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    Em dezembro de 2020, o volume de vendas no comércio varejista restrito¹ recuou 6,1% na série com ajuste sazonal, em relação ao mês anterior, segunda queda consecutiva nesta base de comparação e a mais intensa para o respectivo mês em toda a série histórica. Com isso, o comércio retorna ao patamar pré-pandemia, em fevereiro de 2020, encerrando o ano com um crescimento de 1,2%, quarto avanço anual consecutivo, porém na menor intensidade dentre os crescimentos observados neste período.

    O desempenho do varejo nacional em 2020 foi diretamente impactado pela pandemia, provocando quedas históricas no volume de vendas do setor entre os meses março e abril deste mesmo ano. Devido à baixa base de comparação, porém, o setor voltou a crescer a partir de maio, seguindo em trajetória positiva até o mês de outubro de 2020, de modo que o comércio acumulasse uma queda de 3,2% no primeiro semestre, seguida por um avanço de 5,1% nos últimos seis meses de 2020.

    Por fim, e importante ressaltar que os efeitos da pandemia foram diferentes dentre as oito atividades acompanhadas pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC): algumas foram mais drasticamente afetadas pelos momentos mais rigorosos de isolamento social, como “Tecido, vestuário e calçados” e “Combustíveis e Lubrificantes”, com quedas no volume de vendas iguais a -22,7% e -9,7% em 2020, respectivamente; enquanto outras atividades foram beneficiadas por este contexto, seja pelo caráter de essencialidade dos “Hiper., super. alimentos, bebidas e fumo” (+4,8% em 2020), o que determinou o não fechamento desta atividade mesmo durante a pandemia; seja pela mudança nos hábitos dos consumidores que, ao passar mais tempo em casa, realizaram a troca de equipamentos antigos ou adquiriram novos utensílios, levando a um crescimento de 10,7% nas vendas de “Móveis e eletrodomésticos” em 2020.

    ¹ não contempla a venda de veículos, motos, peças e materiais para construção.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues