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    Saldo da poupança alcançou ao final de setembro deste ano a marca de R$ 1 trilhão, recorde histórico. Desde o início do ano o saldo apresentou crescimento de mais de R$ 150 bilhões de reais, considerando que ao final de 2019 constavam aproximadamente R$ 850 bilhões nessa conta. É importante destacar que esses recursos compreendem os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e da poupança rural.

    A Lafis destaca que o setor de construção civil, destino de parte significativa destes recursos é beneficiado por este movimento de crescimento da oferta de recursos. 

    Segundo últimos dados disponibilizados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a soma das operações contratadas com recursos da caderneta (SBPE) para aquisição, construção, reforma e material de construção apresentou crescimento de 40% no acumulado entre janeiro e setembro de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo a marca de R$ 65,9 bilhões em financiamentos. Outro importante indicador foi o crescimento do número de unidades financiadas, que apresentou expansão de 31% na mesma base comparação, atendendo 237 mil unidades financiadas, com os meses de agosto e setembro apresentando os melhores desempenhos desde 2014.

    Dentre as justificativas para o crescimento da oferta de recursos na poupança, a Lafis destaca a redução de gastos por parte das famílias diante das restrições impostas pelas políticas públicas de combate ao Covid-19, que restringiu a movimentação e aglomeração das pessoas, que acabaram por reduzir os gastos com viagens e consumo de bebidas e comida fora de casa, por exemplo. Além disso, o pagamento do auxílio emergencial também contribuiu para o aumento da oferta de crédito, uma vez que aumentou a disponibilidade de recursos para a população. 

    Do lado da demanda, ou seja, das pessoas e empresas que acessaram os financiamentos, a manutenção da taxa de juros em um patamar historicamente baixo, em paralelo a redução das despesas mencionado anteriormente e aumento das pequenas reformas de melhoria do lar foram alguns dos fatores que justificaram a maior procura por estes recursos.  

    Especialista do Setor Marcel Tau