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  • ebusiness, empresas do setor ebusiness, empresas do segmento ebusiness, setor ebusiness, segmento ebusiness, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com dados divulgados pela consultoria Ebit/Nielsen, o faturamento do comércio eletrônico nacional cresceu 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando R$ 26,4 bilhões em vendas. Ainda que diante de uma base de comparação mais baixa, tendo em vista os efeitos negativos da greve dos caminhoneiros no primeiro semestre de 2018, tal resultado positivo foi influenciado pelo bom desempenho do setor em datas comemorativas, como Dia das Mães, que faturou R$ 2,2 bilhões (+5%/2018), e o Dia dos Namorados, que também apresentou um faturamento de R$ 2,2 bilhões, o que representa um avanço de quase 25% em relação ao mesmo período de 2018.

    Tal resultado foi acompanhado por um avanço no número de pedidos, passando de 54,4 milhões nos primeiros seis meses de 2018 para 65,2 milhões no mesmo período deste ano, um avanço de 19,9% e o mais intenso dos últimos cinco anos nesta base de comparação. Além disso, o número de e-consumidores ativos, ou seja, pessoas que fizeram ao menos uma online no período, alcançou 29,4 milhões de clientes no primeiro semestre deste ano (+7,3%/2018). Destes, 18,1% realizaram sua primeira compra no comércio eletrônico nacional no período, somando 5,3 milhões de e-consumidores.

    Por fim, cabe destacar que os pedidos realizados via m-commerce1 representaram 43,1% do total de pedidos do comércio eletrônico no primeiro semestre deste ano, enquanto, no mesmo período do ano passado, esta participação foi igual a 32%. Em termos de faturamento, as vendas via dispositivos móveis alcançaram R$ 9,6 bilhões entre janeiro e junho de 2019, o que representa 36% do faturamento total do setor e um crescimento de 43% em relação ao primeiro semestre de 2018.

    Desta forma, o bom desempenho das vendas no comércio eletrônico nacional no período contribui para a manutenção da perspectiva otimista do setor quanto aos resultados esperados para este segundo semestre e, consequentemente, para o encerramento do ano de 2019. Tal otimismo considera também as vendas de final de ano, que contempla importantes datas para o comércio eletrônico nacional, como Black Friday e Natal, tendo em vista que estas deverão ser beneficiadas pela liberação dos recursos do FGTS e PIS/Pasep iniciada em outubro deste ano. Neste sentido, a Lafis espera um crescimento de 13,3% no faturamento do setor em 2019, alcançando R$ 60,3 bilhões.

    ¹vendas realizadas via dispositivos móveis (celulares, tablets, por exemplo)

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce nacional faturou R$ 17 bilhões no primeiro trimestre de 2019, o que representa um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. Tal desempenho corrobora para as expectativas positivas do setor no Brasil, com perspectiva de crescimento acima dos dois dígitos ainda no curto prazo.

    No mundo, porém, apesar do semelhante potencial, o desenvolvimento da plataforma tem sido marcado pelas tensões comerciais entre os dois principais mercados deste setor: os EUA e a China. O confronto geoestratégico entre estes países vem criando uma série de regras nacionais ou regionais que poderão comprometer o uso da internet como um ambiente online global comum. Além disso, teme-se que as diferenças nas regras de acesso a dados da China e os demais países levem à criação de uma rede de internet apenas chinesa e provoquem uma divisão no comércio digital. Na Rússia, conforme divulgado pelo jornal Valor Econômico, o presidente Vladimir Putin oficializou, no início do ano, “um projeto para garantir uma ‘internet soberana’ no país - uma rede totalmente separada, apenas com servidores russos, supostamente para proteger de ciberataques”.

    Visando contornar estes conflitos, a Organização Mundial do Comércio (OMC) deu início a um debate sobre as regras para comércio eletrônico mundial. Tal debate, que conta com a participação de 80 dos 165 países que fazem parte da Organização, entre eles o Brasil, busca negociar questões como proteção de dados, privacidade e localização de dados a fim de evitar uma fragmentação do mundo digital. Além disso, o Japão e a União Europeia têm levantado outros pontos importantes para a discussão em torno da regulamentação do setor, como “o livre fluxo de dados com confiança”, que está contemplada na agenda americana, e a criação de um marco regulatório que inclua a redução de tarifas para produtos relacionados a telecomunicações.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com a consultoria Ebit/Nielsen, as vendas no comércio eletrônico nacional cresceram 24% durante a Black Friday 2018, considerando os dias entre 22 e 26 de novembro, em comparação com o mesmo evento do ano anterior. Neste período, foram realizados 6,9 milhões de pedidos, totalizando R$ 3,9 bilhões em transações, e o tíquete médio foi de R$ 568, o que representa um aumento de 9% em relação ao gasto médio de 2017. 

    Estes resultados superaram as expectativas da própria consultoria, que esperava um crescimento nas vendas igual a 15%, e apontavam para uma conjuntura positiva também para as vendas de Natal em 2018. E as expectativas se confirmaram: e-commerce nacional faturou R$ 9,9 bilhões durante a data, o que representa um crescimento de 13,5% em relação ao desempenho de 2017. Além disso, o número de pedidos expandiu 5,2% e o tíquete médio cresceu 8%, alcançando R$ 493 (Ebit/Nielsen, 2018).

    Diante deste desempenho, o comércio eletrônico nacional tem se mostrado promissor no curto, médio e longo prazo, colocando-se, junto com o segmento de publicidade digital, entre os dez setores com melhor desempenho no ranking de projeções da Lafis. Isso mostra a eficácia das lojas virtuais na análise de dados e na adoção de estratégias como a fidelização do cliente, cada vez mais conectado ao mundo digital, a oferta de uma maior variedade de produtos e a preços competitivos em relação ao comércio físico, além da presença multicanal – uma tendência do comércio varejista nacional a fim de conquistar novos consumidores.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com a consultoria E-bit, em parceria com a Nielsen, o comércio eletrônico nacional atingiu R$ 2,1 bilhões em vendas durante o Dia dos Pais no mês de agosto deste ano, uma expansão de 8,0% em relação à mesma data de 2017. Da mesma forma, o Dia das Crianças apresentou um faturamento igual a R$ 1,82 bilhão no e-commerce, representando um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Acompanhando este movimento, a expectativa do setor é que a próxima data importante para o comércio – a Black Friday, marcada para acontecer no dia 23 de novembro – também alcance desempenho positivo em relação às vendas do ano passado. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), a estimativa é que o e-commerce fature R$ 2,87 bilhões durante o evento, um crescimento aproximado de 16,0% em relação a 2017.

    Portanto, observando a evolução das vendas do comércio eletrônico ao longo do ano, bem como seu desempenho positivo nas principais datas comemorativas, entende-se que tais resultados têm corroborado para a projeção de crescimento do e-commerce nacional estimada pela Lafis e igual a 12,9% em 2018. Este avanço contribuirá também para o crescimento do setor de e-business como um todo, estimado em 16,0% para este mesmo ano.

    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2018
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A consultoria especializada em comércio eletrônico, Social Miner, divulgou uma pesquisa com o desempenho das vendas do e-commerce nacional durante as principais datas comemorativas neste primeiro semestre de 2018. A primeira delas foi o Dia do consumidor, comemorado em 15 de março. Segundo a pesquisa, os lojistas que apostaram em campanhas de engajamento meses antes do evento apresentaram melhores vendas – ou seja, aproximadamente 60% dos visitantes que finalizaram suas compras no dia 15/03 já haviam visitado o site anteriormente. Foi observado também um aumento médio de 24% na taxa de conversão em todos os setores do e-commerce, com destaque para Ensino (+122%) e Serviços (+72%). Apesar destes resultados, o estudo aponta a necessidade de maiores investimentos em campanhas de engajamento, uma vez que 80,87% das visitas abandonaram os carrinhos, e apenas 10,5% realizaram suas compras sem abandonar o carrinho nenhuma vez.

    Outra data foi o Dia das mães, no dia 13 de maio. Neste ano, as vendas totais cresceram 9,8%, com destaque para as categorias de Eletrodomésticos (+74,81%), Eletrônicos (+63,86%) e Pet (52,03%). Outro ponto de destaque foi a queda significativa da categoria Moda (-25,91%), que sempre teve grande participação nas vendas no mesmo período dos anos anteriores. Além disso, 60,5% das compras foram feitas via dispositivos móveis, como smartphones e tablets, e 68,6% foram provenientes de consumidores da região Sudeste.

    Por fim, a pesquisa da Social Miner mostrou que a última data comemorativa do primeiro semestre de 2018, o Dia dos Namorados, também apresentou crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. Dentre as categorias mais vendidas estão artigos de Beleza e Saúde, Moda e Informática. Quando se compara, porém, a evolução entre os anos de 2017 e 2018, observa-se um crescimento expressivo da participação da categoria Livrarias (+736%), enquanto que setores como Moda e Beleza e Saúde apresentaram queda em sua participação (-28% e -5%, respectivamente).

    Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Diante da entrada da maior varejista on-line do mundo, a Amazon, no mercado nacional de eletrônicos e itens de casa e cozinha via market place, o e-commerce brasileiro tem passado por momentos de mudanças positivas para o setor.

    Apesar da entrada de novos concorrentes, os principais players deste mercado têm inovado seus serviços buscando a diferenciação, como a venda de produtos usados e serviços de entrega premium pela B2W, e a abertura do primeiro centro de controle de distribuição da empresa Mercado Livre no país. Além disso, estas empresas têm investido em novas formas de pagamento visando maior praticidade, facilidade e aceitação do público, dada certa desconfiança diante da primeira compra. Uma destas ferramentas oferece aos lojistas a opção de aceitar pagamentos online de maneira simples e rápida, podendo ser integrada a qualquer plataforma do mercado. Outra opção é o plug-in com a mesma funcionalidade que pode ser facilmente integrado a sites e plataformas de desenvolvimento de sites. Além dessas soluções, existe também o Mercado Pago, que é uma ferramenta desenvolvida pelo Mercado Livre e apresenta a oportunidade de oferecer uma gama maior de formas de pagamento, aumentando a probabilidade de conversão.

    Outro momento positivo para o setor ocorre neste final de novembro, dia 24: o Black Friday. De acordo com Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a expectativa é de que esta ação renda R$ 2,506 bilhões ao comércio eletrônico em 2017, um aumento de 18,0% em relação ao valor gerado em 2016. Alinhada à esta perspectiva está a estimativa da Ebit, que projeta um aumento de 15,0% nas vendas durante o Black Friday, atingindo o valor de R$ 2,185 bilhões de reais. Os itens mais buscados neste evento são produtos das categorias de informática, celulares, eletrônicos, moda e decoração.

    Especialista do Setor: Fernanda Rodrigues.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Em fins de junho, o Google foi multado em 2,4 bilhões de euros pela Comissão Antitruste da União Europeia por favorecer o seu próprio comparador de preços para compras online, o Google Shopping. O caso contra o Google havia começado em 2015, e já tinha sido apontando o potencial de criar precedentes importantes em âmbito mundial ao influenciar diversas jurisprudências no que se refere ao poder de mercado da gigante da web. 

    Previsivelmente, o caso da Europa poderá influenciar nos processos do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) envolvendo o Google. Um dos casos mais emblemáticos é o iniciado pelo grupo Naspers, detentor das marcas Bondfaro e Buscapé, o qual acusa o Google de ter privilegiado o Google Shopping na ferramenta de busca e através da apresentação do link para a loja do Google em posição de destaque patrocinado com fotos na busca. Esse processo tem similaridade com o ocorrido na Europa. Mas curiosamente, o Buscapé afirmou que não pretende utilizar a decisão da Justiça da União Europeia contra o Google, pois tem desenvolvido uma série de projetos com o Google, que hoje é uma empresa parceira do site. 

    Ao contrário da avaliação de fusões/aquisições, as investigações de condutas anticoncorrenciais pelo Cade são mais demoradas, chegando entre 5 a 10 anos para alcançar uma decisão, e muitas vezes, a investigação não tem conclusão, pois as partes investigadas podem assumir termos de adequação de conduta para se livrar do processo. Vale pontuar o seguinte: a decisão na União Europeia não terá repercussão imediata a ponto de alterar radicalmente o ambiente de negócios online no Brasil, especialmente porque ainda não se tem ideia de como coibir de forma eficiente o poder de mercado desses negócios online. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2017
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Em fins de junho, o Google foi multado em 2,4 bilhões de euros pela Comissão Antitruste da União Europeia por favorecer o seu próprio comparador de preços para compras online, o Google Shopping. O caso contra o Google havia começado em 2015, e já tinha sido apontando o potencial de criar precedentes importantes em âmbito mundial ao influenciar diversas jurisprudências no que se refere ao poder de mercado da gigante da web. 

