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    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    A primeira estimativa do IBGE para a safra de café foi de 3,4 milhões de toneladas, ou 56,4 milhões de sacas de 60 kg, equivalente a alta de 12,9% em relação a 2019. Para o arábica (maior parte da colheita), a estimativa é de alta de 22,1%, cerca de 42,2 milhões de sacas de 60kg; o rendimento médio deverá apresentar um crescimento de 16,2%, enquanto a área plantada e a área a ser colhida aumentam em 4,2% e 5,0%, respectivamente. Destaca-se, contudo, que o ano de 2020 é de bienalidade positiva, quando as plantas estão fisiologicamente recuperadas.

    O IBGE destaca que “os preços do produto se recuperaram a partir do final de 2019, o que deve incentivar os produtores a aumentarem os investimentos em tratos culturais e adubação. Até o presente momento, não se tem notícias de maiores problemas com o clima nas principais regiões de produção cafeeira do País, o que deve também refletir na produção”. Além disso, O consumo de café deve crescer cerca de 2,5% no Brasil, de acordo com projeção da Euromonitor. A estimativa da consultoria é de que cada brasileiro consuma, em média, 890 xícaras no ano, e que em 2024, o volume ultrapasse as 1.000 xícaras anuais, expandindo os investimentos, não apenas na lavoura, mas em toda uma indústria que envolve da tecnologia do preparo aos serviços dos chamados cafés “gourmetizados”.

    Ao longo de 2019, o Brasil embarcou 36,2 milhões de sacas de café, acima do recorde registrado em 2015, de 33,4 milhões. Com isso, encerra-se o rali internacional iniciado em outubro quando a cooperativa Cooxupé  afirmou que os estoques estavam baixos frente à forte demanda. Embora o Brasil tenha concorrentes importantes no plano internacional - especialmente no sudeste asiático e, na América Latina, a Colômbia - é preciso ressaltar a qualidade do produto do País, o que o coloca à frente dos concorrentes. Assim, de modo geral, não há fatores que façam crer que o Brasil tenha sua liderança ameaçada no curto e médio prazo. 

    Especialista do Setor Marcos Henrique