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  • agricultura, agrícola, economia, macroeconomia, agronomia, rural,  empresas do segmento agrícola, empresas do segmento agricultura
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2022
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcos Henrique
    Os alimentos, assim como os combustíveis, têm sido os grandes vilões da inflação, como mostram os dados do IPCA divulgados pelo IBGE nos últimos meses. Embora os produtores tenham vantagens nas vendas, ampliando suas receitas, o repasse tem fôlego curto, especialmente num contexto de alto desemprego e renda reduzida. Por outro lado, é inviável para as transportadoras manter o custo do frete inalterado com tamanho aumento no preço dos combustíveis, já que, para as empresas, ele corresponde a cerca de 35% das despesas, podendo chegar a 50% para os autônomos.

    Segundo informações do Canal Agro, o agronegócio também precisa do diesel para o uso de diversos tipos de maquinário, como tratores, colheitadeiras e geradores de eletricidade. Sendo assim, o preço do combustível tem impacto direto nos custos de produção, que podem aumentar 90% no cultivo de grãos, de acordo com estimativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

    O movimento de alta nos preços, todavia, não é particularidade do Brasil, embora o país adote políticas como a do PPI que acabam pressionando ainda mais os custos. Mas há na economia global um forte desajuste entre oferta e demanda provocado pela pandemia de Covid-19 e pela guerra entre Rússia e Ucrânia, o que tem potencializado a inflação, especialmente de alimentos, pois trata-se de bens essenciais e de baixa elasticidade.

    Especialista do Setor Marcos Henrique