    Previsivelmente, o caso da Europa poderá influenciar nos processos do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) envolvendo o Google. Um dos casos mais emblemáticos é o iniciado pelo grupo Naspers, detentor das marcas Bondfaro e Buscapé, o qual acusa o Google de ter privilegiado o Google Shopping na ferramenta de busca e através da apresentação do link para a loja do Google em posição de destaque patrocinado com fotos na busca. Esse processo tem similaridade com o ocorrido na Europa. Mas curiosamente, o Buscapé afirmou que não pretende utilizar a decisão da Justiça da União Europeia contra o Google, pois tem desenvolvido uma série de projetos com o Google, que hoje é uma empresa parceira do site. 

    Ao contrário da avaliação de fusões/aquisições, as investigações de condutas anticoncorrenciais pelo Cade são mais demoradas, chegando entre 5 a 10 anos para alcançar uma decisão, e muitas vezes, a investigação não tem conclusão, pois as partes investigadas podem assumir termos de adequação de conduta para se livrar do processo. Vale pontuar o seguinte: a decisão na União Europeia não terá repercussão imediata a ponto de alterar radicalmente o ambiente de negócios online no Brasil, especialmente porque ainda não se tem ideia de como coibir de forma eficiente o poder de mercado desses negócios online. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2016
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A Microsoft anunciou a compra da rede social Linkedin por U$ 26,5 bi. Foi a maior compra da história da companhia, que até então tinha adquirido a Skype por US$ 8,5 bi. O valor foi maior que a compra do WhatApp pelo Facebook, em 2014, por US$ 22 bilhões.

    A Microsoft tenta se manter na era pós PC, onde era líder de mercado com o seu sistema Windows, para a era dos aplicativos mobile. O negócio de mobile, por enquanto, não decolou, mesmo com a aquisição da Nokia.

    Com a compra do LinkedIn a empresa tenta se reinventar no ramo que mais tem experiência, o profissional. A intenção é que o aplicativo conecte ainda mais os profissionais do mundo, algo que já fazia com o seu Office, e que continua fazendo muito bem com sua sua última versão 360. Segundo a presidente da Microsoft Satya Nadella, a empresa procura “empoderar cada pessoa e organização do planeta.” A junção dos aparatos de Office, Nuvem e Linkedin podem mudar o paradigma de operação de trabalho tradicional, criando uma rede de profissionais mais interativa e conectada. 

    A rede social possui 433 milhões de usuários em todo o mundo e recebe 105 milhões de visitas por mês. O uso se concentra em aparelhos móveis – 60% do fluxo vêm de smartphones e tablets.

    Analista Responsável pelo Setor: Ana Carolina Boyadjian


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    O Google anunciou nova estrutura para suas operações ao criar uma nova empresa, a Alphabet, que funcionará como uma holding que controla os vários negócios do grupo. Logo, a Alphabet substituirá o Google como entidade negociada em bolsa e todas as ações do Google serão automaticamente convertidas no mesmo número de ações da Alphabet, com os mesmos direitos.

    Essa mudança num dos maiores players do e-business tem gerado preocupações em torno da mudança da marca, mas afirma-se que a princípio (pelo que foi comunicado) parece pouco provável que uma das marcas mais conhecidas da internet seja substituída por outra sem nenhuma expressividade (apesar de haver a justificativa de que Alphabet é uma denominação que remeterá a melhores resultados de busca por estar ligada à primeira letra do alfabeto). Essa mudança refere-se mais à estrutura acionária e corporativa da empresa, já que havia preocupações constante dos acionistas quanto aos investimentos da companhia, os quais não se focavam somente em reforçar e elevar a eficiência da oferta de publicidade por meio do sistema de busca (o Adwords), mas na aquisição de outros empreendimentos: desde o streaming de música (o Songza) até fabricação de drones (a Titan Aerospace).

    A companhia norte-americana sempre manifestou que buscava inovações capazes de romper paradigmas, o que justificativa tais iniciativas, no entanto, acredita-se que tenha feito a divisão dos negócios através da construção de uma holding com o intuito de satisfazer os acionistas. Enfim, as duas empresas sob o controle da Alphabet serão uma que manterá o núcleo dos negócios de buscas e publicidade online, enquanto a outra incluirá seus novos empreendimentos como o carro autônomo e os termostatos conectados com a internet, por exemplo.

    Analista Responsável pelo Setor de E-business: Francisco Lira


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2015
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O Congresso Nacional fez uma sessão de promulgação da emenda constitucional do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não presencial. Com a menda constitucional nº 87, todo o recolhimento do ICMS do comércio eletrônico deixará de ficar nos Estados de origem e passará progressivamente, até 2019, para o destino das mercadorias. São Paulo será um dos Estados que perderão arrecadação com a entrada em vigor das novas regras. A proposta tramitava no Congresso desde 2011, mas ganhou impulso recentemente após um entendimento que envolveu a cúpula do Senado e todos os secretários de Fazenda que integram o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão responsável por regular mudanças no ICMS. 

