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    Em abril de 2022, o volume de vendas no comércio varejista restrito¹ cresceu 0,9% em relação ao mês anterior, quarta alta consecutiva nesta base de comparação, acumulando um crescimento de 6,2% nestes últimos quatro meses. Tal trajetória de crescimento, porém, tem se dado de forma menos intensa mês a mês, tendo em vista o avanço de 2,4% em janeiro, 1,4% em fevereiro, e novamente 1,4% em março.

    Na comparação com abril do ano passado, o varejo nacional apresentou alta de 4,5%, a terceira consecutiva nesta base de comparação, acumulando um crescimento de 2,3% no primeiro quadrimestre de 2022 em relação ao mesmo período de 2021. Por fim, no acumulado dos últimos 12 meses, o volume de vendas do comércio cresceu 0,8% até o referente mês, novamente com desaceleração no ritmo de crescimento, uma vez que se observou uma alta de 1,9% nos 12 meses imediatamente anteriores.

    Com isso, o nível de vendas do comércio varejista no Brasil encontra-se 4,0% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas tal desempenho positivo não tem sido uniforme entre as atividades do setor. Enquanto umas estão significativamente acima do nível de vendas anterior à pandemia, como “Artigos farmacêuticos, med., ortop., e de perfumaria” (17,7%), outros ainda não recuperaram as perdas do período de isolamento social, como “Equip. e mat. para escritório, informática e comunicação” (-11,7%) e “Tecidos, vestuário e calçados” (-8,6%).

    Outra forma de se verificar este desequilíbrio entre as atividades do setor é o crescimento em metade dos segmentos avaliados pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMS) no mês de abril deste ano, enquanto a outra metade recuou no mesmo período. Dentre as atividades que cresceram, destaque para “Móveis e eletrodomésticos” (2,3%) e “Tecidos, vestuário e calçados” (1,7%), que ajudaram a compensar a queda mensal observada em “Hiper., super., alimentos, bebidas e fumo” (1,1%), garantindo um desempenho global positivo para o varejo nacional no período.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues