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    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    No ano-safra 2019/20, o Brasil exportou um total de 40 milhões de sacas de café, considerando a soma das exportações de café verde, solúvel e torrado & moído, segundo balanço do Cecafé - Conselho dos Exportadores de Café do Brasil. O volume representa o segundo recorde histórico de exportações brasileiras de café para o mundo e teve como destaque o crescimento de 22,7% nas exportações de café robusta, na comparação com o ano-safra 2018/19. A receita cambial na safra 2019/20 foi de US$ 5,1 bilhões, equivalente a R$ 22,8 bilhões, o que representa um aumento de 8,8% em reais em relação ao período anterior. Já o preço médio foi de US$ 128,04.

    Em novembro, as exportações brasileiras de café verde alcançaram um recorde de 275,84 mil toneladas (ou 4,6 milhões de sacas de 60 kg), alta de 39,5% em relação ao mesmo período do ano anterior e acima da máxima histórica de 4,1 milhões de sacas registrada em dezembro de 2018. No ano civil de 2020, as exportações totais acumulam 39,8 milhões de toneladas, alta de 5,7% em comparação ao mesmo período de 2019 e o melhor resultado para a série histórica.

    Com câmbio mais favorável e num ano de bienalidade positiva, ou seja, quando as plantas têm o melhor desempenho, a receita cambial cresceu 6,7% para US$ 5 bilhões; em reais, o crescimento foi ainda mais expressivo, cerca de 40%, atingindo R$ 25,9 bilhões. Entre os principais compradores, EUA segue em primeiro lugar com 18,2% do total, seguido por Alemanha (16,9%), Bélgica (8,4%) e Itália (7,2%). Além disso, o Brasil se destaca pelos cafés diferenciados - aqueles que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis – que representam cerca de 17,7% do volume exportado e, no acumulado de janeiro a novembro, tiveram alta de 1,4% sobre o mesmo período do ano anterior.

    Com isso, destaca-se que o produto brasileiro segue na linha de frente da preferência mundial, a despeito da concorrência, particularmente asiática. A demanda externa por commodities aquecida, associada à vantagem cambial foram os principais fatores a contribuir para tal desempenho. Destaca-se, porém, que o ano de 2021 deverá ter um desempenho pouco expressivo em comparação a 2020, dado período de bienalidade negativa, um fator estrutural para o setor cafeeiro.

    Especialista do Setor Marcos Henrique