    Finalmente, um problema, que tornava confusa tributação no e-commerce, é resolvido, o que traz maior segurança jurídica ao setor. Salienta-se que tal decisão não foi muito complicada      ( apesar do tempo de aprovação - 4 anos), dado o entendimento do STF sobre a questão em 2014, e que a discussão dessa emenda não era polêmica e dividia a sociedade, conforme observa-se as votação na câmara dos deputados e no senado, onde o projeto de emenda constitucional conseguiu facilmente o número de votos necessários.

    Analista Responsável pelo Setor: Francisco Lira


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A empresa sul-africana de mídia Naspers, controladora do site OLX, vai unir forças com a norueguesa Schibsted, dona do rival bomnegócio.com, como parte de acordo mais amplo que tem como foco o negócio de classificados online no Brasil, Indonésia, Tailândia e Bangladesh.
     
    Nos termos do acordo, que também envolve a Singapore Press Holdings e a norueguesa Telenor ASA, serão estabelecidas uma série de joint ventures entre as partes para atuação no segmento, conforme disseram as quatro empresas em um comunicado no final da quinta-feira (19/11) sem revelar valores.

    Apesar de consituir-se uma joint-venture e não uma fusão (já que ainda é mantida a identidade jurídica das empresas), esse movimento entre as mais notáveis empresas de anúncios online do Brasil revela o esforço das empresas em abocanhar uma maior fatia desse concorrido mercado, cujas facilidades de entrada são grandes. A aliança entre as empresas promete elevar a eficiência dos esforços de marketing, o que pode barrar a entrada de novas entradas no setor.

    Analista Setorial de E-business: Francisco Lira

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Uma das maiores plataformas de e-commerce de artigos esportivos do mundo, a Netshoes lança no mercado duas marcas proprietárias - Gonew e All4One, que passam a ser comercializadas exclusivamente pela loja virtual da companhia. Os produtos, desenvolvidos tanto internamente como em parceria com empresas de ponta do mercado global de tecnologia e esporte, trazem ao mercado brasileiro novidades tecnológicas e sistemas exclusivos, que abrem portas para frentes de pesquisa e desenvolvimento na área esportiva.

    A Netshoes, na busca de alcancar receitas sustentáveis, envolve-se com indústria calçadista a fim valorizar sua marca diante do público, e apesar de ser um setor muito deslocado da atividade da empresa, pode-se afirmar que esse movimento da empresa entra em consonância com a estratégia de estabelecer-se como o maior varejista online de produtos esportivos. Apesar de já ser considerada forte nesse nicho de mercado de comércio eletrônico, a Netshoes está inserida num mercado, cujo ambiente de concorrência é intenso, o que leva a companhia a se envolver com estratégias mais ousadas. Porém, a ousadia não caracteriza-se em novidade pois é comum que empresas com marcas fixadas entre o público, emprestem essa imagem a produtos, tal como as redes de supermercado fazem ao emprestar sua marca para certos produtos alimentícios.

    Analista Setorial de E-business: Francisco Lira

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Dono de uma plataforma internacional de e-commerce, o Mercado Livre se volta às grandes redes de varejo. Foi-se, há muito, o tempo em que o tradicional site de compras era um reduto de microempresas e vendedores de itens de segunda mão. Lançado em agosto de 1999, apenas 7 meses antes do murchar da primeira bolha da internet, o portal ainda garante o sustento de 51,7 mil empreendedores de reduzido porte e de 98,5 mil funcionários destes. Suas atenções, contudo, se concentram, cada vez mais, em nomes de peso do varejo tradicional e virtual. A proposta é reforçar uma lista que já inclui redes como Ricardo Eletro, Caçula de Pneus, Shoestock, Clóvis Calçados, Camisaria Colombo e Della Via Pneus.

    Uma das tantas tendências do comércio eletrônico, além do crescimento de pequenas e médias empresas nesse meio, é a formação de grandes  espaços online para congregar diversas marcas e produtos, os chamados market places. Os ganhos de escala ao intermediar as diversas transações entre empresas de grande expressão e os consumidores finais é o foco de crescimento de tradicionais varejistas na internet. No entanto, esse nicho aparentemente só pode ser explorado por empresas com certa confiança no mercado, como a Estante Virtual (que intermedia as transações entre livrarias e "sebos" e as pessoas), ou por aquelas que dispõem de infraestrutura para levar adiante tal empreitada, o caso do Mercado Livre e Amazon.

