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    Na última Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada pelo IBGE no último dia 10, o volume de vendas no varejo restrito – ou seja, não incluem as vendas de veículos, motos e partes, e materiais de construção – avançou 0,1% em agosto de 2019 na comparação com o mês imediatamente anterior. Este foi a terceira taxa positiva consecutiva nesta base de comparação, acumulando um avanço de 3,2%. Desta forma, o setor acumula um crescimento igual a 1,2% no ano e 1,4% nos últimos 12 meses, ambos até agosto deste ano.

    O pequeno avanço mensal, beirando a estabilidade, pode ser explicado pelo avanço em 4 das 8 atividades contempladas pela pesquisa, enquanto as demais apresentaram queda. Entre os crescimentos mensais, destacam-se as atividades “Hiper., super., alimentos, bebidas e fumo” (+0,6%) e “Outros artigos de uso pessoal e doméstico” (+0,2%), somando 60% do volume total do varejo restrito.

    Apesar do resultado positivo, o volume de vendas do comércio varejista restrito mantém-se 5,7% abaixo do nível recorde da série histórica, observado em outubro de 2014. Além disso, é possível identificar que principal impacto positivo provém do consumo de itens essenciais, que tem sido beneficiado pelo aumento da população ocupada e estabilidade da massa de rendimento real habitualmente recebida. Além disso, a queda nas demais categorias também aponta para este perfil de consumo mais básico observado até o momento.

    Portanto, no que diz respeito às famílias, o menor grau de confiança dos consumidores em relação à melhora da economia e, consequentemente, do mercado de trabalho e rendimento médio, mantém a cautela destas famílias quanto à expansão dos gastos, o que vem afetando as vendas do comércio ao priorizar o consumo de cestas mais essenciais, postergando a compra de itens mais caros, como os bens duráveis (televisores, geladeiras, eletrodomésticos e eletrônicos).


    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues