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    O setor de bicicletas e motocicletas foi gravemente afetado pela crise desencadeada pelo novo coronavírus. Nos meses mais agudos da crise sanitária (março e abril de 2020), a paralisação dos parques industriais fez com que a produção fosse interrompida; e o afrouxamento gradual das medidas de isolamento permitiu gradual recuperação sem que esta atingisse os níveis pré-pandemia.

    A descoberta de vacinas e a autorização do seu uso criou um clima de euforia precipitada nos mais diversos segmentos econômicos do Brasil. A falta de planejamento para a vacinação em massa bem como a própria ausência de vacinas em quantidade suficiente para toda a população acaba por turvar o cenário econômico. Enquanto isto, as infecções pela COVID-19 batem recordes no país.

    Esta “segunda onda” tem sido implacável com Manaus (AM), região no qual está localizada a grande maioria das empresas produtoras de motos e bicicletas. Este fato provocou, novamente, a paralisação de algumas fábricas, o que deve retardar a recuperação do setor. Até o momento, não se vislumbra uma aceleração na recuperação econômica para o primeiro trimestre, quiçá para o primeiro semestre.

    A produção industrial brasileira estará fortemente correlacionada com o ritmo de vacinação da população. À medida em que as pessoas são imunizadas, volta-se à uma certa normalidade e, assim, a produção e vendas de bicicleta e motocicleta devem aumentar. 

    Mesmo com um cenário nebuloso neste início de 2021, as perspectivas para o setor são positivas até por uma base muito fraca de comparação, mas também por mudanças de hábitos da população e uma demanda maior para trabalhadores dos serviços de entrega. Contudo, voltar aos patamares pré-crise somente em 2022.

    Especialista do Setor Marcelo Balloti Monteiro