    Analista do Setor de E-business: Francisco Lira

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A brasileira Dafiti se uniu a outras quatro varejistas online para formar a empresa de comércio eletrônico Global Fashion Group (GFG). A fusão foi anunciada pelos controladores das cinco companhias, a empresa de investimento sueca AB Kinnevik e a alemã Rocket Internet. A Dafiti é a maior operação do novo grupo, que inclui ainda as redes de moda online Jabong (Índia), Lamoda (Rússia), Namshi (Oriente Médio) e Zalora (Sudeste da Ásia e Austrália).

    A notícia mostra que o processo de fusões/aquisições nos negócios de internet não demonstra arrefecimento, e como a maioria dos mercados tende a um processo de concentração, que no caso da Dafiti, sinaliza uma integração a nível global das atividade inerentes ao e-commerce. No entanto, esse processo não se traduz em maiores barreiras de entrada para comerciantes online devido ao dinamismo do setor; e cabe destacar que é interessante a Dafiti integrar-se a uma companhia maior para dar sustento a cenários mais difíceis, sobretudo ao considerar que recentemente teve problemas operacionais que se traduziram em maiores reclamações aos orgãos de proteção ao consumidor.

    Analista do Setor de E-business: Franscisco Lira


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O grupo Casino decidiu fundir as operações das empresas de comércio eletrônico Cdiscount, braço virtual da companhia na França, e Nova Pontocom, operação de comércio eletrônico do Grupo Pão de Açúcar (GPA), para criar uma nova companhia do setor de atuação global. Uma holding internacional com nome de NewCo deve ser criada pelas companhias.

    O setor de e-commerce é caracterizado por grande custos logísticos o que é razoável a concentração do setor a fim de minimizar tais custos. A Amazon é um exemplo emblemático nesse aspecto.

    A notícia de uma fusão envolvendo operações brasileiras e européias não é uma surpresa, entretanto, sinaliza para o acirramento da concorrência do comércio eletrônico, onde somente grandes empresas, com grande estatura financeira tenha chances de competir. Tal fusão representa um oponente para a Amazon.

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Após a aprovação do Congresso e sanção da presidente, o Marco Civil da Internet, considerada a "constituição da Internet", foi publicado no Diário Oficial da União. Mesmo com o esforço da oposição para ganhar tempo e discutir ajustes no projeto aprovado na Câmara dos Deputados há menos de um mês, a base aliada se impôs à minoria. 

    Com a transformação do projeto de lei 2.126/2011 em um marco legal, abre-se um importante arcabouço para legislar sobre  questões referentes à internet, e assim, diminuir a insegurança jurídica sobre diversos assuntos. O texto traz a conceituação de diversos técnicos, como endereço de IP, mas essencialmente o marco legal implica no estabelecimento de regras referentes às provedoras de acesso à internet. 

    O Marco Civil pode ser resumido em 3 ideias. Neutralidade: as provedoras de acesso fornecerão conexões normalmente, porém, não poderão discriminar o contéudo das informações transmitidas. Ou seja, o servidor da Vivo não poderá oferecer uma velocidade de conexão diferente para o site de opinião política em relação ao Facebook, por exemplo. Privacidade: sigilo das informações e armazenamento dos dados por sites e provedores por tempo limitado. Isenção de responsabilidade: sites não têm responsabilidade pela publicação feita pelos seus usuários (ninguém pode processar o Facebook por uma calúnia realizada no site, mas a pessoa que publicou tal ofensa). 

    O impacto dessa lei sobre os negócios de e-business é positivo já que diminui drasticamente a insegurança jurídica da área, mas ao mesmo tempo, traz maiores despesas a determinadas organizações as quais deverão investir em equipamento para armazenar dados. Quantos às companhias de telecomunicações, estas não poderão conseguir receitas ao explorar uma maior diferenciação dos serviços, isto é, não poderão cobrar mais por uma determinada conexão que acessa certos conteúdos. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    A agência de viagens online Hotel Urbano recebeu um investimento de R$ 120 milhões. O dinheiro será usado para acelerar o crescimento no mercado brasileiro. O aporte foi liderado pelo hedge fund (fundo de capital de risco) nova-iorquino Tiger Global Management, conhecido por aportar em startups americanas como o Facebook, a Netflix e o Linkedin. Ao longo dos últimos três anos, o Hotel Urbano saltou de cinco para mais de 500 funcionários. A sede da companhia cresceu de uma pequena sala com cerca de 40 metros quadrados para uma com cerca de 2000 metros quadrados, além de um escritório em São Paulo e duas lojas conceitos em shoppings.

    Esse investimento consolida a tendência que tem sido a geração de startups em e-business: essas têm sido fomentadas mais por fundos externos do que por nacionais (como o BNDES),e além disso, esse aporte de capital é interessante pois o Hotel Urbano já demonstra um faturamento razoável (no ano passado, o faturamento da companhia ficou em R$ 500 milhões), especialmente quando é observado que a empresa nasceu em 2011. Muitas empresas ponto.com não usufruem de receita durante muito tempo, exemplos emblemáticos são redes sociais como o Facebook e o Twitter, os quais ficaram mais de 3 anos sem gerar receita. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2014
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Nessa semana, o Supremo Tribunal Federal decidiu pela suspensão do protocolo ICMS 21, o qual impos em 2011, que as mercadorias comercializadas pelo comércio eletrônico tivessem a tributação do ICMS na origem, o que conduziria à dupla tributação do produto (na origem e no destino). 

    Normalmente, o ICMS é cobrado no destino, por exemplo, quando o centro de distribuição da Submarino em São Paulo entrega um produto no Paraná, este último estado pode tributar a mercadoria, mas com o protocolo 21, foi possível cobrar ICMS na origem, e dessa forma, a mercadoria enviada ao Paraná, iria ser tributada também em São Paulo. Ou seja, havia dupla cobrança de ICMS. 

    Logo, com a recente decisão do tribunal, somente pode-se cobrar o ICMS no destino, o que implica num considerável benefício para as empresas e consumidores do setor. 

    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    Em 2012, as lojas virtuais terão ótimos motivos para se organizarem e planejarem sua estrutura de negócio. É que além das tradicionais datas de grandes vendas, como o dia dos namorados, dia das mães e Natal, o e-commerce ganhou mais dois dias de comércio aquecido: o Black Friday e o Boxing Day. Dois dias que as varejistas ganharam para liquidar seus estoques e fidelizarem clientes. 

    No dia 25 de novembro de 2011, o comércio eletrônico entrou de cabeça no conceito do Black Friday. Mais de 50 lojas virtuais, dentre elas as principais, aderiram à tradicional data americana e ofereceram descontos para o dia que registrou volume recorde de pedidos: foram 237 mil em 24 horas movimentando R$ 100 milhões em um único dia. No final de 2011, mais uma nova data para aquecer as vendas online: o Boxing Day. Novamente, no dia 26 de dezembro, lojas virtuais realizaram promoções com o intuito de liquidar os estoques de Natal. De acordo com o  e-bit (empresa especializada em informações sobre o comércio virtual), a data movimentou R$ 58,9 milhões para o e-commerce, registrando um aumento de 98% em relação a 2010.

    Estas duas novas datas contribuíram para que o e-commerce movimentasse R$ 18,7 bilhões em vendas no ano passado, crescimento de 26% em relação a 2010, segundo a e-bit. Em 2011, 32 milhões de consumidores fecharam negócios nos sites de comércio eletrônico cadastrados no e-bit.  

    Os primeiros dados de 2012 mostram que o setor não perderá o ritmo de crescimento. Nos primeiros 15 dias do ano o setor cresceu 32% segundo a consultoria e-bit, movimentando R$ 1,05 bilhão, contra R$ 802 milhões na mesma época de 2011. O aumento nas vendas ocorreu em especial pelos saldões de ofertas na primeira quinzena, logo após o Natal. 


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2012
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    O Peixe Urbano, empresa brasileira criada por três amigos em 2010 que atua no setor de compras coletivas, anunciou a sua terceira compra de site, desta vez o alvo foi o site de delivery de restaurantes O Entregador. O valor da compra não foi divulgado. Vale lembrar que o Peixe Urbano em menos de um mês já adquiriu as operações do Grupo espanhol Groupalia em seis países: Brasil, Argentina, México, Chile, Colômbia e Peru e o portal de reservas online Zuppa.

    Com esta aquisição e as demais feitas anteriormente, o site de compras coletivas possivelmente terá aproximadamente 21 milhões de usuários cadastrados, se tornando o maior Grupo da América Latina.

