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  • ebusiness, empresas do setor ebusiness, empresas do segmento ebusiness, setor ebusiness, segmento ebusiness, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce nacional faturou R$ 17 bilhões no primeiro trimestre de 2019, o que representa um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. Tal desempenho corrobora para as expectativas positivas do setor no Brasil, com perspectiva de crescimento acima dos dois dígitos ainda no curto prazo.

    No mundo, porém, apesar do semelhante potencial, o desenvolvimento da plataforma tem sido marcado pelas tensões comerciais entre os dois principais mercados deste setor: os EUA e a China. O confronto geoestratégico entre estes países vem criando uma série de regras nacionais ou regionais que poderão comprometer o uso da internet como um ambiente online global comum. Além disso, teme-se que as diferenças nas regras de acesso a dados da China e os demais países levem à criação de uma rede de internet apenas chinesa e provoquem uma divisão no comércio digital. Na Rússia, conforme divulgado pelo jornal Valor Econômico, o presidente Vladimir Putin oficializou, no início do ano, “um projeto para garantir uma ‘internet soberana’ no país - uma rede totalmente separada, apenas com servidores russos, supostamente para proteger de ciberataques”.

    Visando contornar estes conflitos, a Organização Mundial do Comércio (OMC) deu início a um debate sobre as regras para comércio eletrônico mundial. Tal debate, que conta com a participação de 80 dos 165 países que fazem parte da Organização, entre eles o Brasil, busca negociar questões como proteção de dados, privacidade e localização de dados a fim de evitar uma fragmentação do mundo digital. Além disso, o Japão e a União Europeia têm levantado outros pontos importantes para a discussão em torno da regulamentação do setor, como “o livre fluxo de dados com confiança”, que está contemplada na agenda americana, e a criação de um marco regulatório que inclua a redução de tarifas para produtos relacionados a telecomunicações.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues