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    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2013
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    Os cafeicultores tem enfrentado tempos difíceis desde, pelo menos, meados de 2011. As margens mais favoráveis observadas entre 2002 e 2010 estimularam o aumento da produção de café, depreciando as cotações do arábica em âmbito global nos anos subsequentes. Em função do cenário econômico débil nos principais mercados do setor, houve queda expressiva das exportações; as receitas externas do setor chegaram a cair 26,0% em 2012 e 12,6% no primeiro semestre deste ano. Agravando essa questão, a taxa de câmbio se manteve sobrevalorizada ao longo 2012 e nos primeiros meses de 2013.

    Nessa conjuntura, o setor vinha cobrando apoio do governo, principalmente, via políticas de estocagem e de renda, via contratos de opção. Segundo representantes do setor, a adoção de tais políticas dariam ao produtor a possibilidade de favorecer as condições de comercialização do produto a preços superiores aos custos de produção.

    Depois do aumento dos preços mínimos abaixo do esperado pelo setor em maio, aumentaram as pressões sobre o governo para deliberar uma política de apoio ao setor. Enfim, na última quarta-feira, a presidente Dilma autorizou o lançamento de contratos de opção de venda para 3 milhões de sacas de café com preços de R$ 346/saca e vencimento em março de 2014, como forma de incentivar a cultura.  Além disso, a presidente anunciou que o governo financiará a estocagem com compras garantidas pelo preço mínimo, de R$ 307/saca. A CNA avaliou que as medidas anunciadas pelo governo atendem as reivindicações do setor, ao menos em caráter emergencial.