    Para o setor de e-commerce esta aquisição deixou o mercado mais estreito, porém competitivo, pois é um setor que vem mostrando crescimento em razão do aumento de pessoas com internet, além de diversas medidas do governo, cujo intuito é tornar o acesso à internet mais difundido entre as diversas classes sociais, o que pode aumentar a procura de serviços no setor. Em 2011 as compras coletivas faturaram R$ 1,6 bilhão, 12,7% da receita do e-commerce que faturou $ 20,3 bilhões.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2010
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    As vendas por meio da internet apresentaram um crescimento de 30% no ano passado em relação a 2008, atingindo um faturamento de R$ 10,6 bilhões, de acordo com pesquisa da consultoria de comércio eletrônico e-bit, que não considera as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais.

    O número de consumidores que fizeram compras na internet no ano passado passou para 17,6 milhões de pessoas, uma alta de 33% em relação a 2008. O número representa 26% dos internautas do Brasil, o que mostra, de acordo com a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.

    Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada de novos players no mercado, como as Casas Bahia, em fevereiro de 2009, além do Carrefour neste mês, com todas as grandes redes presentes no país agora oferecendo opção de compras pela internet.

    Livros, revistas e jornais lideraram as vendas virtuais, com 20% do volume de pedidos em 2009, seguidos de saúde, beleza e medicamentos (13%). Com a redução de IPI para a linha branca, os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking (11%), praticamente dobrando a participação do ano anterior, à frente de informática (9%) e eletrônicos (6%).


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2009
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    Depois do Wal-Mart, que inaugurou sua loja virtual em outubro de 2008, outra grande varejista entra no mercado online: trata-se das Casas Bahia, que inaugurou a sua no último dia 02/02. Para conquistar espaço em um mercado que movimentou em 2008, segundo dados da e-bit, R$ 8,2 bilhões, a empresa fez um investimento de R$ 3,7 milhões na loja virtual. Agora, das grandes varejistas nacionais, só falta o Carrefour lançar sua operação de comércio eletrônico.
    A loja virtual das Casas Bahia oferece cerca de 4 mil produtos, de um total de 7 mil disponíveis na rede de lojas. Por enquanto, ela não vende celulares e alguns itens da linha de móveis. No início das operações, os preços são iguais aos das lojas físicas, mas a empresa deve adotar uma política de promoções diferenciadas.
    Com o negócio, a maior rede varejista de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis espera faturar cerca de R$ 280 milhões este ano, o que equivale a 2% do faturamento da empresa.


    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2008
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues

    A paralisação do serviço de acesso à internet de banda larga semana passada prestado pela empresa Telefônica, o chamado Speedy, desencadeou vários problemas para seus usuários, dentro os quais estavam órgãos do governo paulista, grandes empresas, instituições financeiras e as pessoas que utilizam o serviço em suas residências. Todavia este fato trouxe à tona o que já foi apontado em estudo realizado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), que fez uma avaliação dos servidores de banda larga no país, quando constatou falhas nos sistemas, sobretudo no Speedy. As causas da paralisação não foram relatadas para empresa, alegando apenas problemas técnicos.
    A maioria dos clientes que possuem o Speedy estão concentrados no Estado de São Paulo, onde foram sentidas as conseqüências do problema de não conexão. Dentre os clientes, a Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp) notificou que a pane na rede atingiu a rede do governo, Intragov, impedindo a comunicação entre os órgãos. A Prodesp mantém um contrato com a Telefônica de prestação de serviço no período de 2005-2010 no valor de R$ 200 milhões prevendo que a rede estaria em funcionamento sete dias por semana e 24 horas por dia, e que, em caso de algum tipo restrição, um sistema substituto entraria no lugar – que no caso também estava apresentando problemas. Ademais, a empresa está mobilizando sua equipe jurídica e discutindo qual será o valor da multa, que de acordo com o assessor jurídico será de muitos zeros.
    No caso da Anatel, órgão que regula o setor, se for confirmada a negligência, será aplicadas sanções que vão de uma simples advertência até uma multa que tem valor de R$ 50 milhões dependendo, principalmente, do número de usuários afetados, podendo chegar até a interrupção da concessão do serviço, de acordo as regras do Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia.
    Contudo, é válido ressaltar que várias empresas até mesmo pessoas físicas irão pedir ressarcimento de suas perdas na justiça, podendo trazer alguns contratempos para Telefônica, mas conforme o comunicado do seu presidente, eles não estavam preocupados com isso no momento, e sim no restabelecimento e normalização do serviço.