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  • alumínio, empresas do setor alumínio, empresas do segmento alumínio, setor alumínio, segmento alumínio, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2021
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    No primeiro semestre de 2021, segundo dados da ABAL (Associação Brasileira do Alumínio), a produção de alumínio primário avançou 18,6% em relação ao ano de 2020. Além disso, embora distante das máximas históricas (menos da metade da produção), a fabricação de alumínio primário foi a maior para a primeira metade do ano desde 2017.

    O avanço da produção setorial em relação ao ano anterior está diretamente relacionado com o melhor desempenho de setores demandantes, como os segmentos de embalagens, construção e veículos, que somados representam mais de 60% de toda a demanda por alumínio no Brasil.

    O forte aumento no preço do alumínio observado desde meados de 2020 é uma outra importante tendência observada no setor. Entre janeiro e outubro de 2021, a cotação média do alumínio foi de US$ 2.466, enquanto no mesmo período de 2020, o produto estava cotado a US$ 1.644 em média. Mantida essa média de preços, o alumínio encerrará o ano no patamar mais elevado de preço desde 2008.

    O crescimento da demanda mundial por alumínio marcado pela retomada do dinamismo econômico mundial, em paralelo ao avanço da vacinação contra o coronavírus, está por trás desse movimento de valorização do alumínio (assim como de diversos outros produtos).

    Além do aumento do preço do alumínio no mercado internacional, a desvalorização da taxa de câmbio no Brasil observada desde o início de 2021 é mais um fator que eleva o preço do produto em reais, o que implica em uma perspectiva favorável para o faturamento do setor de alumínio neste ano, resultando também no aumento dos preços de transformados de alumínio e expansão dos custos para as indústrias demandantes do setor. 

    Especialista do Setor Marcel Tau Carneiro