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    Em julho de 2021, o volume de vendas no comércio varejista restrito¹ avançou 1,2% em relação ao mês anterior, quarta alta consecutiva nesta base de comparação, o que permitiu alcançar um novo patamar recorde desde o início da série histórica, em janeiro de 2000. Em relação ao mesmo período do ano passado, as vendas do setor cresceram 5,7%, acumulando um avanço de 6,6% em 2021 até o mês de julho. No acumulado dos últimos 12 meses, o volume de vendas do varejo apresentou crescimento de 5,9%, mantendo o ritmo observado nos 12 meses imediatamente anteriores (5,9%).

    No que diz respeito às atividades, 5 das 8 avaliadas pela pesquisa apresentaram crescimento mensal nas vendas de julho deste ano, com destaque para “Outros artigos de uso pessoal e doméstico” (19,1%), impulsionada pelas grandes promoções e aumento da receita bruta de revenda em meio à reabertura do comércio e maior flexibilização do isolamento social. Enquanto isso, “Hiper., super., produtos alimentícios, bebidas e fumo” (0,2%) e “Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos” (0,1%) permaneceram praticamente estáveis.

    Por outro lado, as atividades que tiveram recuo no volume de vendas de junho para julho foram: “Livros, jornais, revistas e papelaria” (-5,2%), “Móveis e eletrodomésticos” (-1,4%) e “Combustíveis e lubrificantes” (-0,3%).

    Apesar destes resultados é possível observar que o desempenho entre as atividades tem se dado de forma heterogênea, com algumas delas ainda não recuperando nem mesmo as perdas ocasionadas pela pandemia, como em “Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação”, estando 26,7% abaixo do patamar pré-pandemia, e “Combustíveis e lubrificantes” (-23,5%). Neste último caso, cabe destacar a alta nos preços verificada nos últimos meses e que tende a adiar ainda mais tal recuperação.

    ¹ não contempla a venda de veículos, motos, peças e materiais para construção.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues