencadeou vários problemas para seus usuários, dentro os quais estavam órgãos do governo paulista, grandes empresas, instituições financeiras e as pessoas que utilizam o serviço em suas residências. Todavia este fato trouxe à tona o que já foi apontado em estudo realizado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), que fez uma avaliação dos servidores de banda larga no país, quando constatou falhas nos sistemas, sobretudo no Speedy. As causas da paralisação não foram relatadas para empresa, alegando apenas problemas técnicos.
    A maioria dos clientes que possuem o Speedy estão concentrados no Estado de São Paulo, onde foram sentidas as conseqüências do problema de não conexão. Dentre os clientes, a Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp) notificou que a pane na rede atingiu a rede do governo, Intragov, impedindo a comunicação entre os órgãos. A Prodesp mantém um contrato com a Telefônica de prestação de serviço no período de 2005-2010 no valor de R$ 200 milhões prevendo que a rede estaria em funcionamento sete dias por semana e 24 horas por dia, e que, em caso de algum tipo restrição, um sistema substituto entraria no lugar – que no caso também estava apresentando problemas. Ademais, a empresa está mobilizando sua equipe jurídica e discutindo qual será o valor da multa, que de acordo com o assessor jurídico será de muitos zeros.
    No caso da Anatel, órgão que regula o setor, se for confirmada a negligência, será aplicadas sanções que vão de uma simples advertência até uma multa que tem valor de R$ 50 milhões dependendo, principalmente, do número de usuários afetados, podendo chegar até a interrupção da concessão do serviço, de acordo as regras do Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia.
    Contudo, é válido ressaltar que várias empresas até mesmo pessoas físicas irão pedir ressarcimento de suas perdas na justiça, podendo trazer alguns contratempos para Telefônica, mas conforme o comunicado do seu presidente, eles não estavam preocupados com isso no momento, e sim no restabelecimento e normalização do serviço.