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  • cerveja, empresas do setor cerveja, empresas do segmento cerveja, setor cerveja, segmento cerveja, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2021
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcelo Balloti
    A inflação chegou também ao mercado de cervejas. Depois de um 2020 no qual as grandes empresas do setor seguraram o repasse de preços aos consumidores finais, a conta chegou em 2021; os sucessivos aumentos nos custos de produção finalmente foram repassados ao consumidor. A pergunta que fica é: qual será o impacto na demanda?

    Antes de mais nada, a cerveja possui uma demanda pouco sensível com relação ao preço – no “economês tem demanda inelástica” – ou seja, aumentos nos preços provocam pequena alteração na quantidade demandada. O que normalmente acontece nestes casos, é um efeito substituição de marcas: quando os preços sobem, alguns consumidores optam por tipos ou marcas de cervejas mais barata, mas mantêm-se consumindo o produto.

    Isto posto, a Lafis acredita que mesmo com os preços mais elevados, o consumo de cerveja se manterá aquecido no restante de 2021. Para tanto, listamos alguns dos principais motivos para isto: aceleração da vacinação e normalização de funcionamento de bares e restaurantes, retomada de eventos esportivos, festas de final de ano com menores temores de pandemia o que deve aumentar o sentimento de comemoração.

    Passada essa euforia de demanda reprimida e comemorações pela volta ao “normal” acreditamos que os fatores macroeconômicos poderão interferir na demanda pelo produto, principalmente a elevada taxa de desocupação da população e a inflação. Se para 2021, a Lafis acredita em uma expansão da produção de 3,5%, para 2022 acreditamos em uma desaceleração, com aumento de 2,7%.

    Analista Responsável Marcelo Balloti Monteiro